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30/03/2021 - Rearranjo ministerial e das Forças Armadas é motivo de preocupação, diz MCM

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Para o analista Ricardo Ribeiro, as mudanças são preocupantes porque mostram uma disposição em usar politicamente as Forças Armadas para a defesa do mandato do presidente O rearranjo ministerial e das Forças Armadas, liderado pelo presidente Jair Bolsonaro, é motivo de preocupação em relação aos rumos futuros de estabilidade das instituições democráticas do país, na avaliação do analista Ricardo Ribeiro, da MCM. Para ele, as mudanças são preocupantes porque mostram uma ?disposição em usar politicamente as Forças Armadas e colocá-las como força auxiliar para a defesa de seu mandato?. ?Isso não é uma perspectiva tranquilizadora do ponto de vista de estabilidade política no país?, diz. Mesmo em termos da nova governabilidade trazida pela aproximação do governo com o Centrão, Ribeiro destaca que sobram dúvidas sobre os efeitos na agenda econômica e fiscalista do ministro da Economia, Paulo Guedes. ?Com o espaço dado ao Centrão, a relação com o governo melhorou, mas em termos fiscais e de reforma, fica a dúvida sobre o resultado. O Centrão foi ator importantíssimo no desarranjo orçamentário da semana passada?, diz o especialista. Assim, ele aponta que, de fato, o risco de uma ?redução adicional do espaço da agenda fiscalista do ministro Paulo Guedes?. Ribeiro afirma que as mudanças ministeriais foram uma reação à pressão política e da opinião pública, assim como da elite empresarial e do mercado financeiro, nos casos dos ministros de Relações Exteriores e da Saúde. E tudo isso veio também após o presidente da Câmara, Arthur Lira, indicar o ?sinal amarelo? em relação ao governo. ?Arthur Lira ganhou uma posição importante no Palácio do Planalto. O sinal de Lira ecoou no governo. E o governo amarrou mais o Centrão?, diz o analista. ?Bolsonaro criou uma espécie de trincheira e teve de fazer algumas mudanças pressionadas não só pelo Centrão, mas também pela opinião pública, pela elite empresarial e pelo mercado financeiro. Isso mostrou que era urgente trocar os ministros da Saúde e de Relações Exteriores?, afirmou Ribeiro. Agora, ao atribuir a coordenação política ao Centrão, Bolsonaro ?concede um espaço interessante para o grupo político. Não é um cargo que administra recursos, mas faz interlocução do Executivo com o Congresso?. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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