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25/08/2020 - Dólar fecha em queda com entrada de fluxo

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No encerramento do pregão, a moeda americana foi negociada em baixa de 1,14%, a R$ 5,5267 Após passar a maior parte desta terça-feira oscilando ao redor da estabilidade, o dólar comercial embicou para baixo nas últimas horas de negociação. O movimento, que não foi acompanhado por outros ativos locais nem precedido por noticiário importante, sugere que pode ter sido motivado pela entrada pontual de fluxo, pela desmontagem de posições vendidas na moeda brasileira ou ainda uma combinação dos dois, dizem participantes de mercado. No encerramento do pregão, a moeda americana foi negociada em baixa de 1,14%, a R$ 5,5267, perto da mínima intraday de R$ 5,5146. "O mercado está com baixa defesa, sem muita liquidez. Até pelo horário, qualquer entrada maior [de fluxo] acaba gerando um movimento mais intenso", diz Italo Abucater dos Santos, gerente de câmbio da Tullett Prebon. A guinada repentina do câmbio também ocorre em meio a algumas avaliações de que a desvalorização recente do real foi bastante intensa e, dada a descompressão recente do cenário político, abre espaço para um ajuste tático. Em relatório divulgado na noite de ontem, o J.P. Morgan mudou sua avaliação sobre o risco/retorno da moeda brasileira de negativa para neutra. ?No mínimo, entendemos que os investidores que estão posicionados contra o real deveriam realizar lucros nos atuais níveis?, dizem os estrategistas do banco em relatório. Eles ressaltam, por outro lado, que ainda não recomendam posições compradas no ativo dado o potencial de volatilidade nas próximas semanas por causa da discussão sobre o Orçamento. ?Nossa postura mudou para buscar oportunidade de assumir apostas do tipo. A dinâmica do balanço de pagamentos está favorável e o Banco Central está em uma posição confortável para defender a moeda local?, dizem os analistas do J.P. Morgan. Dados divulgados hoje pelo BC mostram que o país teve superávit de US$ 1,628 bilhão em julho, elevando o saldo acumulado em 2020 para US$ 11,798 bilhões. No mesmo período de 2019, a conta corrente registrava déficit de US$ 30,988 bilhões. A trajetória positiva da conta corrente do Brasil, assim como de outros países da América Latina, pode ajudar a melhorar a sorte das moedas locais, avalia o Standard Chartered, ?Superávits não são, sozinhos, suficientes para reforçar a perspectiva de uma moeda. No entanto, eles diminuem os riscos de cauda ao mitigar a chance de um ajuste cambial rápido em tempos de estresse", escrevem os analistas do banco britânico. O banco britânico nota que o desempenho das divisas da América Latina ficou atrás da observada em outras regiões, o que chama ainda mais atenção se considerarmos que as moedas emergentes tiveram trajetória de recuperação pífia na comparação outros ativos, como ações e juros. Por outro lado, ele enxerga uma janela de oportunidade para elas convergirem com seus pares. Embora os juros desses países devam continuar pouco atrativos, o fim da estação de verão no hemisfério Norte - e a volta dos participantes de mercado - deve levar a liquidez a se recuperar. Isso deve se traduzir em uma redução da a volatilidade, consequentemente, potencial de ganhos maiores com estratégias de carry trade. Andrew Harrer/Bloomberg SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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