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04/09/2020 - Se houver novas quedas de juros, serão pequenas, diz Kanczuk, do BC

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Diretor de política monetária disse na Live do Valor que, por questões prudenciais, cortes adicionais são improváveis O diretor de política monetária do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou que novas quedas de juros são improváveis. ?Pode ter queda de juros? Pode. É provável? Não?, afirmou na Live do Valor desta sexta-feira. ?A barra para queda de juros é muito mais alta que antes, por questões prudenciais para avaliar como está se comportando o sistema financeiro e os produtos atrelados aos juros?, explicou. ?É improvável que tenha queda de juros. E se acontecer de haver novas quedas de juros, vão ser pequenas?, acrescentou o diretor. Questionado sobre as condições para queda das taxas, ele disse que o comitê precisa ter confiança que o sistema financeiro está adaptado à situação de juros bem mais baixos e notar que está tudo funcionado de forma sólida. Kanczuk: Se houver ruptura do teto, BC cancela contrato de 'forward guidance' Fed indica que juro ficará baixo por longo tempo, o que é bom para o Brasil, diz Kanczuk BC só atua no câmbio em caso de disfunção, não por nível ou direção, diz Kanczuk Ele ressaltou que a queda de juros é uma mudança muito grande, tendo em vista que parte dos produtos financeiros foram, inicialmente, pensados numa época de CDI muito elevado. Logo, agora é o momento de avaliar como os produtos se comportam. O diretor explicou que, por ora, não vê problema em lugar nenhum do sistema. ?Se tivesse problema, a gente já estaria olhando. É mais uma questão de cautela e conservadorismo em uma mudança muito grande. A gente prefere ir devagar?, explicou. ?Eu diria que o que a gente colocou no último comunicado continua valendo agora. A gente tem ?forward guidance? que diz que não tem elevação de juros caso condições sejam cumpridas. E estão sempre cumpridas?, afirmou ao ressaltar a manutenção do teto de gastos e baixas expectativas de inflação. Inflação em serviços O diretor disse que a aceleração da inflação no atacado pode ter reflexo nos números do IPCA e nos núcleos de inflação. Mas isso não deve afetar os rumos da política monetária. Essa aceleração ?já estava na conta quando nos reunimos no Copom anterior e se tornou mais extremo ainda?, disse. ?Preço de commodities subiu e isso deve se refletir no IPCA?, acrescentou. De acordo com Kanczuk, o BC espera que números mais salgados de inflação apareçam nos próximos meses. ?São maiores, mas a inflação vai ficar abaixo da meta de 2020. Isso não afeta a forma de pensar política monetária?. Logo, a despeito de alguma contaminação nos dados mais gerais de inflação e até nas expectativas, essa pressão deve ser pequena. ?Isso não vai ser relevante para nossa decisão. Estamos olhando um ano e meio na frente, isso é algo passageiro. Ano que vem que estaremos de olho em outras questões que afetam, não commodities de alimentos agora. São questões mais desinflacionárias que inflacionárias?, ressaltou. Um segmento que o BC olha com mais atenção é o de serviços, dada a ?persistência? dos movimentos inflacionários em seus produtos ? diferente de outros setores. ?A inflação de serviços é mais persistente que na indústria e alimentos, para cima ou para baixo?, explicou. Logo, a persistência de inflação baixa em serviços ?tem de ser levada em conta quando faz política monetária?, disse. Kanczuk disse que o Banco Central está incorporando mais dados para a avaliar o andamento da atividade no setor de serviços, como os dados de meios de pagamento, transações bancárias e notas fiscais eletrônicas, por exemplo. Esses seriam indicadores indiretos de atividade, com velocidade maior, para averiguar o que está acontecendo na economia. Reprodução/Youtube SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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