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03/09/2020 - Dólar mantém queda forte por reforma administrativa

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Correção em mercados estrangeiros tem efeito limitado sobre a moeda A forte correção técnica que aparenta se abater sobre os índices acionários norte-americanos nesta quinta-feira, e que acabou se espraiando para outros mercados de risco, tem efeito apenas limitado sobre a negociação do dólar no Brasil. Embalados pela entrega da proposta de reforma administrativa do governo federal ao Congresso, investidores continuam retirando prêmio de risco da moeda americana. Por volta das 13h, o dólar era negociado em baixa de 0,94%, a R$ 5,3075. Mais cedo, chegou a tocar R$ 5,2895, mas reduziu o ímpeto de queda por causa do cenário externo. O real é uma das quatro divisas que avançam terreno contra a moeda americana neste momento e, de longe, é a que tem valorização mais intensa. No mesmo horário, o peso mexicano, segundo melhor ativo do dia, se valorizava 0,30%. Principal tema dos últimos dias, o envio da reforma administrativa continuou beneficiando a moeda local. Entre os principais pontos da proposta, estão a substituição do Regime Único por cinco novos vínculos empregatícios, sendo que apenas um dele manterá estabilidade. Ele também proíbe progressões automáticas e dá maior poder ao presidente da República para reorganizar a estrutura por meio de decretos. Em coletiva de imprensa para explicar a matéria, o secretário especial adjunto de Desburocratização, Gleisson Rubin, admitiu que a reforma vai poupar os atuais servidores, atingindo apenas os novos contratados. Ela também não inclui membros de outros Poderes nem de Estados e Municípios. Os militares também estão ausentes do texto. Rubin também afirmou não é possível estimar o impacto fiscal da reforma, uma vez que muito ainda depende de regulamentação por meio de projetos de lei específicos. Embora a reação inicial ao envio da proposta continue positiva, resta aberta a discussão sobre que impactos ela pode trazer para o cenário fiscal no curto prazo, em especial, sobre o Orçamento de 2021, cuja proposta enviada essa semana pelo governo ainda não abarca o Renda Brasil. Fernanda Consorte, estrategista-chefe do banco Ourinvest, diz que o sentimento é mais pelo envio da proposta em si do que pelo seu conteúdo ou perspectiva. "Sabemos que sua tramitação será longa e difícil, o que pode trazer muita volatilidade à frente. Mas eu entendo toda essa animação. Ela tem a ver com o fato de que Guedes ainda tenta entregar uma agenda liberal. Ninguém imaginava que iríamos trabalhar sobre duas reformas tão importantes como a administrativa e a tributária e um ano como este." Além disso, continua, existe ainda o fato de que o dólar está muito desvalorizado, o que facilita reversões mais bruscas. Separadamente, outra fonte de injeção de ânimo veio através da produção industrial brasileira em julho, que cresceu acima do esperado na comparação mensal. ?Os dados reforçam a sinalização que a economia local tem se recuperado fortemente no terceiro trimestre. No entanto, com a provável volta da austeridade fiscal no próximo ano, o ritmo de crescimento deve perder ímpeto em breve?, diz a Capital Economics em nota. dinheiro; dólar; moeda; dólares; moedas Pixabay SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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