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04/03/2021 - Franquias estudam entrar com ação coletiva contra shoppings

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Ideia é pleitear junto aos shoppings uma mudança no índice de reajuste anual de aluguel. O Valor confirmou com uma fonte do setor de varejo a existência desse movimento Artem Beliaikin/Unsplash O setor de franquias estuda a abertura de uma ação coletiva por meio da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a associação nacional desse segmento, para pleitear junto aos shoppings uma mudança no índice de reajuste anual de alugueis, disse a direção da Cia Hering, em teleconferência com analistas hoje. O Valor confirmou com uma fonte do setor de varejo a existência desse movimento conjunto. Nos últimos dias, os aumentos nas restrições de circulação em diversos estados e municípios, com ?lockdowns? e toques de recolher, aumentaram a pressão sobre o setor de shoppings, que é diretamente afetado pelos fechamentos temporários de lojas. ?É uma ação para pleitear de forma definitiva o uso do IPCA nos contratos?, disse a analistas o diretor da empresa, Thiago Hering. Os contratos entre empreendimentos e lojistas são individuais e regidos pelo IGP-M, que disparou em 2020, superando os 20%. O IPCA avançou 4,5%. Desde o segundo semestre, entidades que representam os lojistas vêm buscando os shoppings e associação do setor para mudar temporariamente os índices de aumento. A Abrasce, a entidade que representa os empreendimentos no país, tem ressaltado que trata-se de uma determinação em contrato, e que eventuais revisões cabem numa análise de caso a caso. O comando da Hering não deu maiores detalhes desse movimento. Procurada, a ABF ainda não se manifestou. Segundo o comando da varejista, o custo de aluguel, condomínio e fundo de promoção pago aos shoppings caiu 25% no quarto trimestre, por conta de renegociações de contrato junto aos empreendimentos. No terceiro trimestre, a queda foi de 50% e, no segundo, de 65%. Além dessa questão do índice de reajuste, outro ponto levantado pelas lojas junto aos shoppings era a cobrança do 13º aluguel ? lojistas buscavam a isenção ou pagamentos parcelados, em negociações individuais. Essas demandas acabaram levando varejistas a entrarem com ações na Justiça para buscar decisões por meio de liminares, como o Valor já informou semanas atrás, em levantamento realizado num conjunto de 400 ações. Há casos de ações em que a Justiça concede mudanças no contrato, mas há casos em que as Justiças dos estados entende que os shoppings não podem arcar com mais custos. O fechamento temporário de shoppings deve tornar mais complexo esse ambiente de negociação. Em São Paulo, os empreendimentos (que fazem parte do grupo de segmentos não essenciais) devem ficar fechados entre o dia 6 e 19 de março, por conta da mudança para a fase vermelha no plano de controle da pandemia no estado. Ainda hoje, o comando da Hering mencionou que projeta fechar o ano com 858 lojas, versus 758 no fim de 2020, como reflexo de um movimento mais acelerado de aberturas, após desaceleração de inaugurações em 2020, por conta da pandemia. A Hering ainda estima R$ 131 milhões de investimento em 2021, o maior da história e quatro vezes a média dos desembolsos da empresa. O foco do investimento em 2021 será em modernização de parque fabril, reformas e megalojas. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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