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28/08/2020 - FUP aprova proposta da Petrobras que dá estabilidade de emprego até 2022

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A empresa ofereceu aos trabalhadores 2 anos de estabilidade no emprego, mas os salários ficarão congelados por um ano; a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) é contra A Petrobras chegou a um acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP) sobre o novo acordo coletivo de trabalho da categoria. A contraproposta apresentada pela estatal ainda passará por votação nos 13 sindicatos filiados até o dia 13 de setembro, mas o indicativo do conselho deliberativo da FUP é pela aprovação. A empresa ofereceu aos trabalhadores dois anos de estabilidade no emprego. Por outro lado, os salários ficarão congelados por um ano. A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) é contra. A entidade sindical informou que a garantia de emprego foi decisiva para o indicativo de aprovação. A Petrobras se comprometeu a não realizar demissões sem justa causa até 31 de agosto de 2022. Os empregados da estatal são contratados no regime celetista apenas mediante concurso público. A CLT não prevê estabilidade formal aos empregados, mas, na prática, demissões sem justa causa são raras na empresa, que avança com um programa de desinvestimentos intenso, incluindo campos terrestres e oito refinarias. ?A categoria petroleira não está alheia ao que ocorre no Brasil e no mundo. O momento é extremamente ruim para todos, e sabíamos que as negociações com a atual gestão da Petrobrás seriam difíceis, não apenas pela dificuldade de mobilizar nossos trabalhadores e nossas trabalhadoras por causa da covid-19, mas pelo próprio contexto político e econômico do país?, escreveu o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, em nota. Segundo a federação, como a reforma trabalhista de 2017 definiu que o acordo entre empresa e trabalhadores se sobrepõe à legislação, o acordo coletivo protege os petroleiros de qualquer mudança legislativa sobre estabilidade de empregados de estatais. "Home office" A Petrobras também acatou o pleito da categoria para criação de um grupo de trabalho dedicado a tratar com os sindicatos o regramento do ?home office?. Se aprovado pelas assembleias dos petroleiros, o acordo terá duração de dois anos, até 31 de agosto de 2022. Participação nos lucros Ainda segundo a FUP, a Petrobras também recuou da decisão de eliminar a gratificação para trabalhadores de campos terrestres e se comprometeu a negociar o regramento do pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) 2021 imediatamente após o fechamento do acordo coletivo. Na negociação salarial, a empresa congelará os salários por um ano e propõe um reajuste automático de 100% do INPC em setembro de 2021. A FUP pedia reajuste salarial pelo IPCA, cuja estimativa no período é de 2,3%, e ganho real de 2,2%, correspondente às perdas inflacionárias verificadas entre 1° de setembro de 2016 e 31 de agosto de 2019. Plano de saúde A empresa manteve ainda a proposta de aumentar a participação dos empregados no custeio do plano de saúde Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS), de 30% para 40%, a partir de janeiro de 2021, e de 40% para 50% em 2022. A proposta da Petrobras, contudo, não é uma unanimidade entre as entidades sindicais. A FNP, que reúne outros sindicatos, indicou a rejeição, devido ao congelamento de salários e às mudanças no plano de saúde da AMS. A federação alega que, pela tabela proposta pela companhia, pessoas com mais idade e salários menores contribuirão mais, percentualmente, do que diretores, gerentes-executivos e a presidência. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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