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20/08/2020 - Em Nova York, gigantes de tecnologia puxam Nasdaq a novo recorde

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O índice eletrônico da bolsa de Nova York fechou o dia aos 11.264,95 pontos; S&P 500 e Dow Jones também avançaram Os índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (20), puxados para cima mais uma vez pelas ações das gigantes de tecnologia, que continuam a subir, apesar das incertezas pressionando a demanda por ativos de risco. As ações da Apple (+2,22%), Microsoft (+2,33%), Facebook (+2,44%), Alphabet (+2,05%) e Amazon (+1,13%) fecharam com ganhos acentuados hoje, compensando perdas em outras áreas. No S&P 500, os setores de tecnologia (+1,44%) e de serviços de comunicação lideraram ganhos, com apenas quatro dos 11 setores do índice amplo fechando em alta. Os papéis de tecnologia impulsionaram o Nasdaq a uma alta de 1,06%, a 11.264,95 pontos nesta quinta, com o índice renovando mais uma vez a sua máxima histórica. O S&P 500, por sua vez, subiu 0,32%, a 3.385,51 pontos, enquanto o Dow Jones avançou 0,17%, a 27.739,73 pontos. Dados de emprego dos EUA O avanço das gigantes de tecnologia ? que são consideradas menos vulneráveis aos efeitos da pandemia sobre a economia ? compensou os temores dos investidores com a recuperação econômica americana, depois que o dado de pedidos de seguro-desemprego voltou a superar a marca de 1 milhão. O número de americanos que solicitaram o auxílio pela primeira vez subiu em 135 mil pedidos na semana passada, a 1,106 milhão, contrariando a expectativa dos economistas consultados pelo "Wall Street Journal", de queda a 923 mil. "Novos pedidos de seguro-desemprego estão aumentando novamente, o que significa que a economia ainda não está fora de perigo. Muitas empresas em todo o país permanecem fechadas total ou parcialmente e incapazes de pagar todos os seus funcionários, o aluguel ou manter as luzes acesas. A recuperação do mercado de ações, com base na confiança de que o pior da recessão já passou, pode ser prematura", afirmou o economista-chefe de finanças do MUFG Union Bank, Chris Rupkey. O dado reforça a mensagem da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), divulgada ontem. Na última reunião de 28 e 29 de julho, os membros do banco central americano disseram esperar que a taxa de recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) do país e o ritmo de declínio da taxa de desemprego sejam "um pouco menos robustos do que na previsão anterior". As autoridades do Fed atribuíram a desaceleração ao aumento da disseminação do novo coronavírus desde meados de junho, o que tornou mais lenta a reabertura de empresas pelo país. Os membros enfatizaram em sua declaração de política monetária, divulgada após a reunião de julho, que o caminho da economia dependeria significativamente do curso da pandemia de covid-19. Ainda, traçaram um cenário incerto para a recuperação no segundo semestre do ano. Os indicadores preocupantes também elevam ainda mais os temores sobre o impasse nas negociações dos estímulos fiscais, reforçando o consenso geral de que a economia americana ainda precisa de suporte dos estímulos para continuar se recuperando. Enquanto isso, as negociações de um novo pacote de estímulos fiscais nos EUA continuam travadas, ajudando a piorar os temores. "Os mercados começarão a extrapolar as consequências de uma redução do suporte fiscal", disse Paul Markham, gerente de portfólio da Newton Investment Management, à Dow Jones Newswires. "A melhora que vimos no mercado de trabalho depende destes novos empregos serem sustentáveis." SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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