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04/09/2020 - Pressão do exterior e cautela antes de feriado devolvem dólar a R$ 5,30

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No encerramento do dia, a moeda americana foi negociado a R$ 5,3070, alta de 0,29% O clima de correção por que passaram os índices índices acionários de Nova York nesta sexta-feira e, no Brasil, a tradicional cautela antes do final de semana estendido, limitaram o apetite por risco do investidor local na moeda brasileira, que vinha em alta nas últimas sessões. Como resultado, a moeda americana encerrou a sexta-feira cotada R$ 5,3070, alta de 0,29%, interrompendo uma sequência de três sessões consecutivas de baixa. Apesar do desempenho hoje, o dólar acumula queda de 1,95% na semana, pressionado principalmente pela retirada do prêmio de risco sobre a moeda brasileira após a apresentação da reforma administrativa pelo governo federal. Na sessão desta sexta-feira, no entanto, nem mesmo comentários do diretor de política monetária do Banco Central, Fabio Kanczuk. Em live promovida pelo Valor reforçou que o espaço para novos cortes da Selic é pequeno. ?Pode ter queda de juros? Pode. É provável? Não?, disse o economista. Um novo corte de juros seria prejudicial para a atratividade da moeda brasileira, pois comprime o diferencial de juros do país em relação ao exterior. Apesar do respiro de hoje, a tendência é que o dólar continue buscando novas mínimas no curto prazo, diz Victor Candido, economista da Journey Capital. "O mercado continua afim de tomar risco no câmbio, mas dado o que ocorreu no S&P, está segurando um pouco para tentar achar uma direção. ?Se olharmos a melhora dos preços das commodities e a mudança da política monetária do Fed, tudo aponta para um dólar mais fraco no mundo?, diz. O profissional ressalta, por outro lado, que o rompimento do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, pesou sobre os ânimos do mercado ao destoar do comportamento positivo do noticiário dos últimos dias. Ontem, Maia revelou, em entrevista à GloboNews, que o rompimento ocorre porque Guedes teria proibido membros da equipe econômica de conversar com ele na quarta-feira. Após a repercussão negativa, Maia disse hoje mais cedo que a relação com Guedes não vai atrapalhar o andamento das reformas. "Não há nenhuma chance do conflito com Guedes ou qualquer outro ministro atrapalhar o avanço da reforma tributária e administrativa", disse ao Valor. O bom momento que a moeda brasileira atravessa atualmente, no entanto, ainda mantém cético parte dos analistas. ?Nos mantemos cautelosos em relação ao real e não acreditamos em uma recuperação contínua?, diz o Commerzbank. ?O país continua a ser fortemente afetado pela pandemia do novo coronavírus e a incerteza sobre a recuperação econômica permanece alta. Além disso, o otimismo com a permanência de Guedes no governo apenas por causa do envio da reforma administrativa nos parece excessivo. Por outro lado, embora a nova postura do Fed ajude as divisas emergentes em geral, o fato de que a Selic está nas mínimas históricas deixa o investidor estrangeiro com alternativas mais atraentes de investimento.? Tomohiro Ohsumi/Bloomberg SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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