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04/09/2020 - PIB será revisto para melhor, pois ?o pior já passo?, diz secretário

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Segundo Waldery Rodrigues, a melhora se reflete nas receitas de municípios, Estados e União O governo revisará em breve a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), disse nesta sexta-feira o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues. O secretário, no entanto, não deu nenhuma indicação sobre o novo nível. Atualmente, o governo trabalha com uma estimativa de queda de 4,7%. ?Todos os dados que temos indicam que o pior já passou?, disse Waldery. A melhora se reflete, por exemplo, nas receitas tributárias do governo federal, dos Estados e dos municípios. Os dois tributos de maior arrecadação, o ICMS e o Imposto de Renda, dão ?boa sinalização? e mostram recuperação. Waldery Rodrigues, secretário de Fazenda Divulgação Na mesma direção estão dados de emissões de notas fiscais eletrônicas e dados setoriais, como o consumo de energia e combustível. O secretário citou ainda as vendas de papelão ondulado, vendas de motocicletas e as operações com maquininhas de cartão de crédito, que ?apontam forte recuperação no varejo e no agregado?, com exceção do setor de serviços. A melhora deverá se refletir no resultado do PIB do terceiro trimestre, afirmou Waldery, após a queda de 9,7% do PIB no segundo trimestre em relação ao período imediatamente aneiror. O secretário ressaltou que, no segundo trimestre, houve melhora do dado da poupança, que passou de 15% para 15,6% do PIB. É efeito do auxílio emergencial, disse, mas é um dado que permite prever aumento do investimento como proporção do PIB. Déficit primário Com a inclusão de R$ 78,4 bilhões em novas despesas não previstas no mais recente relatório, de julho passado, a projeção para o déficit primário do governo central subiu para R$ 866,4 bilhões. O resultado primário do setor público ficaria negativo em R$ 891,1 bilhões, o equivalente a 12,4% do PIB. Num cenário de queda de 4,7% do PIB, a dívida bruta ficaria em 94,6% do PIB e a dívida líquida, em 67,9% do PIB. O cálculo para a dívida bruta não considera eventuais medidas adotadas pelo Banco Central, como a venda de ativos. A necessidade de financiamento do setor público ficaria em 17% do PIB. Os gastos do governo com o combate aos efeitos da pandemia de covid-19 somam 8,4% do PIB, acima da média dos países avançados (7,1%) e também dos emergentes (4,3%). SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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