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26/08/2020 - Crescimento do emprego em 2019 não levou a aumento da sindicalização, diz IBGE

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No ano passado, houve o maior volume da população ocupada no mercado de trabalho desde 2012 Marcello Casal Jr./Agência Brasil O crescimento da população ocupada no mercado de trabalho entre 2018 e 2019 não conduziu a um aumento de sindicalização entre os trabalhadores, no período. A conclusão partiu da economista Adriana Beringuy, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao falar sobre o estudo PNAD Contínua Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2019, anunciado nesta quarta-feira. A técnica observou que, entre 2018 e 2019, a população ocupada no mercado de trabalho cresceu 2,5%, para 94,6 milhões de trabalhadores. Em contrapartida, houve queda de 8,25% no número de trabalhadores sindicalizados, no mesmo período, para 10,567 milhões. Na prática, o ano passado contabilizou com o maior volume de trabalhadores ocupados no mercado de trabalho desde 2012, início da série histórica da pesquisa ? mas também teve o menor número de trabalhadores sindicalizados, na série. Nenhuma das categorias de emprego pesquisadas pelo IBGE mostrou avanço na taxa de sindicalização em 2019. A especialista chamou a atenção para o fato de que o emprego continuou a mostrar, em 2019, maiores parcelas de trabalhadores sindicalizados no mercado formal de trabalho do que no mercado informal. "A taxa de sindicalização de um empregado no setor privado com carteira é bem maior do que entre empregados sem carteira", acrescentou a economista. Em 2019, a taxa de sindicalização de emprego no setor privado com carteira assinada ficou em 14%, praticamente o dobro da registrada entre trabalhadores por conta própria, de 7,3%. No caso de trabalhadores sem carteira assinada, a taxa de sindicalização ficou em 4,5%, em 2019. No ano passado, o IBGE apurou, ainda, avanço da informalidade no mercado de trabalho, em números absolutos. O volume de trabalhadores por conta própria e de empregados sem carteira assinada bateu recorde, em 2019, totalizando 24,4 milhões no ano passado. No caso de empregados sem carteira assinada no setor privado, o volume também foi recorde, de 12 milhões. Na participação das categorias na ocupação do mercado de trabalho, houve avanço nas parcelas, tanto entre formais quanto em informais. O porcentual de empregados com carteira assinada subiu de 35,6% para 35,8%; o de empregado no setor privado com carteira assinada, de 12,5% para 12,7%; e o de trabalhador por conta própria, de 25,4% para 25,8%. Mas, ao se analisar período mais longo, é possível perceber trajetória ascendente, nas categorias informais, em detrimento da formal. Em 2012, os empregados no setor privado com carteira assinada respondiam por 38,4% da ocupação - enquanto que os sem carteira tinham fatia de 12,5%. Já os trabalhadores por conta própria tinham parcela de 22,8%, em 2012. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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