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26/08/2020 - Dólar sobe a R$ 5,61 após Bolsonaro descartar plano de Guedes para Renda Brasil

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Além de renovar as preocupações sobre a manutenção do teto de gastos, as declarações de Bolsonaro voltam a alimentar as especulações sobre uma possível saída de Guedes do governo A decisão do presidente Jair Bolsonaro de descartar o plano do ministro Paulo Guedes para o Renda Brasil voltou a colocar o dólar nos maiores patamares em três meses. Impulsionada pela preocupação com os rumos fiscais do país e o ressurgimento do o espectro da saída do economista, a moeda americana teve demanda forte e chegou a bater R$ 5,63 no momento mais tenso do dia, para depois se acomodar e fechar em R$ 5,6164, alta de 1,62%. Esta é a primeira vez que o dólar fecha acima de R$ 5,60 desde a última sexta-feira. É também o maior valor de fechamento desde 20 de maio, quando encerrou em R$ 5,6875. Em Ipatinga, onde participa de um evento, Bolsonaro disse discordar da proposta apresentada pelo ministro Paulo Guedes para o benefício que deve substituir o Bolsa Família. "A proposta que a equipe econômica apareceu para mim não será enviada ao Parlamento. Não posso tirar dos pobres para dar aos paupérrimos, como a questão do abono", disse o presidente. O presidente é contra o fim do abono salarial, o benefício concedido a trabalhadores que recebem menos de dois salários mínimos por mês. A extinção do programa e a transferência de seus recursos, no entanto, era uma das principais apostas de Guedes para "turbinar" o valor do próximo benefício. "[O abono] seria um 14º salário. Não podemos tirar isso de 12 milhões de pessoas para dar um Bolsa Família ou Renda Brasil, seja lá o que for o nome desse novo programa", complementou. Segundo apurou o Valor com uma fonte do Planalto, o presidente insiste em chegar a R$ 300 para o renda Brasil, mas ao mesmo tempo não quer tirar recursos de outros programas da área social. Com isso, as equipes se desdobram para fechar uma nova proposta até a próxima sexta-feira. Talvez mais que o conteúdo em si, o tom das declarações de Bolsonaro - escancarando a divergência de opiniões com Guedes - ajudou a reviver as especulações de 'fritura' do ministro. O burburinho - real ou imaginário - foi tamanho que o Ministério da Economia divulgou nota ano fim da tarde negando que uma coletiva de imprensa estaria sendo organizada para anunciar sua demissão. "O Ministro continua despachando normalmente", informou a pasta. "A notícia em si não é boa, mas não é ruim também. Bolsonaro não sinalizou que ia gastar mais ou coisa do tipo", diz Victor Candido, economista da Journey Capital. "Mas o mercado está com medo de um Guedes mais fraco, então não está topando nenhuma surpresa. Qualquer notícia que envolva o programa ou a parte fiscal assusta." Daniel Acker/Bloomberg SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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