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19/08/2020 - Ministério da Economia trabalha para Câmara manter veto ao reajuste dos servidores

SyndContentImpl.value= O Ministério da Economia disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que está ?muito preocupado com a possível derrubada do veto [ao reajuste dos servidores] e com as possíveis consequências para as contas públicas, em especial de Estados e municípios?. A assessoria da pasta destacou que está atuando junto à Câmara dos Deputados para tentar ?manter ponto tão importante para a saúde das contas públicas?. O presidente Jair Bolsonaro havia vetado a possibilidade de reajuste salarial para servidores públicos civis e militares diretamente envolvidos no combate à pandemia, incluindo carreiras como peritos, agentes socioeducativos, profissionais de limpeza urbana, serviços funerários e assistência social, trabalhadores da educação pública e profissionais de saúde. Em votação hoje, os senadores derrubaram essa decisão, por 42 a 30. A votação do veto pelos deputados foi adiada para amanhã, dando um tempo adicional para articulação política reverter o movimento do Senado. O Valor apurou que a decisão dos senadores surpreendeu a equipe econômica, que achava que conseguiria segurar o movimento de derrubada do veto já na primeira votação. Diferentes fontes da pasta mostravam, além da surpresa, uma forte contrariedade com a postura do Senado, com expressões como ?frustrante? e ?inacreditável?. E o esforço junto às principais lideranças dos deputados foi intensificado para tentar conter a onda. Ainda estava se tentando identificar os motivos para a decisão do Senado, além é claro da tradicional pressão do funcionalismo público. Nas contas da pasta, a economia com o congelamento de salários, após todas as exceções abertas na tramitação, seria de R$ 98 bilhões, considerando as União, Estados e Municípios. Seria uma boa ajuda para a estratégia fiscal do pós-pandemia, na qual o país terá que lidar com um alto nível de endividamento. A decisão do Senado ocorreu em um momento delicado, quando o mercado ainda estava se recuperando do estresse gerado pelas discussões sobre possível derrubada do teto de gastos e especulações de saída do ministro Paulo Guedes. E ocorreu logo depois de um gesto importante do presidente Jair Bolsonaro de apoio ao seu ?Posto Ipiranga? da área econômica. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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