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17/02/2021 - ?Vai ser assim o ano inteiro?, diz Conasems sobre vacinação intermitente

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"O que temos que fazer, agora, é esperar que o Butantan, a Fiocruz e o governo disponibilizem as vacinas necessárias", disse Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Com a corrida global por vacinas contra a covid-19, o risco de faltar imunizantes é generalizado no Brasil, mas não é também algo inesperado, afirma Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). "Vai ser o ano inteiro dessa forma. Chega uma quantidade, a gente vacina, espera a fábrica preparar mais, distribuir novo lote", disse ele ao Valor. "Teremos que conviver com essa questão o ano inteiro. Para mim, não é surpresa nenhuma. O que temos que fazer, agora, é esperar que o Instituto Butantan, a Fiocruz e o governo disponibilizem as vacinas necessárias." Freire reconhece que "o ideal seria ter vacina para toda a população observando o que colocamos no cronograma do plano nacional", mas afirma também que "não adianta ficar especulando uma situação que sabíamos que aconteceria". Vacinação nos Estados e capitais Em Teresina (PI), a vacinação caminha com a aplicação da segunda dose para os grupos prioritários que já receberam a primeira, mas não há estoque para iniciar uma nova rodada de imunizações, de acordo com Gilberto Albuquerque, presidente da Fundação Municipal de Saúde da capital. Dados do painel epidemiológico do Piauí mostram que, até as 16h30 desta quarta-feira (17), Teresina já havia utilizado 86% das primeiras doses disponíveis. "Dose nova não tem mais. O que ainda temos é para o grupo acima de 90 anos que está em casa. Já vacinamos toda a linha de frente da saúde pública e privada, clínicas de exames laboratoriais, idosos em abrigos, indígenas e quilombolas. Começamos com os dentistas e idosos acima de 90 anos que vão ao drive thru", explica Albuquerque. Teresina recebeu, até agora, quatro lotes de vacinas. "As vacinas que temos hoje disponíveis dão para chegar até o dia 23, que é a data de previsão de um próximo lote", disse o presidente da fundação, ressaltando, no entanto, que ele precisa de confirmações sobre novas remessas para estruturar o prosseguimento do plano de vacinação. "Dependendo da quantidade que a gente começa a definir quais grupos poderemos atingir, porque ainda temos profissionais de saúde para receber essas doses", afirma. Enquanto isso, o calendário segue com a segunda dose do primeiro lote. "São 11 mil, fizemos pouco mais de mil e a previsão é que esta semana a gente consiga administrar todas as segundas doses", afirma diz Albuquerque. No Piauí como um todo, 86 cidades (38% dos municípios) registram utilização da primeira dose igual ou superior a 90% do disponibilizado ? 43 deles com o estoque zerado, segundo o vacinômetro. No sábado (13), Florentino Neto, secretário de saúde do Piauí, informou que não havia interrupção da campanha de vacinação em nenhum município e que a aplicação da segunda dose está garantida para todos que participam dos grupos até então contemplados, já que o Estado, ao receber as remessas de vacinas, retém a quantidade referente à segunda aplicação. Em Campo Grande (MS), 79% das primeiras doses enviadas já foram aplicadas, de acordo com o vacinômetro do Estado. "A abertura de novos públicos de imunização depende do encaminhamento de novas doses pelo Ministério da Saúde", informa a secretaria municipal de saúde. Até o momento, mais de 27,7 mil pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 em Campo Grande, entre trabalhadores da saúde, pessoas institucionalizadas e idosos com mais de 80 anos. Parte desse público ? profissionais da linha de frente e pessoas institucionalizadas cuja primeira aplicação ocorreu no fim de janeiro ? já começou a receber a segunda dose, de acordo com a secretaria. "A segunda dose da vacina será disponibilizada em todas as unidades de saúde que estão vacinando na capital, porém, nesse primeiro momento, como o público ainda é restrito, a vacinação é feita somente pelas equipes volantes", esclarece a secretaria, em referência às equipes que se deslocam até os locais onde os profissionais de saúde atuam e às casas de repouso. No Distrito Federal, onde não houve vacinação no fim de semana e durante o Carnaval, 90% das primeiras doses distribuídas já haviam sido aplicadas até a última sexta (12), e 31% das segundas doses também já foram utilizadas. A Secretaria de Saúde afirma que possui doses suficientes para atender o grupo prioritário definido até o momento e que "aguarda o envio de mais doses ao DF pelo Ministério da Saúde". SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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