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17/02/2021 - Oi e TIM dizem que não detectaram vazamentos de dados de clientes

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As empresas foram notificadas pelo Procon de São Paulo, juntamente com Claro, Vivo e a empresa de segurança PSafe Mika Baumeister/Unsplash As operadoras Oi e TIM informaram nesta quarta-feira que não identificaram indícios de vazamentos de dados de seus clientes. Hoje, as empresas foram notificadas pelo Procon de São Paulo, juntamente com Claro, Vivo e a empresa de segurança PSafe, com um prazo de 72 horas para respostas. A PSafe detectou a venda ilegal de bases de mais de 102 milhões de dados de celulares, na semana passada incluindo número do celular, nome completo, CPF e tempo das chamadas. Leia mais: Novo vazamento expõe dados de mais de 102,8 milhões de celulares Ontem o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça notificou as quatro operadoras dando 15 dias para que as empresas expliquem os vazamentos de dados. ?A Oi entende que não é objeto de questionamentos no episódio, já que não se verifica nenhum indício de vazamento de dados de seus clientes?, disse a operadora, em comunicado. A empresa informou que não recebeu a notificação do Procon-SP e que ?mantém em sua operação compromisso com os mais elevados padrões de segurança da informação e privacidade de dados, monitorando constantemente seus sistemas e requisitos técnicos, operacionais, legais e regulatórios associados à gestão de dados.? Leia mais: Procon-SP notifica operadoras e empresa de segurança de dados sobre vazamento Quando à notificação do Ministério da Justiça, a Oi disse que ?vai colaborar com qualquer processo de esclarecimento conduzido pelo Ministério da Justiça.? A TIM informou que ?não identificou a ocorrência de ataque ou vazamento que colocasse em vulnerabilidade dados de seus clientes ou dados próprios? e que, até o momento, não recebeu notificações do Procon-SP ou do Ministério da Justiça ?solicitando informações, providências e mitigação de eventuais riscos relacionados?. A operadora reiterou ?que preza pela segurança de dados, atuando com as melhores práticas de cibersegurança?. Ao informar sobre o vazamento, na semana passada, a empresa de segurança PSafe disse que o criminoso estava comercializando bases de dados das operadoras Claro e Vivo. Leia mais: ?Pandemia digital? exige olhar do CEO das empresas A PSafe também identificou, em janeiro, um megazamento de dados de mais de 223 milhões de brasileiros, incluindo pessoas falecidas, e de 40 milhões de CNPJs. Ambos os vazamentos são investigados pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), criada no fim de setembro para regulamentar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). No fim de janeiro, a autoridade oficiou a Polícia Federal, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, o Comitê Gestor da Internet no Brasil e a própria PSafe para colaboração com as investigações dos vazamentos. As operadoras Claro e Vivo informaram, na última semana, que não identificaram incidentes de vazamento em suas bases de dados. A Claro informou hoje que segue investigando o caso, como prática de governança, e que está colaborando com as autoridades. A empresa reforçou que "investe fortemente em políticas e procedimentos de segurança e mantém monitoramento constante, adotando medidas, de acordo com melhores práticas, para identificar fraudes e proteger seus clientes." A Vivo acrescentou que "possui os mais rígidos controles nos acessos aos dados dos seus consumidores e no combate à práticas que possam ameaçar a sua privacidade." SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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