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20/08/2020 - Dólar ameniza alta e fecha em R$ 5,55 com fala de Maia e ação do BC

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Moeda americana chegou tocar R$ 5,6730 no fim da manhã A atuação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que se comprometeu em trabalhar pela manutenção do veto ao dispositivo que permite o reajuste a servidores, aliado às duas intervenções do Banco Central no mercado à vista, reduziram o fervura de um dia tenso para o mercado de câmbio desde os primeiros minutos de negociação. Após tocar R$ 5,6730 no fim da manhã, a moeda americana foi devolvendo a alta ao longo da tarde e terminou perto das mínimas do dia. No encerramento do pregão, a moeda americana foi negociada em alta de 0,43%, a R$ 5,5522, após abrir a sessão já acima de R$ 5,60. Além da atuação de Maia e do BC, houve também alguma ajuda do exterior, onde o clima negativo para a tomada de risco também foi diminuindo ao longo do dia, puxados pelo desempenho de ações do setor de tecnologia da bolsa de Nova York. No horário de fechamento, a moeda americana avançava 0,92% contra o peso colombiano e 0,83% frente ao rublo russo, mas cedia 0,14% na comparação com o peso mexicano. Preocupado com a derrota na noite de ontem no Senado, o governo recorreu a Maia para tentar evitar abrir a manutenção da brecha que permite a criação de até R$ 132 bilhões em despesas permanentes, caso Estados e Municípios concedam reajustes a um grupo de categorias que inclui de policiais e militares até agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, educação pública e saúde. "Queremos, claro, atender Estados, municípios e sociedade; mas tudo dentro do equilíbrio fiscal", disse Maia após reunião de líderes do governo. O parlamentar aproveitou para cutucar o ministro Paulo Guedes, que ontem disse ser "um crime" a atitude dos senadores. "Não nos ajuda o ministro da Economia atacar o Senado. Isso inclusive atrapalha e pode contaminar o processo de votação", reclamou. Apesar da ofensiva do Planalto para conter os danos, o governo ainda não conseguiu reunir apoio suficiente para evitar que 257 votos favoráveis selem a derrubada do veto. Segundo apurou o Valor, alguns membros da base admitiam ao longo da tarde adiar a votação para evitar nova derrota. Esta foi também a primeira vez que o Banco Central entra no mercado à vista desde 30 de junho. Até então, a autoridade monetária vinha reagindo ao estresse do mercado com pequenos leilões de swap cambial. Para Cleber Alessie Machado, operador da Commcor, o BC parece estar testando as suas formas de atuação nesse momento para calibrar possíveis novas intervenções. "Acredito que possa haver algum tipo de programa anunciado mais à frente. O fato é que o Banco Central tem recebido muitas críticas por sua atuação no câmbio, mas continua pegando leve sendo que já espaço para ser mais incisivo", disse. Kiyoshi Ota/Bloomberg SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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