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02/09/2020 - Autor de pedido de impeachment de Witzel crê que resultado do STJ influenciará deputados

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O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha disse que a votação no tribunal foi esmagadora O deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha (em processo de desfiliação do PSDB rumo ao Cidadania) ressalta que a resolução tomada nesta quarta-feira (2) pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que por 14 a 1 manteve o afastamento do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), do cargo, ?reforça? a decisão que os deputados vão tomar dentro do processo de impeachment que tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Na última sexta-feira (28), Witzel foi afastado do cargo por decisão monocrática do ministro Benedito Gonçalves, do STJ, com base nas investigações da "Operação Tris in Idem", que apura denúncias de desvios de recursos na Saúde durante a pandemia de covid-19. Hoje, 15 ministros do mesmo tribunal decidiram, por 14 a 1, manter o afastamento. ?O clima já era muito ruim para ele [Witzel]. Eu dizia que no plenário ele teria no máximo uma dúzia de votos. Depois do que aconteceu na sexta-feira [o afastamento de Witzel no âmbito da Operação Tris in Idem], a chance dele ficou reduzidíssima. E agora, numa votação de um órgão de 15 ministros, é uma votação esmagadora. E esse 1 [que votou contra o afastamento], disse que quem cabe afastar é a Assembleia [Legislativa]. No fundo essa decisão reforça a decisão que a Assembleia tem que tomar?, disse. Corrêa da Rocha, autor do pedido de impeachment, acredita que até o dia 22 de setembro Witzel deverá enfrentar outro afastamento, dessa vez dentro do processo de impedimento. O governador afastado tem até terça-feira (8) para apresentar sua defesa na Assembleia. A partir daí, o trâmite para a votação no plenário da Casa para acatar ou não a denúncia deverá, na visão do deputado, estar concluído até o fim do mês. A partir de então serão até seis meses para que a Comissão Mista, composta por cinco deputados, cinco desembargadores e o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Claudio de Mello Tavares, julguem definitivamente o processo de Witzel. Para Corrêa da Rocha, como Mello Tavares deixará a presidência do TJ do Rio ao fim do ano, é possível que esse procedimento não leve o máximo de 180 dias estipulados na legislação, mas seja decidido ainda em 2020. SyndContentImpl.interface=interface com.sun.syndication.feed.synd.SyndContent SyndContentImpl.type=text/html SyndContentImpl.mode=null Leia mais

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