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26/08/2020 - Senadores defendem Bolsonaro e criticam cortes sociais sugeridos por Guedes

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Parte dos senadores alerta que o governo não conseguirá aprovar o Renda Brasil no Congresso, se não apontar uma fonte de despesas que não sacrifique ainda mais as classes D e E As críticas do presidente Jair Bolsonaro à proposta da equipe econômica para o Renda Brasil encontraram eco no Senado Federal. Para alguns dos líderes da Casa, o Palácio do Planalto está certo ao rejeitar cortes de despesas sensíveis como forma de viabilizar um novo programa social, conforme foi sugerido pelo Ministério da Economia. Mais do que isso, parte dos senadores alerta que o governo não terá sucesso em aprovar o Renda Brasil no Congresso, caso não consiga apontar uma fonte de despesas que não sacrifique ainda mais as classes D e E. "Acho que o presidente Bolsonaro, neste ponto, tem total razão. Não tem sentido aumentar só 40 ou 50 reais da renda do Bolsa Família sacrificando ainda mais quem mais precisará. Ele [Guedes] está tirando da classe D para jogar para a classe E. Na realidade, não está mexendo com a classe A e B. Só justificaria discutir uma unificação de programas sociais se, ao mesmo tempo, aumentasse para R$ 300 reais o Renda Brasil e também pedisse uma cota de sacrifício para as classes A e B. Ele [Guedes] está procurando o caminho mais fácil, em vez do caminho mais justo. Neste aspecto, eu dou razão para o presidente da República", disse a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS). Fritura Na prática, o episódio expôs que ainda persiste uma contrariedade de alguns parlamentares com a política econômica do ministro. Neste sentido, a fritura de Guedes pode receber apoio de alguns setores do Congresso. O distanciamento entre o Senado e o ministro da Economia se aprofundou na semana passada, quando o titular da pasta chamou os senadores de criminosos por derrubarem um veto ao reajuste dos servidores. O tom belicoso uniu senadores favoráveis e contrários ao veto. Integrante da base aliada do governo, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) também saiu em defesa do presidente. "O presidente, hoje, representa o sentimento do Parlamento [na questão do Renda Brasil]. Por isso se amplia a adesão pró-Bolsonaro. Guedes está fazendo trabalho de preservar as contas, mas tem que se encontrar outras saídas. Efeito de recuperação da economia será lento, os mais pobres devem ser os mais assistidos", disse. Já o líder do PSL na Casa, senador Major Olímpio (SP), disse que o presidente Jair Bolsonaro está atuando para "queimar" o próprio ministro, como já fez com outros integrantes da Esplanada dos Ministérios. "Bolsonaro não suporta ser contrariado e já está fazendo com Guedes o que fez com vários ministros, humilhando e esvaziando as competências, assim como aconteceu com Santos Cruz, [Gustavo] Bebianno, Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro. Guedes já está andando na prancha. Quem está insistindo em gastos populistas e assistencialistas é Bolsonaro. Guedes insiste na austeridade fiscal e no cumprimento do Teto de Gastos. Bolsonaro parece criança mimada e birrenta. Guedes será, em pouco tempo, o mais novo traidor atacado pelo 'Gabinete do Ódio' e pelo gado bolsonarista", disse. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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