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28/08/2020 - Para procurador, caso Witzel é viagem no ?túnel no tempo? aos esquemas de Cabral e Pezão

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Governador atual é o terceiro chefe do Executivo estadual a ser afastado do cargo em menos de quatro anos Numa rápida declaração de 16 minutos sobre a operação de hoje que atingiu a cúpula do poder no Rio de Janeiro, integrantes do Ministério Público Federal (MPF), da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal afirmaram que as investigações produziram provas robustas o suficiente para levar ao afastamento de Wilson Witzel (PSC) por 180 dias, a prisão de empresários e políticos ligados ao governador, além do cumprimento de busca e apreensão em endereços do vice-governador, Claudio Castro (PSC), que assume a cadeira de Witzel no Palácio Guanabara, e do presidente da Assembleia Legislativa, André Ceciliano (PT). Ao todo, foram executados, segundo o superintendente da PF do Rio, Tácio Muzzi, 82 mandados de buscas e apreensão e 17 de prisão, dos quais 11 são temporárias e seis preventivas. A megaoperação, além do Rio, atingiu mais seis Estados, e envolve não só crimes da administração pública, mas também lavagem de dinheiro. O procurador da República Eduardo El Hage afirmou se tratar de "um dia triste" para o Estado, ao lembrar que Witzel é o terceiro governador do Rio afastado em menos de quatro anos. Ele disse que durante as investigações se sentiu como "num túnel do tempo", pelas semelhanças entre o esquema atribuído a Witzel e os dos ex-governadores Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. "A tipologia de lavagem é muito semelhante à do governo Cabral, com escritórios de advocacia e a inexistência da prestação de serviço. Há também uso de transportadora de valores e de doleiros no Uruguai. Nos víamos como num túnel do tempo: os velhos fatos que já havíamos investigado, mas agora com outros personagens", disse. Witzel negou ter cometidos irregularidades e rebateu as acusações do Ministério Público. Em pronunciamento na residência oficial, após a operação, ele atribuiu seu afastamento ao uso político do Judiciário e da PGR, com influência do presidente Jair Bolsonaro e sua família. O governador Wilson Witzel foi afastado do cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça Foto Gabriel Monteiro/ Agência O Globo SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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