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30/03/2021 - Após mudanças nas Forças, oposição quer ouvir ex-ministro da Defesa no Senado

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General Fernando Azevedo e Silva, agora ex-ministro da Defesa, teria sido demitido por contrariar Bolsonaro O anúncio de que os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica serão substituídos provocou reação de parlamentares de oposição no Senado. Uma das ideias na Mesa é convocar uma audiência pública com o general Fernando Azevedo e Silva, agora ex-ministro da Defesa, que teria sido demitido por contrariar o presidente Jair Bolsonaro. Nos bastidores, segundo apurou o Valor, Bolsonaro gostaria de ter ministro e comandantes militares mais alinhados ao seu governo, com declarações públicas de apoio às suas ações. Azevedo insistia em manter o trabalho de forma institucional, como destacou em sua nota de despedida, em que escreveu: "preservei as Forças Armadas como instituições de Estado". O líder do PDT no Senado, Cid Gomes (CE), defendeu agora há pouco que o Congresso deve ouvir Azevedo para entender os motivos de sua saída do governo. "Apresentei requerimento para que o ex-ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, esclareça os motivos de sua demissão. O Brasil não pode ficar sujeito às crises geradas a partir de surtos totalitários do presidente. É missão do Senado resguardar a democracia", disse. A substituição dos generais das Forças Armadas foi anunciada após reunião entre os três e o ministro recém-nomeado da Defesa, general Braga Netto. A reunião contou também com o ex-ministro Fernando Azevedo e Silva. A nota não é assinada por Braga Netto ou Azevedo, não esclarece o motivo da substituição e quem serão os novos comandantes. Ontem, em rápido encontro no Planalto, o presidente Jair Bolsonaro informou Azevedo que iria substituí-lo. A mudança ocorreu na reforma ministerial que terminou com seis alterações. Por conta deste contexto, senadores do PT acusam Bolsonaro de tentar transformar Exército, a Marinha e a Aeronáutica em "milícias". "As Forças Armadas têm um papel definido pela Constituição. Política não pode entrar em quartel. Essa interferência inconstitucional e atentatória ao Estado de Direito se configura em mais um grave crime de responsabilidade", defendeu o senador Humberto Costa (PT-PE). O senador Rogério Carvalho (PT-SE) acusou o Palácio do Planalto de exigir que as Forças Armadas interfiram na política brasileira. "Bolsonaro queria a mesma intimidação que o [general] Villas Boas fez ao STF em 2018. O Exército não se submeteu em ameaçar as instituições e a democracia. Cumpriu seu papel! Querer tirar Lula no "tapetão" novamente é uma atitude covarde do Bolsonaro com o Brasil", escreveu. Fernando Azevedo e Silva Ana Paula Paiva/Valor SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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