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20/08/2020 - PIB brasileiro deve cair 6,5%, projetam analistas para sondagem FGV/Ifo

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Mesmo com projeção de recuo na economia menos intenso do que a média do continente latino-americano, ainda há muita incerteza em relação à atividade brasileira Analistas consultados para elaboração da Sondagem Econômica da América Latina, feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com o instituto alemão Ifo, projetam queda de 6,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil em 2020 devido à pandemia. Caso seja confirmada, a queda será inferior àquela projetada na sondagem para a economia da América Latina neste ano (-7,7%). Para a economista da FGV, Lia Valls, mesmo com projeção de recuo na economia menos intenso do que a média do continente latino-americano, ainda há muita incerteza em relação à atividade econômica brasileira. Na mesma sondagem, ressaltou ela, o saldo (diferença entre respostas positivas e negativas) do Indicador de Clima Econômico (ICE) do Brasil ainda é negativo, embora menos intenso: de -60,9 pontos para -32 pontos, da edição da sondagem referente ao segundo trimestre para edição do terceiro trimestre, anunciada hoje. A queda mais fraca foi motivada principalmente por expectativas, e não por melhora em situação atual, comentou a especialista. Pixabay Na evolução dos dois sub-indicadores componentes do ICE brasileiro, o saldo do Índice de Expectativas (IE) passou de negativo em 22,7 pontos para positivo em 82,4 pontos do segundo trimestre para o terceiro trimestre. O saldo do Índice de Situação Atual (ISA), por sua vez, permaneceu negativo e piorou, passando de -90,9 pontos para -100 pontos. "Isso significa que todos os pesquisados responderam às questões [de momento presente] de forma desfavorável, que todas as variáveis básicas econômicas ficaram pior na percepção deles", comentou ela. Também na sondagem, em uma lista de dez países latino-americanos contemplados, a maior distância entre saldos de ISA e IE é do Brasil, de 182,4 pontos. Lia comentou que o resultado da sondagem anunciada hoje, que abrange dados coletados até julho, não abarcou as discussões atuais que permeiam a política econômica brasileira, como a questão fiscal, de teto de gastos, e a prorrogação ou não do auxílio emergencial. O próximo resultado do ICE do Brasil vai depender dos resultados sobre essas duas questões, observou ela. Segundo a economista, a sondagem indicou que os especialistas percebem que, no caso do Brasil, houve resposta melhor do governo em relação às questões econômicas, durante a pandemia - como a concessão do auxílio emergencial -, do que nas questões sanitárias. Na pesquisa anunciada hoje, em uma escala de 0 a 50 pontos sendo resposta suficiente e de 50 a 100 pontos em resposta insuficiente, as ações do governo para lidar com a crise na saúde registraram pontuação de 70,6 pontos - e, em ações para lidar com a crise econômica, 23,5 pontos. A sondagem divulgada hoje foi elaborada a partir de entrevistas com 136 especialistas em 15 países da América Latina. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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