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19/03/2021 - BNDES deve divulgar em até 5 meses modelo de privatização da Eletrobras

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Após MP que definiu regras para o processo, rito a ser seguido envolve auditoria, análises financeiras e setoriais, disse presidente do banco O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, afirmou nesta sexta-feira que a instituição pretende apresentar em até 5 meses ao mercado o que seria a "cara" do modelo de privatização da Eletrobras. Ele ressaltou que a medida provisória que definiu as regras de privatização da estatal, editada no fim de fevereiro, foi a bandeirada de largada no processo formal de desestatização da companhia. Valter Campanato/Agência Brasil "Isso passa por auditoria, análises financeiras, análises setoriais, todo o rito processual da lei do Programa Nacional de Desestatização que o BNDES tem que executar. E agora o banco está no meio dessa jornada e a gente espera em breve, dentro de 3, 4 ou 5 meses, no máximo, já divulgar a mercado o que seria uma cara dos termos em alto nível dessa operação, para que aí sim ela possa ser encaminhada ao TCU [Tribunal de Contas da União]", disse em entrevista à rede de TV "BandNews". "A gente está correndo, estamos acelerados e muito otimistas. A operação faz sentido para o Brasil, faz muito sentido para o consumidor e fará sentido também para os investidores", disse. Questionado sobre a atuação do BNDES para auxiliar na pandemia, Montezano destacou que o melhor que o banco pode fazer durante a atual crise é repetir o que a instituição fez no ano passado. Ele lembrou que em 2020 o BNDES teve uma participação inédita junto ao segmento de Médias, Pequenas e Micro Empresas (MPME). ?Este ano, com a crise acelerando, mais do que nunca o banco vestiu a camisa do propósito da sua função social, de apoiar trabalhadores, empresários e executivos", disse, lembrando que seguem disponíveis ferramentas do BNDES como programa de suporte ao emprego, programa de financiamento a recebíveis de cartão de crédito e fundos garantidores. "E aguardamos as decisões e orientações do Congresso e do Ministério da Economia para que, se necessário, o banco volte a atuar com afinco, como fez no ano passado", destacou. Montezano também citou as discussões que ocorreram durante a tramitação da PEC do Auxílio Emergencial, e que poderia ter incluído mudanças nas regras do repasse de recursos do Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT) ao banco. "Essa é uma decisão que cabe ao Congresso Nacional fazê-la, mas de forma nenhuma vejo isso como desmonte do banco, muito pelo contrário. Isso é o Congresso se aproximando mais do BNDES, querendo entender melhor o que o BNDES faz com os recursos do FAT, como o banco atua. O que ocorreu ali foi uma discussão de desvinculação, desobrigação constitucional de repasses", disse o executivo. Segundo ele, a questão é determinar se haverá um percentual de repasse travado na lei ou se o Congresso deve a cada ano revisar esses percentuais. Perguntado sobre a recente mudança de comando no Banco do Brasil, Montezano afirmou que troca de gestores de empresas estatais acontecem em todos os governos. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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