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07/09/2020 - Israel deve fechar escolas e impor novos toques de recolher para conter covid-19

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País se prepara para o Ano Novo Judaico, período marcado por muitas viagens e reuniões sociais O governo de Israel planejar estabelecer toques de recolher e fechar escolas em várias cidades mais atingidas por um novo surto de covid-19. As medidas são uma resposta do premiê Binyamin Netanyahu à forte pressão que tem sofrido por causa do ressurgimento da doença no país. Os toques de recolher deverão entrar em vigor a partir de terça-feira em cerca de 40 cidades, segundo fontes do governo israelense, que não deram um prazo para que as medidas sejam suspensas. As escolas devem ser fechadas nas mesmas áreas a partir de quarta-feira. Israel se prepara para celebrar o Ano Novo Judaico, período marcado por um grande número de viagens e reuniões sociais, e o governo teme que as festividades aumentem ainda mais a disseminação do vírus pelo país. Oded Balilty/AP Com uma das maiores taxas mundiais de infecção a cada 1 milhão de habitantes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins, Israel registrou na semana passada mais de 1.000 mortes relacionadas à covid-19. Desde o início da pandemia, 132 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença no país. Seguindo as orientações de Ronni Gamzu, recentemente nomeado para liderar a resposta à covid-19 no país, Netanyahu decidiu não impor um bloqueio total nas dez cidades mais afetadas pelo novo surto. A maioria delas é dominada por grupos ultraortodoxos ou por árabes, que vivem nas áreas mais pobres do país. Os ultraortodoxos foram uma base de apoio essencial para Netanyahu, que está sendo criticado por demorar a agir em áreas controladas por seus aliados. No domingo, porém, ele mudou de tática e optou pelo toque de recolher em 40 cidades após prefeitos do grupo terem afirmado que não obedeceriam ao governo caso um novo confinamento fosse decretado. A rápida guinada de Netanyahu foi criticada pela oposição, que afirmou que o primeiro-ministro está sacrificando a política de saúde do país para proteger sua aliança com os ultraortodoxos. ?Para que eles não digam ?por que há um fechamento apenas para os ultraortodoxos?, em vez de nove cidades entrando em um bloqueio, agora serão 40?, escreveu Nitzan Horowitz, líder do partido Meretz, no Twitter. Para Horowitz, a liderança de Netanyahu durante a crise é um ?lixo?. ?Ele não é capaz de tomar uma decisão?, acrescentou o opositor. Especialistas que assessoram o premiê sobre questões relacionadas à pandemia disseram que temem que a confiança dos israelenses no governo esteja diminuindo. A avaliação é que, sem o apoio da população, será difícil controlar a doença. ?A confiança pública está, na melhor das hipóteses, se quebrando, isso se já não estiver completamente perdida?, disse o professor Nadav Davidovitch, um dos conselheiros de Gamzu, em entrevista concedida nesta segunda-feira. Netanyahu, por sua vez, apontou o dedo para outra direção ao falar sobre a alta de infecções. ?Políticos estão aproveitando o vírus para suas necessidades políticas e pedindo o não cumprimento [das regras contra a covid-19]. Isso é anarquia?, disse ele. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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