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04/03/2021 - MP-RJ anuncia nova força-tarefa para investigar assassinado de Marielle Franco

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A dez dias de completar três anos, o caso ainda não foi concluído; falta indicar o mandante A dez dias de completar três anos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Luciano Mattos, anunciou a criação de uma nova força-tarefa com o objetivo de concluir as investigações do caso. Ainda falta indicar o mandante do crime. Marielle Franco Reprodução / YouTube Mattos, que assumiu o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) no início deste ano, promove uma reformulação sem precedentes na estrutura do órgão, com a extinção de grupos especializados e o reforço da atuação individual dos chamados ?promotores naturais?, aqueles inicialmente designados para uma investigação. Porém, pela ?complexidade? do caso Marielle, que envolve 15 procedimentos dentro do MP-RJ, ele optou por uma atuação coletiva e exclusiva. Três promotores, incluindo a chefe da nova força-tarefa, Simone Sibílio, que atua no caso desde o início, ficarão completamente dedicados ao caso. Mattos chegou a oferecer à Simone a chefia do maior grupo especializado do MP-RJ, o Grupo de Atuação Especial no Cambate ao Crime Organizado (Gaeco), o que foi recusado pela promotora. Ela preferia se manter somente no caso Marielle. Sibílio foi a responsável pela denúncia oferecida em março de 2019 contra os executores do crime, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz. Trata-se, portanto, de uma recondução da promotora às funções realizadas até o fim do ano passado. Nos últimos dois meses, o caso Marielle ficou sob o guarda-chuva genérico do Gaeco, que se limitou a ?cumprir prazos processuais e exercer o controle externo de atos policiais?, informou o MP-RJ. Com a nova estrutura, a expectativa é que as investigações apontem o mandante do assassinato. O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro referiu-se à decisão como uma demonstração da importância dessa investigação em sua gestão e garantiu que, por se tratar de uma força-tarefa, haverá uma estrutura de suporte com a atuação de um grupo interno de policiais civis. ?Tivemos reunião com a Polícia Civil na última terça-feira e estabelecemos a necessidade de dedicação especial na atuação desse caso. Faremos esse esforço comum?, disse Mattos. Ele informou que informações sobre a atuação da nova força-tarefa serão transmitidas nas próximas semanas. Marielle e Anderson foram assassinados a tiros no bairro do Estácio, na região central do Rio de Janeiro, em 14 de março de 2018. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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