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24/08/2020 - Dólar encerra abaixo de R$ 5,60 com movimento externo

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Investidores aguardam mais detalhes do Pró-Brasil, programa do governo federal O ambiente ligeiramente favorável à tomada de risco no exterior acabou definindo o tom da negociação da moeda americana nesta segunda-feira. Ainda no aguardo de maiores detalhes do Pró-Brasil, programa com o qual a equipe econômica pretende, ao mesmo tempo, viabilizar uma estratégia de retomada da economia brasileira e reforçar os gastos sociais, o dólar comercial operou em leve queda durante a maior parte da sessão e encerrou em baixa de 0,30%, a R$ 5,5907. No final, nem mesmo a notícia de que os detalhes ainda estão sendo acertados e que apenas o Casa Verde-Amarela, como vem sendo chamada a reformulação do Minha Casa, Minha Vida, será conhecido amanhã fez muito preço. Lá fora, o tom otimista é impulsionado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que diz considerar acelerar a aprovação e aplicação da vacina desenvolvida pela AstraZeneca para antes da eleição de novembro. Os comentários ajudaram a moeda americana a recuar frente à maior parte dos pares emergentes, com destaque para o rand sul-africano. Ao contrário de outros ativos locais, no entanto, a moeda brasileira segue pressionada pelos riscos fiscais, que dominam a pauta política local há semanas. ?O gasto motivado pela pandemia do Brasil foi um dos maiores no mundo, ao mesmo tempo em que a taxa real de juros está negativa. A importância da trajetória fiscal local (e o risco de monetização) é evidente?, dizem analistas do Deutsche Bank em relatório. Para estes, embora a conta corrente tenha apresentado números positivos nos últimos meses, a perspectiva das contas públicas e a negociação do Orçamento nas próximas semanas deve manter o dólar testando o patamar de R$ 5,55 a R$ 5,60 antes de um possível retorno a níveis mais baixo. Apesar da preocupação, a Eurasia assumiu uma postura mais otimista com o cenário político local no curto prazo. Para a consultoria, houve uma melhora das perspectivas para um acordo que faça o arcabouço fiscal brasileiro "vergar, mas não quebrar". Embora seja difícil respeitar o teto em 2021, ela acredita que aumentaram os prospectos de que, com um "grande acordo", este dispêndio extra seja circunscrito ao próximo ano em troca de reformas que tornam o teto mais crível nos próximos anos. "Não apenas a equipe econômica começou a negociar os elementos de uma reforma fiscal que poderia ajudar a limitar o crescimento de gastos obrigatórios - uma variável -chave para reforçar o teto - mas a capacidade do governo de passar tais medidas está crescendo juntamente com a aprovação do governo", diz lembra a Eurasia, que elevou de negativa para neutra a perspectiva política no curto prazo do país. Entre as medidas que podem fazer essa ?ponte?, a casa cita a PEC dos gatilhos, a desindexação de gastos com pensões e outros benefícios da inflação e também a redução da jornada dos servidores. "Aprovar essas medidas não será fácil. No entanto, politicamente falando, é maior a chance de os parlamentares darem seu voto se elas vierem acompanhadas de gastos temporários ligados à pandemia da covid-19 em 2021, como campanhas de vacinação, programas de crédito para pequenas e médias empresas e novas extensões do auxílio emergencial?, diz a consultoria em relatório. ?A equipe econômica não irá concordar com tal barganha neste momento, mas pode fazê-lo nos próximos meses, caso fique claro que o teto ficará mais seguro em 2022 e 2023.? Pixabay SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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