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03/09/2020 - Vereadores do Rio rejeitam abertura de impeachment contra Crivella

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O pedido de impeachment se baseou no escândalo dos ?Guardiões do Crivella? O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos), escapou da abertura de processo de impeachment, em pedido votado nesta quinta-feira pela Câmara Municipal. Dos 51 vereadores, 25 rejeitaram a admissibilidade da denúncia, apresentada pelo Psol; e 23 foram favoráveis. Era necessário a maioria simples dos parlamentares. O pedido de impeachment se baseou no escândalo dos ?Guardiões do Crivella?, revelado nesta semana pela TV Globo. Pelo esquema, o prefeito mobilizou uma rede de servidores da prefeitura para intimidar reclamações de usuários da rede municipal de saúde, além de cercear o trabalho de repórteres à frente de hospitais públicos. Os funcionários, nomeados em cargos de confiança, se organizaram em pelo menos três grupos de WhatsApp, denominados Guardiões do Crivella, Assessoria Especial GBP ? gabinete do prefeito ? e Plantão. Durante os discursos, vereadores compararam os servidores a uma milícia, ?capangas? ou ?jagunços?, pagos com dinheiro público para coibir queixas sobre o mau atendimento médico das unidades de saúde e tolher a liberdade de imprensa. ?O que virou o governo Crivella? Virou uma milícia, paga com dinheiro dos nossos impostos. Passou de todos os limites. Está todo mundo louco lá com esse desejo de continuar no poder, é caso para tarja preta?, disse Paulo Messina (MDB), que já foi homem-forte do governo Crivella e rompeu com o prefeito no ano passado. Marcello Siciliano (Progressistas) defendeu Crivella: ?O prefeito está sendo pré-julgado. Todo mundo sabe que esse processo não termina em menos de 90 dias e até lá já houve a eleição. O movimento é para sangrar o cara [Crivella]. Isso é politicagem, não é política?. O vereador foi eleito em região que é reduto de milicianos. A título de esclarecimento, a pedido dos vereadores de oposição, o presidente da Câmara, Jorge Felippe (DEM), informou que três meses são o prazo máximo para a conclusão do processo. Filho do presidente da República e recém-filiado ao partido de Crivella, Carlos Bolsonaro votou a favor do prefeito. Mesmo integrantes do bloco de legendas lideradas pelo DEM, do ex-prefeito Eduardo Paes, principal concorrente contra a reeleição de Crivella, votaram contra o acolhimento do pedido de impeachment. Entre as razões apontadas está o fato de não dar suposto palanque à esquerda, às vésperas da eleição. A denúncia foi protocolada na Câmara pela deputada estadual Renata Souza, candidata do Psol à prefeitura. Vereadores argumentaram que, se for para não dar palanque a uma postulante na corrida municipal, que os pares sejam coerentes e apoiem o pedido de Atila Nunes (DEM) ? apresentado logo depois ao do Psol e considerado prejudicado, mas que pode ser novamente protocolado. Crivella já foi alvo de quatro votações que analisaram pedidos de abertura de impeachment e perdeu apenas a segunda. Nesta ocasião, porém, no ano passado, ele reorganizou sua base na Câmara, com oferta de cargos na prefeitura, e se fortaleceu, vencendo a votação final que impediu o afastamento. Marcelo Crivella Márcia Foletto/Agência O Globo SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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