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04/09/2020 - Ibovespa encontra brecha para subir, mas acumula perda na semana

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No dia, bolsa registrou alta de 0,52%, aos 101.242 pontos O Ibovespa encerra uma semana de movimentos bastante intensos em tom relativamente positivo. Mesmo em uma sessão marcada pela instabilidade, o índice encontrou uma brecha para voltar a subir e fechou em alta nesta sexta-feira. O movimento se apoiou na melhora relativa das bolsas de Nova York, que amenizaram as perdas nas últimas horas de pregão. Ainda assim, o principal índice da bolsa brasileira acumulou baixa na semana, com firme correção em papéis que têm acumulado ganhos significativos no ano. Após ajustes, o Ibovespa registrou avanço de 0,52%, aos 101.242 pontos. O índice chegou a perder a marca de 100 mil pontos e tocou 98.960 pontos mais cedo, quando as bolsas de Nova York estavam nas mínimas ? o Nasdaq caiu mais de 4% durante o pregão e fechou em baixa de 1,27%. Por aqui, o volume financeiro hoje foi de R$ 25,1 bilhões, novamente acima da média diária no ano, de R$ 20,7 bilhões. Logo, é possível verificar que a dinâmica do mercado, em geral, continuou sendo pautada pelo clima em Wall Street, que sofre nos últimos dias com uma forte correção, principalmente nas ações de tecnologia. De acordo com profissionais de mercado, o ajuste lá de fora ecoou por aqui na forma de uma realização de lucros em papéis ligados ao varejo online e empresas de serviços de tecnologia ? que têm se destacado positivamente neste ano de crise. ?O mercado de ações americano apresentou forte ajuste negativo ao final dessa semana, após um longo período de valorização. Nossa análise aponta para um ajuste técnico e, portanto, transitório ao invés de uma reversão baseada na piora de algum fundamento econômico. De fato, os dados da semana mostram robustez da economia americana em linha com esse diagnóstico?, dizem os analistas da BlueLine. O Ibovespa acumula queda de 0,88% na semana e interrompe uma sequência de duas semanas de avanço. Dentre as maiores baixas nesta semana, estão B2W ON (-11%), Lojas Americanas PN (-7%), Via Varejo ON (-6%) e Magazine Luiza ON (-6%), além de Cosan ON (-10%), IRB ON (-7%) e Suzano (-6%). A correção lá de fora também levou os investidores a olharem com mais atenção a papéis que vinham operando com desconto em relação à média ? caso dos bancos nos últimos dias. Essas assimetrias, inclusive, estão na mira de algumas grandes gestoras do país. Em carta divulgada nesta semana, a Legacy afirmou que ?as ações ligadas à economia tradicional encontram-se muito descontadas em relação àquelas ligadas à nova economia/tecnologia?. Neste sentido, o processo de recuperação da atividade econômica, combinada à queda das restrições de mobilidade deve levar a uma melhora na precificação relativa dos ativos mais cíclicos, como empresas ligadas a commodities e bancos. No entanto, a gestora tende a ?manter a carteira de ações bastante diversificada incluindo também exposição à nova economia e índices e ações em diversas geografias, como temos feito ao longo do ano?, acrescenta. Na semana, houve ainda a divulgação do PIB do segundo trimestre, com uma contração histórica de 9,7%, o que levou alguns analistas a revisarem para baixo suas projeções para o ano. Ainda assim, indicadores antecedentes de atividade ainda evitam um desânimo maior com a evolução da atividade. De qualquer maneira, em uma situação de crise, os investidores também seguem atentos aos desdobramentos em torno da situação fiscal e a agenda de reformas. Nesta semana, o governo enviou ao Congresso sua proposta de reforma tributária que, embora não tenha efeito fiscal claro de curto prazo, foi visto como um sinal favorável para a retomada de medidas de ajuste estrutural. Ainda assim, todo o cenário é visto com cautela dado que, muitas vezes do dia para a noite, sinais de rusgas entre os formuladores de políticas em Brasília acabam elevando a tensão sobre a articulação necessária para avançar com as pautas. De acordo com Fernando Barroso, diretor da CM Capital Markets, mesmo com os ruídos na política, a semana termina com um saldo positivo com apoio do governo às diretrizes de Paulo Guedes. ?A bolsa caiu, mas o dólar também recuou. Isso é um indicativo de que não há preocupação com risco institucional, não há fuga de capital. Mercado aqui estava acompanhando a correção lá de fora. Mas o gatilho positivo ainda é a pauta endereçada por Guedes voltando a cena?, acrescenta. Pixabay SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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