Home / Notícias /

04/01/2017 - CNSP aprova novo seguro de vida e normas de solvência

CNSP aprova novo seguro de vida e normas de solvência
CNSP aprova novo seguro de vida e normas de solvência

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou uma resolução que dispõe sobre as regras e os critérios para estruturação, comercialização e operacionalização do Seguro de Vida universal. O Seguro de Vida Universal é uma grande inovação no seguro de vida no Brasil, já existe em vários países com várias versões para escolha do consumidor. A grande vantagem desta nova modalidade é que o consumidor pode receber de volta parte dos prêmios pagos no fim da vigência da apólice, no caso de não ocorrência do sinistro.

Ele se difere dos seguros de vida tradicionais, pois o capital segurado é composto de duas parcelas: capital segurado de risco e capital segurado de acumulação. E se caracteriza por terem apólices de longo prazo, o prazo mínimo será de cinco anos. Estarão disponíveis duas modalidades deste tipo de seguro: aquela em que o capital segurado será constante; e, outra em que o capital segurado será variável. A resolução entrará em vigor 120 dias após a publicação.

Patrimônio Líquido Ajustado

Outra resolução aprovada pelo CNSP dispõe sobre capital de risco, patrimônio líquido ajustado, e outras questões alusivas à aferição de solvibilidade dos entes supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep): Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores.

A Resolução aprovada, que entrará em vigor a partir de 31/12/2016, visa alcançar os objetivos da Susep de convergência com os projetos do Solvência II e do IFRS (International Financial Reporting Standards), ao considerar que a valoração do Patrimônio Líquido Ajustado se aproxime do conceito de valor de mercado, semelhante ao que é adotado na apuração da parcela do capital baseado no risco de mercado, permitindo o alinhamento às boas práticas atuariais e contábeis, proporcionando, consequentemente, a maior harmonização possível entre o reporte financeiro e a supervisão de solvência.

Dentre as alterações implementadas, a nova Resolução vai permitir que o patrimônio líquido ajustado (PLA) das supervisionadas ? que é a referência para a avaliação de solvência ? considere integralmente o valor de mercado dos ativos financeiros; o que, além de indicar uma evolução no sentido da convergência das normas do mercado brasileiro com o Solvência II - e maior consistência com as melhores práticas internacionais - representará, em média, no momento inicial, um valor significativo a ser adicionado ao PLA das supervisionadas. O ajuste de capital decorrente da mudança do patrimônio líquido ajustado, na parte referente a créditos tributários decorrentes de ajustes temporais, e o custo de aquisição diferidos ocorrerão a partir de 2018.

 


saiba mais »

04/01/2017 - Crescimento do setor de seguros em 2016 deverá chegar a 9%, projeta CNseg

Crescimento do setor de seguros em 2016 deverá chegar a 9%, projeta CNseg
Para 2017, estimativa da Confederação é de expansão entre 9% a 11%

O setor de seguros registrou um crescimento nominal de 8,2% de janeiro a novembro de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015. O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 210,6 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização ? mercados supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

De acordo com projeções da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o setor deverá encerrar o ano com expansão de 9%, sem considerar o segmento de saúde suplementar. Para 2017, a estimativa é de crescimento consolidado entre 9% e 11%. ?Mas esse desempenho dependerá, claro, dos avanços no país em termos de fundamentos, reformas básicas e recuperação econômica?, afirma Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da CNseg.

Os últimos dados do segmento de saúde privada, a cargo da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), permanecem posicionados em setembro do ano passado. Até aquele mês, a arrecadação foi de R$ 120,7 bilhões, ou um crescimento de 12,2% contra igual período de 2015, mantendo o mesmo patamar de crescimento observado no primeiro semestre. É importante ressaltar que, até setembro, o mercado de seguros incluindo os planos de saúde arrecadou R$ 291,5 bilhões. Ou seja, a saúde suplementar representou 41% do total da receita dos seguros em termos amplos.

Marcio Coriolano destaca que o setor supervisionado pela Susep permanece com trajetória consistentemente ascendente: 5,7% até maio; 6,5% até julho; 7,2% até setembro; 8,2% até novembro. O executivo observa ainda que as principais contribuições para o incremento da arrecadação do setor no período de janeiro a novembro vieram dos seguintes ramos de seguros:

- Seguro de vida individual: crescimento de 28,4% (receita de R$ 6 bi até o mês, correspondendo a 2,8% do total do setor de seguros).

- Plano de previdência VGBL: expansão de 20,8% (receita de R$ 90,4 bi, representando 42,9% do total do mercado).

- Seguro Rural: aumento de 10,1% (receita de R$ 3,3 bi, equivalendo a 1,6% do total da arrecadação do setor).

- Seguro Habitacional: incremento de 10,1% (receita de R$ 3,1 bi = 1,5% do total).

- Seguros de Crédito e Garantias: aumentou 8,9% (receita de R$ 2,7 bi = 1,3% do total).

Já o ramo de Seguro de Automóveis manteve o mesmo patamar de queda, fechando os 11 meses do ano com decréscimo de 2,7% (receita de R$ 28,6 bi, representando 13,6% do total arrecadado). Desempenhos negativos também foram observados nos ramos de Riscos de Engenharia (- 25,2%); Seguro de Garantia Estendida (-9,7%); Capitalização (-3,5%); Planos Tradicionais de Risco (- 6,4%); Seguros de Vida Coletivos (- 0,5%).


saiba mais »

04/01/2017 - Novas regras do Simples Nacional que favorecem micro e pequenas empresas já estão em vigor

Novas regras do Simples Nacional que favorecem micro e pequenas empresas já estão em vigor
Criado em 2006, regime tem objetivo de facilitar o recolhimento de tributos. Limite para permanecer…

Micro e pequenas empresas iniciaram 2017 com boas notícias, pois a Lei Complementar nº 155/2016, que altera regras e limites do Simples Nacional, já entrou em vigor no primeiro dia do ano. Sancionada em 27 de outubro de 2016, a lei modifica o limite para microempresas serem incluídas no regime, passando dos anteriores R$ 360 mil anuais para R$ 900 mil. Quanto a empresas de pequeno porte, o limite máximo aumentou de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões de faturamento ao ano.

Com a nova lei, também esticou de 60 para 120 prestações o prazo para pagamento de dívidas tributárias, com parcelas no valor mínimo de R$300. "A possibilidade para que mais empresas sejam incluídas no Simples Nacional garante uma sensível economia tributária e traz a vantagem de unificar tributos municipais, estaduais e federais em uma única guia de recolhimento. O maior número de parcelas também ajudará no fluxo de caixa das empresas nesse momento de crise", avalia o advogado especialista em Direito Tributário, Robson Amador.

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicáveis às micro e pequenas empresas, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, que reúne todos os entes federados (União, Estdos, Distrito Federal e Municípios). O regime abrange tributos como IRPJ; CSLL; PIS/Pasep; Cofins; IPI; ICMS; ISS e Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP), mediante documento único de arrecadação (DAS).

Benefícios a "investidores-anjo" e cervejarias artesanais
Uma das mudanças na lei é que a partir desse ano micro e pequenas cervejarias, vinícolas, destilarias e produtores de licores podem optar pelor regime e ter direito às facilidades que ele oferece. No entanto, a restrição continua valendo para produção e venda no atacado de bebidas alcoólicas industrializadas.

Outra boa notícia é válida para "Investidores-Anjo". De acordo com os artigos 61-A, 61-B, 61-C e 61-D da Lei nº 155/2016, pessoas físicas e jurídicas poderão fazer investimentos em Startups sem a necessidade de se tornarem sócias do empreendimento. A vantagem é que os investidores não responderão por qualquer dívida da empresa, inclusive recuperação judicial. O capital deverá ser investido por, no mínimo, dois anos e, no máximo, sete anos.

"É uma resposta positiva a uma das maiores dificuldades encontradas por investidores-anjo, que correm um alto risco de perda de capital investido, mas não podem correr um risco adicional de serem penalizados caso o negócio não dê certo. A partir de agora não assumirão mais a responsabilidade tributária que um sócio possui. A mudança também possibilita a existência de incentivos fiscais à atividade, como ocorre em todo o mundo, já que esse tipo de investimento ajuda na criação e aumenta as chances de sucesso de empresas inovadoras, que são uma das melhores fontes de desenvolvimento para os países", contextualiza o tributarista.

Robson Amador
Advogado membro da Comissão de Direito Tributário da OAB Santos e sócio da RCA Advogados. Consultor jurídico tributário com experiência em gestão do consultivo e contencioso tributário de empresas de grande porte (Grupo AES Brasil ? AES Eletropaulo), experiência em planejamentos tributário e especialista em Direito Material e Processual Tributário.

É Mestrando em Direito Tributário pela PUC (Pontifica Universidad Católica Argentina-Buenos Aires), pós graduado no LLM ? Direito Tributário no Insper (ex-Ibmec/SP), Direito Tributário no IBET-SP (Instituto Brasileiro de Estudos Tributários) e Professor da Faculdade ESAMC Santos no curso de Direito, nas disciplinas de Direito Tributário e Previdenciário, e no curso de Administração de Empresas, nas disciplinas de Direito Tributário e Planejamento Tributário.


saiba mais »

04/01/2017 - Mercado mundial de resseguro permanece suave

Mercado mundial de resseguro permanece suave
Perdas acumuladas no ano passado não impedem resseguradoras de manter taxas competitivas

O mercado global de resseguros abriu o ano ainda soft (suave), apesar das perdas acumuladas no ano passado, quando as chamadas perdas catastróficas subiram 50% no período. Isso se deve ao fato de a capacidade mundial continuar abundante na maioria dos mercados, informa relatório divulgado pela Willis Re esta semana. Este comportamento inicial mostra que o mercado de resseguros continuará muito competitivo durante o ano, exigindo um esforço redobrado das resseguradoras para manter seus resultados.

 


saiba mais »

04/01/2017 - Como a pós-verdade influencia o franchising?

Como a pós-verdade influencia o franchising?
A Oxford Dictionaries surpreendeu a todos ao eleger ?pós-verdade? como a palavra do ano. Aplicada…

Considerando que o objetivo dessas inverdades é legitimar opiniões, cenários e circunstâncias, sua atuação pode ir muito além da politicagem. Afinal, existem boatos para tudo. Observe com atenção seu feed de notícias do Facebook e perceberá como não faltam ?notícias? duvidosas passando por ela.

Sendo assim, o franchising não seria uma exceção. Por isso mesmo, separei quais são as principais falsas verdades do setor, para você não cair nelas. Confira:

Segurança garantida ? é muito comum ouvirmos falar sobre o quanto o mercado de franquias é seguro. Sem dúvida, não é uma mentira. Principalmente, por serem baseadas em modelos que já deram certo, suas chances de sucesso são maiores mesmo. Mas, investir em uma franquia é uma operação de risco como qualquer outra.

É comum observamos franqueados que depositam uma grande expectativa na força da marca ou no suporte oferecido pela rede, mas isso nem sempre é suficiente. Se ele não possuir o mínimo de conhecimento sobre como operar um negócio, muito provavelmente, irá passar por dificuldades para manter sua unidade.

Além disso, o que realmente definirá o sucesso ou a falência da franquia será a gestão do franqueado. Por isso, é imprescindível avaliar bem seu perfil antes de fazer esse investimento. Alguns comportamentos, como liderança, relacionamento interpessoal e foco, separam os gestores bons dos ruins. Sem eles, o sucesso da franquia pode ser muito comprometido.

Qualquer pessoa pode investir no franchising ? esse é um grande mito do setor. É impossível uma franquia crescer sem uma rede de franqueados qualificada, dedicada e empreendedora.

A ideia de que todo o apoio da franqueadora será suficiente para a franquia dar certo precisa mais uma vez ser deixada de lado. Muito além do treinamento, bons franqueados são formados por talento, aptidão e identificação pela marca e setor que atua. Além disso, ele precisa ter a consciência de que, para atingir os resultados que procura, deverá trabalhar e se dedicar muito para a franquia.

Se nem todo mundo nasceu para ser franqueador, para ser franqueado muito menos. Então, entenda: o franchising não é pra todo mundo, não caia nessa.

Ser franqueado não é ser empreendedor ? provavelmente, você já ouviu alguém dizer que comprar uma franquia é o mesmo que comprar um emprego, só que um pouquinho melhor, uma vez que você ganhará mais e a única coisa que precisará fazer é supervisionar o trabalho dos seus funcionários. Agora, eu vou te contar uma novidade, essa é uma das maiores inverdades do setor.

Para operar uma unidade de franquia é essencial que o franqueado assuma toda a responsabilidade do negócio e se dedique muito para fazer sua gestão funcionar. Afinal, compras, controle de gastos, atração de cliente, resolução de problemas, tudo estará em suas mãos.

Alcançam o sucesso, franqueados que, ao invés de se perceberem como um funcionário da rede, se transformam em verdadeiros empreendedores, sempre comprometidos com a potencialização de seus resultados e o crescimento da sua marca.

Se você se interessa pelo segmento de franquias, tenho certeza que já ouviu essas ?verdades? várias vezes por aí. Mas, agora que já está familiarizado com elas, consegue perceber porque é tão comum encontrar pessoas insatisfeitas no setor?

Essa é a maior consequência da ?pós-verdade? no franchising: a geração de frustração. Ao acreditar nesses boatos, muitos franqueados se arrependem por não ser o que esperavam e acabam saindo com uma mão na frente e outra atrás. Do outro lado, franqueadores podem ter seu ganho em escala prejudicado e até serem obrigados a rever a formatação da rede para se manterem sustentáveis. É prejuízo para os dois lados.

Sendo assim, em 2017, que tal substituir a ?pós-verdade? pela honestidade? Sem dúvida, todos estamos precisando de mais cases de sucesso dessa palavra em nosso dia a dia.

José Carlos Fugice Jr é administrador de empresas especializado em franquias e varejo com MBA em administração de empresas pelo CEAG FGV/SP, com experiência em mais de 150 projetos de franquias. É sócio fundador da GoAkira Consultoria Empresarial.

Sobre a GoAkira:

www.goakira.com.br

(11) 2507 8009


saiba mais »

04/01/2017 - Programa social da Escola beneficia deficientes visuais

Hoje, 4 de janeiro, é data de nascimento de Louis Braille, criador do sistema de…

Criado pela Escola Nacional de Seguros em 2007, o programa Asas para Voar consiste na doação de livros infantojuvenis para bibliotecas ou salas de leitura de escolas da rede pública de ensino, atrelada ao desenvolvimento de atividades extracurriculares para os alunos, a fim de estimular o hábito da leitura e democratizar o acesso ao conhecimento e à cultura.

Desde o ano passado, o programa passou a mapear alunos inclusivos das escolas beneficiadas, para acrescentar livros em braille, fonte ampliada e audiolivros. Das quatro escolas beneficiadas em 2016 pelo Asas para Voar, uma possuía alunos e professor com deficiência visual: o Centro de Educação Municipal Profª. Maria Martins e Lourenço, de Votuporanga (SP).

A escola do interior de São Paulo atende a mais de 300 alunos, dois deles com baixa acuidade visual e cegueira, e possui turma especial conduzida por professora cega. Dos mais de 160 livros doados pelo programa, cerca de 20 foram em braille, áudio ou fonte ampliada. Os temas abrangeram literatura infantil e adulta, questões técnicas do dia a dia de deficientes visuais e processo inclusivo.

?O papel de uma instituição de ensino como a nossa vai muito além dos programas de ensino tradicionais. Temos que estar sempre buscando novos mecanismos e ferramentas que promovam o bem-estar e proporcionem maior qualidade de vida à sociedade?, esclarece Carla Pieroni, superintendente de Comunicação e Marketing e responsável pela área de Responsabilidade Social da Escola Nacional de Seguros.

Para 2017, a Instituição já recebeu indicação de oito instituições de ensino para serem contempladas pelo Asas para Voar. As entidades são do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Blumenau (SC). ?Temos um carinho especial por esse projeto, que ajuda a formar cidadãos mais conscientes e bem informados?, conclui Carla.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Produção industrial tem crescimento mensal pífio

Produção industrial tem crescimento mensal pífio
Avanço abaixo do esperado em novembro poderá provocar revisão no PIB do 4º trimestre de…

A produção industrial brasileira recuperou-se em novembro, mas sua reação foi abaixo do esperado pelos especialistas, indicando a fraqueza pelo qual passa a economia do País. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial subiu 0,2% em novembro na comparação com o mês anterior. Em outubro, a indústria havia recuado 1,2%. Na comparação com o mesmo mês de 2015, a produção apresentou queda de 1,1% em novembro, a 33ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. O resultado torna ainda mais difícil o cenário de forte crescimento do setor em 2017, dado o carregamento negativo, e, segundo especialistas, deve resultar em revisão do resultado do PIB do quarto trimestre de 2016, para pior.

De acordo com a pesquisa, dos 24 ramos pesquisados, 13 apresentaram alta na comparação mensal, chamando a atenção o aumento de 6,1% na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias. Na ponta de baixa, o ramo de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis registrou recuo de 3,3% na mesma comparação. O setor industrial enfrenta a fraqueza da demanda interna, tendo em vista a recessão e baixa confiança no Brasil.

A pesquisa Focus, do Banco Central, prevê retração de 6,58% da produção industrial em 2016, algo que contribuirá para a queda de 3,49% do PIB de 2016. Em virtude da forte contração, a expectativa é de que a indústria apresente crescimento pífio de apenas 0,88% em 2017, com a economia expandindo 0,50% no ano.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Pare de andar em círculos! Construa um 2017 muito melhor

Pare de andar em círculos! Construa um 2017 muito melhor
Entenda a importância do planejamento para uma vida mais produtiva e satisfatória

Com a enxurrada de informações às quais somos expostos diariamente, assim como a pressão social por conseguir realizar tudo ao mesmo tempo é comum que fiquemos constantemente perdidos sem saber em que direção seguir. A realidade é que na vida da grande maioria das pessoas falta algo que parece ser simples, porém de suma importância: o planejamento, como explica o administrador e master coach Luiz Cláudio Carvalho.

Segundo o especialista, planejar é essencial em qualquer circunstância. ?O planejamento é indispensável em todos os momentos da vida. Planejamos uma viagem, uma festa de aniversário, um passeio. Quando não há o planejamento adequado, deixamos escapar grandes oportunidades, simplesmente porque não estamos preparados a elas. Prever o que fazer, como, onde e quando, em detalhes facilita a realização do objetivo?, diz.

O master coach explica que o bom planejamento é aquele que faz o indivíduo realizar ações concretas todos os dias. ?O grande problema é a falta de planejamento com foco na execução. Se você não consegue essa disciplina diária, de fazer o que precisa ser feito, no fim das contas, nada acontece, ou acontece muito devagar. Se você traça uma meta e atinge somente 30%, 50%, ficará sempre com aquele terrível sentimento de que poderia ter ido muito mais longe?, ressalta.

Com o intuito de instruir e auxiliar mais pessoas sobre técnicas infalíveis de planejamento, Luiz Claudio oferece um curso 100% online, chamado Planejamento Infalível 2017. No curso, que será transmitido na próxima quarta-feira, dia 11 de janeiro, a partir das 20h, o master coach instruirá sobre um método infalível de planejamento para que o ano de 2017 seja impressionantemente muito mais produtivo e gratificante. ?Trata-se de um sistema simples e comprovado, através do qual, o indivíduo é capaz de progredir mês a mês em todas as áreas da sua vida e transformar aquele sentimento de frustração e baixa auto estima em vitória. O segredo desse método é que ele funciona diariamente. Através dele, a pessoa será levada a realizar a ações concretas e poderá triunfar todos os dias?, conclui.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Vendas Diretas É A Opção De Trabalho Em 2017, Afirma Especialista

Expectativa é que mercado melhore de acordo com a reação econômica do país. O especialista…

No final de 2016, ainda existia milhares de brasileiros em busca de uma vaga de emprego. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro foi de 11,9%, a mais elevada desde o início da série, em 2012. Quase 12% da população economicamente ativa está desempregada no país. E com a crise econômica vivenciada no Brasil, as empresas continuam com os orçamentos limitados, buscando controlar as contas no corte de despesas e limitando gastos com funcionários.

Frente a esse cenário, as empresas continuarão exigindo mais dos empregados e futuros funcionários, a fim de conseguir resultados melhores com menos recursos. Para ajudar os desempregados a conseguir uma nova oportunidade, consultorias apontam alguns trabalhos promissores para 2017: o mercado de trader marketing, que ajuda a alavancar as vendas; consultor comercial, que abre as portas para novos clientes, expande o mercado e garante continuidade dos negócios; vendas técnicas, que entende o produto e seu processo produtivo; e gerência de vendas, que busca garantir a continuidade dos negócios.

As vendas diretas também surgem como alternativa de negócio para quem deseja uma recolocação no mercado de trabalho. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), no Brasil esse mercado conta com mais de 4,5 milhões de pessoas em sua força de vendas e gera cerca de 8 mil empregos diretos. No ranking da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), o país ocupa a quarta posição, atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China. O especialista em Vendas Diretas Edmundo Roveri também aposta nesse segmento para 2017. ?Se deseja crescimento financeiro, comece agora?, apela Roveri, que trabalha com Vendas Diretas há mais de dez anos.

Para alcançar sucesso nas vendas, o especialista dá algumas sugestões. ?Para conquistar potenciais clientes, é preciso oferecer algo que seja útil e bom para as pessoas. Cheque produtos e serviços que estão em alta. Uma dica é investir no ramo de cosméticos. Mesmo diante da crise financeira, esse mercado não entrou em estagnação?, recomenda Roveri. Existem pessoas que têm medo da mudança de emprego, mas, segundo o especialista, é necessário arriscar para, então, obter sucesso. ?Os riscos sempre existem quando o assunto é negócio. É preciso ter coragem para enfrentá-los e fazer o possível para reduzi-los. O risco deve ser encarado como algo pulsante, que faça o trabalhador aprender e crescer?, aponta.

Após as experiências que obteve no setor de Vendas Diretas, onde já chegou a faturar mais de R$ 1 milhão ao ano, Roveri recomenda seguramente esse setor para quem está desempregado investir. Hoje ele se dedica a treinar e inspirar pessoas no empreendedorismo, a fim de que elas conquistem liberdade, felicidade e sucesso no trabalho. Acompanhe Edmundo Roveri nas redes sociais e conheça mais sobre o trabalho que ele realiza no ramo de Vendas Diretas e empreendedorismo: @edmundoroveri, no Instagram; e Edmundo Roveri, no Facebook.


saiba mais »

05/01/2017 - Prudential do Brasil aumenta capital segurado para R$ 50 milhões

A seguradora passa a oferecer uma das maiores proteções disponíveis no mercado brasileiro de seguro…

A Prudential do Brasil acaba de estabelecer novos limites de capital segurado aos seus clientes em caso de pagamento de benefício de morte coberta pelo seguro. A capacidade segurável máxima por vida da companhia aumentou em 66%, atingindo R$ 50 milhões.

Essa iniciativa busca oferecer maior proteção aos clientes que necessitam de uma cobertura mais ampla e com o valor de proteção mais elevado. Atenta a essa demanda, a companhia tem realizado elevações contínuas do capital segurado, que mostram ainda a saúde financeira da seguradora no país. Em 2011, o valor era de R$ 10,6 milhões, em seguida passou para R$ 15,8 milhões. Já em 2013, atingiu R$ 30 milhões, chegando agora em R$ 50 milhões.

?Se analisarmos, desde 2011, o nosso capital segurado por vida quase quintuplicou. Isso ratifica o quanto a seguradora está crescendo com robustez no Brasil. A proteção é um grande diferencial no nosso mercado, pois conseguimos assegurar clientes que têm necessidades mais elevadas, provedores de família que querem rápida liquidez financeira em caso de ausência, inclusive companhias que investem em executivos estratégicos e precisam se preparar para um caso de sucessão?, afirma Thereza Moreno, vice-presidente de Finanças & CFO & CRO da Prudential do Brasil.

Sobre os resultados financeiros da seguradora, a Prudential do Brasil registrou, no primeiro semestre de 2016, uma elevação de 37,79% do total de prêmios de seguros, em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 616 milhões. Além disso, chegou a mais de 300 mil apólices de seguro vida individual. Segundo a vice-presidente, a elevação da capacidade segurável ocorre em um momento que a companhia está investindo na expansão dos negócios e inovando suas parcerias comerciais.

A Prudential do Brasil

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. é uma subsidiária da Prudential Financial, Inc. A companhia tem feito negócios no Brasil desde 1998 e estabeleceu 27 agências e dois escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e no Distrito Federal. A seguradora comercializa seus produtos por meio de Franqueados Life Planner® e via empresas parceiras. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, visite www.prudentialdobrasil.com.br.

Prudential Financial

A Prudential Financial, Inc. (NYSE: PRU), é uma das maiores instituições em serviços financeiros no mundo, com mais de US$ 1 trilhão de ativos sob sua gestão em 30 de setembro de 2016, possui operações nos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina. A Prudential Financial, através do talento e da diversidade de seus funcionários, está comprometida em ajudar clientes individuais e institucionais a crescer e proteger seu patrimônio através de uma variedade de produtos e serviços, incluindo seguro de vida, annuities, serviços relacionados a aposentadoria, fundos mútuos e investment management. Nos Estados Unidos, o Rochedo, símbolo ícone da Prudential, tem significado força, estabilidade, experiência e inovação há mais de 140 anos. Para obter mais informações, visite www.newsprudential.com.


saiba mais »

05/01/2017 - Varejo Apresenta Retração De 4,1% No Fluxo De Lojas Em 2016

Segundo estudo da Virtual Gate, variação negativa de fluxo se manteve por praticamente todo o…

2016 não foi um ano fácil para o varejo. O ano de 2016 registrou queda de fluxo de pessoas em loja em quase todos os meses na comparação ao ano anterior, com exceção para o junho, o único em que 2016 superou 2015, resultando em queda de -4,1% na comparação da média dos dois anos. O apontamento é do ICV (Índice de Consumidores no Varejo), divulgado pela ABVS (Associação Brasileira de Varejo em Shopping) e pela Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de fluxo de clientes em pontos de venda.

A análise demonstra que nem mesmo a sazonalidade de eventos como Black Friday e o Natal conseguiram retomar o movimento, embora uma maior proximidade com a curva de 2015. Em dezembro a retração foi de -3,3%.

Em relação ao desempenho trimestral, os dados apontam que o terceiro trimestre do ano foi o que apresentou pior resultado ( -6,6%), seguido pelo quarto trimestre (-4,1%). Primeiro (-3,5%) e segundo (-2,4%) trimestres também apresentaram resultados negativos.

Os dados também mostram o resultado de fluxo nas diferentes regiões do país, onde a região Sul foi a única a apresentar resultado positivo. As piores quedas estão nas regiões Nordeste e Centro Oeste, ambas com queda de -5,8%.

Resultado por região:

? Centro Oeste: - 5,8%
? Nordeste: -5,8%
? Sudeste: -4,2%
? Norte: -2,5%
? Sul: +2,4%

De acordo com Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, mostra otimismo: ?Embora o resultado negativo, há sinais de que o consumidor está buscando oportunidades. Se o varejo conseguir oferecer boas oportunidades, a tendência é que haja recuperação nesses números em 2017?.

Na opinião de Rufino Martins, diretor da ABVS, o próximo ano poderá ser desafiador para o varejo. ?Tudo ainda depende dos rumos econômicos e políticos do país. A falta de algumas definições nesse sentido ainda prejudica a retomada de investimentos no setor, mas o varejo se mostra otimista e confiante nos rumos do mercado?.

A base analisada conta com mais de 1200 pontos de medições (lojas) adota a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE, na sua versão mais atual 2.0, ponto de referência Base 100 = Janeiro de cada ano para comparativos anuais, e Base = 100 primeiro mês analisado no comparativo mês a mês.

Sobre a Virtual Gate

Fundada em 2002, a Virtual Gate, fornece soluções para o aumento de faturamento dos varejistas por meio de tecnologia que permite a gestão do fluxo do consumidor e da taxa de conversão. Atende algumas das maiores empresas do País e grandes redes varejistas, além de oferecer soluções de valor agregado para médias e pequenas empresas de todo o Brasil, com clientes em todas as regiões. Seu portfólio tem alguns cases de sucesso como: C&A, Pernambucanas, Restoque, TendTudo, Nike, Adidas, FNAC, Livraria Cultura, Lojas Americanas, Farm, Paquetá, Calvin Klein, Loungerie, L?Occitane, Sephora, entre outros.


saiba mais »

05/01/2017 - Presidente do Sincor-RS recomenda: nunca parem de se aperfeiçoar

O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, faz uma recomendação:

- Quem pensa que já sabe tudo em matéria de seguros, está muito enganado. Comete um erro perigoso. Nosso setor vive em permanente evolução e a cada dia o mercado lança novos produtos. Resumindo: nunca parem de se aperfeiçoar.

Vivemos a todo o momento questionados por questões de informática, mercado, relações humanas, conhecimento de avaliações de riscos, emissões de apólices on-line, assinatura digital, formas de gerenciamento da empresa. Pansera acrescenta:

- O profissional que para de se atualizar comete um erro fatal, pois será atropelado pela concorrência. O Sincor-RS, sabe que nosso setor de atividade é dinâmico e da importância do Corretor modernizar-se cada vez. Assim, promovemos ciclos de palestras de aperfeiçoamento profissional e cultural.

Durante quase todo o ano, a Capital e as delegacias regionais do Interior recebem palestrantes que, em eventos gratuitos, transmitem o que há de mais novo no setor, orientam em relação a operar de forma empreendedora e inovadora:

- Por isso, faço questão de lembrar: nunca parem de se aperfeiçoar. Aproveitem a oportunidade que o Sincor-RS dá a todos os corretores de seguros e estudem sempre. Ninguém sabe tudo sobre seguros, é preciso humildade e estar receptivo às novidades do mercado ? encerra Pansera.

Facebook Twitter Google+ Google Gmail Outlook.com Yahoo Mail WhatsApp PrintFriendly

 


saiba mais »

05/01/2017 - Confiança melhora em 2016, mas setor de seguros volta a ficar pessimista

Confiança melhora em 2016, mas setor de seguros volta a ficar pessimista

Em dezembro de 2016 (Índice de Confiança do Setor de Seguros) foi de 96,3, com uma variação anual positiva de 44%. Porém, houve queda nos últimos dois meses, fazendo com que o setor voltasse a ficar pessimista, já que o indicador está de novo abaixo de 100 pontos. Essa reversão de cenário não acontecia desde junho de 2016.

Os outros indicadores calculados também tiveram comportamento similar.

A seguir, os últimos números obtidos.

Indicador  

Ago.16  

Set.16  

Out.16  

Nov.16  

Dez.16

ICES

108,9

117,4

116,6

106,9

96,4

ICER

105,3

108,8

105,4

98,0

94,2

ICGC

112,3

119,1

121,1

109,4

98,4

ICSS

108,8

115,0

114,1

104,7

96,3

2) Expectativas para daqui a 6 meses

A seguir, a distribuição percentual das respostas, com relação a cada um dos setores analisados.

a) Crescimento da Economia Brasileira 

Avaliação (%)  

Seguradoras

 Corretoras

 Resseguradoras

Muito Melhor

0

0

0

Melhor

24

27

33

Igual

55

55

45

Pior

18

14

22

Muito Pior

3

4

0

Total

100

100

100

 b) Rentabilidade do seu setor

Avaliação (%)

Seguradoras

Corretoras

Resseguradoras

Muito Melhor

0

0

0

Melhor

16

23

0

Igual

47

41

78

Pior

37

36

22

Muito Pior

0

0

0

Total

100

100

100

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

c) 

Avaliação (%)

Seguradoras

Corretoras

Resseguradoras

Muito Melhor

0

0

0

Melhor

21

23

0

Igual

58

54

78

Pior

21

23

22

Muito Pior

0

0

0

Total

100

100

100


saiba mais »

05/01/2017 - MP cria programa de regularização tributária

Seguro Garantia Judicial poderá ser nos débitos a partir de R$ 15 milhões cobrados pela…

Medida Provisória publicada pelo governo federal nesta quinta-feira institui o programa de regularização tributária, prevendo o acerto de débitos de natureza tributária ou não tributária, vencidos até 30 de novembro de 2016, de pessoas físicas e jurídicas. Este programa foi anunciado pelo governo federal em meados de dezembro, ao lado do aumento da remuneração do FGTS para os trabalhadores, de medidas para reduzir o custo do crédito. Tais ações tentam estimular a economia brasileira.

A MP da regularização tributária prevê que poderão ser utilizados créditos de prejuízos fiscais apurados até 31 de dezembro de 2015 e declarados até 30 de junho de 2016. No caso das grandes empresas, que declaram pelo lucro real, haverá duas opções: pagamento de 20% da dívida à vista e quitação do restante do débito com créditos tributários ou prejuízos fiscais.

O saldo remanescente será parcelado em até 60 meses. A empresa também poderá parcelar a entrada em 24 meses, com valores crescentes, e quitar o saldo remanescente em até 60 meses a partir do 25º mês.
Para as demais empresas e pessoas físicas, as opções serão o pagamento de 20% do débito à vista e o parcelamento do restante em até 96 meses. Outra possibilidade é dar uma entrada de 21,6% parcelada em 36 vezes com valores crescente e o restante em 84 meses, segundo reportagem da Agência Brasil.

As regras para os débitos, no âmbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, são as mesmas das dívidas com a Receita Federal. Nesse caso, entretanto, será exigida carta de fiança ou seguro garantia judicial para débitos a partir de R$ 15 milhões. O valor mínimo de cada prestação mensal será de R$ 200 para pessoas físicas e de R$ 1 mil para empresas. Para aderir ao programa, a empresa ou pessoa física terá que desistir de ações na Justiça ou de recursos administrativos.

A Secretaria da Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vão regulamentar o programa em até 30 dias. Após a regulamentação, a adesão ao programa poderá ser feita por meio de requerimento no prazo de até 120 dias.


saiba mais »

05/01/2017 - Rio inicia Operação Lei Seca durante todo o dia

Ação diurna ocorre nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras do Rio…

Mais uma ação importante para reduzir os acidentes no Estado do Rio de Janeiro começa a vigorar a partir desta quinta-feira: a ampliação ao cerco aos motoristas que bebem antes de dirigir. Isso porque a Operação Lei Seca fluminense terá ações diurnas de fiscalização nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras do Rio de Janeiro. As ações, iniciadas nesta quinta-feira, 5, serão feitas em toda a região metropolitana, no interior do estado, prosseguindo depois do Carnaval.

O coordenador da Operação Lei Seca, coronel Marco Andrade, explicou que a chamada Operação Verão é fruto de uma constatação: há um número significativo de pessoas que dirigem embriagadas durante o dia. Para ele, tais pessoas têm uma falsa impressão de que durante o dia não há perigos de ocorrer acidentes.?Nós percebemos que há um número expressivo de motoristas dirigindo alcoolizados mesmo durante a parte da manhã e da tarde. Por isso estamos indo às ruas com ações preventivas, de conscientização e fiscalização a partir de hoje. A população precisa mudar seus hábitos, pois existe uma falsa impressão de que de dia estamos livres deste risco, o que não é verdade. O perigo existe e está presente a todo momento", disse o coronel Marco Andrade, durante entrevista.

Não haverá mudanças nas ações noturnas, que continuarão rotineiras. Este é o terceiro ano consecutivo da Operação Verão da Lei Seca. No ano passado, foram abordados 5.814 motoristas e 538 apresentavam sinais de embriaguez. Em 2015, foram abordados 4.970 motoristas e 350 tinham sinais de alcoolemia. Por isso, Marco Andrade pede a colaboração da população. ?A gente espera que o povo fluminense dê um exemplo de cidadania. Por mais que o país enfrente um momento complicado estamos numa época de festas e não queremos privar ninguém disso, muito pelo contrário. Temos que saber que dá sim para se divertir, comemorar, ser feliz, sem por a vida do próximo em risco?, lembrou.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Anfavea: produção de carros cai 11,2% em 2016

Forte retração da economia brasileira provoca forte ajuste na fabricação de veículos

A Anfavea, associação representante das montadoras, informou que a fabricação de automóveis no País recuou 7,1% em dezembro em relação a novembro. Contudo, no confronto de dezembro com o mesmo mês de 2015, houve alta de 40,6% no total fabricado, alcançando 200,9 mil unidades.

Em divulgação ocorrida nesta quinta-feira, a Anfavea declarou que, em 2016, a produção de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus totalizou 2,16 milhões de unidades, queda de 11,2% sobre 2015. O ajuste na fabricação de veículos, fruto da forte retração da economia brasileira, afetou as vendas de seguro de automóveis novos.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Corretor: Conheça alguns argumentos para vender Seguro de Vida

Seguro de Vida No Brasil ainda há uma resistência em se fazer Seguro de Vida.…

1. Sua família está preparada para encarar o abalo financeiro da sua ausência? (Considera-se que seriam necessários, pelo menos, 80% dos vencimentos do titular para que a família viesse a manter o padrão de vida);

2. Como a sua família vai fazer para pagar as despesas com inventário de bens, incluindo as despesas com advogados, cartórios e impostos de transmissão? Considerando que é necessário ter em mãos cerca de 20% do valor dos bens;

3. Você sabia que a indenização do seguro de pessoas (vida) não entra em inventário e, assim, geralmente, é o primeiro recurso que chega às mãos da família, em qualquer desconto ou imposto? Por isso, ter uma apólice de seguros de pessoas é muito importante;

4. Você já percebeu quanto custa um seguro de vida mal feito e um bem feito? Se você já tem algum tipo de cobertura pela sua empresa, alguma associação de classe é hora de fazer as contas para saber se a cobertura é suficiente para o seu perfil e, se for o caso complementá-la, já que você pode ter tantas apólices quantas quiser, bastando apenas que declare isso na contratação.

5. Você já pensou que com um Seguro de Vida, alguns projetos podem estar protegidos? Como a viagem de intercâmbio dos filhos ou mesmo a faculdade. Você já pensou na segurança e tranquilidade que isso pode te oferecer?

Sérgio Ricardo acredita que este problema está relacionado à falta de percepção de oportunidades. ?Alguns Corretores sentem dificuldade na hora de vender Seguros de Vida, sobretudo porque têm medo do produto. Não estudam para vender e isso é fundamental?, revela o Executivo.

Para mudar este cenário é preciso que o Corretor de Seguros saiba usar estes argumentos para melhorar nas vendas. Tendo em mente que o seguro de pessoas foi pensado para proteger as famílias em função da ausência por morte do titular. Portanto, em um primeiro momento, trata-se de proteção familiar.

Estudar sobre o assunto, frequentar cursos e palestras são algumas das dicas que Sérgio apresenta. Para o executivo, ?o Corretor não pode deixar de abordar seu cliente. Deve criar uma campanha, divulgar nas redes sociais que vende seguro de pessoas, também é uma ótima alternativa para driblar este problema?.


saiba mais »

05/01/2017 - Presidente da FenaSaúde é destaque na Revista Forbes

A presidente da FenaSaúde (e vice-presidente da CNseg), Solange Beatriz Palheiro Mendes, é uma das…

Na lista, junto com a presidente da FenaSaúde, diretoras, presidentes e CEO de outras grandes instituições como Bradesco, Johnson & Johnson, Microsoft, Gerdau, Natura, Standard & Poors, KPMG, entre outras.

Na publicação, Solange Beatriz é apontada como a primeira mulher a ocupar a posição mais alta de uma entidade representativa de seguros no País e define-se como uma pessoa com "uma enorme capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo".

 


saiba mais »

05/01/2017 - Seguro APP tem extrema importância para donos de veículos

A maioria absoluta dos donos de veículos pensa apenas em contratar um seguro que cubra…

Segundo a Susep, considera-se acidente pessoal o evento com data caracterizada, de origem externa, súbito, involuntário e violento, causador de lesão física que, por si só e independente de toda e qualquer outra causa, tenha como conseqüência direta a morte ou invalidez permanente total ou parcial dos passageiros ou torne necessário o tratamento médico.

Assim, as principais garantias oferecidas pelo seguro de APP são Morte e Invalidez Permanente. Mas, há outras extremamente relevantes como as Despesas Médico Hospitalares, Extensão para os países da América do Sul, por exemplo.

De acordo com o órgão regulador, as indenizações por morte e invalidez permanente no caso dos seguros de APP não se acumulam. Se, depois de paga uma indenização por invalidez permanente, verificar-se a morte do segurado em conseqüência do mesmo acidente, da indenização por morte deve ser deduzida a importância já paga por invalidez permanente.

No caso de indenizações por invalidez permanente, estas, em geral, são calculadas de acordo com a tabela constante na Circular SUSEP 29/91. Não ficando abolidas por completo as funções do membro ou órgão lesado, a indenização por perda parcial é calculada pela aplicação, à percentagem prevista na tabela para a perda total do órgão, do grau de redução funcional apresentado.

Nos casos não especificados na tabela a indenização é estabelecida tomando-se por base a diminuição permanente da capacidade física do segurado, independente de sua profissão. Quando do mesmo acidente resultar invalidez de mais de um membro ou órgão, a indenização deve ser calculada somando-se as percentagens respectivas, cujo total não poderá exceder a 100%.

O seguro APP é regulado pelas Circulares 302/2005 e 316/2006 da Susep.


saiba mais »

05/01/2017 - Deficientes visuais serão beneficiados pelo programa Asas para Voar da Escola

A Escola Nacional de Seguros desenvolve o programa Asas para Voar desde 2007, doando livros…

04 de janeiro comemora-se a data de nascimento de Louis Braille, criador do sistema de leitura e escrita. Um projeto que se tornou indispensável para formação e alfabetização de deficientes visuais. Segundo o vice-presidente da Federação Nacional de Cegos dos EUA, Dr. Fredric K. Schroeder, há um dado alarmante: ?90% das crianças cegas estão crescendo sem saber ler e escrever, pois as novas ferramentas possibilitam um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braille, que permite uma leitura mais ativa, onde o cérebro absorve as letras, a pontuação, a estrutura do texto e outros aspectos?.

Desde 2016 o programa passou a mapear alunos inclusivos das escolas beneficiadas, para acrescentar livros em braille, fonte ampliada e audiolivros. Das quatro escolas beneficiadas em 2016 pelo Asas para Voar, uma possuía alunos e professor com deficiência visual: o Centro de Educação Municipal Profª. Maria Martins e Lourenço, de Votuporanga (SP).

A escola beneficiada é do interior de São Paulo e atende a mais de 300 alunos, dois deles com baixa acuidade visual e cegueira. Outra turma composta por alunos especiais é conduzida por professora cega. Entre os mais de 160 livros doados pelo programa, cerca de 20 foram em braille, áudio ou fonte ampliada. Os temas variam entre a literatura infantil e adulta, questões técnicas do dia a dia de deficientes visuais e processo inclusivo.

?O papel de uma instituição de ensino como a nossa vai muito além dos programas de ensino tradicionais. Temos que estar sempre buscando novos mecanismos e ferramentas que promovam o bem-estar e proporcionem maior qualidade de vida à sociedade?, esclarece Carla Pieroni, superintendente de Comunicação e Marketing e responsável pela área de Responsabilidade Social da Escola Nacional de Seguros.

Em 2017 os planos são de ampliar o número de escolas que serão atendidas. A Instituição já recebeu indicação de oito instituições de ensino para serem contempladas pelo Asas para Voar. As entidades são do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Blumenau (SC). ?Temos um carinho especial por esse projeto, que ajuda a formar cidadãos mais conscientes e bem informados?, conclui Carla.

 


saiba mais »

05/01/2017 - Corretor destaca parceria com Allianz

À frente da Hold Corretora de Seguros, Cláudio Gonçalves começou no mercado de seguros no…

A Hold Corretora de Seguros surgiu da fusão de duas outras corretoras que atuavam no mercado há 30 anos. ?Em meados de 2013 apresentei o projeto para algumas corretoras que tinha uma proposta mais profissional?, recorda. Assim surgiu a Hold.

Ele conta que a Allianz já era uma parceira de diversos ramos. ?É um grande portfolio com uma empresa focada no Corretor de Seguros?. Ele destaca a facilidade de conversar com a companhia. ?Acreditamos na companhia e a companhia acredita na gente. Não sou um super corretor não?, diz.


saiba mais »

05/01/2017 - Escola beneficia deficientes visuais em programa social

Escola beneficia deficientes visuais em programa social Em 2007 a Escola Nacional de Seguros criou…

Nesta última quarta-feira (4) comemorou-se a data de nascimento de Louis Braille, criador do sistema de leitura e escrita. Um projeto que se tornou indispensável para formação e alfabetização de deficientes visuais. Segundo o vice-presidente da Federação Nacional de Cegos dos EUA, Dr. Fredric K. Schroeder, há um dado alarmante: ?90% das crianças cegas estão crescendo sem saber ler e escrever, pois as novas ferramentas possibilitam um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braille, que permite uma leitura mais ativa, onde o cérebro absorve as letras, a pontuação, a estrutura do texto e outros aspectos?.

Em 2016 uma nova atividade foi implantada. A partir de então, o programa passou a mapear alunos inclusivos das escolas beneficiadas, para acrescentar livros em braille, fonte ampliada e audiolivros. Das quatro escolas beneficiadas em 2016 pelo Asas para Voar, uma possuía alunos e professor com deficiência visual: o Centro de Educação Municipal Profª. Maria Martins e Lourenço, de Votuporanga (SP).

A escola beneficiada é do interior de São Paulo e atende a mais de 300 alunos, dois deles com baixa acuidade visual e cegueira. Outra turma composta por alunos especiais é conduzida por professora cega. Entre os mais de 160 livros doados pelo programa, cerca de 20 foram em braille, áudio ou fonte ampliada. Os temas variam entre a literatura infantil e adulta, questões técnicas do dia a dia de deficientes visuais e processo inclusivo.

?O papel de uma instituição de ensino como a nossa vai muito além dos programas de ensino tradicionais. Temos que estar sempre buscando novos mecanismos e ferramentas que promovam o bem-estar e proporcionem maior qualidade de vida à sociedade?, esclarece Carla Pieroni, superintendente de Comunicação e Marketing e responsável pela área de Responsabilidade Social da Escola Nacional de Seguros.

Em 2017 os planos são de atender mais escolas. A Instituição já recebeu indicação de oito instituições de ensino para serem contempladas pelo Asas para Voar. As entidades são do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Blumenau (SC). ?Temos um carinho especial por esse projeto, que ajuda a formar cidadãos mais conscientes e bem informados?, conclui Carla.


saiba mais »

05/01/2017 - A máfia das órteses e próteses

Confira o artigo da presidente da FenaSaúde publicado no Jornal Estado de Minas

O ano de 2016 foi marcado por tragédias, crises e também escândalos nos mais diversos setores. No setor de saúde, mais uma vez, chamou a atenção a atuação da chamada máfia das próteses. Um dos mais prestigiados hospitais do Brasil, por exemplo, viu integrantes do serviço de cardiologia intervencionista envolvidos em fraudes e recebimento de propina de empresa fornecedora de órteses e próteses em troca de sua escolha para o fornecimento de materiais usados em tratamentos médicos. Na maioria desses casos, quem paga a conta desses esquemas é o plano de saúde e, portanto, todos os seus beneficiários. Esses escândalos trazem à tona uma das grandes e mais complexas caixas-pretas do sistema de saúde: a das órteses, próteses e materiais especiais (OPME). O custo anual ao sistema de saúde público e privado com as OPME foi de R$ 20 bilhões em 2014, sendo que os planos de saúde arcaram com R$ 12 bilhões desse montante.

Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS) mostra que, entre 2007 e 2012, os gastos de uma operadora de plano de autogestão com as OPME aumentaram 120,4%, enquanto a variação de custos médico-hospitalares foi de 88,1% e o IPCA, 31,9% -- ambas no mesmo intervalo de tempo. Em razão desse aumento desproporcional, a fatia dos custos referentes às OPME no total de despesas assistenciais cresceu de 30% para 38,6%. O peso desses itens nos gastos das operadoras de saúde vem crescendo 15% ao ano e decorre de alguns fatores: tecnologia avançada desses materiais; crescente utilização; patentes exclusivas de muitos produtos, o que gera monopólios; baixa concorrência entre fabricantes; e maior inclusão de uso desse tipo de material no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Os problemas, ainda, se acentuam devido à desregulamentação da comercialização desses itens, que, aliada à baixa concorrência de mercado, inflaciona os preços. A falta de diretrizes médico-hospitalares na utilização das OPME e a dificuldade das operadoras em contestar tecnicamente o uso específico, por exemplo, de material A ou B, deixam os gestores praticamente reféns dos preços aplicados no mercado. Outra questão, seriíssima, é o comportamento de alguns maus profissionais, que se dispõem a receber pagamentos de fabricantes ou distribuidores em troca da prescrição de determinados produtos ou marcas, a chamada "comissão". Ao se combinar essas "comissões" com preços artificiais de um mercado de baixa concorrência, ausência de diretrizes sobre uso adequado, falta de conhecimento sobre tais práticas por parte dos consumidores e a extrema dificuldade em questionar determinada indicação médica, o resultado é explosivo: custos mais elevados e operadores de saúde sendo encurralados, com a crise batendo na porta.

Dados fornecidos pelos planos de saúde mostram diferenças nos valores cobrados pelo mesmo material -- preços de stents cardiológicos, com droga de R$ 4 mil a R$ 22 mil; marca-passo CDI variando entre R$ 29 mil a R$ 90 mil, sendo cinco vezes mais caro do que na Alemanha, por exemplo. Segundo o Ministério da Saúde, o custo dos itens médicos -- ao agregar taxas de importação, tributos, atravessadores, revendedores, "comissões" a médicos e a hospitais -- é encarecido em até nove vezes, em relação aos preços originais de fábrica.

Para reverter o quadro, uma agenda positiva deveria incluir, entre outras medidas, implantar novo modelo assistencial na saúde suplementar, com marco regulatório próprio; estabelecer políticas para importação e distribuição, facilitando a concorrência; criar políticas regulatórias em diversas instâncias de governo focadas nas OPME e medicamentos de alto custo, com padronização de nomenclaturas, protocolos e normas de uso; definir um órgão responsável pela precificação das OPME; indicar critérios de aferição da qualidade dos produtos utilizados; manter negociações conjuntas por meio de centrais de compras para ter informações sobre boas práticas, sem prejuízo da autonomia médica; e, por fim, ações de inteligência coordenada para combate às máfias instaladas.

O que está em xeque, de fato, é a saúde dos consumidores, que estão se submetendo a intervenções cirúrgicas para implantes, em alguns casos, sem a real necessidade médica. Não basta abrir a caixa-preta das OPME, é preciso tomar medidas concretas para resolver esses verdadeiros casos de polícia.

Solange Beatriz Palheiro Mendes é presidente da FenaSaúde e vice-presidente da CNseg


saiba mais »

05/01/2017 - Auri Bertelli fala sobre desafios para os Corretores

O ano está começando e o presidente do Auri Bertelli, SINCOR-SC, diz que ele está…

Entre os desafios listados por ele está a internet que está cheia de ofertas. Outro tem que merece atenção do corretor é o combate às associações. ?Elas oferecem produtos que piratas atuamos no dia a dia?. Ele diz que o sindicato tem atuado para que as associações multadas e fechadas. ?Elas estão incomodando muito principalmente no interior do estado?, disse.

Para ele, o corretor está preocupado em vender seguro de auto quando deveria vender outros ramos . ?A especialização é importante ; conhecer outros ramos e aproveitar na venda?, disse.

Bertelli aposta na participação dos corretores no sindicato para juntos buscarem soluções para os problemas que afligem a categoria.


saiba mais »

05/01/2017 - Contribuições a planos abertos de caráter previdenciário crescem 26,06% em novembro e acumulam R$ 11,26 bilhões

A captação líquida apresentou saldo positivo de R$ 6,52 bilhões no mês, valor 35,85% maior…

Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) acumularam R$ 11,26 bilhões no mês de novembro, apresentando uma evolução de 26,06% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando somaram R$ 8,93 bilhões. A captação líquida (diferença entre o valor dos aportes e dos resgates) apresentou um saldo positivo de R$ 6,52 bilhões, representando crescimento de 35,85% em comparação àquela de R$ 4,80 bilhões registrada no décimo primeiro mês do ano anterior, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De acordo com dados do balanço da FenaPrevi, em novembro o sistema contabilizou 81.552 pessoas, incluindo menores, recebendo benefícios sob a forma de rendas programadas ou de pagamento único. No período, foram contabilizadas 12.927.359 pessoas com planos contratados. Desse total, 9.768.081 são pessoas com planos individuais e 3.159.278 pessoas com planos empresariais.

Resultado por tipo de plano (Individual, Empresarial)

Os planos individuais foram os que mais receberam aportes de recursos no período. No total, foram investidos R$ 9,84 bilhões. Desse total, R$ 170,88 milhões foram destinados a planos para menores. Já os recursos de contribuições destinadas a planos empresariais somaram R$ 1,43 bilhão.

Resultado por modalidade de plano (VGBL, PGBL e Plano Tradicional)

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu aportes de R$ 10,45 bilhões no período. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou contribuições de R$ 742,75 milhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram contribuições de R$ 69,37 milhões.

Resultado acumulado (Janeiro a Novembro)

Nos primeiros onze meses do ano, os aportes acumularam R$ 98,17 bilhões, apresentando uma evolução de 19,14% frente ao mesmo período do ano passado, quando somaram R$ 82,40 bilhões. A captação líquida apresentou um saldo positivo de R$ 49,46 bilhões, representando crescimento de 22,94%, em comparação aos R$ 40,23 bilhões registrados de janeiro a novembro de 2015.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no período. No total, foram aportados R$ 85,69 bilhões. Do volume de aportes a planos individuais, R$ 1,75 bilhão foi destinado a planos para menores. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, totalizaram R$ 12,49 bilhões em contribuições de janeiro a novembro de 2016. Na análise por modalidade de plano, o VGBL recebeu aportes de R$ 90,33 bilhões no período. O PGBL registrou contribuições de R$ 7,08 bilhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 764,01 milhões.

O Tratamento Fiscal

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.


saiba mais »

05/01/2017 - Contas Do Começo Do Ano Precisam De Planejamento Adequado

IPVA, rematrícula dos filhos no colégio, material escolar e outros pagamentos podem se tornar os…

Assim que o ano começa, as contas chegam junto. O IPVA do carro, a escola das crianças, o material escolar e uma série de outros pagamentos que vão levando todo o dinheiro embora. É preciso um planejamento adequado para não se atolar em dívidas.

Para o especialista em comportamento humano e presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, o problema da maioria das pessoas é não se preparar da forma certa. ?Todo mundo sabe que as cobranças vão chegar, mas são poucos os que realmente se planejam para lidar com elas?, diz.

Para isso, França acredita em uma dica simples para ajudar quem se perdeu: o foco. ?O segredo para garantir que o dinheiro que entra seja maior do que o que sai é aprender se planejar, ter foco e metas. Não que você precise planejar tudo aquilo que você ganha e aquilo que gasta, mas vale a pena escrever em um papel o que você quer conquistar e quanto você precisa para isso. Depois, coloque na ponta do lápis todas as contas que você precisa honrar e o que vai sobrar de dinheiro todo mês?, explica.

Sulivan garante que com essa organização ainda é possível encontrar gastos desnecessários e cortá-los sem dó. ?Quando você analisa friamente suas contas e tem em mente um objetivo específico, você acaba encontrando gastos extras que pode tirar da sua vida sem problema algum. Com isso, sobra mais para bancar as contas do início, do meio e do fim do ano, além de garantir uma bela poupança para realizar todos os seus sonhos?, finaliza.

 


saiba mais »

05/01/2017 - A discriminação na corretagem de seguros

Armando Luis Francisco
Imagine uma seguradora ofertar, para alguns corretores, certos produtos e serviços. Em contrapartida, outros corretores,…

Neste parágrafo eu quero salientar que praticamente todas as seguradoras NÃO discriminam o corretor de seguros e seguem um tratado de respeito e ética em relação ao profissional da corretagem. Para estas o meu sincero agradecimento como corretor de seguros.

Diante do exemplo do primeiro parágrafo, deveríamos nos perguntar:

  1. A) É possível que um corretor se considere discriminado quando não pode oferecer os mesmos produtos que seus colegas oferecem?
  2. B) Se considerarmos desprestígio profissional, que atitudes tomar?
  3. C) A discriminação não é algo que deve ser combatida em todo tempo?
  4. D) Se isto acontece, não é grave a situação?
  5. E) Etc...

Lembro-me quanto, em décadas passadas, os corretores trabalharam sem ganhar comissão pela venda que incluísse o custo de apólice. Hoje eles ganham a comissão sobre esse custo inserido numa rubrica antes do Prêmio Líquido. Foi uma ação dos corretores individuais, Fenacor e Susep.

Se nossa profissão precisa crescer em Obrigações, também precisa alavancar em Direitos! A opção pelo legal sempre deverá ser nossa característica. E, se em alguns momentos precisar fazer ajustes, que mal há nisto?

 

Armando Luis Francisco         


saiba mais »

05/01/2017 - Infográfico: Como investir em títulos privados de renda fixa

Infográfico: Como investir em títulos privados de renda fixa


saiba mais »

05/01/2017 - Férias de janeiro: o que você precisa saber antes de colocar as rodas na estrada

Chegou o mês de janeiro e com ele as férias da criançada. Hora de arrumar…

Revisão

Checar as condições de itens como pneus, rodas, triângulo, macaco, chave de roda, suspensão, rodas, nível do óleo e fluídos, sistema elétrico e sistema de limpeza dos vidros é fundamental. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.

Bagagem

Respeite os limites do seu carro. Excesso de carga e objetos soltos dentro do veículo representam grandes riscos a você e toda sua família

Cinto

Usar cinto de segurança reduz o risco de uma fatalidade entre os passageiros dos bancos dianteiros em 40-50%. Segundo pesquisas, hoje em dia um acidente quase nunca é fatal dentro dos limites de velocidade indicados nas cidades, se ocupantes do carro estão usando o cinto de segurança. O uso do cinto no banco traseiro, além de ser obrigatório por lei e prever multa perda de pontos na carteira para quem não cumprir a determinação, evita 80% das mortes de passageiros no banco da frente (dados da Universidade de Tóquio).

Fora do país

Cruzar as fronteiras do Brasil a bordo do seu próprio veículo pode ser uma aventura inesquecível, mas exige atenção especial com a documentação e a mecânica. Confira a lista de exigências do seu destino com antecedência.

Sono

Não dirija com sonolência e a fadiga. Pesquisas já mostraram que quem conduz um carro nessas condições corre quase tanto risco como quem dirige alcoolizado

Atenção ao volante!

Pesquisa recente da Allianz mostrou que um em cada dez acidentes nas vias públicas está relacionada com a distração. Ou seja, nada de checar a aparência no espelho, atender chamadas, ler mensagem de texto, maquiar-se, entre outros.

Na cidade

Observe os limites de velocidade e reduza quando sair ou entrar em uma autoestrada ou via secundária, sempre sinalize sua pretensão.

Curvas
Nas curvas, a força gravitacional exige energia e atenção extra. Use as duas mãos para orientar, evitar manobras bruscas e mantenha um ritmo constante ao invés de alternar constantemente entre aceleração e frenagem.

Segurança

Preste atenção ao seu redor e sempre mantenha os vidros fechados e portas travadas.

Deixe bolsas e pastas no porta-malas ou no chão do carro.

Quando avistar um semáforo vermelho, reduza a velocidade. Se for obrigada a parar atrás de outro carro, prefira a pista do meio.

Retire adesivos que façam referência ao seu estilo de vida (faculdade, profissão, local de trabalho).

Acostamento só em último caso: se um pneu esvaziar sem motivo aparente, procure o posto mais próximo.

Cuidado extra com o horário: à noite, evite andar sozinho e nem fique de bate-papo com o carro parado.

Sobre a Allianz Seguros

No País há mais de 110 anos, a Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de suas 61 filiais.

A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa, com presença em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).


saiba mais »

05/01/2017 - Catástrofes geraram perdas globais de US$ 175 bi em 2016

Catástrofes geraram perdas globais de US$ 175 bi em 2016

Relatório Munich Reinsurance lista principais eventos e valores pagos pelo mercado segurador

Relatório da Munich Reinsurance informa que os prejuízos provocados por terremotos, tempestades e outras catástrofes naturais alcançaram US$ 175 bilhões no ano passado. Trata-se do maior montante desde os desde US$ 180 bilhões em perdas sofridos em 2012. Apesar da soma bilionária em perdas, apenas US$ 50 bilhões foram absorvidos pela indústria mundial de seguros. "Após três anos de perdas de nat cat relativamente baixas, os números para 2016 estão de volta no meio do intervalo, onde se espera que sejam", Torsten Jeworrek, membro da diretoria de Munich Re em Munique, em comunicado divulgado nesta quinta-feira.

Segundo o estudo, a Ásia foi a região mais afetada pelas catástrofes naturais, porque ocorreram terremotos em abril, no sul da ilha japonesa de Kyushu, provocando danos de US$ 31 bilhões, dos quais menos de 20% segurados, e inundações na China, em junho e julho, cujos prejuízos somaram US$ 20 bilhões- apenas cerca de 2% das perdas estavam seguradas, de acordo com o relatório de Munich Re.

Segundo o estudo, a América do Norte registrou mais eventos de perda em 2016 do que em qualquer outro ano desde 1980. Ou seja, 160 eventos registrados, representando US$ 55 bilhões, ou 33% de perdas globais de catástrofes naturais. De acordo com o relatório, aproximadamente 54% das perdas na América do Norte de 2016 estavam seguradas em comparação com uma média de longo prazo de 44%. Destaque para o furacão Matthew, sinistro avaliado US$ 10,2 bilhões em danos, com cerca de 37% dessas perdas seguradas e 601 mortes, de acordo com o relatório.

Matthew teve o maior impacto no Haiti, que ainda estava lutando para se recuperar do terremoto de 2010, já que resultou em cerca de 550 mortes no país e cerca de US$ 1,4 bilhão em danos, de acordo com a resseguradora. A tempestade também causou sérios danos na costa leste dos EUA.

À relação de perdas, acrescentem-se os incêndios florestais na cidade canadense de Fort McMurray, Alberta, e grandes inundações no sul dos Estados Unidos naquele continente. O incêndio de Alberta gerou perdas de cerca de US$ 4 bilhões, dos quais 72% estavam segurados, enquanto inundações na Louisiana e em outros estados provocaram perdas de US$ 10 bilhões, 25% dos quais estavam segurados, informa o relatório. "Um olhar sobre as catástrofes relacionadas com o clima de 2016 mostra os efeitos potenciais da mudança climática não controlada", disse Peter Hoeppe, diretor do Centro Geocratas de Riscos / Centro Corporativo de Munique, em Munique, em comunicado. "É claro que os eventos individuais não podem ser atribuídos diretamente às mudanças climáticas. Mas agora há muitos indícios de que certos eventos - como sistemas meteorológicos persistentes ou tempestades que trazem chuva torrencial e granizo - são mais prováveis ??de ocorrer em certas regiões como resultadas das mudanças climáticas".


saiba mais »

08/01/2017 - Diretor do CVG-RJ lança livro sobre subscrição de riscos

Sergio Ricardo de Magalhães Souza
Publicação foi editada pela Escola Nacional de Seguros e faz parte de série didática

No próximo dia 26 de janeiro, quinta-feira, o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) realiza, em sua sede, uma noite de autógrafos com o seu diretor de seguros, Sergio Ricardo de Magalhães Souza, que lança o livro ?Subscrição de Riscos e Precificação de Seguros?.

O encontro, que acontece a partir das 18h, apresentará aos associados e demais profissionais do mercado segurador a publicação, editada pela Escola Nacional de Seguros. A edição é a terceira da série Textos Didáticos e discute as diversas etapas da subscrição e da precificação do seguro, além de sua influência no crescimento das companhias que o operam e no relacionamento com o segurado.

?Esse tema é o coração da atividade de seguros. Costumo dizer que uma seguradora pode terceirizar tudo, menos a sua área de subscrição de riscos, porque é exatamente ali que toda a estratégia encontra a prática. As atividades desse processo são complexas e exigem capacitação de alto nível?, afirma Sergio. De acordo com ele, o assunto é pouco referenciado no Brasil.

?O desafio junto à Escola foi produzir, com esta série, literatura nacional de boa qualidade acerca do mercado de seguros, o que, até então, não existia?, conta o autor. Além do livro, ele já escreveu manuais técnicos, apostilas, artigos para revistas comerciais e revistas acadêmicas, além de ter artigos técnicos publicados no Brasil e em vários lugares do mundo. ?Planejo escrever ainda sobre Gerenciamento de Riscos, Marketing e Comercialização de Seguros e Gestão de Pessoas e Equipes?, diz.

Além de fazer parte da diretoria do CVG-RJ, Sergio tem mais de 20 anos de experiência em gerenciamento de riscos, marketing e vendas, é colunista da Revista Venda Mais e do Portal CQCS. Atuou também como coordenador e professor dos programas de Pós-Graduação da Escola Nacional de Seguros, UFF, FGV, IBMEC, PUC, UCP,? entre outras instituições de ensino. ? Foi superintendente técnico e comercial na SulAmérica Seguros e Gerente de Riscos na Nacional Seguros/Unibanco. Teve ainda experiências anteriores como Gerente de Projetos em engenharia e empresas de petróleo.?

Os interessados em participar do evento devem confirmar presença por meio do telefone (21) 22030393 ou pelo e-mail cvgrj [AT] cvgrj [DOT] com [DOT] br, reservando seu exemplar.

Serviço |

Evento: Noite de autógrafos do livro ?Subscrição de Riscos e Precificação de Seguros?

Data: 26 de janeiro de 2017

Horário: 18h

Local: Rua da Quitanda, 159, 12º andar, Centro

Sobre o CVG-RJ |

O Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro surgiu há 50 anos com o objetivo de estimular o crescimento dos Seguros de Pessoas no Brasil. Hoje, o Clube reúne 26 empresas beneméritas (são empresas do mercado, que colaboram para que o CVG-RJ desenvolva as suas atividades), entre seguradoras, corretoras, consultorias e assessorias de seguro. Ao todo, são mais de 700 associados, que participam de suas atividades. Nos cursos de capacitação profissional, foram treinados milhares de alunos, que hoje ocupam postos importantes nas empresas do mercado. A diretoria 2015/2017 é composta por Marcello Hollanda, presidente; Carlos Ivo Gonçalves, vice presidente; Isaque Farizel, diretor social; Sergio Ricardo de Souza, diretor de seguros; e Wellington Costa, diretor tesoureiro.


saiba mais »

08/01/2017 - É hora de fazer um balanço das vendas em 2016 antes de definir as novas metas

Marcos Biaggio
Com o novo ano já em pleno andamento, as equipes de vendas começam a retornar…

A verdade é uma só: independente das variáveis externas, vendedores precisarão trabalhar focados em mais prospecções, mais orçamentos ou propostas e excelente relacionamento com os seus clientes habituais. Isso sem contar a necessidade de dominar habilidades como contorno de objeções, técnica de fechamento de venda e pós-venda para assegurar excelente relacionamento com os clientes e apurar novas necessidades.

Como ponto de partida para o plano de vendas, o melhor caminho é fazer um balanço no desempenho do ano anterior. Comece analisando os seguintes dados:

  • Quantos clientes foram atendidos em 2016?
  • Qual foi a frequência média de negócios por cliente no ano?
  • Qual o valor médio por venda (ticket médio)?
  • Qual foi a taxa de conversão dos orçamentos ou propostas geradas?
  • Quantos prospects foram trabalhados e quantos tiveram a primeira experiência de compra?

De posse das informações acima, que devem ser analisadas de forma global e por vendedor, o próximo passo é definir metas de incremento para as mesmas variáveis, o que conduzirá ao montante de vendas necessário. Se ao longo de 2017 houver crescimento nesses cinco itens, o volume de vendas também será superior.

Depois do balanço do ano anterior e uma vez estabelecidas as novas metas, o vendedor deve repensar a sua postura como profissional de vendas ou solucionador de problemas. Afinal, o mais provável é que as dificuldades mercadológicas de 2016 se repitam ou até mesmo se agravem. Portanto, um passo fundamental é modernizar-se quanto à forma de trabalho e posicionamento perante os clientes atuais.

Vendas hoje

O vendedor moderno, não importa qual o segmento do negócio, é um solucionador de problemas, é quem ajuda um prospecto a encontrar o que ele necessita. Daí o conceito de vender ? ajudar profissionalmente um prospecto qualificado a tomar uma boa decisão de compra para ele. O vendedor ganha o direito de ajudar esse prospecto depois de conquistar a sua confiança; descobrir a necessidade e demonstrar como ajudá-lo através do seu produto ou serviço; criar senso de urgência expondo o que pode perder ou deixar de ganhar se não fechar a compra do produto ou serviço.

Quatro características básicas acompanham o vendedor moderno bem sucedido e lhe conferem o status de consultor de negócios:

  • Conhecimento da indústria em que atua, de finanças e dos recursos tecnológicos mais avançados no seu segmento;
  • Informação sobre a sua empresa, produtos/serviços, prospects/clientes, andamento do mercado, competências, atualidade, tendências em seu negócio;
  • Método para se organizar, planejar, executar e atingir resultados; capacidade de testar e medir cada esforço de aquisição de clientes;
  • Habilidade para escutar, analizar, projetar e negociar. Nesse campo, cabe compreender que as 3 principais ferramentas da comunicação se dividem da seguinte forma: 7% são palavras; 38% são voz, tom e ritmo; 55% são linguagem corporal.

Uma vez que é de conhecimento que o fator emocional terá 80% de peso na decisão de compra do cliente, não cabe mais ao vendedor dominar apenas as características do produto ou serviço. Ele precisa conhecer também, de forma clara, as vantagens e os benefícios para então impactar tremendamente o seu prospecto. É como um automóvel com direção hidráulica (características), mais suave para manobrar e estacionar sem fazer esforço (vantagem), que permite ao motorista chegar menos cansado e mais rápido (benefício).

Identificando a necessidade do cliente

Necessidade é o problema ou a dificuldade do cliente, a grande oportunidade para o vendedor. A necessidade pode ser latente, um problema que não é evidente para o cliente e que deve ser identificado pelo consultor para então explorá-lo; ou pode ainda transformar-se em uma cadeia de necessidades, a forma como se encadeiam as diferentes necessidades identificadas e como uma afeta a outra.

Uma vez identificadas as necessidades e pontuadas de forma clara junto ao prospecto ou cliente, o vendedor parte para uma seqüência de questionamentos onde a cada resposta uma nova pergunta vai mais fundo na necessidade ou na ?dor? do cliente. No momento em que o interlocutor não manifestar a resposta, já afetado pela clareza dos fatos que cercam a sua necessidade, e, ao contrário, passar a perguntar, tem-se então o sinal que o vendedor precisava para concluir a venda. A ausência de respostas e o início dos questionamentos por parte do cliente é a prova de que a emoção atingiu o limite máximo para a sua decisão de comprar. É nessa etapa que o vendedor assume a venda, descreve o seu compromisso de entrega e se prepara para contornar as objeções quanto ao preço e forma de pagamento.

Em resumo, ser vendedor de sucesso hoje é saber usar as ferramentas de marketing para gerar prospectos; conquistar a confiança, identificar necessidade, propor soluções (ajuda) e criar senso de urgência. É necessário ter conhecimento do segmento onde atua, informações, sistematização/método e habilidades para relacionar-se e comunicar-se.  Estar frente a frente com o cliente é a oportunidade para o ?gol?, é o momento de identificar a necessidade, a ?dor?, avaliar a sua intensidade e as suas implicações, questionar e questionar, cada vez mais profundo, até o momento em que os papéis se invertem e o prospecto é quem pergunta. O vendedor, então, assume a venda; a emoção atingiu o ápice no processo de decisão de compra.

O passo seguinte é assegurar a entrega, fazer mais e melhor pelo cliente, convencê-lo a repetir a compra ou a comprar outros produtos; alimentar o relacionamento e manter comunicação permanente. Repetindo esse processo de forma constante e efetiva, indo de simples vendedor a consultor, só resta comemorar os resultados e transferir as técnicas de sucesso para as equipes de vendedores.

===================================================

O autor é coach empresarial e consultor de vendas.

Solicite informações sobre o programa de formação de equipe de vendedores de alto desempenho para mais clientes, mais vendas e maiores lucros.

Ligue 11 97594-0660 ou acesse www.mbmastercoach.com


saiba mais »

08/01/2017 - Contadora combate a crise investindo em franquia contábil em Fortaleza

Denise Farias
O desejo de dar um salto em sua carreira de quase 10 anos crescia no…

Diante deste cenário, ela só via duas opções: enfrentar uma longa espera até poder ocupar o cargo de gerência na empresa onde trabalhava ou procurar emprego em outro lugar, mas com salário menor.

A outra solução, mais complicada numa primeira análise, seria abrir o seu próprio negócio. Mas por onde começar sem poder fazer grandes investimentos? Como fazer para conquistar os primeiros clientes? Quais estratégias adotar para a gestão do negócio? Em quais sistemas investir para fazer a contabilidade dos seus clientes?

As respostas vieram quando, ao pesquisar na internet, ela encontrou um modelo de franquia contábil que lhe auxiliaria em todos estes processos a um custo de R$ 9,9 mil como taxa de franchising para atuar em home office.

Assim, pôde viabilizar o sonho do negócio próprio e lançar a NTW Cocó, situada em bairro homônimo na capital cearense. As vantagens de iniciar a sua atuação empresarial neste modelo, na sua avaliação, é poder contar com o respaldo da franqueadora tanto na capacitação para empreender no ramo contábil como para oferecer sistemas de gestão que vêm se mostrando bem-sucedidos nas 45 unidades da rede, hoje presente em 16 Estados.

?Minha experiência sempre foi em empresa grande. Por isso, ficava muito na dúvida em investir no meu próprio negócio. A franquia ajuda neste sentido, pois se cria um vínculo maior com a franqueadora e os demais franqueados e vamos adquirindo o know-how do empreendedorismo na prática, em conjunto com os conhecimentos técnicos que já temos. Me senti bem mais confiante do que começar sozinha essa jornada?, afirma Denise.

O objetivo agora é trabalhar para o crescimento da empresa a ponto de conseguir ter a sua própria unidade física da franquia. ?Quero ficar totalmente segura e ter clientes fixos, fidelizados, para a partir daí expandir o negócio?, projeta.

Crescimento das microfranquias

O segmento de microfranquias tem experimentado recordes de crescimento, mesmo em meio à crise. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2015 as microfranquias movimentaram cerca de R$ 8 bilhões, o que representa 6% da receita total do franchising.

Neste sentido, cresce também a procura pelas unidades home office, que atualmente representam cerca de 4% do total de franquias no Brasil.

?Com o crescimento do desemprego, a busca pela franquia acaba sendo um caminho natural, à medida que oferece um modelo de negócio já estruturado para o empreendedor. E no caso da contabilidade não é diferente?, afirma Ricardo Aguiar, diretor executivo da NTW.


saiba mais »

08/01/2017 - Outsourcing - A Chance De Transformação Estratégica Da Sua Empresa

Outsourcing - A Chance De Transformação Estratégica Da Sua Empresa
A contratação de uma empresa especializada em Outsourcing permite que o contratante possa focar em…

De origem americana, a expressão Outsourcing, se traduzida ao português, remete-nos ao binômio out = fora e source/sourcing = fonte e está ligada ao processo de terceirização. Isto é, utilizar de maneira estratégica fontes externas de mão de obra de uma determinada empresa. A prática na obtenção de mão de obra externa também pode ? e deve ? ser entendida como o início de uma parceria de negócios, na qual uma organização contrata outra com o objetivo de ser auxiliada em seus processos, criando, assim, uma ligação operacional no decorrer de seu processo produtivo.

Hoje, tal método passa por uma fase de propagação, visto que muitas empresas optam por contratar outras companhias que já possuem o know how em áreas específicas, ao invés de contratar um profissional ou, até mesmo, montar um departamento interno correndo o risco de perder o funcionário e consequentemente gerar um gap no fluxo de trabalho.

Há diversos tipos de Outsourcing, dentre eles há o Contábil que atua em áreas estratégicas da empresa, como, por exemplo, contabilidade, fiscal, auditoria, finanças, entre outras, possibilitando a atenção para tomada de decisões pela administração. Se bem executado, o outsourcing proporciona um serviço de alta performance, além de contribuir para a eficiência administrativa e financeira da empresa.

É imprescindível escolher uma empresa comprometida e que possua uma grande experiência na área, uma vez que a legislação brasileira sofre com mudanças frequentes, a fim de permitir que o contratante não se preocupe com (i) as informações contábeis (ii) os tramites trabalhistas, (iii) as entregas fiscais, (iv) os lançamentos das contas a pagar e controle das contas a receber, dentre outras diversas atividades. De acordo com o Sócio Anderson Mesquita da empresa Bexcell, especialista em Outsourcing: ?O atual momento do País exige uma releitura das operações internas das empresas, a fim de que os esforços da administração possam ser direcionados para o que realmente importa em termos de negócio e, para isso, os relatórios e informações entregues pelas empresas especialistas neste segmento são de suma importância para uma análise correta dos números.?

Através de dados precisos, a diretoria da empresa decide com mais facilidade e segurança à realização de investimentos, bem como a busca de novas oportunidades de negócios e, principalmente, à tomada de decisões. No que diz respeito à tomada de decisão, pode-se subdividir em auxílio no planejamento, na medição e avaliação de performance, assim como na fixação de preços de venda e na análise de ações alternativas. O outsourcing vai além da simples terceirização e deve ser visto como uma chance de mudança estratégica para a organização se focar em seu core business.

O Brasil ocupa o décimo lugar no ranking de países mais complexos em se fazer negócios, de acordo com a consultoria TMF Group, por diversos fatores como inflação, legislação fiscal e instabilidade política. Diante desse cenário, a empresa que não possui uma gestão eficiente perde seu lugar no mercado. Segundo Lucas Correa Sócio da Bexcell: ?A contratação de empresas especializadas em Outsourcing, desde que qualificadas, pode gerar, em curto prazo, um grande benefício. Isto porque, atuando como um verdadeiro braço da empresa e, ainda, por possuírem o know-how necessário, tais empresas conseguem realizar uma interface positiva, diminuindo os custos e alavancando a empresa por meio das informações obtidas por uma equipe interdisciplinar?.

Sobre a Bexcell

Fundada em 2011 por profissionais com larga experiência nas maiores empresas do mundo, a Bexcell possui o objetivo de sempre exceder às expectativas dos clientes. Para isso, conta com uma equipe fielmente comprometida nesta busca pela excelência. Com atuação nas áreas de Auditoria, Impostos, Consultoria e Outsourcing, a Bexcell hoje possui mais de 250 clientes espalhados pelo Brasil e exterior, nos setores de bens de consumo, comércio, construção, serviços e indústria. Com um crescimento exponencial ao longo dos últimos cinco anos, a Bexcell conta com mais de 300 profissionais nas unidades de São Paulo, Alphaville, Rio de Janeiro e Manaus. Maiores informações: www.bexcell.com.br


saiba mais »

08/01/2017 - Estratégias De Marketing Aumentam Faturamento Das Empresas, Comenta Especialista

Estratégias De Marketing Aumentam Faturamento Das Empresas, Comenta Especialista
Rodrigo Nunes, que é especialista em Marketing Digital e de Relacionamento, acredita nesses setores para…

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, aponta que mais da metade dos domicílios brasileiros passou a ter acesso à internet em 2014. São mais de 95 milhões de usuários de internet no Brasil. O IBGE indicou ainda que, em 2014, a quantidade de internautas chegou a 54,4% das pessoas com mais de 10 anos de idade.

Atualmente, pesquisas afirmam que a internet é a fonte mais precisa para obter informações de compra. Através de um marketing digital, os empreendedores conseguem manter controle total sobre as campanhas que sua empresa realiza na internet. As ferramentas desse serviço podem ser utilizadas para verificar a quantidade de pessoas que visualizam o site de sua empresa, bem como idade, perfil social e área geográfica do internauta visitante. E mais! Existem formas de avaliar o retorno financeiro das estratégias de marketing de sua empresa.

O momento de dificuldade financeira no Brasil pode se tornar uma época ideal para pequenos empreendedores transformarem seu negócio em um sucesso marcante. É um período de aprimorar mais os projetos e realizações de trabalho para a época de estabilidade financeira. E esse resultado pode ser alcançado através do marketing digital em parceria com o marketing de relacionamento. Este último é uma estratégia que envolve construção e disseminação de marca, fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado. Nesse contexto, o empreendedor pode iniciar um trabalho através de site e redes sociais e, depois, alcançar fidelização de clientes através de um contato pessoal.

O especialista em Marketing Digital e de Relacionamento Rodrigo Nunes assegura que o contato pessoal contribui para alcançar mais clientes que sejam fiéis à marca e, por fim, que geram faturamento aos empreendedores. ?Eu acredito que o marketing de relacionamento é um excelente modelo de se fazer negócios hoje em dia. É muito fácil entrar nesse ramo e ser, de fato, um empreendedor?, diz Nunes. ?Muitas empresas que investiram nesse tipo de marketing lideram, inclusive, na Bolsa de Valores. São companhias enormes?, acrescenta o especialista.

Para ingressar com bons resultados nos trabalhos de marketing digital e de relacionamento, Nunes também alerta os empreendedores quanto ao conhecimento que precisam ter do trabalho que realizam, pois ele frisa que um vendedor vende melhor o produto ou serviço que ele tem conhecimento. ?Lembre-se de perguntar o real motivo da venda do negócio que estiver oferecendo, para saber se será capaz de gerar dinheiro?, aconselha.

Nunes está com uma página nova na internet, onde aborda assuntos relacionados a marketing digital e de relacionamento. Para conhecer mais sobre o trabalho que o especialista realiza, acesse www.rodrigonunes.blog.br e fique por dentro das novidades.


saiba mais »

08/01/2017 - Home Based: Negócios Em Casa Avançam No Brasil

Home Based: Negócios Em Casa Avançam No Brasil
Com baixo investimento e sem a necessidade de ponto comercial, modalidade é opção para quem…

A crise econômica tem levado muitos brasileiros a empreender. É neste cenário que o segmento de franchising se destaca como opção para quem está desempregado e deseja ter uma fonte de renda. Com modelos já testados, o setor é um dos que mais cresce no país e a expectativa é que feche o ano em alta de até 8%, em relação a 2015, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Entre as alternativas deste mercado, os negócios home based ganham cada vez mais espaço. Sem a exigência de um ponto comercial, a modalidade caiu no gosto dos novos empreendedores. ?A demanda segue em crescimento, ano após ano, e, mesmo com o desaquecimento da economia, ainda é uma das melhores opções de investimento disponíveis no Brasil?, acredita o fundador e CEO da Flyworld Viagens, Paulo Atencia.

Ainda de acordo com o executivo da primeira rede de microfranquia de turismo do país, o segmento contribui para a realização do sonho do próprio negócio. ?Além de democratizar o acesso ao empreendedorismo, o modelo é utilizado tanto como a principal fonte de renda, quanto como um recurso extra de ganhos no fim do mês?, observa.

Para transformar o sonho em realidade e ter sucesso na administração de uma franquia home based, é necessário ter disciplina. Comandado de casa por apenas uma pessoa ou por um pequeno grupo de amigos ou familiares, esse tipo de negócio não funciona exatamente no horário comercial e os ganhos variam conforme a demanda de trabalho e a dedicação do dono. Já o retorno do investimento é mais rápido e garantido.

Abaixo, Paulo Atencia destaca alguns motivos para se investir em uma microfranquia home based. Confira:

1) BAIXO INVESTIMENTO

Para abrir uma microfranquia home based, o investimento é baixo, a partir de R$ 14.800, no caso da Flyworld Viagens. Valor pequeno se comparado a outros empreendimentos que, no geral, cobram muito mais, mesmo não tendo todo o know how do negócio de uma rede franquiada com referência nacional.

2) POUCOS CUSTOS

O negócio é home based e permite ao empreendedor economizar com o aluguel do ponto comercial e a contratação de uma equipe. Além disso, não há custos com transporte e não se gasta tempo na locomoção do trabalho para casa.

3) RÁPIDO RETORNO

Em média, independente de crise econômica, o franqueado consegue retorno rápido do valor investido. No caso da Flyworld Viagens, a média é entre seis e 12 meses.

4) NETWORKING

Rede de contatos é essencial em qualquer negócio. Em turismo, não é diferente, aliás, fundamental para a consolidação do negócio. Amigos, parentes, conhecidos, indicados são o caminho do crescimento e das vendas constantes.

5) DEDICAÇÃO

Ao realizar o sonho de virar patrão, o franqueado precisa ter foco na administração do seu negócio. Para isso, dedicação e determinação são as chaves do sucesso.

Sobre a FLYWORLD BRASIL VIAGENS E FRANQUIAS:

Considerada a primeira microfranquia de turismo do Brasil, a Flyworld foi fundada em 1997, na cidade de Campinas, no interior paulista, por Paulo Atencia, com mais de 30 anos de experiência no ramo de turismo. Por meio do modelo home based, sem a necessita de um ponto comercial, a rede oferece oportunidades para o empreendedor que busca um negócio de baixo investimento e com rápido retorno. Atualmente, a Flyworld conta com 47 unidades em todo o território nacional.

Acesse a nossa lista de porta-vozes e baixe imagens em alta resolução na Sala de Imprensa da Dezoito. Veja em: http://www.dezoitocom.com.br/


saiba mais »

08/01/2017 - Medida Provisória institui Programa de Regularização Tributária

Foi publicada nesta quinta, dia 5 de janeiro de 2017, a Medida Provisória nº 766,…

A quitação dos débitos do âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil se dará mediante a opção por uma das seguintes modalidades:

I - pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada e liquidação do restante com a utilização de créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL ou com outros créditos próprios relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil;

II - pagamento em espécie de, no mínimo, 24% da dívida consolidada em 24 prestações mensais e sucessivas e liquidação do restante com a utilização de créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSLL ou com outros créditos próprios relativos aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil;

III - pagamento à vista e em espécie de 20% do valor da dívida consolidada e parcelamento do restante em até 96 prestações mensais e sucessivas;

IV - pagamento da dívida consolidada em até 120 prestações mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor da dívida consolidada:

  1. a) da primeira à décima segunda prestação - 0,5% (cinco décimos por cento);
  2. b) da décima terceira à vigésima quarta prestação - 0,6% (seis décimos por cento);
  3. c) da vigésima quinta à trigésima sexta prestação - 0,7% (sete décimos por cento);
  4. d) da trigésima sétima prestação em diante - percentual correspondente ao saldo remanescente, em até 84 prestações mensais e sucessivas.

Para os débitos do âmbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional as opções de quitação são:

I - pagamento à vista de 20% do valor da dívida consolidada e parcelamento do restante em até 96 parcelas mensais e sucessivas; ou

II - pagamento da dívida consolidada em até 120 parcelas mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor consolidado:

  1. a) da primeira à décima segunda prestação - 0,5% (cinco décimos por cento);
  2. b) da décima terceira à vigésima quarta prestação - 0,6% (seis décimos por cento);
  3. c) da vigésima quinta à trigésima sexta prestação - 0,7% (sete décimos por cento);
  4. d) da trigésima sétima prestação em diante - percentual correspondente ao saldo remanescente em até oitenta e quatro prestações mensais e sucessivas.

O parcelamento dos débitos perante a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, cujo valor consolidado seja inferior a R$ 15 milhões, não depende de apresentação de garantia. Para os débitos de valor superior a R$ 15 milhões será exigida a apresentação de carta de fiança ou seguro garantia judicial.

O valor mínimo de cada parcela do parcelamento será de R$ 200,00, no caso de pessoa física, e de R$ 1 mil, no caso de pessoa jurídica.

A adesão ao Programa de Regularização Tributária implica na confissão irrevogável e irretratável dos débitos em nome do sujeito passivo; no dever de pagar regularmente as parcelas do parcelamento; na vedação da inclusão dos débitos que compõe o Programa em qualquer outra forma de parcelamento futuro; e no cumprimento regular das obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.

O advogado e sócio-diretor da Zulmar Neves Advocacia, João Carlos Franzoi Basso, do Núcleo Tributário do escritório, fica à disposição para esclarecimentos sobre o tema pelo e-mail jbasso [AT] zna [DOT] adv [DOT] br e no fone (54) 3025.3022.

--------------

Sobre a ZNA ? Zulmar Neves Advocacia

Com escritórios em Porto Alegre e Caxias do Sul, a ZNA é reconhecida como um dos mais renomados escritórios de advocacia e consultoria na área empresarial do Rio Grande do Sul, atendendo empresas dos mais variados portes e segmentos de atividades em todo o Brasil, América do Sul, Estados Unidos e Europa, direta ou indiretamente, em parceria com outros escritórios de advocacia.

A vocação do escritório na advocacia empresarial tem origem na expertise de seu fundador, Zulmar Neves, que atuou por muitos anos nas maiores companhias internacionais de consultoria tributária e societária, identificando no mercado gaúcho a necessidade de um escritório que provesse soluções aos problemas legais nas áreas empresarial, contenciosa e tributária.

A ZNA atua nas áreas do Direito e Planejamento Tributário; Societário, com larga experiência em operações de joint venture, fusões e aquisições, reorganização e dissolução de sociedades; Civil e Comercial, com elaboração e revisão de contratos comerciais nacionais e internacionais. Atua, ainda, no Direito do Trabalho, Imobiliário, Família e Sucessões, sendo especializado em organização e reorganização de empresas familiares em todo o seu processo sucessório. Site: www.zna.adv.br


saiba mais »

08/01/2017 - Novo programa de Regularização Tributária deve dar fôlego para o mercado

Medida Provisória editada pelo governo federal institui um novo programa de Regularização Tributária

Lançada nesta semana pelo Governo Federal a Medida Provisória (MP nº 766) para regularização tributária de contribuintes em débito com o Fisco e que possibilita o parcelamento de débitos em até 120 meses, é considerada positiva por especialistas do Instituto de Estudos Tributários (IET).

Segundo o vice-presidente do IET e sócio da Lippert Advogados, Rafael Korff Wagner, a instituição do Programa de Regularização Tributária (PRT) pelo Governo "dá um fôlego para novos investimentos". Para ele, a medida evita o aumento do desemprego e fechamento de empresas, já que, antes da MP, muitos contribuintes em débito com o fisco enfrentavam uma situação de inviabilidade em suas operações.

Através do PRT, o governo federal permitirá que empresas com prejuízo fiscal ou outros créditos perante o Fisco, possam utilizar parte desta perda para quitação de seus débitos.

A utilização do prejuízo fiscal e de outros créditos para quitação de débitos, para Rafael Korff Wagner, mesmo que diminua a arrecadação da Receita Federal, é uma boa alternativa para a economia. "O governo precisa dessas medidas de estímulos para evitar quebradeira geral, os benefícios são muito maiores para o país todo", avalia Wagner.

 


saiba mais »

08/01/2017 - Coworking - um modelo de trabalho de futuro

Um novo modelo de trabalho que vem se destacando entre os profissionais brasileiros, principalmente nas…

Segundo Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork, empresa líder no segmento, essa opção se estabeleceu no mercado pela sua acessibilidade e praticidade. ?Hoje existem empresas como a nossa, que possibilitam essa estrutura de forma muito simples, assim, para um empreendedor ou empresa que precisa de um espaço diferenciado para trabalho, um coworking é o ideal?.

Como funciona

Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filiar.

São diversas as facilidades, tais como:

- Não precisa se preocupar com locação de imóvel e todas dificuldades relacionadas;
- Moveis e outros utensílios de escritórios já fazer parte do pacote dos principais coworkings;
- Se estabelece como uma alternativa ao isolamento do modelo home office, que se mostra por vezes improdutivo;
- Opções de encontrar localizações privilegiadas que proporcionam potencialização de novos negócios.

Outro ponto importante é que esses espaços não se limitam apenas para pequenos negócios. ?Hoje existe a possibilidade de empresas de qualquer porte locarem esses espaços e utilizarem os benefícios, para quem precisa de apenas uma estação existem espaços coletivos, mas para quem quer espaços maiores e personalizados, a partir de quatro unidade já podemos fornecer e não existindo limites. Já fizemos diversos projetos especiais para empresas de grande porte?, explica o diretor da Gowork.

Custos reduzidos

Boa parte dos gastos de uma empresa se encontra nos processos administrativos, são os custos com telefonia, luz, água, manutenção, limpeza, dentre outros que quando se coloca na ponta do lápis se mostram muito expressivos. Isso, sem contar, com o aluguel. Ao locar um espaço de coworking, existe a possibilidade de unificar todos esses gastos em um só, muito abaixo do que seria em outra situação.
?O grande diferencial é que a divisão só proporciona benefícios para quem se utiliza desse modelo de trabalho, pois os gastos chegam a ficar até 40% menores do que em uma locação individual de escritório, isso sem contar com o tempo que se ganha por não ter que se preocupar com essas questões que não fazer parte do escopo do negócio?, conta Fernando Bottura. Enfim, para empresas modernas que necessitam de espaços para crescer, um coworking é mais que uma opção, é um diferencial.


saiba mais »

08/01/2017 - Novo Refis vai permitir a regularização da situação fiscal e o acesso a fontes de crédito, analisa sócio da KPMG

O Governo Federal publicou no Diário Oficial a Medida Provisória 766, que instituiu o Programa…

Poderão ser incluídos no programa de débitos de natureza tributária ou não tributária, vencidos até 30 de novembro de 2016, de pessoas físicas e jurídicas, inclusive objeto de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos, em discussão administrativa ou judicial, ou ainda provenientes de lançamento de ofício.

Segundo o sócio de área tributária da KPMG, Wiliam Calegari de Sousa, ao o contrário dos programas de Refis anteriores que possibilitava a redução de multas e juros sobre os débitos vencidos, a versão atual permitirá a utilização de créditos tributários administrados pela Receita Federal, ou seja, muitas empresas possuem créditos tributários com o fisco que não podiam ser utilizados nas consolidações dos débitos nas versões anteriores do Refis.

?A combinação dos dois fatores, compensação de débitos com créditos de prejuízos fiscais e base negativa de CSLL no mesmo grupo econômico e a utização de créditos fiscais próprios administrados pela Receita, deve atrair muitas empresas com passivos tributários ou previdenciários na adesão ao novo programa. Além de possibilitar às empresas e às pessoas físicas a regularização fiscal e o acesso a fontes de crédito, o programa contribuirá para o incremento nos cofres do Governo Federal?, analisa.

Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 174.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (?KPMG International?), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.

No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia.

Twitter: http://www.twitter.com/@kpmgbrasil

Site: kpmg.com/BR

Linkedin: www.linkedin.com/company/kpmg-brasil

Facebook: facebook.com/KPMGBrasil


saiba mais »

08/01/2017 - Organização e disciplina são os principais desafios do planejamento financeiro, aponta especialista da IBE-FGV

O doutor em economia, Paulo Ferreira Barbosa, dá dicas para organizar e controlar os gastos…

Começar o ano com as contas em dia é a meta de muitas pessoas, porém o objetivo fica ainda mais difícil com tantos compromissos financeiros no mês de janeiro: IPTU, IPVA, material escolar, entre outros. ?Difícil, mas não impossível?, garante o professor da IBE-FGV, Paulo Ferreira Barbosa, doutor em economia.

Segundo o especialista, os principais desafios para obter êxito na tarefa são a organização e a disciplina, mas a persistência vale a pena. Com o planejamento financeiro, a pessoa consegue saber com antecedência as suas limitações de gastos, ao analisar o que vai receber e as contas que terá que pagar. ?Se tiver que assumir um financiamento, por exemplo, terá mais tempo para negociar e buscar juros menores. Desta forma, não terá que pagar juros do cartão de crédito ou cheque especial em uma emergência por não ter planejado?, destaca.

A regra vale também para quem tem dívidas, elas também entram no planejamento, uma vez que é importante ter controle sobre os juros. ?Se tiver dinheiro disponível, o ideal é quitar as dívidas. Devemos sempre imaginar que devemos receber juros e não pagar. Mas, se for o caso de pagar, que sejam os menores possíveis e por pouco tempo?, explica o professor da IBE-FGV.

Para quem está começando, o doutor em economia dá algumas dicas. A primeira delas é organizar em uma planilha todos os gastos, as despesas fixas e, principalmente, as variáveis, que acabam sendo as maiores, na maioria das vezes. ?Relacione tudo, o que foi gasto com diversão, bar, restaurante e até o cafezinho?, diz.

Para os que tem dificuldade para organizar, a segunda dica para controlar os gastos é pagar tudo com o cartão de crédito, por menor que seja o valor. Desta forma, quando chegar a fatura, será possível ter uma visão ampla e detalhada do destino do dinheiro. ?Com as informações em mãos, a pessoa pode repetir os dados no planejamento do mês seguinte ou, ainda, repensar alguns gastos?, comenta o professor.

Por fim, o especialista da IBE-FGV ressalta a importância da disciplina. ?Procure mudar os hábitos aos poucos. Por exemplo, se vai ao restaurante todos os finais de semana, comece a alternar. Pesquise preços, economize, visite mais parentes e amigos, compra e consuma em casa. Você vai sentir no bolso a economia com bebidas, sobremesas, taxa de serviço (10%). A economia vale a pena?, conclui.


saiba mais »

08/01/2017 - Luto no mercado de seguros: Diretor do Sincor-PR e esposa morrem em acidente de avião

Diretor do Sincor-PR e esposa morrem em acidente de avião Avião que levava José Torres…

A filha e o genro foram socorridos com ferimentos e encaminhados para um hospital na região.

As causas da queda da aeronave ainda são desconhecidas, mas testemunhas afirmaram que o avião bateu em um fio de alta tensão da rede elétrica. O avião estava a 200 metros do aeroporto da cidade.

A morte de Sobrinho chocou o mercado segurador. Emocionado, Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros, destacou a figura do dirigente: ?Pessoa sensata, leal, com serenidade nas ações, uma voz ativa no mercado de seguros. Homem que valorizava a família e lutava pela ética?, finalizou.

Gustavo Doria Filho, diretor-executivo do CQCS, diz que Sobrinho, ?era mais que um Corretor, era um amante do seguro?. Ele trabalhava pelo Corretor porque era um líder setorial, lembrou. ?Sobrinho faz parte do sindicato desde sempre e era um amigo do Corretor, um exemplo?, destacou.

O presidente do Sincor-PR, José Antonio, também falou sobre José Torres Sobrinho: ?um grande homem que deixa saudade e a lição do que deve ser um homem de bom senso, com postura ética. Ele sempre sabia nos ajudar a comandar as ações e atitudes tanto com a instituição como a relação com os amigos?, recordou.

O Sincor-PR está em luto e chora?, exaltou.


saiba mais »

08/01/2017 - Nota de falecimento ? José Torres Sobrinho

A Revista Cobertura comunica com pesar o falecimento do terceiro vice-presidente do Sincor-PR, José Torres…

O avião, pilotado por Torres, caiu em Tangará da Serra, no Mato Grosso, durante procedimento de pouso. Além de Torres e sua esposa, também estavam na aeronave sua filha, Gabriela, e seu genro, Fabio, que sobreviveram.

 


saiba mais »

08/01/2017 - Sallam Saleh é o novo Titular da Sucursal de Novo Hamburgo

Na tarde de quinta-feira (5) a Bradesco Seguros realizou a apresentação do novo Titular da…

De acordo Anderson Mundim Martins, Superintendente Executivo da Região Sul, Sallan ficará responsável pela sede da Sucursal em Novo Hamburgo e pelo atendimento de mais de 300 corretores dentro do Vale dos Sinos. ?Confio muito no trabalho dele. É uma pessoa totalmente preocupada com o atendimento e com retorno. Tenho certeza que ele vai se dá muito bem e fará um belíssimo trabalho?, comentou o Superintendente.

?É um desafio muito grande. Nosso maior interesse é manter o trabalho que já foi feito e conseguir crescimento dentro da Sucursal , agregando valores aos corretores. Sallam ainda acredita na importância de manter os Corretores como parceiros. ? Desejo tornar a Sucursal a casa do Corretor, e manter um bom relacionamento entre eles. Isso é importante para alavancar os negócios?.

Sallam assume o novo cargo confiante na região em que atuará. ?É uma região bastante promissora, um pouco diferente do que trabalhávamos em Pelotas. Aqui, trabalharemos com as relações, mantendo o foco no cliente e no Corretor?.


saiba mais »

08/01/2017 - Receita: regulamentação de MP ocorrerá em fevereiro

Jorge Rachid detalha regras de adesão ao Programa de Regularização Tributária

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, informou que a regulamentação do parcelamento especial de contribuintes (pessoas físicas ou jurídicas) sairá em 1º de fevereiro e, somente a partir daí, passará a contar o prazo de 120 dias para a adesão ao Programa de Regularização Tributária, criado por Medida Provisória (MP) publicada nesta quinta-feira, 5, no Diário Oficial da União.

A regulamentação, adiantou, detalhará as condições de exclusão do programa de contribuintes que aderirem ao parcelamento, mas deixarem de cumprir obrigações estabelecidas na MP, segundo reportagem da Agência Brasil. Pelo regulamento, o contribuinte que ficar inadimplente depois da adesão será excluído automaticamente da renegociação. A MP estabeleceu que será excluído do programa quem deixar de pagar três prestações consecutivas ou seis alternadas.

No caso das grandes empresas, que declaram imposto pelo lucro real, a possibilidade de usar prejuízos acumulados até 2015 para abater até 80% da dívida será excluída se houver atraso das parcelas e o valor total do débito será revisto.

Apesar de a regulamentação sair em fevereiro, o Congresso pode alterar a Medida Provisória. Sobre a possibilidade de os parlamentares incluírem descontos nas multas e nos juros, como ocorreu no Refis (parcelamentos especiais anteriores), Rachid disse esperar que os deputados e senadores mantenham o teor original do texto. ?Eventuais mudanças que o Congresso venha a fazer só terão validade se sancionadas . É precipitado imaginarmos o que o Congresso vai fazer ou deixar de fazer, mas vamos apresentar todos os argumentos para tal. Este programa não é um Refis. Não estamos fazendo redução de multa e de juros. Com isso, queremos respeitar o contribuinte que cumpre as obrigações tributárias. Não podemos oferecer um programa que afronta quem paga ao Fisco em dia?, declarou.


saiba mais »

08/01/2017 - Fenacor lamenta a morte de diretor do Sincor-PR

Fenacor lamenta a morte de diretor do Sincor-PR

A diretoria da Fenacor comunica, com pesar, o falecimento do diretor do Sincor-PR, José Torres Sobrinho, e de sua esposa, Solésia Stringari Torres, em acidente de avião, na tarde desta quinta-feira (05/01).

A aeronave que transportava a familia caiu em Tangará da Serra, no Mato Grosso. A filha do casal e o genro, Gabriela Stringari Torres e Fabio Brandalize, foram socorridos com ferimentos e encaminhados para um hospital na região.

As causas da queda da aeronave ainda são desconhecidas, mas testemunhas afirmaram que o avião bateu em um fio de alta da rede elétrica. O avião estava a 200 metros do aeroporto da cidade.

A morte de Sobrinho chocou o mercado. Emocionado, Robert Bittar, presidente da Escola Nacional de Seguros e vice-presidente da Fenacor, destacou a figura do dirigente: ?Pessoa sensata, leal, com serenidade nas ações, uma voz ativa no mercado de seguros. Homem que valorizava a família e lutava pela ética?, finalizou.

O presidente do Sincor-PR, José Antonio, também falou sobre José Torres Sobrinho: ?um grande homem que deixa saudade e a lição do que deve ser um homem de bom senso, com postura ética. Ele sempre sabia nos ajudar a comandar as ações e atitudes tanto com a instituição como a relação com os amigos?, recordou, acrescentando que "o Sincor-PR está em luto e chora?.

 


saiba mais »

08/01/2017 - Agenda De Cursos, Eventos, Serviços E Convênios

Informamos aos nossos leitores, que estamos disponibilizando em nosso site,www.sincor-es.com.br , nossa Agenda para o…

No que diz respeito aos Eventos festivos ou de congraçamento, informaremos os locais posteriormente tão logo estejam definidos, o que deverá estar acontecendo em Março/17, após reunião conjunta entre Diretoria do Sincor-ES e principais executivos das Seguradoras parceiras e Direção do CVG-ES.

Assim que forem os locais definidos, cujas escolhas tiveram origem em pesquisa, as informações serão prestadas na revista Sincor-ES e Sincor-On Line


saiba mais »

08/01/2017 - Órteses e próteses: hora de abrir essa caixa-preta

O ano de 2016 foi marcado por tragédias, crises e também escândalos nos mais diversos…

Levantamento realizado pelo Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS) mostra que, entre 2007 e 2012, os gastos de uma operadora de plano de autogestão com as OPME aumentaram 120,4%, enquanto a variação de custos médico-hospitalares foi de 88,1% e o IPCA, 31,9% -- ambas no mesmo intervalo de tempo. Em razão desse aumento desproporcional, a fatia dos custos referentes às OPME no total de despesas assistenciais cresceu de 30% para 38,6%. O peso desses itens nos gastos das operadoras de saúde vem crescendo 15% ao ano e decorre de alguns fatores: tecnologia avançada desses materiais; crescente utilização; patentes exclusivas de muitos produtos, o que gera monopólios; baixa concorrência entre fabricantes; e maior inclusão de uso desse tipo de material no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Os problemas, ainda, se acentuam devido à desregulamentação da comercialização desses itens, que, aliada à baixa concorrência de mercado, inflaciona os preços. A falta de diretrizes médico-hospitalares na utilização das OPME e a dificuldade das operadoras em contestar tecnicamente o uso específico, por exemplo, de material A ou B, deixam os gestores praticamente reféns dos preços aplicados no mercado. Outra questão, seriíssima, é o comportamento de alguns maus profissionais, que se dispõem a receber pagamentos de fabricantes ou distribuidores em troca da prescrição de determinados produtos ou marcas, a chamada "comissão". Ao se combinar essas "comissões" com preços artificiais de um mercado de baixa concorrência, ausência de diretrizes sobre uso adequado, falta de conhecimento sobre tais práticas por parte dos consumidores e a extrema dificuldade em questionar determinada indicação médica, o resultado é explosivo: custos mais elevados e operadores de saúde sendo encurralados, com a crise batendo na porta.

Dados fornecidos pelos planos de saúde mostram diferenças nos valores cobrados pelo mesmo material -- preços de stents cardiológicos, com droga de R$ 4 mil a R$ 22 mil; marca-passo CDI variando entre R$ 29 mil a R$ 90 mil, sendo cinco vezes mais caro do que na Alemanha, por exemplo. Segundo o Ministério da Saúde, o custo dos itens médicos -- ao agregar taxas de importação, tributos, atravessadores, revendedores, "comissões" a médicos e a hospitais -- é encarecido em até nove vezes, em relação aos preços originais de fábrica.

Para reverter o quadro, uma agenda positiva deveria incluir, entre outras medidas, implantar novo modelo assistencial na saúde suplementar, com marco regulatório próprio; estabelecer políticas para importação e distribuição, facilitando a concorrência; criar políticas regulatórias em diversas instâncias de governo focadas nas OPME e medicamentos de alto custo, com padronização de nomenclaturas, protocolos e normas de uso; definir um órgão responsável pela precificação das OPME; indicar critérios de aferição da qualidade dos produtos utilizados; manter negociações conjuntas por meio de centrais de compras para ter informações sobre boas práticas, sem prejuízo da autonomia médica; e, por fim, ações de inteligência coordenada para combate às máfias instaladas.

O que está em xeque, de fato, é a saúde dos consumidores, que estão se submetendo a intervenções cirúrgicas para implantes, em alguns casos, sem a real necessidade médica. Não basta abrir a caixa-preta das OPME, é preciso tomar medidas concretas para resolver esses verdadeiros casos de polícia.

Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde

 


saiba mais »

08/01/2017 - Grupo NotreDame Intermédica compra Hospital SAMCI no Rio de Janeiro

Em pouco mais de um ano, esta é a quarta aquisição do Grupo NotreDame Intermédica,…

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), terceira maior empresa do setor de Saúde Suplementar do país, acaba de anunciar a compra do Hospital SAMCI, com duas unidades localizadas no bairro da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. O Hospital possui o total de 80 leitos, sendo 17 em UTI pediátrica e oferece internações clínicas e cirúrgicas, além de possuir ambulatório e Pronto Atendimento infantil 24 horas, consultas eletivas em diversas especialidades, exames e serviços de suporte diagnóstico.

Será o primeiro hospital próprio do Grupo na capital carioca. ?A aquisição do Hospital SAMCI prova que o Rio de Janeiro é uma praça muito importante e estratégica para o Grupo NotreDame Intermédica e contribui ainda mais para a expansão e consolidação do Grupo como um dos mais importantes e maiores do setor da Saúde no País. O movimento de aquisições e investimento em Rede Própria de atendimento tem se mostrado bastante eficiente e é fundamental para continuarmos oferecendo planos de saúde de qualidade a um preço justo?, explica Irlau Machado Filho, presidente do Grupo NotreDame Intermédica.

Com a compra do SAMCI, o Grupo NotreDame Intermédica oficializa sua quarta aquisição no período de pouco mais de um ano. Em novembro de 2015, o Grupo já havia comprado o Grupo Santamália Saúde, um dos principais da região do ABCD paulista, englobando os Hospitais Bosque da Saúde e Montemagno, 17 Centros Clínicos, cinco unidades de pronto atendimento e 2 mil colaboradores. E, em dezembro do mesmo ano, concluiu a compra do Hospital Family, em Taboão da Serra. Mais recentemente, em setembro de 2016, anunciou a aquisição dos ativos da Unimed ABC, com uma carteira de 70 mil vidas, além de um hospital com 110 leitos, cinco Centros Clínicos e duas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas.

Irlau Machado Filho explica que, além das aquisições, o Grupo NotreDame Intermédica tem se mantido na contramão do setor graças a uma gestão eficiente, que aposta na qualidade no atendimento a um preço acessível. ?Nosso modelo de gestão nos permite oferecer planos de saúde com preços que chegam a ser até 20% mais baratos que os da concorrência", ressalta o presidente do GNDI.

Atualmente com uma carteira de 3,6 milhões de vidas, o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI), que é controlado pela Bain Capital, reportou lucro líquido de R$ 236 milhões em 2015, um aumento de 245% em relação a 2014. No período, o EBITDA (lucro antes de juros, impostos e depreciação) cresceu 110%, passando de R$ 157 milhões em 2014 para R$ 330 milhões em 2015. Já a receita líquida alcançou R$ 2,9 bilhões, crescimento de 18% quando comparado a 2014.

O GNDI opera planos de saúde, planos odontológicos e saúde ocupacional, através da NotreDame Intermédica Saúde, da Interodonto Sistema de Saúde Odontológica e da RH Vida Saúde Ocupacional, respectivamente.

O Grupo está estruturado, hoje, com cerca de 9 mil colaboradores, 65 Centros Clínicos, (sendo que 4 deste total estão no Rio de janeiro ? Madureira, Duque de Caxias, São Gonçalo e Zona Oeste) 9 Unidades de Medicina Preventiva (Qualivida), 12 hospitais com 8 maternidades integradas e 14 prontos-socorros, todos próprios, localizados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além de ampla rede credenciada. Possui também filiais nas cidades de Campinas, Jundiaí, Santos e Sorocaba.

Mais sobre o Grupo NotreDame Intermédica

Reconhecidamente sólido, o Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) possui 48 anos de atuação na área da Saúde.

A estrutura de atendimento do Grupo NotreDame Intermédica é composta por ampla rede própria e credenciada de Centros Clínicos, hospitais, prontos-socorros e maternidades, dentistas e clínicas odontológicas presentes em todo o País. Além disso, assessora e gerencia, em tempo real, a medicina ocupacional e a segurança do trabalho de centenas de empresas.

A companhia é pioneira em Medicina Preventiva e, por meio de programas estruturados, trabalha para oferecer saúde integral com acolhimento aos seus mais de 3,5 milhões de beneficiários, além de proporcionar qualidade de vida e bem-estar, e incentivar a adoção de hábitos saudáveis em cada etapa do atendimento.

Em 2014, o grupo de investimentos norte-americano Bain Capital assumiu o controle acionário do Grupo NotreDame Intermédica e implantou um novo modelo de gestão, focado em proporcionar mais investimentos, inovação e tecnologia.

 


saiba mais »

08/01/2017 - Carro na enchente ? como agir?

Já estamos no verão, tempo de sol, praia, sorvetes? e também das chuvas e temidas…

O quadro pode ser desesperador, mas saiba que com seu seguro de carro, você está protegido contra esse tipo de problema.

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) determina que os planos básicos ? ou seja, aqueles que possuem cobertura contra colisão, roubo e incêndio ? também incluam a cobertura relacionada à submersão total ou parcial do veículo. No entanto, esta vale somente se não for em água salgada.

Vale lembrar que, caso seja confirmada atitudes que agravem os riscos ? como tentar passar pela enchente ao invés de deixar o carro estacionado, esperando baixar o nível de água ? as seguradoras não aceitarão reembolsar o cliente.

E como fazer caso você não tenha seguro auto e passou por uma enchente? Bem, nesse caso os valores para conserto do carro avariado pelas chuvas pode chegar ao prejuízo de 2 até 10 mil reais, com recuperação na parte mecânica, elétrica, funilaria e limpeza do veículo, podendo ficar até dois meses na oficina.


saiba mais »

10/01/2017 - Clube dos Seguradores da Bahia apresenta sua agenda de negócios para 2017

Clube dos Seguradores da Bahia apresenta sua agenda de negócios para 2017
O Clube dos Seguradores da Bahia que completa este ano 58 anos de atividades ininterrupta,…

Segundo o presidente do Clube dos Seguradores da Bahia e executivo da Previsul, Fausto Dórea, mesmo com toda a crise e as dificuldades encontradas durante o ano que se passou o clube conseguiu manter seus encontros em altíssimo nível. "Para nós que fazemos a entidade, ter uma agenda de " Almoço de Negócios " praticamente fechada no começo do ano é motivo de satisfação e alegria ,mostra o quanto é importante e necessário o nosso trabalho para quem participa da indústria do seguro", finaliza.

O primeiro encontro está marcado para 17 de março de 2017 com a presença da Seguradora JMalucelli e também neste dia será homenageado seu presidente, Dr.Possiede pela contribuição ao mercado segurador brasileiro.




saiba mais »

10/01/2017 - O fim da era dos aplicativos no mercado de seguradoras: sua empresa está preparada?

Fernando Wosniak Steler é empreendedor Endeavor, fundador e CEO da Direct.One.
O fim dos aplicativos empresariais como conhecemos está próximo. Veja o futuro do Messaging como…

Os aplicativos móveis definitivamente fazem parte de nossas vidas. Desde março de 2008, quando Steve Jobs finalmente deixou de relutar contra a abertura da plataforma do iPhone para a comunidade de desenvolvedores, os apps chegaram para ficar. Vale dizer que Steve Jobs sempre será lembrado por ser um visionário; no entanto, ele também ficará marcado por ser loucamente controlador e temer que, ao abrir a sua plataforma para terceiros, a qualidade dos seus aparelhos começaria a ser questionada.

Com a entrada da Google nesse mercado, os aparelhos Android já nasceram com um apelo mais aberto e mais barato, definindo, de uma vez por todas, a consolidação dos smartphones como ?o computador pessoal? mais utilizado do planeta. E o resto é história. De 2008 para cá, os números do mercado de smartphones vêm se mostrando astronômicos, sendo todos na casa dos bilhões: bilhões de usuários, bilhões de aparelhos, bilhões de downloads de aplicativos etc.

Um aplicativo para qualquer coisa

Todo esse cenário fez com que as empresas não ficassem paradas. Agora todo mundo quer ter o seu próprio aplicativo nas mãos dos clientes, desde as maiores instituições financeiras do mundo, até o menor mercadinho de esquina. As grandes empresas estão sonhando com o autoatendimento, já que suas operações de call center consomem centenas de milhões de reais e, ainda por cima, são extremamente criticadas. Afinal, quem gosta de ligar para um telemarketing?

Retenção e engajamento de aplicativos móveis

Vamos a dura realidade das empresas: é muito difícil emplacar um Mobile App! Os clientes até instalam os aplicativos das empresas com que se relacionam, mas acabam não encontrando relevância e deixam de usá-los ao longo do tempo, partindo para a desinstalação. Por outro lado, aplicativos sociais como Facebook e Instagram, ou mesmo Apps de mensagens, como o WhatsApp ou Messenger, permanecem nos smartphones das pessoas e são utilizados todos os dias; quem sabe até todas as horas.

Essa é uma briga perdida para as empresas. E para piorar, os usuários precisam de espaço em seus smartphones para guardar fotos e vídeos. Ah, e não vamos esquecer que os usuários estão sempre buscando por mais recursos para instalar as novidades que não param de surgir, como Snapchat, Pokémon GO, Tinder e afins.

No primeiro trimestre de 2015, de acordo com a BI Intelligence, a utilização dos Apps de Mensagens ultrapassou os de redes sociais.

OS APLICATIVOS DE MENSAGENS INSTANTÂNEAS OU MESSAGING POSSUEM UM ÍNDICE DE QUASE SEIS VEZES MAIS ENGAJAMENTO E FIDELIDADE DO QUE OS APLICATIVOS EMPRESARIAIS.

E por saber disso, Mark Zuckenberg anunciou, no último F8, o evento anual do Facebook para desenvolvedores, que acontece todos os anos no mês de abril, em Palo Alto, Califórnia, a abertura da plataforma do Messenger para as empresas. Pelo menos por enquanto, o Facebook deixou claro que não abrirá as APIs do WhatsApp para desenvolvedores, por apostar que a ferramenta deve ser usada apenas por pessoas físicas. Por enquanto mesmo, pois já foram acenadas mudanças em um post oficial no blog do WhatsApp.

E isso não tem volta. Os aplicativos de empresas tendem a cair em desuso, já que a quantidade de aplicativos que um indivíduo será incentivado a instalar deve ser cada vez maior. Mas vamos aos fatos, pense nos possíveis aplicativos móveis das empresas que você se relaciona no dia-a-dia:

Você precisa instalar o aplicativo do seu banco, claro;
Você pode ter mais de uma conta bancária em outro banco, então, você terá que baixar outro aplicativo bancário;
O aplicativo do cartão de crédito é separado, então, baixe mais um;
Tem aquela App da Fintech da moda também, então baixe mais um ou dois;
Tem o aplicativo da sua seguradora, que você pode ter mais de uma;
Se você viaja, precisa dos aplicativos das companhias aéreas e de comparação de preços de hotéis;
Tem também os aplicativos do cinema, shopping, e-commerces, trânsito, revistas, streaming de vídeo etc.

Enfim, lá se vão dezenas e dezenas de aplicativos instalados no seu smartphone e, no final do dia, acabamos abrindo somente o Facebook e o WhatsApp, de hora em hora, deixando os aplicativos das empresas esquecidos, sem engajamento e sem fidelidade nenhuma.

Veja este exemplo real: estes dias viajei para o exterior e comprei um seguro viagem com a minha operadora de viagens. Fui incentivado pela agência a baixar o aplicativo da seguradora só para ver os contatos da assistência e para poder baixar minha apólice do seguro. Entrei na App Store, baixei o aplicativo, abri, fiz um cadastro e naveguei pelo App para consultar as informações e nunca mais voltei ao App. Um mês depois de ter voltado de viagem, vi aquele ícone lá parado e sem uso em meu smartphone. Não hesitei em desinstalar o aplicativo, a jornada do cliente não se mostrou eficaz, porque eu posso viajar novamente e ter que refazer todo esse processo. Novamente.

E essa é umas das razões pelas quais a GUI [Graphical User Interface] está mudando para CUI [Chat User Interface], baseado em robôs de atendimento, conhecidos como Bots ? abreviação de robots. Pense no simples processo de ter acesso aos telefones de assistência da seguradora e de fazer o download da apólice de seguro, citado anteriormente. Veja como seria bem mais simples:

Ao comprar o seguro, recebo do Bot da minha seguradora um e-mail ou SMS com um link para ?bater papo? no Facebook Messenger;
Clico e recebo em meu Messenger as informações. Pronto!
Se caso for viajar novamente em outra data, é só chamar a seguradora para um bate papo.

Ninguém precisa de nada mais que isso. E se caso acontecer algum problema no curso da viagem, é só chamar novamente a seguradora para bater um papo; e um Bot me responde em poucos segundos, por exemplo:

Cliente: ?O que é um Endosso??
Bot da Seguradora: ?Endosso é um documento que promove alterações no contrato de seguro vigente. Uma modificação, alteração ou correção.?
Cliente: ?Então quero fazer um Endosso, pois acabei de mudar de endereço.?
Bot da Seguradora: ?Claro, poderia me passar seu novo CEP??

Perguntas como ?Qual o valor da minha franquia?? ou ?Quando vence a minha Apólice?? não precisam ser respondidas por seres humanos. Se caso a solicitação for complicada, uma pessoa real entra no Chat e passa a responder. Caso a solicitação for ainda mais complexa e urgente, dá para fazer uma ligação pelo próprio Messenger para um atendente, que deverá ter um perfil de consultor e que poderá, inclusive, conversar por vídeo chamada. Simples assim.

A conversa começou com uma comunicação pelo e-mail e terminou no Messenger de forma multicanal e sem aplicativos. Na verdade, já existem lojas de comércio eletrônico que vendem produtos por Chatbots. Apesar de parecer difícil entender como um ?App como Chat? funciona, considere estes exemplos reais e faça um teste:

Inclua a CNN no seu Facebook Messenger para receber notícias diárias. Clique aqui e pergunte: ?What about Brazil?. Gostou da resposta?
Você pode conversar com o presidente dos EUA no Messenger! Clique aqui e deixe seu oi para o Obama.
E também pode perguntar sobre o tempo para o Poncho clicando aqui.
Chame o esquilinho Hipmunk e pergunte para ele ?I?m flying from Sao Paulo, Brazil, 01/10 to 01/22. Could you help me?? e veja só a resposta.

Note também o seguinte:

Nos EUA, algumas pessoas já podem solicitar um Uber via Facebook Messenger, veja como funciona;
Os mais de 600 milhões de usuários do WeChat podem enviar dinheiro via Western Union por chat desta forma;

O futuro da interação com clientes está no controle das máquinas.

A evolução da interface de Messaging está na interação dos usuários com Bots providos de Inteligência Artificial [AI] e tecnologias como NLP, da sigla em inglês que quer dizer Processamento de Linguagem Natural, e outras técnicas como Text Mining, Análise de Sentimentos, Machine Learning, Deep Learning, NLU etc. Essas tecnologias vêm evoluindo a cada dia, desde o sistema de Chatbot chamado Eliza, datado de 1966, que já se esforçava para conseguir bater o teste de Turing.

Recentemente, o Bank of America Merrill Lynch previu que em 2025 o impacto da AI na economia será de 14 a 33 trilhões de dólares. A McKinsey disse, em um estudo recente, que a AI está contribuindo para a transformação da sociedade acontecer 10 vezes mais rapidamente e 3 mil vezes mais impactante do que na revolução industrial. Logo, os investimentos estão acontecendo: em 2015, por exemplo, os investidores colocaram U$ 8,5 bilhões em empresas de AI, 16% mais do que no ano anterior e 4 vezes mais do que em 2010.

A Internet das Coisas está fazendo com que os produtos ou serviços possam conversar com as pessoas. A quantidade abundante de dados disponíveis na nuvem já está fazendo com que o Big Data se torne ainda mais onipresente. É claro que os Apps de empresas não vão acabar, mas irão se tornar cada vez mais desafiados. O Facebook Messenger possui hoje 1 bilhão de usuários. WhatsApp, Telegram, Slack, Kik, WeChat etc. não param de crescer.

Apesar das grandes corporações gastarem algumas dezenas de bilhões de dólares anualmente com suas operações de Call Center, os seus clientes já estão usando aplicativos de mensagens para conversar com elas; quer as empresas queiram ou não. O ecossistema das comunicações multicanal acaba de ganhar mais um importante meio de relacionamento interativo. Bem-vindo a era da conversação por Bots.

Fernando Wosniak Steler é empreendedor Endeavor, fundador e CEO da Direct.One.

Sobre a Direct.One:

A Direct.One viabiliza o processo de transformação digital para envio de mensagens e documentos transacionais entre corporações e seus clientes, simplificando a geração, entrega e análise de comunicações multicanal, tanto digitais quanto impressas.

A plataforma em nuvem da Direct.One funciona como um orquestrador de comunicações multicanal e CCM, que utiliza Inteligência Artificial para personalização das comunicações com clientes.

Fundada em 2012, tem em seu portfólio de clientes as maiores empresas nos mercados de seguro, saúde, financeiro, varejo e telecomunicações. Importantes instituições nacionais e internacionais reconheceram a qualidade das soluções da Direct.One com mais de 16 prêmios conquistados, como: Ciab FEBRABAN, DMA Echo, Amauta, ABEMD, ADVB, Correios e CNseg. Também foi reconhecida pela revista americana CIO Review como uma das 100 empresas mais promissoras em Big Data de 2016 e foi selecionada pela Endeavor Global em 2015.


saiba mais »

10/01/2017 - Selic deve ter corte maior, dizem economistas

Selic deve ter corte maior, dizem economistas
Reunião do Copom iniciada esta semana decidirá taxa de juros básicos. Previsão é de baixa…

Começa hoje a reunião de dois dias do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central que definirá a taxa básica do juro da economia. O novo patamar, a ser conhecido na quarta-feira, após o fechamento dos mercados, deve marcar um corte mais acelerado da taxa: a aposta de economistas consultados na pesquisa Focus do BC é de que a redução seja de meio ponto percentual, após duas baixas de 0,25 ponto. Atualmente, a taxa está em 13,75%.

O afrouxamento da política monetária é uma das variáveis importantes para ajudar a economia a recuperar o fôlego. A previsão do mercado é de que a Selic feche o ano em 10,25%. Para o mercado de seguros, a queda da Selic, se traz algum alento para o consumo, reduz os ganhos financeiros de suas provisões técnicas.

A recessão profunda, além de puxar os juros para baixo, também começa a colocar freios na inflação. Tanto que a previsão dos especialistas, ainda segundo a pesquisa Focus, é de que a inflação oficial, marcada pelo IPCA, encerre 2017 em 6,35%, dentro da meta, cujo centro é 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos percentuais.

Os economistas mantêm a previsão de expansão da economia de meio por cento neste ano, depois de uma contração do PIB estimada em 3,49% em 2016.


saiba mais »

10/01/2017 - Mercado Mundial de Seguros em 2017 e 2018

Francisco Galiza
Rating de Seguros ? Comentário Econômico n? 445

Prezados Senhores,

Para conhecimento e para pensar...

         Ao fechar o ano de 2016, a resseguradora Swiss Re fez uma análise das perspectivas do mercado mundial de seguros em 2017 e 2018, no texto ?Global insurance review 2016 and outlook 2017/18?.

         Ver...    http://media.swissre.com/documents/Expertise_Publication_Global_insurance_review_and_outlook%202017_18.pdf

         Algumas opiniões:

  • A economia global crescerá moderadamente em 2017 e 2018, com o PIB real dos EUA subindo mais do que 2%, a área do euro em cerca de 1,5%, o Reino Unido em 1,0-1,5% eo Japão em menos de 1%. A China crescerá em cerca de 6,5%, e a maioria dos mercados emergentes em 2 a 4%.
  • Os principais riscos para a perspectiva global são um queda mais forte de crescimento na China, os EUA apertando a inflação mais alta e as questões políticas em curso na Europa (por exemplo, Brexit). A eleição de Donald Trump como presidente eleito nos EUA levanta muitas incertezas, mas o impacto sobre a economia dos EUA, caso ocorra, só deverá ser mais sentida em 2018-2019.
  • O crescimento dos prêmios dos seguros não-vida será modesto, mas melhorará em 2018, sendo os mercados emergentes um motor nesse segmento.
  • O ambiente de preços nos seguros não vida permanece desafiador. Os preços nas linhas comerciais continuam a deteriorar-se, mas agora a um ritmo mais lento. Os lucros permanecem dependentes de baixas perdas de catástrofes e do comportamento das reservas. Os prêmios de vida irão crescer a um ritmo mais rápido do que o não-vida, sustentado pelos mercados emergentes. Prevê-se que os prêmios globais cresçam de 4 a 6% nos próximos anos.
  • O retorno sobre capital próprio para seguradoras de vida caiu de 13% no início de 2015 para 10% recentemente, devido aos retornos de investimento ainda fracos e pela pressão de preços.
  • Espera-se que o crescimento dos prêmios nos mercados emergentes seja mais favorável, uma vez que os preços das matérias-primas vêm melhorando, com a procura de seguros continuando a aumentar, especialmente nos países emergentes da Ásia.

Francisco Galiza
http://www.ratingdeseguros.com.br/
http://twitter.com/ratingdeseguros


saiba mais »

10/01/2017 - Como a criação de personas pode revolucionar sua estratégia de marketing digital

Pode ser que você até já tenha ouvido falar sobre persona, mas ainda não entendeu…

Trabalhar com ações de marketing digital para sua empresa pode ser uma tarefa cansativa quando você ainda não sabe exatamente quem é seu cliente ideal. Como o perfil do consumidor tem cada dia mais características a serem consideradas, é comum que empreendedores realizem ações pouco estratégicas e acabem não atingindo o cliente em potencial da forma correta.

O persona nada mais é do que a representação do seu cliente ideal, com todas as características que o influenciam, ou não, a realizar uma compra do seu produto ou serviço, on ou offline.

Pode ser que você pense que o persona é o mesmo que público-alvo, mas não é. O persona é a versão mais personalizada possível do seu cliente final, enquanto o público-alvo da forma que conhecemos e usamos em marketing até então, dá uma visão genérica de uma parcela da população propensa a consumir nosso produto ou serviço.

Exemplo de público-alvo:
Homens, de 24-34 anos, moradores da cidade de Manaus, ensino médio completo, casados, com filhos, possuem renda fixa.

Exemplo de persona:
Paulo é um homem de 32 anos, casado e com dois filhos. A família mora na cidade de Manaus e Paulo está buscando soluções em ar condicionado para sua família. Gostaria de poder pagar em parcelas para não comprometer parte de sua renda. Paulo tem uma filha que sofre de rinite alérgica, por isso precisa ser orientado sobre as recomendações quanto ao uso de ar condicionado em casa.

Percebe a diferença? No caso das personas, fica muito mais claro imaginar como realmente o meu cliente final se parece, quais são seus possíveis desafios e objeções em relação ao meu produto, e quais conteúdos eu posso produzir para atraí-lo e convencê-lo de que tenho a melhor solução em ar condicionado.

A definição do persona vai pautar toda a estratégia de marketing digital da sua empresa, em qualquer canal que você decida trabalhar.

Para definir suas personas, você deverá realizar uma análise sobre os dados dos clientes que já possui, e com essas informações encontrar pontos em comum que são importantes para serem adicionados ao perfil do persona.

Concentre-se em fazer as perguntas certas: ou seja, aquelas em que as respostas são relacionadas à solução do seu produto ou serviço. Evite fazer perguntas desnecessárias em que as respostas não influenciam na decisão de compra.

Por exemplo: uma papelaria sabe que seu persona tem filhos em idade escolar, e isso é extremamente relevante para suas estratégias de marketing. Agora, não faz diferença para essa papelaria saber, por exemplo, se as crianças estudam de manhã ou à tarde, pois os materiais são usados em qualquer turno.

Assim que você visualizar e definir as características da sua persona, todas as decisões de marketing serão tomadas com base nesse perfil. Por isso, esteja atento às informações contidas neste processo, pois elas darão corpo a todas as ações de marketing da empresa.

Características de um persona

Para muitas pessoas, pode ser confusa a ideia de criação de um persona, já que ele é construído em partes com dados reais e em partes com dados fictícios.

O processo acontece dessa forma para que a empresa possa verdadeiramente visualizar seu cliente final com as particularidades que ele possui, ao invés de só se preocupar em atingir uma massa de consumidores sem desejos e opinião.

Para iniciar a definição da sua persona, saiba quais são as principais informações que você deve inserir no seu perfil:
1. Dados reais: esses dados serão retirados do perfil de pessoas que já compraram com você. Aqui, você vai reunir as principais informações dos seus clientes, baseando-se nos dados do seu site ou de sua base de clientes.
As informações reais devem conter métricas como ?Tempo de permanência?, ?Quantidade de páginas por sessão?, ?Categorias de Interesse?, Ticket médio de compra (se houver), cidade, idade, gênero, em quais redes sociais esse cliente mais está presente, hábitos em comum entre os consumidores (viajem, gastronomia, fotografia, artes, esportes, hobbies);

2. Dados fictícios: depois que você definiu o perfil ?genérico? do seu persona, você deve começar a dar vida à ele, incorporando ao perfil histórias em que sua empresa esteja relacionada com a solução. Imagine situações em que sua empresa poderia prestar o melhor atendimento possível ao seu persona, e daí em diante trabalhe para colocar essa idealização em prática.

As informações fictícias que podem ser adicionadas ao perfil do seu persona podem ser: nome, histórias pessoais, objetivos, desafios, preocupações e objeções.

Principalmente na parte de objeções, é muito importante que você pense em todas as possibilidades para que seu persona não deixe de fechar negócio com você. Não exclua ou ignore informações de clientes insatisfeitos, pois essas darão a resposta para quando você estiver definindo as dificuldades e desafios a serem superados pelo persona.

Definindo seu persona

Agora que você já reuniu as informações necessárias para criação da sua persona, é importante que você organize-as de forma que faça sentido para você.

É importante lembrar também que é bastante comum que as empresas tenham mais de uma persona, a não ser em casos muito específicos. Mas cuidado: definir muitas personas pode fazer com que sua estratégia de marketing digital seja duvidosa.

Esse também é um dos motivos de se ter uma persona bem definida: evitar que sua estratégia de marketing atinja as pessoas erradas.

Depois de criar suas personas, você vai definir qual tipo de conteúdo e quais pautas serão eficazes para se comunicar com seu persona em cada estágio de sua jornada de compras, mas isso é assunto para um próximo post!

Ficou com alguma dúvida? Gostaria de trabalhar o marketing digital da sua empresa de forma mais assertiva e eficaz? Entre em contato com nossa equipe de marketing digital e receba uma proposta ideal para seu tipo de negócio.


saiba mais »

10/01/2017 - Conheça o projeto da Liberty Seguros voltado para mulheres empreendedoras

Evento Mulheres Seguras realizado pela Liberty Seguros.

O Mulheres Seguras é um projeto da Liberty Seguros criado especialmente para mulheres que decidiram encarar o desafio de começar o próprio negócio. Para a companhia, ter coragem de seguir sua paixão e? só? o começo da história de uma mulher empreendedora. Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty descreve a iniciativa como um ponto de encontro para o compartilhamento de conquistas, aprendizados e dificuldades, além de um espaço para a troca de melhores práticas.

?O intuito é apoiar as empreendedoras que estão encarando o desafio de começar e desenvolver seu próprio negócio. Trazemos conteúdo relevante, útil e de qualidade por meio do nosso portal online e eventos com empreendedoras. Nesse primeiro ano de Mulheres Seguras, recebemos mais de 330 mil visitas no portal online, o que reforça o interesse e a importância da conversa sobre o empreendedorismo feminino. Além de oferecer conteúdo, aprendemos muito com as nossas leitoras, por isso, é muito gratificante a experiência de trazer a plataforma do mundo virtual para o mundo real?, complementa.

Lançado em 2015, o projeto promove a abertura de um espaço para um diálogo direto e constante com as mulheres empreendedoras por meio do apoio nos questionamentos sobre a vida pessoal e profissional. Por meio do canal www.mulheresseguras.com.br, além de outras ações digitais e presenciais como workshops eventos, as mulheres contam com o apoio no desenvolvimento dos seus negócios.

A Liberty Seguros foi pioneira na criação de seguros para micro e pequenas empresas. A seguradora se especializou em soluções para nichos específicos, como cafeterias, clínicas de estéticas, pet shops e floriculturas. Ao todo, atualmente são oferecidos 25 produtos.

Considerando essa característica da companhia e dos produtos, a empresa vislumbrou a possibilidade de estreitar o relacionamento com esse público de empreendedores que vem crescendo. Ao ser detectada a afinidade do portfólio dos produtos para PMEs com linhas de negócios geralmente exploradas pelo público feminino, a empresa iniciou uma investigação para validar uma possível iniciativa voltada às pequenas empreendedoras e os resultados são visíveis.

O vídeo de lançamento do projeto superou 2,6 milhões de visualizações no YouTube e houve mais de 364 mil engajamentos nas redes sociais. ?A intenção é alinhar cada vez mais, por meio do projeto Mulheres Seguras, a comunicação da Liberty Seguros com as causas do empreendedorismo e do empoderamento feminino?, finaliza Patricia.


saiba mais »

10/01/2017 - Corretor usa OLX para alugar registro

Um anúncio publicado no site OLX, especializado em classificados online, vem chamando a atenção pelo…

No anúncio, o profissional, que informa atuar no bairro Vila Rio Branco, em São Paulo, revela que está apto a operar em todos os ramos de seguros e se coloca à disposição para ?assinar como técnico responsável para você abrir a sua corretora?.

No site, que tem como slogan o ?desapega, desapega!?, esse corretor estabelece ainda que as condições para o acordo devem ser as seguintes: é necessário ser idôneo e ter condições financeiras para abrir a empresa.

Após informar que é um corretor com mais de 30 anos de mercado e ?bem relacionado em todas seguradoras?, o autor do anúncio, por fim, estabelece o valor para a prestação do ?serviço?, que deve corresponder a 2/3 do salário mínimo vigente (aproximadamente R$ 600,00), além de fixar em dois anos, no mínimo, o prazo de vigência do ?contrato?.


saiba mais »

10/01/2017 - Varejo paulista cria mais de 3 mil empregos formais em outubro e registra estoque total de 2.072.244 trabalhadores

Segundo pesquisa da FecomercioSP, comércio varejista se recuperou do baixo desempenho observado em setembro, quando…

Após extinguir pouco mais de 2 mil empregos em setembro, o comércio varejista do Estado de São Paulo voltou a abrir postos de trabalho em outubro. No mês, foram criados 3.185 empregos, resultado de 73.339 admissões e 70.154 desligamentos. O resultado demonstra recuperação do mercado de trabalho, já que em outubro de 2015 foram perdidos 1.094 postos com carteira assinada. Assim, o varejo paulista encerrou outubro com estoque ativo de 2.072.244 trabalhadores, queda de 2,6% na comparação com o mesmo mês de 2015.

Os dados compõem a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

De acordo com a Assessoria Econômica da FecomercioSP, o desempenho positivo de outubro foi puxado pelo otimismo que o Natal, principal data do varejo, trouxe aos empresários. Em 2015, os impactos da crise econômica foram grandes e fizeram o mês de outubro registrar pela primeira vez saldo negativo no varejo paulista. Agora se observa, mesmo que de forma ainda tímida, mais otimismo e, consequentemente, geração de empregos. Este novo cenário também é visto nos indicadores de confiança de consumidores e empresários, apurados pela Federação, que estão evoluindo positivamente desde o fim do primeiro semestre de 2016.

Mesmo com o bom desempenho de outubro, sete das nove atividades pesquisadas apresentaram queda no número total de empregos na comparação com o mesmo mês de 2015, sendo os piores desempenhos registrados nos segmentos de concessionárias de veículos (-6,3%), lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6,2%) e lojas de móveis e decoração (-6%). Em contrapartida, apenas as atividades de farmácias e perfumarias (2,2%) e supermercados (0,4%) geraram empregos na mesma base de comparação.

Com relação aos dados por ocupações, todas as funções criaram vagas no mês, com destaque para vendedores e demonstradores (+2.309 vagas) e escriturários de controle de materiais e de apoio à produção (+763 vagas), que foram os segmentos que mais geraram empregos formais em outubro.

Segundo a FecomercioSP, a reação das vendas, melhores expectativas, inflação em queda e juros baixando proporcionam uma perspectiva mais positiva, mesmo frente a uma realidade ainda muito grave, principalmente ao poder de compra das famílias.

Varejo paulistano
O comércio varejista da capital paulista encerrou outubro com 648.231 empregados, após a criação de 1.013 postos de trabalho com carteira assinada ao longo do mês, resultado de 22.043 admissões e 21.030 desligamentos. Ainda assim, o saldo dos dez meses do ano foi negativo, em 13.886 empregos e no acumulado dos últimos 12 meses foram eliminados 15.542 postos de trabalho - o que levou à redução de 2,3% do estoque total na comparação com outubro de 2015.

Das nove atividades pesquisadas, apenas as de farmácias e perfumarias (2,6%) e os supermercados (0,7%) apresentaram crescimento no estoque de empregos na comparação com outubro de 2015. As maiores retrações foram registradas nas concessionárias de veículos (-6,9%), lojas de móveis e decoração (-5,8%) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-5,7%).

Nota metodológica
A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Sobre a FecomercioSP
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista - e quase 10% do PIB brasileiro - gerando em torno de 10 milhões de empregos.


saiba mais »

10/01/2017 - A hora e a vez da economia compartilhada - veja três exemplos de economia ao consumidor

A economia colaborativa tomou o mercado, mudando conceitos antiquados. Em busca de alternativas que mesclam…

Lógico que sempre existirão os insatisfeitos com essas mudanças, como é o caso dos taxistas em relação ao Uber, mas, essas melhorias dificilmente retrocederão.

O mercado constantemente atravessa mudanças radicais e, com o passar dos anos, ocorre uma readequação e realinhamento das relações de trabalho, prevalecendo a sobrevivência de quem se ajustou melhor, um tipo de seleção natural econômica.

?A economia compartilhada proporciona inúmeras vantagens, os benefícios são muitos, desde as taxas menores até diferenciais de atendimentos, aos quais a população não estava acostumada. Os prestadores de serviços no país nunca prezaram pelo bom atendimento, para comprovar isso, basta ver os sites que compartilham experiências de consumo?, explica Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork, especializada em escritórios compartilhados.

Para entender melhor como funciona a economia compartilhada conheças alguns dos principais exemplos relacionados:

Escritório compartilhado
Os escritórios compartilhados, ou Coworking?s, são formatos que possibilitam o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre as pessoas, reduzindo muito os gastos operacionais. Essas opções se estabeleceram no mercado pelas suas acessibilidades e praticidades.

?Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filial?, explica Bottura. Que observa um crescimento em média de 20% ao ano na Gowork (www.gowork.com.br).

Transporte compartilhado
Esse conceito ganhou visibilidade com o Uber, revolucionando o transporte de passageiros, assim, a partir de aplicativo, qualquer pessoa com um smartphone consegue chamar um carro com motorista para se locomover. Hoje já existem outras alternativas ao Uber, mas, o importante é que em poucos minutos, um veículo chega ao local definido, muitas vezes, com preços entre 15% a 25% mais barato. Isso fez com que nos principais centros urbanos essa ferramenta se tornasse prioritária para muitos consumidores.

Existem também os aplicativos de caronas prometem o uso mais sustentável dos veículos e economia para todos que participam dessa rede. O princípio é simples: já imaginou ir para o trabalho ou para a faculdade sem precisar ficar horas em pé no ônibus? São várias versões Bynd, Caronetas, Blablacar, Mobiag, Carona Direta. Essas redes de caronas solidárias prometem reduzir custos mais ainda que o Uber e enfrentam até mesmo os ônibus em viagens rodoviárias, tendo como benefícios os custos e a facilidade de deslocamento.

Estadia compartilhada
Para quem quer viajar e economizar em estadia, já existem serviços de compartilhamento de casas ou apartamentos para a estadia, como é o caso do Airbnb, um aplicativo que permite anfitriões compartilharem seus espaços em 190 países e mais de 34.000 cidades. Tudo o que você precisa fazer é inserir seu destino e as datas da viagem na caixa de busca.

São exibidas fotos de acomodações, perfis de anfitriões e comentários para ajudar a tomar decisões conscientes ao considerar o espaço. Os filtros de busca possibilitam limitar os resultados pelo tipo de acomodação, preço e local. Por exemplo, se estiver em busca de novas amizades e quiser que o anfitrião esteja presente, basta selecionar Quarto Inteiro ou Quarto Compartilhado.


saiba mais »

10/01/2017 - WDEV agora é Ebix

No mês passado a WDEV foi adquirida pela empresa Ebix, líder mundial de tecnologia especializada…

Ao nos tornarmos Ebix Consulting elevamos nossa empresa a um patamar mundial de excelência e inovação, reafirmando a visão de fornecer serviços e produtos com alta qualidade para atender a necessidade de cada cliente.

Tanto o corpo executivo quanto a estrutura da empresa permanecem os mesmos. Somos a mesma empresa, atuando da mesma forma, porém agora com chancela internacional de qualidade.

Há anos provendo soluções especializadas para o mercado de seguros, essa transição é a certeza de que a WDEV teve excelentes resultados no que se propôs a fazer.

?Reconhecemos que a indústria de seguros valoriza o conhecimento especializado no setor, por isso estamos entusiasmados em ter acesso à vasta experiência da WDEV no mercado brasileiro?, Robin Raina, CEO da Ebix Inc.

 


saiba mais »

10/01/2017 - Tabagismo causa quase 4 vezes mais gastos com saúde e perda de produtividade que os impostos que gera

Estudo da OMS e Instituto do Câncer dos EUA aborda o problema e aponta caminhos…

Além de matar cerca de 6 milhões de pessoas todos os anos no mundo, o consumo de cigarro custa à economia mundial, anualmente, cerca de US$ 1 trilhão em despesas com saúde e perda de produtividade, segundo estudo ?A economia do tabaco e do controle do tabaco?, produzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Instituto do Câncer dos Estados Unidos.

Estima-se que o número de fumantes no mundo gire em torno de 1,1 bilhão de pessoas com 15 anos ou mais, sendo que 80% destes vivem em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento e 226 milhões, aproximadamente, vivem em extrema pobreza. Além disso, o consumo de tabaco está cada vez mais concentrado entre os pobres e outros grupos vulneráveis.

Entre as principais conclusões do estudo está a de que, independentemente da melhora de qualidade de vida que uma política efetiva de combate ao tabagismo traria às pessoas, tal política seria também extremamente lucrativa para os governos, já que a arrecadação global com impostos sobre a produção e comercialização do tabaco é de cerca de US$ 269 bilhões, ou seja, perto de ¼ das despesas geradas pelo consumo.

Um argumento utilizado pela indústria tabagista contra o controle é que este acarretaria no desemprego de muitos trabalhadores, mas isso também é questionado pelo estudo, que afirma que a inovação tecnológica já vem reduzindo o número de trabalhadores do setor na maioria dos países, fazendo com que o impacto sobre o emprego seja bem mais modesto que o apregoado. Além disso, os programas que substituem o tabaco por outras culturas oferecem aos produtores rurais opções alternativas de cultivo.

Outra argumento rebatido pelo estudo é o de que o combate à indústria tabagista faria aumentar o consumo de produtos piratas. A experiência de muitos países mostra que o comércio ilícito pode ser resolvido com sucesso, mesmo quando os impostos sobre o tabaco e os preços são aumentados, resultando em aumento das receitas fiscais e redução do consumo. Entretanto, o relatório afirma que o combate ao comércio ilícito de cigarros é um dos principais inibidores do consumo e de suas consequências econômicas e na saúde.

Além disso, segundo o relatório, o controle do tabagismo é um componente chave do combate da OMS à epidemia de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e obstruções pulmonares crônicas, que matam prematuramente cerca de 16 milhões de pessoas anualmente.

Mas, mais que apontar o problema, o estudo, em suas mais de 700 páginas, aponta caminhos para sua mitigação. Entre estes, o aumento de impostos sobre a produção e comercialização do produto. Se, por exemplo, houvesse um aumento de imposto de US$ 0,80 sobre cada maço de cigarro, isso geraria um aumento de receita para os governos na casa dos US$ 140 bilhões, fazendo com que o preço médio do maço aumentasse 42%, gerando uma redução de 9% do número de fumantes, o que equivale a um universo de 66 milhões de adultos.

Outras medidas recomendadas são a utilização de imagens com advertência sobre os males à saúde nos maços, programas de apoio ao abandono do hábito de fumar e, por fim, a proibição da comercialização do produto.


saiba mais »

10/01/2017 - SINCOR-GO informa falecimento de pai de corretor de seguros

Com pesar, o SINCOR-GO informa o falecimento do senhor José Ferreira Siqueira, de 87 anos,…

 


saiba mais »

10/01/2017 - ANS realiza reunião do Cotaq nesta quarta-feira (11/01)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) transmitirá ao vivo, pelo Periscope, a próxima reunião…

A reunião destina-se a entidades representativas de operadoras de planos de saúde, conselhos profissionais, sociedades médicas, representantes de prestadores de serviços, acreditadoras de prestadores de serviço, universidades e instituições parceiras do Qualiss - Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde.

Os interessados em acompanhar a transmissão pelo Periscope devem fazer download do aplicativo no celular ou computador e, depois de se cadastrar como usuário, acessar o perfil do evento (basta digitar ANS reguladora na ferramenta de busca) ou então seguir o perfil da ANS no Twitter: @ANS_reguladora.

Pauta:

Fator de qualidade: critérios e forma de apuração (2017 ? ano base 2016)
Alterações na Resolução Normativa nº 406/2016


saiba mais »

10/01/2017 - Palestra Mostrará O Crescimento Do Mercado De Seguros

No dia 1º de fevereiro o SINCOR-PR realiza em Ponta Grossa a palestra "O Crescimento…

Faça sua inscrição.

O evento será no Hotel Slaviero Executive Ponta Grossa na Rua Jacob Holzmann, 219, Olarias.

CRESCIMENTO - O setor de seguros registrou um crescimento nominal de 8,2% de janeiro a novembro de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015. O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 210,6 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização ? mercados supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

De acordo com projeções da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o setor deverá encerrar o ano com expansão de 9%, sem considerar o segmento de saúde suplementar. Para 2017, a estimativa é de crescimento consolidado entre 9% e 11%.

Segundo Maurício Tadeu, esse crescimento significa uma ótima notícia para os profissionais da área e para os que desejam investir em uma nova atividade. "Então, é melhor vir assistir à palestra e saber o porquê desse crescimento", ressalta.

A palestra terá duração de uma hora e é realizada pelo SINCOR-PR, em parceria com o SINDSEG-PR/MS e Escola Nacional de Seguros.

Maurício Tadeu é graduado e pós-graduado nas áreas de Ciências Contábeis e Administração de Empresas, MBA em Gestão Empresarial. Possui especialização em Qualidade e Produtividade. É professor do curso de Administração de Empresas e de Ciências Atuariais da PUC-MG; professor da pós-graduação de Gestão de Negócios da Fundação Unimed/Universidade Gama Filho-RJ; É sócio da Ways Consultoria Empresarial e da Ways Contabilidade.


saiba mais »

10/01/2017 - Amil Dental firma parceria com Santos Futebol Clube

Sócios-torcedores terão direito a desconto em plano odontológico

Os sócios-torcedores do Santos Futebol Clube contam, desde o dia 16 de dezembro de 2016, com condições diferenciadas de contratação do plano odontológico Amil Dental 200 DOC. Com a parceria, os torcedores têm um desconto de 20% no valor da mensalidade do plano, que poderá ser contratado por parcelas de R$ 39,20 mensais por beneficiário.

A rede credenciada contém mais de 37 mil opções de atendimento em todo o Brasil e os clientes têm direito a realização de consultas, procedimentos de urgência e emergência, limpeza bucal, raio-X, tratamento de gengiva, restauração, cirurgias, extrações, canal, próteses e ortodontia, conforme previsão contratual. O plano está disponível para contratação online pelos sócios-torcedores, por meio do link www.planosamildental.com.br/venda/pf/oferta/santos.

De acordo com Alfieri Casalecchi, diretor executivo da Amil Dental, a parceria visa ampliar o acesso à odontologia de qualidade. ?Essa, para nós, é uma oportunidade de fornecer prevenção e cuidado bucal a uma parcela significativa da população que talvez ainda não tenha plano odontológico. Hoje, apenas cerca de 10% dos brasileiros contam com um plano dental?, analisa o executivo.

Atualmente, mais de 65 mil pessoas fazem parte do programa de sócio-torcedor do Santos ? que figura entre os 20 principais do mundo, conforme um ranking elaborado pelo site Máquina do Esporte em parceria com a FS Consulting. Atuante no mercado brasileiro desde 1984, a Amil Dental é, hoje, uma das maiores operadoras de planos odontológicos do país, com mais de 2 milhões de clientes.

 


saiba mais »

10/01/2017 - Safra recorde de soja beneficia seguro

Conab diz que produção da oleaginosa terá forte recuperação neste ano, o que demandará seguro…

As seguradoras de transporte de cargas devem esperar um movimento maior de movimentação de soja neste ano, se confirmados os novos números divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A previsão é de que a produção atinja a marca recorde de 103,8 milhões de toneladas, superior à previsão feita em dezembro, de 102,45 milhões. Beneficiada pelo clima, a lavoura de soja é a principal cultura brasileira, tornando o País o maior exportador global da oleaginosa. Em virtude da produção, o Brasil deverá bater recorde de exportação, de 57 milhões de toneladas de soja no ano safra 16/17. Na safra anterior, atingida por uma seca, o Brasil produziu 95,4 milhões de toneladas e exportou 51,6 milhões.

Outra cultura que terá desempenho positivo é a de milho, projetada em 84,5 milhões de toneladas, na comparação com 83,8 milhões da previsão anterior. Este desempenho representará uma forte recuperação ante a temporada passada, quando a estiagem reduziu a produção do cereal para 66,6 milhões de toneladas. A produção maior de milho assegura estabilidade para a avicultura.

No seu quarto levantamento para a safra 2016/17, a Conab estimou a produção total de grãos e oleaginosas do Brasil em 215,3 milhões de toneladas, aumento de 15,3% em relação à safra passada. ?Esse resultado representa um aumento na produção de 28,6 milhões toneladas. Cabe ressaltar que este incremento é influenciado fortemente pela produtividade média das culturas que, nesta safra, recupera-se da influência negativa das condições climáticas na safra passada?, afirmou a Conab em nota.


saiba mais »

10/01/2017 - Allianz dá dicas para evitar roubos e furtos durante a estadia em casa de veraneio

Na casa de praia ou campo é necessário tomar alguns cuidados para aproveitar ao máximo…

O número de roubos e furtos em casas de veraneio aumenta cerca de 10% durante o verão, aponta o diretor executivo de sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri.

Com base nos sinistros mais comuns, no litoral ou no campo, a seguradora elaborou uma série de dicas que auxiliam o segurado a evitar roubos e furtos durante a viagem.

MÉTODOS DOS LADRÕES

· Os assaltantes costumam utilizar mulheres e crianças para observar os moradores, em especial, os turistas em suas casas. Para disfarçar, esses ?olheiros? geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de pessoas, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto e se tem o costume de conversar na calçada.

· Os furtos geralmente são praticados por assaltantes de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.

· Nos assaltos a residências, durante o dia ou à noite, os ladrões armados costumam surpreender os turistas na chegada ou saída da residência. Em seguida, após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga.

· Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, DVDs, vídeo games, cheques, dinheiro e celulares.

AO CHEGAR DE VIAGEM

· Nunca tire seus pertences na rua. Procure descarregar o veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam o que você trouxe.

· Não deixe objetos (bolsas, sacolas, óculos, celular) sobre os bancos.

· Se possível, mantenha o alarme sempre acionado.

· Não deixe o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância.

NA CASA DE VERANEIO

· Não deixe portões abertos e objetos (bicicleta, brinquedos e bolsas) em locais de fácil acesso.

· Evite ficar conversando na porta, mesmo que esteja em grupo.

· Se possível, quando for à praia ou se ausentar da casa de campo, deixe alguém na residência ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular.

· Evite deixar que as janelas da casa sejam ?vitrine? para os objetos de valor no interior da casa.

· Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.

· Ao chegar na residência, tenha atenção e entre rapidamente. Caso haja algum suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190.

· Feche bem as portas e janelas, mesmo que tenha que sair por pouco tempo. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares.

· Mantenha uma luz externa ligada durante a noite. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190.

· Lembre-se de que os ?ladrões de ocasião? optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.

· Em hipótese alguma reaja a um assalto.

Sobre a Allianz Seguros

No País há mais de 110 anos, a Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de suas 61 filiais.

A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa, com presença em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).


saiba mais »

10/01/2017 - Confira O Valor Do Seguro Para Os Carros Mais Baratos De Consertar

Você sabia que alguns carros são mais baratos de consertar do que outros? Isso é…

Após o impacto, cada veículo é entregue a uma oficina modelo, onde é estudada a extensão dos danos causados pela batida e a facilidade de repará-los. Além disso, é feita uma análise individual das peças envolvidas no impacto.

Depois, é feito um cálculo dos custos da reparação dianteira e traseira, o tempo do conserto e o valor de cada peça. Assim é feito o índice Car Group. Ele vai de 10 a 60, onde 10 é o mais barato de consertar.

Esse índice pode ajudar quem está pensando em trocar de carro. A Bidu Corretora juntou esse índice com outro número que também pode nortear a compra do carro novo: o preço do seguro.

Confira quais são os modelos mais baratos para consertar de acordo com a categoria e o preço do seguro de cada um. O perfil utilizado para as cotações foi o de um homem, de 35 anos, casado, sem filhos e morador de São Paulo.

Categoria

Modelo

Nota do CESVI

Preço médio do seguro (R$)

Hatch compacto

Volkswagen up!

10

3.576,55

Hatch compacto off-road

Volkswagen cross up!

10

3.602,51

Hatch médio

Fiat Bravo

44

5.767,86

Minivan compacta

Citroën C3 Picasso

33

3.808,71

Picape compacta cabine simples

Volkswagen Saveiro

24

6.961,67

Picape compacta cabine dupla

Volkswagen Saveiro

24

12.778,95

Sedan compacto

Toyota Etios Sedã

17

5.161,25

Sedan médio

Nissan Sentra

38

6.061,20

Station wagon compacta

Volkswagen SpaceFox

18

6.797,22

Utilitário esportivo

Peugeot 2008

29

5.100,35

Utilitário esportivo off-road

Suzuki Jimny

37

7.266,31

 


 


saiba mais »

10/01/2017 - Por que a comunicação é imprescindível?

A comunicação é imprescindível para a vida de qualquer pessoa. Ela possibilita a interação do…

No decorrer do tempo, é notório o quanto o ser humano se dedicou a esta nobre tarefa fazendo uso de diversos meios para esse fim: sinal de fumaça, pombo correio, pergaminhos, cartas, telex, telefone ? vale tudo: texto, imagem, som, formas, cores, expressões, gestos, ícones, códigos etc. Em consequência disto, a maneira do ser humano se comunicar foi se tornando cada vez mais sofisticada.

Chegamos à conclusão que independente de etnia, gênero, crença o ser humano tornou-se totalmente dependente deste recurso - a comunicação - e dele muito tem se beneficiado.

É bom ressaltarmos: para que haja a comunicação é preciso existir quatro elementos essenciais e que a ausência de qualquer um deles impossibilita a comunicação existir. São eles: o emissor, o receptor, a mensagem e o canal. O homem cumpre o papel de emissor ou de receptor à medida que domina a linguagem a ser utilizada na comunicação. A linguagem a que me refiro se restringe ao conjunto de sinais e símbolos que serão utilizados para construir a mensagem. A mensagem é em última análise o que se quer transmitir e o canal o meio pelo qual a mensagem é transmitida.

Atualmente, quando nos referimos a comunicação logo somos remetidos a computadores, Internet e celulares... Pensem na seguinte situação: a poucos anos atrás, quando um filho decidia estudar fora do país, a mãe sabia que só receberia notícias por carta a cada 6 meses. Hoje isto mudou por completo: é possível conversar com qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, a qualquer momento.

No primeiro cenário o rapaz ocupa o papel de emissor, a mãe, de receptor, a mensagem são as notícias ? os fatos ocorridos e o canal são compostos do seguinte conjunto: papel, caneta, selo, endereço de origem/destino, o correio, o coletor/entregador de carta, o carro, o caminhão, o avião, o trem e assim por diante. No segundo cenário, o emissor, o receptor e a mensagem são os mesmos, mas o canal é totalmente diferente possibilitando que a comunicação seja muito mais efetiva qualitativamente e quantitativamente. Você já pensou nisso?

Se por um lado, a Tecnologia da Informação permitiu sairmos do mundo analógico para o mundo digital tornando muito mais fácil o manuseamento de grandes quantidades de dados. Por outro, nos colocou diante de um grande desafio: como fazer para que essa enorme quantidade de informação digitalizada chegue ao seu destino. A Tecnologia da Comunicação justamente responde esta questão porque viabiliza o meio confiável, robusto e seguro pelo qual a informação chega ao seu destino.

Diante deste contexto, vê-se o quão imprescindível é para uma boa gestão conhecer o que a Tecnologia da Informação e da Comunicação tem a oferecer independente do setor econômico em que o empresário se encontra. A Tecnologia da Comunicação dispõe de uma infinidade de recursos, ferramentas, produtos, equipamentos, fabricantes e que se diversificaram intensamente nas últimas duas décadas. Conhecer este vasto universo de possibilidade nos seus aspectos genéricos e específicos é um grande desafio e requer constante estudo.

Empresas especializadas, como a Routerlink, investem em conhecimento e em técnicos altamente capacitados para ser capaz de identificar para cada necessidade de seus clientes qual a especificidade de tecnologia de comunicação é a mais adequada, que garante o meio confiável, robusto e seguro para a informação chegar ao seu destino no tempo certo e com a melhor relação custo X benefício.

Como ensina o ditado popular ?Tempo é Dinheiro?, por isso, racionalizar o investimento financeiro em equipamentos adequados, fará que o tempo corporativo seja melhor empregado e traga maior rentabilidade. A tecnologia deve melhorar a performance e tornar nosso tempo mais útil.

*Mônica Faria é Analista de Sistemas, Pós-graduada em Telecomunicações e Gestão de Recursos Humanos pela FGV e sócia-diretora da Routerlink - monica [DOT] faria [AT] routerlink [DOT] com [DOT] br

 


saiba mais »

10/01/2017 - AMX Seguros e benefícios divulga balanço de 2016 e planejamento para 2017

Continuidade do aperfeiçoamento da equipe de vendas, abertura de uma nova filial e expandir o…

O executivo responsável pela corretora e sua equipe avaliam as atividades de expansão dos negócios, enfatizando maior interação com o mercado de seguros. O investimento em campanha de vendas, o aumento na demanda de colaboradores, a participação em eventos do mercado de seguros junto ao setor saúde, foram os principais destaques no planejamento estratégico da organização.

Ampliar a equipe de vendas do seguro saúde, investir em treinamento interno e nas principais operadoras e seguradoras, diversificar a carteira e melhorar os softwares de tecnologia da empresa com a finalidade de aprimorar sua infraestrutura, ocasionou novas contratações e aumento na demanda de colaboradores.

Para Aimoré Maia, Diretor Presidente da AMX Seguros e Benefícios, o balanço das atividades apresentaram ações positivas para a empresa. ?Durante o ano de 2016, trabalhamos em torno das melhorias nas instalações, ampliamos o quadro de funcionários e seguimos em frente para levar o melhor. Aumentamos a nossa equipe de vendas, investindo com excelência no seguro saúde. Continuaremos empenhados em incentivar nossos corretores parceiros com campanhas agressivas de vendas e uma das metas inseridas no nosso planejamento estratégico para este ano, é abrir uma nova filial até o final do segundo semestre de 2017?, declarou Aimoré. .

Em 2016, o executivo responsável e sua equipe participaram dos principais eventos do mercado de seguros: Conec, organizado pelo Sincor São Paulo; Fórum de Saúde Suplementar, organizado pela FenaSaúde; Econseg, organizado pelo Sincor Rio de Janeiro; participação dos eventos organizados pela equipe comercial Rio de Janeiro da Porto Seguro, SulAmérica, Bradesco Saúde, All Care, Amil e Unimed.

Já para 2017, além de abertura da filial até o final do segundo semestre deste ano, a AMX Corretora de Seguros e Benefícios vai dar continuidade no aperfeiçoamento das equipes de vendas e contratar um executivo comercial para atender a matriz e a filial 1, visando a abertura da Filial Niterói em 2018. Este ano será dado o início ao Projeto ISO 9001 na matriz e nas filiais e outros projetos de parcerias com outras entidades fora do Rio de Janeiro

 


saiba mais »

10/01/2017 - Seguro contra risco cibernético entra no radar das empresas brasileiras

Seguro contra risco cibernético entra no radar das empresas brasileiras
País figura como principal fonte de ataques da América Latina e está entre os top…

O ano de 2017 trará para as empresas brasileiras uma nova preocupação: a contratação de seguros cyber. A constatação é de Caio Timbó, diretor financeiro da LTSeg, corretora especialista em seguros e avaliação de riscos, que tem expectativa de crescimento na casa dos dois dígitos das apólices que gerem ameaças cibernéticas. A procura pela corretora já tem aumentado, principalmente por empresas de data center (armazenamento e processamento de dados), e-commerce e pagamentos via web.

O cuidado deve se estender para os setores de logística, saúde, redes de energia e telecom. ?Eles também devem estar atentos na contratação deste tipo de seguro, pois são muito sensíveis e qualquer invasão ao banco de dados poderia representar prejuízos significantes?, explica Caio Timbó.

Pesquisas indicam que sistemas invadidos e informações roubadas seguem como o grande risco para as companhias até 2020. ?Mesmo diante desse cenário, as empresas procuram investir somente em sistemas de segurança com diversas redundâncias, a fim de minimizar ao máximo qualquer exposição, preterindo o seguro. Só quando sofrem algum tipo de ameaça ou ocorre uma situação real, buscam ajuda para remediar a situação, quando o ideal é de que segurança avançada e uma apólice bem estruturada caminhem juntas?, defende o executivo da LTSeg.

?É certo que mesmo com todo o investimento em segurança, ainda haverá riscos, novas ferramentas, novas tecnologias e novas exposições. A fim de mitigar ainda mais estas exposições que o produto do seguro se encaixa, podendo atuar não como uma proteção, mas como um ?damage control?, funcionando como última barreira de proteção, não dos dados ou do sistema, mas sim do patrimônio das empresas frente as perdas financeiras?, explica Caio Timbó.

Segundo o executivo, cabe ressaltar que algumas empresas que lidam diretamente com data center (e assuntos relacionados com banco de dados) têm uma preocupação maior sobre ameaças virtuais, por trabalharem diretamente com isso, e terminam procurando o seguro para ter mais esta camada de proteção. ?As demais companhias até reconhecem que estão expostas, mas focam em outras preocupações, e é este contexto que precisa ser trabalhado por conta da ameaça que o Brasil enfrenta?, afirma.

Risco eminente

O Brasil figura como principal fonte de ataques da América Latina e está entre os top 15 em todo o mundo, segundo o site de vigilância e segurança digital Norse Corp. Por aqui, o seguro cibernético foi regulamentado há nove anos pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) mas, desde então, só por 1% das empresas adquiriram o produto. Em outros países a prática já é comum, como nos Estados Unidos, onde 20% das empresas já apresentam esse tipo de proteção.

Sobre a LTSeg

Especialista em seguros e avaliação de riscos, a LTSeg ocupa, desde 1998, posição de destaque neste mercado pelo seu know-how e forma de atuação que privilegiam um contato mais próximo aos clientes em todas as etapas, desde a consultoria para a definição do melhor programa de seguros, passando pela escolha das seguradoras e contratação das melhores apólices até o recebimento de indenizações na eventual ocorrência de sinistros. O elevado grau de conhecimento técnico e expertise nos mais diversos ramos do conhecimento, especialmente Engenharia e Direito do Seguro, garantem a entrega de serviços de alto padrão em todo território brasileiro. Com foco no mercado empresarial, a LTSeg atua com seguros em todas as modalidades, inclusive Responsabilidade Civil, Riscos de Engenharia, Garantias, Riscos Financeiros (E&O, D&O etc), Patrimoniais, Transporte, Riscos Especiais e Benefícios. Saiba mais acessando http://www.ltseguros.com.br.


saiba mais »

10/01/2017 - A fórmula de sucesso do empreendedor em cinco passos

A fórmula de sucesso do empreendedor em cinco passos
O especialista em vendas e consultor Erik Penna comenta neste artigo 5 passos da fórmula…

O ano começa e muitas pessoas resolvem abrir seu próprio negócio. Mas vale um alerta: recentemente, o IBGE divulgou uma pesquisa onde revela que, de cada 10 empresas abertas no Brasil, 6 fecham antes de completarem 5 anos. É triste saber dessa realidade, ainda mais pelo fato de que 99% das empresas no brasil são micro ou pequenas.

Segundo o Sebrae, os principais motivos para a taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas são: planejamento ineficaz, qualificação inadequada, falta de recursos financeiros, burocracia excessiva e escassez de clientes.

Há o empreendedor que abre o negócio porque identificou uma oportunidade e outro que abre apenas por uma necessidade à medida que ficou sem seu emprego formal. Em 2016, ultrapassamos a marca de 12 milhões de desempregados e isso desencadeia um número impactante na abertura de microempresas. Segundo dados da revista PEGN, a taxa de empresas abertas por necessidade passou de 29% para 44%, voltando ao patamar de 2007. Isso se torna um grande risco para a sobrevivência do negócio.

Analisando este cenário, desenvolvi uma fórmula, em 5 passos, que pode ajudar quem está pensando em empreender e também balizar as ações do empreendedor que luta contra a crise, mas não sabe aonde pode estar errando.

1- Paixão

?Encontre um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida." (Confúcio)

Quando amamos o que fazemos, engajamos as pessoas ao nosso redor, o esforço é maior, os problemas transformam-se em etapas e os resultados sempre parecem mais próximos.

Sim, há grandes investidores que ganham muito dinheiro comprando e vendendo empresas sem amar o negócio, mas como vimos acima que, quase a totalidade das empresas brasileiras é formada por microempresários, vale a pena levantar todo dia e batalhar pelo que realmente se ama.

Mas só paixão não garante a sobrevivência, é preciso outro ?P?.

2- Planejamento

Cuidado para não ficar tão envolvido no operacional (corre-corre cotidiano) e se esquecer do planejamento, traçar os próximos passos da empresa. Outro mito e um erro comum nos empreendedores por necessidade, é que muitos deles abrem e quebram em seguida, pois pensavam que iam trabalhar menos e que não teriam patrão. O patrão da empresa é o cliente e, às vezes, não perdoa uma única falha.

Planejar as finanças: muitos nem fazem a separação do dinheiro da empresa do pessoal. Precisou de uma grana, abre a gaveta da empresa e pega sem nem mesmo fazer os lançamentos das retiradas.

Antes de abrir o negócio, pesquise muito, estude a concorrência, o ponto que pretende abrir, as opiniões dos clientes e aprenda com os erros dos outros, pois é mais rápido e barato. E muito cuidado! Certa vez, Benjamim Franklin disse: ?Quem falha em planejar, planeja falhar?.

3- Possibilidades

O sucesso de ontem não garante o de amanhã, ou seja, cuidado quando o negócio começa a decolar, pois a tendência é cair na zona de conforto e isso pode ser fatal.

O ciclo de vida de um produto passa pelos estágios de introdução, crescimento, maturidade e declínio. Portanto, reinventar-se é uma variável vital para se manter atuante num mercado cada vez mais competitivo e inovador.

Como exemplos, veja o caso da AIRBNB, fundada em 2008 em plena crise e, hoje, vale mais de 100 bilhões de reais. E a empresa Americana UBER, fundada em 2009, que já vale de 200 bilhões de reais, mais que a GM, FORD e Petrobras?

No Brasil, 77% das empresas listadas entre as 500 maiores em 1973, já desapareceram dessa relação.

E quem é responsável pelos passos 1, 2 e 3 que citamos acima? O ?P? mais importante: Pessoas.

4- Pessoas

São as pessoas certas, nos lugares certos e motivadas que têm o poder de multiplicar um negócio.

Muitas vezes, o pequeno empreendedor começa sozinho ou com a ajuda de familiares, mas à medida que vai crescendo, precisa de gente para cuidar dos processos e dos clientes. Essas pessoas precisam conseguir manter a trajetória da organização, mas a baixa qualificação, desconhecimento da cultura da empresa e o não engajamento total, as tornam ineficazes, desmotivadas e o resultado pode ser desastroso.

Segundo Jim Collins, autor do livro ?Empresas feitas para vencer?, o maior ativo de uma organização não são as pessoas, são as pessoas certas. Reflita sobre quem você tem ao seu lado e quanto isso pode comprometer o desempenho de sua empresa.

São as pessoas que vão te ajudar a conquistar clientes, agigantar o seu negócio, portanto, cuide da sua equipe com o mesmo zelo e carinho como imagina cuidar dos clientes externos.

5- Resultado

A observância e o monitoramento das variáveis acima são cruciais para a sobrevivência das empresas, principalmente para os micro e pequenos empreendedores no Brasil.

É utópico afirmar que se trata de uma fórmula que garante o sucesso, mas uma coisa é certa: irá minimizar os riscos e maximizar as chances de sucesso, ou menos alertar quem mais precisa. A fórmula ?P + P + P X P = R? se trata de um ótimo raio "x" para o seu negócio. Pense nisso!

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros ?A Divertida Arte de Vender?, ?Motivação Nota 10? e ?21 soluções para potencializar seu negócio?. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

Sobre o palestrante motivacional Erik Penna

Ministra palestras de motivação e vendas, realiza consultoria, possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros ?A Divertida Arte de Vender?, ?Motivação Nota 10?, ?21 soluções para potencializar seu negócio? e coautor dos livros ?Gigantes das Vendas? e ?Gigantes da Motivação?.
Site: www.erikpenna.com.br


saiba mais »

10/01/2017 - Palestra em Ponta Grossa mostrará o crescimento do mercado de seguros

No dia 1º de fevereiro o SINCOR-PR realiza em Ponta Grossa, no Paraná, a palestra…

Faça sua inscrição pelo endereço http://www.sincorparana.org.br/sincor-eventos/eventos/detalhes/145

O evento será no Hotel Slaviero Executive Ponta Grossa na Rua Jacob Holzmann, 219, Olarias.

CRESCIMENTO - O setor de seguros registrou um crescimento nominal de 8,2% de janeiro a novembro de 2016 em comparação com o mesmo período de 2015. O resultado representa um volume de arrecadação de R$ 210,6 bilhões e diz respeito ao desempenho das carteiras de seguros gerais, vida, previdência complementar aberta e capitalização ? mercados supervisionados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

De acordo com projeções da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o setor deverá encerrar o ano com expansão de 9%, sem considerar o segmento de saúde suplementar. Para 2017, a estimativa é de crescimento consolidado entre 9% e 11%.

Segundo Maurício Tadeu, esse crescimento significa uma ótima notícia para os profissionais da área e para os que desejam investir em uma nova atividade. "Então, é importante assistir à palestra e saber o porquê desse crescimento", ressalta.

A palestra terá duração de uma hora e é realizada pelo SINCOR-PR, em parceria com o SINDSEG-PR/MS e Escola Nacional de Seguros.

Maurício Tadeu é graduado e pós-graduado nas áreas de Ciências Contábeis e Administração de Empresas, MBA em Gestão Empresarial. Possui especialização em Qualidade e Produtividade. É professor do curso de Administração de Empresas e de Ciências Atuariais da PUC-MG; professor da pós-graduação de Gestão de Negócios da Fundação Unimed/Universidade Gama Filho-RJ; É sócio da Ways Consultoria Empresarial e da Ways Contabilidade.


saiba mais »

10/01/2017 - SulAmérica Auto Compacto ganha campanha com humorista Oscar Filho

Voltada aos corretores, ação reforça os diferenciais do produto,que oferece cobertura completa por um preço…

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, apresenta aos corretores de seguros a nova campanha do SulAmérica Auto Compacto em uma série de vídeos de stand up comedy com Oscar Filho. Na ação, o humorista apresenta de forma leve e descontraída os diferenciais do produto, que foi lançado em 2016 e que garante cobertura completa para o carro por um preço que cabe no bolso do cliente.

A partir desta semana, os corretores recebem os episódios por email e têm acesso a um hotsite com todos os vídeos e material de apoio às vendas. Em cada episódio, o ator e comediante destaca uma característica do SulAmérica Auto Compacto de maneira bem-humorada, e incentiva que os corretores conheçam melhor o produto e o perfil de cliente, aumentando suas oportunidades de negócio. Ainda como parte da campanha, os corretores também recebem um vídeo de treinamento conduzido pelo Oscar Filho com detalhes e regras do produto para facilitar nas vendas. Serão utilizadas ainda outras peças de comunicação, como uma mala direta enviada para as corretoras com informações detalhadas do produto.

Auto Compacto Oscar Filho

?Esta campanha reforça nossa marca de inovação ao apostar em um formato atrativo e que contempla tanto o produto quanto o dia-a-dia do corretor. Em cada episódio o parceiro conhece melhor a essência do produto de uma forma divertida e descomplicada. Acreditamos que essa ação ajudará o corretor a vender mais e melhor o SulAmérica Auto Compacto?, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

O SulAmérica Auto Compacto é direcionado aos proprietários de veículos zero km, seminovos e usados com até sete anos de uso e avaliados em até R$ 70 mil. O produto oferece proteção completa para colisão, roubo/furto, incêndio e coberturas adicionais como vidros, lanternas, faróis e retrovisores, assistência 24h, carro reserva entre outras. O cliente ainda tem a possibilidade de escolha entre duas opções de franquia no momento do sinistro. De acordo com seu orçamento, o segurado pode optar pela franquia Produto Compacto, que abrange as oficinas da rede referenciada SulAmérica, e pagar o menor valor, ou a franquia Livre Escolha, que permite consertar o veículo em uma oficina de sua preferência, pagando o maior valor.

Sobre a SulAmérica

A SulAmérica é a maior seguradora independente do Brasil, com uma rede de distribuição de mais de 30 mil corretores independentes. Fundada em 1895, a companhia possui cerca de 5,3 mil funcionários e atua em várias linhas de seguros, como saúde e odontológico, automóveis e outros ramos elementares, vida, além de outros segmentos, como previdência privada, investimentos e capitalização. A SulAmérica tem mais de 7 milhões de clientes, de pessoas físicas a grandes empresas, em todo o país. Em 2015, a companhia registrou receitas totais de R$ 17,4 bilhões.


saiba mais »

10/01/2017 - Quer se conectar com as últimas tendências do mercado de gestão de propriedades?

A Group Software tem uma novidade para você! Conheça o Group News, novo blog da…

Ao navegar pelo novo blog da Group Software, você terá acesso aos fatos recentes sobre os mercados de gestão condominial, imobiliária e de shopping centers. Além disso, poderá conferir os lançamentos da empresa, as participações nos principais eventos desses setores, depoimentos de clientes sobre os softwares Group e acompanhar a agenda de workshops Condomínio21.

O blog Group News é uma excelente ferramenta para que os profissionais ligados a esses mercados se mantenham atualizados.

Não perca tempo, enriqueça os debates dentro da sua empresa, na roda de amigos, torne-se referência no mercado!

Acesse nosso blog: news.groupsoftware.com.br




saiba mais »

11/01/2017 - Ações de Marketing da TOKIO MARINE são reconhecidas pelo mercado internacional

Ações de Marketing da TOKIO MARINE são reconhecidas pelo mercado internacional
Companhia é premiada pelo relacionamento com a imprensa e excelência dos eventos realizados em 2016

A Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do Brasil, celebra o sucesso do trabalho desenvolvido pela equipe de Marketing no ano de 2016. A atuação do time na idealização e organização de eventos, a comunicação com públicos estratégicos e com a imprensa conquistaram reconhecimento em importantes premiações.

O resultado das iniciativas da Seguradora é reflexo do constante investimento na área de Marketing, que teve sua estrutura reformulada no último ano. Sempre visando promover experiências únicas e impactar positivamente os públicos de interesse, em 2016, a Companhia anunciou Flávio Otsuka de Castro como o novo Superintendente de Estratégia de Crescimento e Marketing e a chegada de Priscila Fernandes, responsável pela gerência do Marketing.

?As mudanças impulsionaram a reformulação das estratégias de relacionamento e comunicação e contribuíram para a conquista do nosso destaque no segmento. Estou muito feliz e orgulhoso com o reconhecimento, que atribuo à dedicação e ao profissionalismo da minha equipe?, comemora o executivo.

O trabalho comprometido com a transparência e a integridade das informações rendeu à Tokio Marine o prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com a Imprensa, idealizado pela revista Negócios da Comunicação, na categoria Seguros. Considerada uma das mais importantes do setor, a premiação reconhece a qualidade do relacionamento entre as organizações, os jornalistas e o mercado.

A Seguradora também foi reconhecida com três estatuetas de ouro, uma de prata e uma de bronze do Festival Iberoamericano de Promoções e Eventos, realizado em dezembro na cidade de Buenos Aires, Argentina. Na ocasião, a Companhia foi premiada, respectivamente, nas categorias Êxito Internacional, Viagens de Incentivo, Melhor Ideia para Festa Sazonal, Melhor Ideia para Festa Sazonal e Mecânica Mais Criativa com os projetos feitos para os encontros de Corretores Diamante em Portugal e na África do Sul e os eventos de verão e inverno de Corretores Ouro.

Já no Prêmio Caio 2016, considerado o? Oscar dos Eventos? no Brasil, a Tokio Marine foi destaque cinco ?Jacarés? de ouro, troféu símbolo da premiação, dois de prata, resultados do desempenho da Companhia nas categorias Evento ou Estande Realizado no Exterior, Evento Social, Marketing Estratégico para Eventos, Operação e Produção de Estandes, Viagem de Incentivo Nacional, Comunicação Visual e Marketing Estratégico para Eventos, respectivamente. A premiação fortalece a atuação da Empresa em eventos como o CONEC e a organização e concepção de viagens de incentivo.

?Sem dúvidas, os prêmios são resultado do compromisso da Tokio Marine com seu público e o trabalho da equipe eficiente e comprometida.?, afirma o executivo.

Sobre a Tokio Marine Seguradora

A Tokio Marine Seguradora S.A. é uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo. É subsidiária da Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em 38 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine Seguradora coloca à disposição do mercado brasileiro um amplo leque de soluções para Clientes Pessoa Física e Jurídica, por meio de uma estrutura com 72 unidades de negócios, incluindo sucursais e escritórios em todo o País. O portfólio de Produtos Massificados contempla os seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio e Equipamentos, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para Empresas. Já a carteira de Produtos Corporativos inclui Seguros para Pequenas, Médias e Grandes Empresas, Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Petróleo, Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e Aeronáutico. Em 2016, foi eleita na 8ª posição como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, de acordo com pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil. Para mais informações, acesse: www.tokiomarine.com.br.

  • tokio marine


    saiba mais »

    11/01/2017 - Apenas 4 em cada 100 brasileiros poupam para a aposentadoria - como mudar?

    Apenas 4 em cada 100 brasileiros poupam para a aposentadoria - como mudar?
    É uma questão cultural. No Brasil, só 4 em cada 100 pessoas poupam para a…

    Com a reforma na Previdência, os trabalhadores precisam planejar melhor a sua aposentadoria. Muitos contribuem apenas para o INSS, mas essa futura renda, apesar de muito importante, não garante por si só tranquilidade aos brasileiros. Dentre os aposentados que continuam trabalhando, 46,9% o faz por necessidade e alega que a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas e despesas pessoais, segundo pesquisa do SPC Brasil e da CNDL.

    Por isso, são bastante recomendáveis o planejamento e a organização das finanças para conseguir poupar dinheiro desde já. Para tanto, é preciso tomar algumas atitudes:
    1 - Pense no padrão de vida que deseja ter quando se aposentar e no que você tem feito para conquistá-lo. Garantir a sua tranquilidade e sustentabilidade financeira no futuro deve ser uma de suas prioridades hoje, em seu período produtivo de trabalho;

    2 - Defina com quantos anos você deseja se aposentar e o quanto quer receber mensalmente. Neste valor, considere as prováveis despesas, as atividades que deseja fazer e os sonhos que deseja conquistar no período;

    3 - Entenda que para isso você precisa acumular um capital que renda o dobro do que deseja ter mensalmente. Por exemplo: caso deseje obter dessa aposentadoria privada R$ 2 mil por mês, seus investimentos precisarão render R$

    4 mil por mês. Assim, você saca metade e deixa a outra metade rendendo, para que o dinheiro se recapitalize e se preserve. Elaborei uma planilha que faz esse cálculo automaticamente, basta incluir suas informações. Acesse no link: http://www.dsop.com.br/arquivos-downloads/file/calculo-de-aplicacao-para-independencia-financeira?id=1

    4 - Comece a poupar todos os meses para atingir essa meta conforme o planejamento. Quanto mais cedo começar, melhor, pois poderá escolher uma estratégia entre ou poupar um valor menor mensalmente ou poupar um valor maior, ser mais agressivo e adiantar a conquista da independência financeira;

    5 - Faça um diagnóstico financeiro por 30 dias, anotando todas as suas despesas, separando por categorias como alimentação, transporte, vestuário, educação, guloseimas, etc. Assim reconhecerá o seu comportamento financeiro e saberá quais hábitos pode mudar para diminuir ou eliminar despesas e conseguir poupar para a aposentadoria. O sonho da independência financeira é algo que irá te mover e te motivar, mas além dele você pode estabelecer outros, de curto e médio prazo, e fazer poupanças diferentes.

    6 - Invista o valor poupado para a independência financeira em fundos adequados para sonhos de longo prazo, como Previdência Privada e Títulos do Tesouro Direto. Como essa é uma reserva muito importante, fruto de anos de trabalho, caso queira diversificar em investir em ações, é aconselhável destinar apenas cerca de 10% para essa modalidade, considerando o alto risco da aplicação.

    Reinaldo Domingos é doutor em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Prazo para adesão ao Simples Nacional e mudança do regime tributário termina dia 31

    Prazo para adesão ao Simples Nacional e mudança do regime tributário termina dia 31
    Minas Gerais já possui mais de 1 milhão de pequenos negócios optantes pelo regime de…

    Donos de micro e pequenas empresas têm até o dia 31 de janeiro para aderir ao Simples Nacional ou alterar seu regime tributário. As solicitações são gratuitas e podem ser feitas no site: www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional

    Criado em 2006, o Simples Nacional garante o tratamento diferenciado aos pequenos negócios, previsto na Constituição. Seu objetivo é reduzir a burocracia e os impostos pagos por essas empresas e unificar oito tributos em um só boleto - IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social (CPP). ?Até dezembro de 2016, 1,2 mil empreendimentos optou por esse regime tributário, desses, 58% eram MEI?, afirma o analista do Sebrae Minas Haroldo Santos.

    As micro e pequenas empresas (já optantes pelo Simples Nacional) que preveem um faturamento menor em 2017 - abaixo de R$ 60 mil -, poderão migrar para o Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos (Simei), que independe da receita bruta mensal. Caso o faturamento anual ultrapasse esse valor em até 20%, a empresa irá pagar sobre o faturamento bruto excedente com base nas tabelas do Simples Nacional. Porém, se o excesso for maior que 20%, a empresa pagará os tributos sobre o faturamento total do ano.

    ?As empresas devem ficar atentas, pois a mudança do regime tributário pode gerar uma redução de impostos, mas se não for bem calculada pode resultar em multas e até sair mais cara para o empresário. Por isso, é importante procurar a ajuda do contador para definir qual a melhor opção de regime tributário?, explica Santos.

    Quem já é MEI está automaticamente cadastrado no regime Simei, porém, se a previsão do faturamento anual ultrapassar R$ 60 mil, o empreendedor deverá optar pelo desenquadramento e passar a recolher tributos devidos pela regra geral do Simples Nacional. ?É importante que o MEI não confunda desenquadramento com exclusão. No primeiro caso, ele será desenquadrado do Simei e continua sendo beneficiado pelo regime tributário do Simples Nacional. Já a exclusão equivale a saída do MEI por quebra das regras estabelecidas para se enquadrar. A exclusão poderá ser por registro de atividade não permitida ou local proibido. Além disso, a exclusão será retroativa a data de registro da empresa?, justifica o analista do Sebrae Minas.

    Adesão

    Para as empresas não cadastradas no Simples Nacional, o prazo de adesão também termina no final de janeiro. O pedido deverá ser feito por meio do site do Simples Nacional. Quem perder o prazo só poderá entrar no sistema em 2018. A empresa que fez o agendamento do Simples no final do ano passado e que não apresentou nenhuma pendência de documentação foi incluída no sistema automaticamente.

    As empresas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano e que não desenvolvem atividades impeditivas para esse perfil (como empresas do setor financeiro) podem optar por esse regime de tributação. O pagamento dos tributos é feito por meio de uma guia única e o valor pode variar de acordo com a renda bruta do empreendimento.

    Outros regimes tributários

    Caso a empresa não se encaixe no Simples Nacional, ela pode optar por outros dois regimes tributários previstos na legislação: Lucro Presumido e Lucro Real.

    O Lucro Presumido é uma opção para empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano, como bancos comerciais, bancos de investimento, arrendamento mercantil e seguradoras. Nessa modalidade, as empresas pagam duas contribuições, PIS de 0,65% e Cofins de 3%, sobre o valor da receita bruta (valor total da nota fiscal), não podendo deduzir nenhuma despesa dessa receita, com exceção das devoluções de venda, abatimentos ou vendas canceladas.

    Por exclusão, todas as empresas que não estão no perfil do Lucro Presumido ou Simples Nacional são empresas tributadas no Lucro Real, em que o percentual de PIS e Cofins mais que dobra de valor: 1,65% para PIS e 7,60% para Cofins. Porém, para minimizar tal aumento, é permitida a dedução de algumas despesas no cálculo das contribuições, tais como: insumos de produção, alugueis, parcelas de Leasing, depreciação de máquinas, compras de produtos, etc.

    ?O prazo para mudança de regime tributário vai até o dia 31 de janeiro para o Simples Nacional. Já para o Lucro Presumido e Lucro Real, o prazo se dá no pagamento da 1ª guia de vencimento do ano?, reforça Santos.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Os sistemas de gestão e sua contribuição para o sucesso do negócio dos varejistas

    Marco Antonio Salvo é Consultor Nacional de Vendas da Sankhya Gestão de Negócios
    Reduzir o tempo de atendimento, garantir a satisfação do cliente, racionalizar custos, acompanhar e prever…

    Somado a isso, o setor vem enfrentando o cenário econômico desfavorável no país, que impactou diretamente os resultados de vendas. Em meio a este cenário, as empresas do varejo têm buscado alternativas para melhorar a gestão do negócio, obter ganhos de produtividade e agilidade nos processos internos, a fim de se tornarem mais competitivas e lucrativas, para driblar a crise.

    Embora alguns empreendedores acreditem que investir em tempo de contenção seja um erro e somente um gasto a mais, a aposta em sistemas de gestão pode ser uma grande aliada para reverter o quadro atual, ajudando as empresas a integrar e otimizar os processos e gerir o negócio em tempo real, já que hoje muitos sistemas oferecem acesso às informações gerenciais de forma 100% web e também via dispositivos móveis.

    Para atender às necessidades específicas do varejo, os ERPs devem ser completos e robustos, e englobar tudo o que é essencial para as rotinas exigidas pelo segmento no Brasil, de recursos para o PDV e gestão de autosserviços, até as declarações fiscais obrigatórias e indicadores de desempenho gerenciais, passando por gestão da área de compras, estoques, WMS, gestão financeira, distribuição, etc. Além disso, as vantagens do comércio eletrônico devem estar totalmente integradas ao sistema.

    Listei abaixo alguns exemplos dos benefícios que as soluções de gestão podem trazer ao negócio varejista, acompanhem:

    · Otimização da gestão de compras. Os sistemas podem automaticamente sugerir a quantidade e o momento mais oportuno para efetuar as compras junto aos fornecedores. Essa otimização traz uma série de vantagens, como: diminuição das rupturas de estoque (não faltará produtos nas prateleiras); aumento do giro das mercadorias (o sistema propiciará compras menores, no tempo adequado); fim da perda de estoque por vencimento da validade; e melhora no ciclo financeiro da empresa (pela diminuição do tempo entre a compra e a venda dos produtos).

    · Adequação às regras fiscais e tributárias. Os ERPs auxiliam as empresas a se adequarem à enorme quantidade de regras fiscais e tributárias a que os varejistas estão sujeitos em suas operações cotidianas, auxiliando nas declarações obrigatórias e no planejamento, para realizar as operações de maneira rápida, confiável, correta e consistente.

    A tecnologia deve atuar a favor dos usuários, antecipando as necessidades de intervenção dos gestores. O varejista precisa de sistemas que mostrem o que precisa ser feito a cada momento, em tempo real, em dispositivos móveis, e que apresente os resultados com notificações ativas, sem que o usuário tenha de sentar-se à frente de um computador e emitir um relatório e ver o que aconteceu no pretérito, pois não há mais capacidade alguma de gestão sobre os problemas de ontem.

    Fazer um amplo estudo das fornecedoras de sistema de gestão melhor preparadas para atender às suas demandas atuais e futuras acompanhando a evolução do seu negócio, é um bom começo para se chegar ao sucesso!


    saiba mais »

    11/01/2017 - Susep anuncia punição a Corretoras de Seguros

    A Susep publicou nesta 3a feira (10/01), no Diário oficial da Uniao, comunicados intimando corretoras…

    Os primeiros intimados foram a Cagil Corretora de Seguros e o presidente da empresa, Carlos Alberto de Aguiar , que, na qualidade de responsável solidário, deverá alegar o que entender, a bem de seus direitos, no prazo de 30 dias, em face da instauração de processo administrativo sancionador lavrado pela autarquia, em face da apropriação de recursos da empresa ou de terceiros, pelo não atendimento à solicitação da Susep dentro do prazo e por não manter atualizados seus atos constitutivos, sob pena de os fatos narrados no processo em referência serem julgados sem as referidas alegações.

    O empresário foi notificado ainda que, acolhidas as razões da representação, estará sujeito à penalidade de multa, prevista no art. 113 do Decreto-Lei 73/66.

    A autarquia Informou ainda que o processo em epígrafe se encontra à disposição na sede da Susep (Av. Presidente Vargas 730 ? Centro, Rio de Janeiro/RJ), no horário das 9h30min às 16h30min.

    Outra empresa intimada foi a Sateplan Corretora de Seguros , que se encontra em local incerto e não sabido, que deverá alegar o que entender, a bem de seus direitos, também no prazo de 30 dias, em face da instauração de processo administrativo sancionador por apropriação de recursos da empresa ou de terceiros, pelo não atendimento, por não atender à solicitação da Susep dentro do prazo e por não manter atualizados seus atos constitutivos e endereço.

    Se os fatos narrados forem julgados sem as referidas alegações, acolhidas as razões do processo administrativo sancionador , a corretora estará sujeita à penalidade de multa.

    O presidente da corretora, José Mauro da Rosa Leal também foi intimado. O processo em epígrafe se encontra à disposição na sede da Susep, no Rio de Janeiro.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Número de roubos e furtos de veículos segurados em Porto Alegre aumentaram em novembro

    No mês de novembro de 2016 foram registradas 876 ocorrências de roubos e furtos somente…

    ?Estes dados são preocupantes, pois significa que foram mais de 29 carros roubados ou furtados na cidade por dia. Isto apenas referente a fora segurada? destaca o vice-presidente do SINDSEGRS, Alberto Muller.

    Com 9.845 casos acumulados do ano até novembro, Porto Alegre já superou as 9.137 ocorrências de 2014. 505 veículos foram recuperados, o que representa 57,65% dos casos. Já no Rio Grande do Sul, novembro teve 2.850 veículos roubados ou furtados. Durante todo o ano de 2016 este número chega a 34.858.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Carteira de veículos tem queda de receita

    Dados oficiais da Susep indicam que a carteira de automóveis sofreu o impacto da desaceleração…

    Já os sinistros ocorridos somaram R$ 19,4 bilhões até novembro, o que representou um crescimento de 4,3% comparados ao montante apurado nos 11 primeiros meses do exercício anterior.

    Com isso, a taxa média de sinistralidade na carteira passou de 62% para 65%.

    Já as despesas comerciais, que englobam as comissões de corretagem e os gastos com campanhas comerciais, atingiram a marca de R$ 5,8 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2016, valor idêntico ao registrado no mesmo período, em 2015.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Oscar Filho estreia em campanha da SulAmérica Auto Compacto

    Oscar Filho estreia em campanha da SulAmérica Auto CompactoA SulAmérica acaba de lançar aos corretores…

    A ação foi pensada para atingir os corretores e a partir desta semana, o profissional terá acesso a um hotsite com todos os vídeos e material de apoio às vendas. Em cada episódio, o comediante destaca uma característica do SulAmérica Auto Compacto, incentivando os corretores a conhecerem melhor o produto e o perfil de cliente, aumentando suas oportunidades de negócio.

    Além disto, os corretores receberão um vídeo de treinamento conduzido pelo Oscar Filho com detalhes e regras do produto para facilitar nas vendas. Outras ferramentas serão disponibilizadas aos corretores, como uma mala direta enviada para as corretoras com informações detalhadas do produto. ?Esta campanha reforça nossa marca de inovação ao apostar em um formato atrativo e que contempla tanto o produto quanto o dia-a-dia do corretor. Em cada episódio o parceiro conhece melhor a essência do produto de uma forma divertida e descomplicada. Acreditamos que essa ação ajudará o corretor a vender mais e melhor o SulAmérica Auto Compacto?, afirma o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

    Lançado em 2016, o produto é direcionado aos proprietários de veículos zero km, seminovos e usados com até sete anos de uso e avaliados em até R$ 70 mil. O SulAmérica Auto Compacto oferece proteção completa para colisão, roubo/furto, incêndio e coberturas adicionais como vidros, lanternas, faróis e retrovisores, assistência 24h, carro reserva entre outras. No momento do sinistro, o cliente pode escolher entre duas opções de franquia. Com base no orçamento, o segurado pode optar pela franquia Produto Compacto ou a franquia Livre Escolha, que permite consertar o veículo em uma oficina de sua preferência, pagando o maior valor.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Inflação oficial fecha na meta em 2016: 6,29% no ano

    Notícia divulgada pelo IBGE reforça aposta de queda mais acelerada da Selic nesta quarta-feira

    A inflação oficial do País fechou dentro da meta do governo em 2016, informou o IBGE nesta quarta-feira, 11, com variação de 6,29% no ano pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2015, a inflação estourou a meta- cujo centro é 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos- mas a volta à normalidade noticiada nesta quarta-feira fortalece a aposta de que o Banco Central terá mais espaço para o afrouxamento monetário, tendo em vista a continuidade de menor pressão sobre os preços em 2017.

    O Comitê de Política Monetária do Banco Central divulgará no final do dia a nova taxa Selic. Segundo a pesquisa Focus do BC divulgada na segunda-feira, economistas acreditam que o ritmo de corte poderá avançar para meio ponto percentual, tendo em vista o cenário mais estável dos preços, puxado pela profunda recessão econômica. A inflação de dezembro, nesse quadro, surpreendeu ao ficar abaixo das estimativas: subiu apenas 0,30%, nível mais baixo para o mês desde 2008 (0,28%), depois de alta de 0,18% em novembro.

    Neste ano, projeções de economistas para a inflação se aproximam do centro da meta, de novo de 4,5% pelo IPCA, mas com tolerância de 1,5 ponto percentual.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Banco Mundial prevê crescimento maior

    Brasil e Argentina ajudam economia da América Latina e Caribe a sair da trajetória negativa…

    A economia mundial voltará a crescer em 2017, beneficiada pela reação dos países da América Latina e do Caribe, mais dependentes da estabilização dos preços das matérias-primas, em baixa no ano anterior. A taxa global será de 2,7%, e a América Latina poderá alcançar um crescimento de 1,2% no ano. A previsão consta do relatório "Perspectivas Econômicas Globais?, produzido pelo Banco Mundial. No estudo, é previsto também crescimento da economia brasileira.

    O estudo constata que a taxa de investimento, necessária para um crescimento mais vigoroso e sustentável, continuará fraca, mas a reação das commodities é uma contribuição importante, sobretudo para as exportações de países latinos, como Brasil e Argentina, aliviando o quadro de desaceleração econômica. No ano passado, a América Latina e o Caribe conviveram com o segundo ano seguido de recessão, com 1,4% de queda. Por mais de três décadas, a economia regional não apresentava um quadro tão desolador de dois anos seguidos de recessão.

    A economia regional foi afetada pela redução do crescimento dos países mais ricos, ao lado do ciclo de baixa das commodities. O relatório acrescenta que a piora deveu-se também ao pífio desempenho do Brasil e da Argentina- seus PIBs tiveram queda de 3,4% e 2,3%, respectivamente. Neste ano, o Brasil deverá voltar a crescer, alta de 0,5%, e a Argentina, outros 2,7%.

    A projeção do Banco Mundial diz que a desenvoltura positiva da economia regional, contudo, poderá enfrentar contratempos, como restrições ao comércio promovidas pelos Estados Unidos e pela Zona do Euro. Também a guinada na política monetária dos Estados Unidos, com eventuais altas dos juros básicos e movimentos de go home de capitais para o mercado americano, é outro fator que pode prejudicar o comportamento das economias vulneráveis da América Latina e do Caribe.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Estudo calcula perdas com desastres naturais

    Brasil tem perdas mensais de R$ 800 milhões por danos naturais e mais de R$…

    Os desastres naturais ocorridos no Brasil entre 1995 e 2014 produziram perdas bilionárias, segundo novo estudo divulgado pelo Banco Mundial e o Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres, da Universidade Federal de Santa Catarina. Foram extraordinários R$ 182,8 bilhões em prejuízos acumulados no período, dos quais R$ 137,3 bilhões se referem a impactos nos serviços públicos e privados, na agricultura, na pecuária e na indústria. Já R$ 45,4 bilhões restantes referem-se a danos na infraestrutura, nas habitações e nas instalações de saúde, ensino e comunitárias, por exemplo.

    O Relatório de Danos Materiais e Prejuízos Decorrentes de Desastres Naturais no Brasil, o primeiro do tipo em escala nacional, informa que os prejuízos anuais reportados no período foram superiores a R$ 9 bilhões. Ou seja, danos causados por secas, inundações, vendavais e outros desastres custaram ao país cerca de R$ 800 milhões mensais.

    O levantamento, na opinião de Frederico Pedroso, especialista do Banco Mundial, derruba a percepção de que o país não sofre com desastres. "Via de regra, o Brasil não é um país exposto a perigos naturais extremos. Mas temos outros problemas, tais como um planejamento e um controle urbano muito ineficientes. Isso leva à ocupação humana em locais não propícios e consequentemente a desastres. E como o nosso estudo aponta, a somatória dos impactos tanto econômicos quanto humanos desses desastres acaba sendo extremamente relevante para as diferentes esferas de governo."

    Rafael Schadeck, consultor do Banco Mundial e pesquisador da UFSC, detalhou os problemas mais comuns em termos de desastres naturais. "Os desastres mais comumente reportados pelos municípios são aqueles do grupo climatológico, que são aqueles de evolução mais gradual, mais lenta, como seca e estiagem. Eles representam 48% dos registros e ocorrem com maior frequência nas regiões Nordeste e Sul do País. Em segundo lugar, vem o grupo hidrológico, que são os desastres relacionados ao excesso de chuvas. E eles ocorrem com maior frequência na Região Sudeste do País, representando 39% dos registros da pesquisa." Também são levados em conta os eventos relacionados a vendavais e granizo, entre outros, informa, acrescentando que os resultados são apresentados em mapas temáticos e em gráficos, fornecendo dados e estatísticas relevantes aos gestores públicos, população, academia e setor privado.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Seguradora Japonesa Substitui Colaboradores Por Inteligência Artificial

    A Fukoku Mutual Life vai substituir 34 funcionários de seus escritórios por um sistema de…

    De acordo com o jornal britânico ?The Guardian?, com a mudança a seguradora espera um aumento de 30% na produtividade. O investimento no sistema será de £ 1 milhão, aproximadamente R$ 3,95 milhões, anual.

    Desenvolvido a partir da plataforma Watson, da IBM, o sistema consegue analisar variados tipos de informações não-estruturadas, como textos, vídeos e imagens. Na companhia japonesa, ela será usada para ler informações médicas, como tempo de internação, procedimentos realizados e histórico de pacientes para determinar o valor dos pagamentos que a seguradora deve fazer.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - SINCOR-GO dá as boas-vindas a novo gerente Regional da Porto Seguro Seguros

    O presidente Henderson de Paula Rodrigues e os vice-presidentes Administrativo, Roney Almeida de Macedo e…

    Adriana Benezath, que é natural de Vitória, atuava na sucursal de Goiás desde 2009. Agora, retornará ao Espírito Santo, onde assumirá novos desafios na companhia.

    Wagner Bisi esteve por sete anos à frente da área comercial da Porto Seguro Seguros em Curitiba (PR). O executivo iniciou sua carreira no setor em 1996.

    Durante a visita, a Diretoria do SINCOR-GO enalteceu o trabalho desempenhado por Adriana Benezath durante o tempo em que esteve em Goiás e agradeceu a parceria estabelecida com a companhia. A Wagner Bisi, o SINCOR-GO deu as boas-vindas, desejando sucesso na trajetória que se inicia a partir de agora.

    ?Somos e continuaremos parceiros em prol do desenvolvimento do setor de seguros em Goiás e fortalecimento das relações entre o mercado segurador e os corretores de seguros goianos?, frisou o presidente Henderson.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Ramo De Automóvel Registra Queda

    De acordo com dados da Susep, o ano passado a carteira de automóveis registrou recuo…

    O estudo também apontou crescimento nos sinistros ocorridos, que somaram R$ 19,4 bilhões até novembro de 2016, registrando avanço de 4,3%. Com o resultado, a taxa média de sinistralidade na carteira passou de 62% para 65%.

    As despesas comerciais, como comissões de corretagem e gastos com campanhas, totalizaram R$ 5,8 bilhões entre janeiro e novembro do ano passado, mesmo valor de 2015.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - Os desafios corporativos da Geração Y

    Pesquisa da Edenred sobre bem-estar no trabalho traça perfil dos Millenials e faz comparação com…

    O Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho, pesquisa global encomendada pela Edenred, detentora da marca Ticket, e realizada pela Ipsos, para medir o nível de bem-estar no trabalho, identificou, em sua segunda fase, os principais desafios corporativos enfrentados pela geração Millenials, formada por jovens que nasceram entre os anos 80 e 90.

    A primeira fase da pesquisa deu ênfase ao comportamento e às preferências dos trabalhadores no ambiente corporativo. Nessa etapa, o estudo se aprofundou no comportamento dos jovens trabalhadores que cresceram paralelamente ao desenvolvimento da tecnologia.

    Dos 265 entrevistados da geração Y, 40% afirmam que sua principal preocupação em relação ao mercado de trabalho é o nível de salário, que está abaixo do esperado. De acordo com a pesquisa, esse também é o maior desafio para 42% dos profissionais acima de 30 anos.

    Em segundo lugar, o motivo que mais preocupa a geração Millenials é a sua permanência na empresa. Por conta do cenário econômico do país, 36% dos jovens profissionais mostram-se receosos em relação a possibilidade de perder o emprego. Dos 802 entrevistados com mais de 30 anos, esse número alcança 40%.

    O menor índice de preocupação está relacionado ao tempo que os entrevistados gastam no ambiente de trabalho. O levantamento aponta que 24% dos entrevistados da geração Y afirmam que passam muito tempo trabalhando e, para eles, isso é negativo. Dentre os entrevistados mais velhos, apenas 18% apresentam essa preocupação.

    ?Na segunda fase do estudo, observamos que, apesar da diferença de idade e da forma como as gerações se relacionam com o mercado de trabalho, as reações diante dos desafios e os parâmetros de avaliação são muito semelhantes, embora apresentem leve variação. Entender esse cenário é essencial para a gestão de talentos. Quando os líderes compreendem as necessidades de seus colaboradores, podem atuar de forma mais efetiva no desenvolvimento e na retenção da equipe?, comenta Juliana Konevalik, Coordenadora de Estratégia e Marketing de produto da Ticket.

    Sobre o Barômetro
    O Barômetro 2016: Bem-estar no Trabalho é uma pesquisa encomendada anualmente pela Edenred e realizada pela Ipsos que mede a satisfação dos trabalhadores em relação ao emprego formal, ambiente da empresa e os benefícios recebidos. O estudo é feito há 10 anos na Europa e chega ao Brasil pela primeira vez em 2016, ano que a companhia completa 40 anos de atuação no país. Em janeiro, foram ouvidos mais de 14 mil colaboradores em 15 países onde há atuação do grupo Edenred. No Brasil, foram entrevistados 802 trabalhadores registrados.

    Sobre a Edenred
    A Edenred, responsável pela criação do Ticket Restaurant® e líder mundial do setor de serviços pré-pagos para empresas, concebe e desenvolve soluções que melhoram a performance corporativa e aumentam o poder aquisitivo da população.
    As soluções oferecidas pela Edenred garantem que as verbas concedidas pelas empresas sejam destinadas a um uso específico e permitem gerenciar:
    Benefícios ao Trabalhador (Ticket Restaurant®, Ticket Alimentação, Ticket CESU, Childcare Vouchers, etc.)
    Gestão de Despesas Corporativas (Ticket Log, Ticket Cleanway, Repom, etc.)
    Incentivos e Recompensas (Accentiv?, Ticket Compliments, Ticket Kadéos, etc.)
    Soluções Pré-Pagas (Edenred l Soluções Pré-Pagas)

    O Grupo oferece também produtos que auxiliam as instituições públicas no gerenciamento de Programas Sociais Públicos.
    Registrada na Bolsa de Valores de Paris, a Edenred está presente em 42 países e conta com mais de 6 mil colaboradores, cerca de 680 mil clientes (empresas e municipalidades), 1,4 milhão de estabelecimentos credenciados e 42 milhões de usuários. Em 2015, o volume de cartões e vouchers emitidos pela Edenred totalizou 18,3 bilhões de euros.
    Ticket Restaurant® e outras denominações de programas e serviços oferecidos pela Edenred são marcas registradas pertencentes ao Grupo Edenred.
    Siga a Edenred no Twitter: @Edenred

    Sobre a Ipsos
    A Ipsos é uma empresa independente global na área de pesquisa de mercado presente em 87 países. A companhia tem mais de 5 mil clientes e ocupa a terceira posição na indústria de pesquisa. Maior empresa de pesquisa eleitoral do mundo, a Ipsos atua ainda nas áreas de publicidade, fidelização de clientes, marketing, mídia, opinião pública e coleta de dados. Os pesquisadores da Ipsos avaliam o potencial do mercado e interpretam as tendências. Desenvolvem e constroem marcas, ajudam os clientes a construírem relacionamento de longo prazo com seus parceiros, testam publicidade e analisam audiência, medem a opinião pública ao redor do mundo. Para mais informações, acesse: www.ipsos.com.br, www.ipsos.com e https://youtu.be/WRgOg9Wnr4o.


    saiba mais »

    11/01/2017 - STATO lista 10 carreiras promissoras para 2017

    Consultoria de recrutamento faz análise do mercado de trabalho e indica profissões mais demandadas para…

    O ano de 2016 apresentou forte retração econômica com reflexos inéditos na geração de empregos e, consequentemente, a eliminação de ocupações. ?O momento de crise não só afetou drasticamente o presente, mas também comprometeu o futuro por meio da destruição do bônus demográfico que o Brasil tinha para aproveitar até 2030. Com 11 milhões de empregos extraídos do mercado, este efeito foi perdido?, afirma Rubens Prata, CEO da STATO.

    Por outro lado, na visão do CEO, o ano de 2017 prenuncia uma ligeira recuperação. ?A retomada do mercado de trabalho estará mais concentrada em poucos setores, como o agropecuário e o farmacêutico?, ressalta Prata. Mesmo fora destes setores, algumas carreiras se mantêm promissoras - como as das áreas de marketing, tecnologia e automação -, mas passam a exigir competências novas, como a capacidade de análise e de transformar dados genéricos em informações práticas que permitam às empresas identificar e acessar com assertividade mercados e consumidores.

    ?Segundo Prata, haverá ainda oportunidades para executivos especialistas em fusões e aquisições, finanças e riscos. "Empresas deverão se unir para reduzir riscos e gerar mais competência e competividade?, diz.

    Confira as carreiras e profissões analisadas pela STATO e indicadas como destaque para o próximo ano:

    1 ? Diretor de Novos Negócios:

    O que faz: Avalia o mercado e o setor para propor novos produtos e serviços, expansão para novos mercados e/ou aplicações diferentes. Trabalha focado em

    inovação e pensando de forma independente as funções do dia a dia. Visa a alta de faturamento e de resultados para o médio ou longo prazo, desenvolvendo estudos, pesquisas e mantendo o relacionamento com clientes e mercado.

    Faixa de remuneração: Salários fixos podem variar de R$ 25.000,00 a R$ 35.000,00 com bônus variável em função de metas e resultados, entre 6 e 10 salários/ano. Profissionais com esse perfil possuem remuneração que varia em função do segmento de atuação, sempre com boa parte da remuneração atrelada a resultado.

    Motivo da demanda: Ano de retomada da economia, as empresas necessitarão de executivos estratégicos na linha de frente, que desenvolvam negócios, captando novos contratos, mercados e parcerias e, consequentemente, contribuindo para o crescimento e aumento da receita no médio e longo prazo.

    2 ? Gerente de Marketing / Produto:

    O que faz: Analisa e interpreta o que o mercado necessita e consequentemente apresenta para a companhia plano de desenvolvimento de produtos que atendam a esta demanda. A função Inclui o planejamento anual de marketing com análises financeiras de pesquisas, ações de comunicação e campanhas promocionais e/ou institucionais e expectativa de retorno) por produto ou categoria. Definição e implementação de estratégias, em conjunto com equipe de vendas, das formas para alavancar a marca no mercado e aumentar a captação de clientes

    Faixa de remuneração: Pode variar entre R$ 15.000,00 e R$ 25.000,00 dependendo da senioridade do profissional e do porte da empresa. Bônus anual figura entre 4 e 6 salários.

    Motivo da demanda: Empresas de bens de consumo de massa têm repensado seu portfólio de produtos para atender clientes que na crise podem ter alterado hábitos e forma de consumo.

    3 ? Gerente de Compliance e Risco:

    O que faz: Responsável pelas atividades de controles internos e mapeamento de processos, dando suporte ao planejamento dos projetos relacionados a compliance. Implanta normas e procedimentos que garantem o gerenciamento de riscos. Realiza a gestão de conformidade com regulamentações, monitoramento e reporte de desvios; e conduz auditorias periodicamente para assegurar conformidade dos processos internos e externos.

    Faixa de remuneração: de R$ 18.000,00 a R$ 25.000,00.

    Motivo da demanda: Diante de todo cenário político e econômico, as empresas devem demandar fortemente profissionais na gestão e controle de riscos em 2017, para manter-se em conformidade com regulamentação e assegurar maior credibilidade no mercado sob os aspectos financeiro, ambiental, societário e legal.

    4 ? Gerente de Mídia Digital:

    O que faz: Gerencia atividades ligadas a comunicação e marketing em mídias de redes sociais e acompanha a performance de cada mídia e ação. Atuação direta com novas tecnologias digitais e ferramentas ligadas acomunicação, mas é imprescindível que o profissional de marketing digital, acima de tudo, pense na estratégia do negócio em que atua, na construção e no posicionamento da marca da empresa. Define e propõe soluções para ampliar as vendas nos canais digitais sem deixar de medir a rentabilidade destas ações. Nesse momento, a estrutura permanece na maior parte das organizações, dentro da área de Marketing, mas tende a crescer para uma estrutura independente ou ocupar um papel mais determinante permeando as diversas áreas de negócios.

    Faixa de remuneração: salários a partir de R$ 12.000,00 podendo chegar a R$ 17.000,00 com variável atrelado a resultados mensuráveis, em média de 2 a 4 salários por ano.

    Motivo da demanda: O canal digital para a divulgação e venda de produtos no mercado já é e continuará sendo ainda mais importante em 2017, uma das alternativas mais prósperas para alavancar resultados, a marca das empresas e as vendas propriamente ditas. Isso se dá por conta da significativa evolução dos hábitos de consumo com o avanço e ao fácil acesso da tecnologia, cada vez mais presente na vida das pessoas e nos negócios. O custo das ações de marketing digitais, que são mais focadas em nichos, é mais competitivo do que o de outras mídias tradicionais.

    5 ? Diretor de CSC (Centro de Serviços Compartilhados):

    O que faz: Promove a entrega dos serviços incluídos no CSC aos clientes internos acompanhando o nível de satisfação via indicadores de controle e desempenho, pré-acordados com os demais gestores. Gerencia as prioridades e objetivos e dimensiona a operação do CSC. Identifica necessidades de melhorias nos processos e acompanha sua implementação. Busca e implementa melhores práticas, modelos de referência, além de pesquisas e acompanhamentos de tendências de mercado. Apoia a incorporação e integração de novos serviços no CSC.

    Faixa de remuneração: a partir de R$ 28.000,00 podendo chegar a R$ 40.000,00 em função do porte da empresa e da abrangência do CSC.

    Motivo da demanda: CSCs (Centros de Serviços Compartilhados) são estruturas de centralização processual que são implementados nas empresas visando obter economia em escala nas áreas Administrativas, de Contabilidade, Compras, Financeiras e TI. Ao centralizarem as atividades transacionais, as empresas desoneram unidades de negócio das responsabilidades de operações de suporte, permitindo o foco no core business. O ganho de sinergia aumenta a competitividade e traz maior flexibilidade para o crescimento organizacional.

    6 ? Gerente da Qualidade e Excelência Operacional:

    O que faz: Desenvolve, implanta e controla programas e sistemas de gestão de qualidade, acompanhando sistemas, de forma a se obter aumento da confiabilidade, produtividade, otimização de processos e redução de erros e de custos operacionais. Mapeamento dos processos e procedimentos, elaboração de documentação das áreas, coordenação e execução de auditoria interna.

    Faixa de remuneração: entre R$ 14.000,00 e 20.000,00.

    Motivo da demanda: A indústria fechou inúmeras posições em 2016. Varias Diretorias foram consolidadas numa só, o que fez desaparecer em muitas delas as altas posições especialistas em Qualidade e Produtividade. Os problemas de qualidade em alguns setores tomaram uma dimensão extra, incluindo produtos, gestão de fornecedores e de eficiência. Este ponto tende a ser equacionado no próximo ano, quando o mercado tende a voltar a demandar profissionais com senioridade para resolver estas questões nos segmentos mais críticos.

    7 ? Diretor de Supply Chain:

    O que faz: Responsável pela gestão da cadeia de suprimentos de uma empresa, isto é, por planejar e gerir todo o ciclo de movimentação de materiais na empresa, desde a compra de matérias primas e insumos até a entrega do produto acabado ao cliente. A contratação, definição e gestão dos transportes também é um item importante desta posição.

    Faixa de remuneração: salários entre R$ 25.000,00 e R$ 35.000,00 com parte variável atrelada a performance e geração de resultados, entre 3 e 4 salários por ano.

    Motivo da demanda: Trata-se de uma posição essencial para garantir a eficiência de todo o processo de distribuição e, consequentemente, gerar economia e otimização de recursos para a organização.

    8 ? CFO (Chief Financial Officer):

    O que faz: O CFO é o gestor financeiro do negócio e atua diretamente no planejamento das finanças, faz análise do mercado e propõe alterações que influenciem no desempenho econômico da empresa, sendo responsável por organizar, captar e aplicar os recursos da companhia, com duas áreas importantes sob sua direção: Tesouraria (demonstrativos contábeis e créditos, fluxos de caixa e faturamento) e Controladoria.

    Faixa de remuneração: de R$ 35.000,00 a R$ 55.000,00, em função do tamanho da organização e faturamento.

    Motivo da demanda: Em 2017 existirá uma forte demanda por um CFO estratégico que seja parceiro do negócio, com um papel de direcionador seinvestimentos e atuante nos processos de análise e implementação de aquisições e fusões.

    9 ? Gerente de Planejamento Tributário:

    O que faz: Realiza apuração tributária, classificação contábil, cálculo de impostos, conciliação de contas, elaboração de demonstrações contábeis, criação de calendário fiscal e planilhas de controle. Assegura adequada apuração dos tributos (federais, estaduais e municipais) e realiza o planejamento tributário em todas as esferas. Atualiza a empresa em relação à legislação fiscal aplicada; atende as fiscalizações e auditorias; participa nos processos decisórios da empresa relacionados a aquisições, fusões e cisões.

    Faixa de remuneração: de R$ 16.000 a 22.000,00.

    Motivo da demanda: O planejamento tributário se apresenta como uma forma de redução de gastos financeiros para a organização.Também atua na construção do plano tributário visando identificar ações futuras antecipadamente, prever riscos e corrigi-los a tempo.

    10 ? Diretor de RH:

    O que faz: Responsável pela implementação das políticas da empresa no cumprimento de suas melhores práticas, garantindo a qualidade de seus colaboradores dentro da legislação em vigor, atuando com foco no planejamento, gestão de carreira, cargos e salários e benefícios, estruturação de programas de desenvolvimento e treinamento, planos de avaliação de desempenho e sucessões.

    Faixa de remuneração: de R$ 28.000,00 a R$ 35.000,00.

    Motivo da demanda: Com as reestruturações ocorridas nos últimos dois anos, a retenção dos talentos e os planos de sucessão tornaram-se críticos, bem como o redesenho de áreas e funções/cargos. Algumas empresas que reduziram seus quadros, inclusive na área de RH já mostram intenção de buscar executivos para a função no nível de diretoria, para tratar desta temática de forma mais estratégica.

    Sobre a STATO

    A STATO é uma consultoria especializada em recrutamento de executivos, desenvolvimento organizacional e transição de carreira/outplacement. A STATO atua em todas as etapas do ciclo dos profissionais nas empresas, identificando, desenvolvendo e apoiando pessoas e negócios para o sucesso. A empresa conta com especialistas em assuntos relacionados à carreira, seja do ponto de vista das organizações ou dos indivíduos.

    Mais informações: http://www.statobr.com/


    saiba mais »

    11/01/2017 - OncoRede: ANS seleciona 42 projetos para qualificar atenção ao câncer

    Iniciativas visam implantar um novo modelo de cuidado em oncologia que beneficiará pacientes de planos…

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) selecionou os projetos que farão parte do OncoRede, iniciativa que propõe a construção de um novo modelo de organização e cuidado aos pacientes com câncer. A reguladora recebeu 42 propostas de adesão de operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços - hospitais, clínicas e laboratórios. Em fevereiro, essas instituições começarão a desenvolver os projetos, com acompanhamento e monitoria da ANS. Os resultados serão mensurados, e os modelos que se mostrarem viáveis poderão ser replicados para o conjunto do setor suplementar de saúde, de forma a estimular mudanças sustentáveis.

    Clique aqui e confira as operadoras e prestadores que tiveram projetos aprovados.

    O OncoRede estabelece um conjunto de ações integradas para qualificar o cuidado oncológico. As medidas visam estimular a adoção de boas práticas na atenção ambulatorial e hospitalar e promover melhorias nos indicadores de qualidade da atenção ao câncer, além de possibilitar um diagnóstico mais preciso da assistência. Entre as medidas previstas estão a centralização do cuidado no paciente, a adoção de laudo integrado de exames, a introdução do assistente do cuidado, responsável por conduzir o paciente ao longo do percurso assistencial e a busca ativa no momento do envio do resultado de exames.

    ?O grande número de adesões e a qualidade dos projetos apresentados demonstra a urgência e a necessidade de implementação de experiências baseadas em modelos mais integrativos de cuidado na atenção oncológica?, avalia a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira. ?A fragmentação da trajetória de cuidado do paciente em diferentes prestadores de serviços de saúde que não se comunicam, a falta de continuidade do fluxo do paciente na rede assistencial e a ausência de coordenação do cuidado prestado nos diferentes níveis de complexidade da rede são problemas que afetam diretamente a efetividade da atenção aos pacientes com câncer no Brasil. O projeto OncoRede visa reorganizar a assistência e corrigir essas falhas, facilitado o tratamento e melhorando os resultados?, explica a diretora.

    Pilares do novo modelo de atenção

    Centralização do cuidado no paciente, invertendo a lógica do sistema hoje centrado no volume de utilização de tecnologias;
    Informação correta, completa e em linguagem acessível para os pacientes e registro de saúde que facilite a continuidade do cuidado, possibilitando o compartilhamento da informação por todos os profissionais que realizam o cuidado e com o próprio paciente;
    Screening e diagnóstico precoce, porém pautados pela qualidade e em protocolos efetivos;
    Laudo integrado de exames para um melhor direcionamento no momento do diagnóstico que facilite e torne mais efetivo o tratamento;
    Busca ativa no momento do envio do resultado de exames e garantia de que o resultado dos exames críticos chegue ao paciente e a seu médico solicitante;
    Estabelecimento de times multiprofissionais e de grupos de decisão para a melhor definição de linhas de cuidado e uniformização de decisões;
    Articulação da rede de estabelecimentos que irão, em algum momento, cuidar do paciente, tanto do ponto de vista de organização dos encaminhamentos quanto das informações e da continuidade da linha de cuidado;
    Assistente do cuidado, responsável por conduzir o paciente ao longo de todo o percurso assistencial, facilitando e monitorando todos os possíveis pontos de dificuldade;
    Monitoramento dos resultados através de indicadores que possam demonstrar não só o desempenho do cuidado, mas também retratem possíveis melhorias no caminho assistencial;
    Indução e estabelecimentos de estruturas de cuidado paliativo e tratamento de suporte, além do debate sobre morte e humanização no fim de vida;
    Modelos diferenciados de remuneração que possam dar suporte à nova lógica de cuidado;
    Capacitação e treinamento de profissionais da área da saúde;
    Debate sobre o Registro de Tumor na Saúde suplementar, visando um melhor planejamento e monitoramento das políticas nessa área.

    Saiba mais sobre o projeto OncoRede.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Neste verão, viaje tranquilo com a cobertura do Grupo Bradesco Seguros

    Os meses de janeiro e fevereiro são tradicionalmente marcados período de férias, quando muitas famílias…

    Automóvel - Vai viajar de carro? Ao tomar essa decisão, é importante assegurar que o automóvel esteja com a manutenção em dia e possua um seguro, como o Bradesco Seguro Auto, que oferece diferentes opções de coberturas para os casos de acidentes e roubos/ furtos, garantindo total assistência para o motorista, para os passageiros e para outras pessoas e veículos terceiros que possam ser atingidos. Portadores do Cartão Bradesco Seguros contam com 5% de desconto no pagamento do seguro através do cartão. Além disso, é importante destacar o diferencial do pagamento sem juros: Em até 4 vezes para segurados não correntistas do Banco Bradesco; em at& eacute; 6 vezes para clientes correntistas do Banco Bradesco, através de Débito em Conta Corrente ou Cartão de Crédito (Elo e Visa); em até 7 vezes para clientes Bradesco Prime, com Débito em Conta Corrente ou Cartão de Crédito (Elo, Visa e Amex).

    Residencial - Para garantir a segurança de um dos principais bens de qualquer pessoa, o Grupo oferece o Bradesco Seguro Residencial, apontado pela ProTeste, pelo sétimo ano consecutivo, como a "Escolha Certa" de proteção, tranquilidade e segurança para as residências das famílias brasileiras.

    O produto oferece coberturas básicas - incêndio, queda de raio e explosão de qualquer natureza - e as coberturas acessórias, que tornam o seguro ainda mais completo. Vale destacar a Assistência Residencial Dia e Noite, um pacote de serviços para o cliente se despreocupar em caso de emergências domésticas, como a necessidade de chaveiro, eletricista e vidraceiro.

    Seguro Viagem - Para o cliente estar protegido e aproveitar o passeio com mais tranquilidade, o Grupo oferece o Seguro Viagem Bradesco, com planos de acordo com o destino de viagem (Nacional, América do Sul, Europa, Internacional, Top Europa e Top Internacional). Ao contratar esse seguro, o cliente conta com coberturas como: despesas médicas, hospitalares e odontológicas; cancelamento prévio de viagem; perda de bagagem; traslado médico e morte acidental em viagem.

    Sobre o Grupo Bradesco Seguros

    O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. De janeiro a setembro de 2016, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 50,2 bilhões - evolução de 10,3% sobre igual período de 2015. Há cerca de uma década, o Grupo Bradesco Seguros vem sustentando crescimento médio anual na casa de dois dígitos, mantendo market share em torno de 25%. Seu volume de provisões técnicas atingiu R$ 213,6 bilhões em junho de 2016.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Gestão por processos ajuda pequenas e médias empresas a superarem crise econômica

    A crise no Brasil tem sido um grande obstáculo enfrentado por todas as empresas. No…

    De acordo com dados do Sebrae, a cada 100 empresas abertas no Brasil, 24% irão fechar as portas em até 2 anos. 50% em até 5 anos e em 10 anos essa taxa pode chegar a 70%. Se fizermos uma análise ampla dos motivos de falência, o principal desafio que PME?s enfrentam para se manterem no mercado é: entregar produtos e serviços de qualidade, buscando o crescimento orgânico e financeiro. Tudo isso sem dispor das ferramentas e estratégias adequadas que ajudem a atingir a sustentabilidade do negócio.

    Normalmente, pequenas e médias empresas possuem cultura familiar e rotinas enraizadas. A cultura do paternalismo e a avaliação simples do faturamento mensal dificultam a implementação de processos de gestão e, portanto, dificultam a tarefa das PMEs atingirem a maturidade.

    Em algum momento, para crescer ou superar um cenário econômico não favorável, a empresa vai precisar adotar um modelo de gestão. Quando os custos já foram cortados, despesas desnecessárias já foram contidas e muitas vezes a folha de pagamento já foi reduzida, o foco deve estar baseado em quatro pilares. 1 ? Agregar valor ao produto e serviço; 2 - Gerar diferencial competitivo frente aos concorrentes; 3 - Otimizar processos e 4 - Ganhar produtividade.

    Pode parecer simples, mas colocar em prática o ?fazer mais com menos? é mais desafiador do que parece, exige uma gestão baseada em processos e muitas vezes necessita de ajuda de uma consultoria especializada. A Goakira, por exemplo, identificou essa demanda em seus clientes e criou um produto de fácil aplicação, custo acessível para os pequenos empresários, que apresenta resultados mensuráveis e de maneira rápida, em até oito semanas. Desde 2016 temos esse produto em nosso portfólio. Entre os principais resultados obtidos com o nosso serviço de gestão por processos já conseguimos aumentar a produtividade dos clientes, reduzir despesas, melhorar a aplicação e aceitação de produtos no mercado, reposicionar a marca, entre outros.

    A adoção da gestão por processos promove a melhoria contínua aumentando a eficiência da empresa. O que o empreendedor precisa considerar antes de determinar se o serviço pode ser considerado caro, ou não, são os processos que serão otimizados. Pois, após a implantação, as melhorias fatalmente serão revertidas em ganhos financeiros e a fase de projeto irá capacitar a equipe, possibilitando um ganho no médio e longo prazo da empresa.

    As PME´s precisam aprender a se adaptar aos cenários econômicos e a opção mais assertiva é investir em inovação, flexibilidade e integração. E uma vez que as empresas que adotam a gestão por processos, elas conseguem promover crescimento e adaptação rápida ao cenário por meio de ciclos de melhoria contínua. Quando apoiadas pelas ferramentas corretas a empresa se torna sustentável e atinge uma maturidade econômica.

    Enquanto, aquelas que não conseguem se adaptar com a velocidade e eficácia necessária, tendem a se tornar parte da estatística desse artigo.

    Debora Machado é formada em Gestão de Processos pela FATEC ? Faculdade de Tecnologia de São Paulo e consultora de negócios na Goakira, consultoria empresarial.

    Sobre a Goakira:

    www.goakira.com.br

    Consultoria empresarial com foco no crescimento e estruturação de negócios. São especialistas na formatação de franquias e gestão de redes. A Goakira oferece soluções como consultoria de campo, implantação do departamento de expansão interno, gerenciamento e melhoria de processos, redução de custos, educação coorporativa e gestão por resultados.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Rádio CNseg: exame toxicológico de larga janela aplicado a motoristas do Brasil é o mais avançado no mundo

    Coordenador do SOS Estadas alerta que entre 30% e 50% dos caminhoneiros e motoristas profissionais…

    A obrigatoriedade do exame toxicológico de larga janela para motoristas profissionais (de ônibus e de caminhões) no Brasil completará um ano, em março, e já impacta positivamente na diminuição do índice de acidentes causados pelo uso de drogas ao volante. Embora vários levantamentos feitos a partir da coleta de urina e cabelo destes profissionais apontem que 30% a 50% deles usam drogas enquanto dirigem. As informações são do coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, em entrevista à Rádio CNseg.

    O exame, com ampla detecção, utiliza a queratina humana, via coleta de cabelos e unhas, e é o mais avançado no mundo. Rizzotto explica, ainda, que o grande diferencial desse processo de análise sanguínea é o fato dela identificar, não apenas se o motorista está sob o efeito de drogas no ato do exame, mas também se fez uso de entorpecentes nos últimos 90 dias. Durante a entrevista, Rizzotto também aborda o papel social do seguro DPVAT, sendo o Brasil o único país em que toda a população está protegida por esse seguro de caráter social no caso de acidentes, independentemente de seu pagamento ou não.

    No quadro ?Fala Presidente?, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano, aborda o planejamento financeiro e dá dicas para um início de ano financeiramente mais organizado. Um dos exemplos citados por Coriolano é a possibilidade de obter o seguro educacional neste momento de incertezas em que o país se encontra. ?Importante verificar, por exemplo, a possibilidade de se contratar o seguro educacional. O produto pode proteger a criança ou o adolescente, no caso de morte ou invalidez e até de perda de emprego do responsável pelo pagamento da mensalidade escolar?.

    No quadro 'Conheça os Seguros Gerais', a vice-presidente da Comissão de Riscos de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Cristina Salazar, fala sobre o novo decreto presidencial que alterou a regulamentação do seguro de crédito à exportação e o que mudou na cobertura de exportações estrangeiras de bens e serviços. ?O novo decreto permite que exportações estrangeiras também sejam cobertas por seguradoras no Brasil, desde que contenham produtos e componentes produzidos no país?. No espaço ?Qual é a dúvida??, o presidente da Comissão de Produtos da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e Superintendente de produtos de capitalização da SulAmérica, Natanael Castro, tira dúvida do ouvinte sobre o uso da capitalização no aluguel do imóvel.

    O quadro ?Entenda os Seguros de Pessoas? aborda o estudo do Banco Mundial que mostra o despreparo financeiro dos brasileiros para a velhice. Já o ?Momento da Inovação? traz entrevista com o diretor da administradora de seguros Ifaseg, Mario Gasparini, sobre o projeto ?Solução Turismo?, segundo colocado na 6ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, que visa melhorar a relação entre agentes de viagens e operadoras de turismo.

    A nova versão do D-TISS (Detalhamento da Troca de Informações de Saúde Suplementar) será tema do quadro ?Por dentro da Saúde Suplementar?, desta quinta-feira. A principal novidade é a inclusão de cerca de 2.850 procedimentos ao painel, totalizando 2.933 itens disponíveis para pesquisa. ?Destes 2.933 itens disponíveis, 2.905 são procedimentos individualizados e 28 grupos de procedimentos?, explica o diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin.

    O ?Minuto da Capitalização? traz, na sexta-feira, entrevista com o advogado e procurador jurídico da Federação Nacional das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), Roberto Salaberry, que falará sobre o repasse das verbas dos títulos de capitalização da modalidade incentivo. ?Conseguimos por meio da modalidade incentivo fomentar muitas das ações na área de assistência social. São em torno de 2.200 Apaes em todos os estados brasileiros?. Encerrando a semana, a ?Dica do Consultor? abordará a importância dos hábitos de vida adequados para a promoção da saúde.

    Diariamente, a Rádio traz, ainda, boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

    Rádio CNseg

    A Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da CNseg, e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a Rádio é transmitida por meio do site radio.cnseg.org.br, ou pelo aplicativo, disponível nas lojas virtuais para smartphones.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Especialista destaca cinco motivos para manter a equipe engajada

    Especialista destaca cinco motivos para manter a equipe engajada
    Com ações focadas em motivação, a empresa reduz o índice de rotatividade, um dos maiores…

    Produtividade e motivação estão em pauta nas organizações, mas especialistas alertam que para alcançá-las é preciso um olhar especial para a equipe: ?mais do que reter talentos de forma estratégica, é fundamental que as empresas entendam o cenário atual e as perspectivas dos colaboradores e criem conexão com cultura organizacional, qualidade de vida, espaço físico e princípios de reconhecimento, remunerados ou não?, destaca Jean Soldatelli, sócio-diretor da Santo Caos, primeira consultoria de engajamento do país.
    Termo da moda no mundo corporativo, em pesquisa recente 93% dos líderes de 150 das maiores empresas do país consideram o engajamento uma prioridade alta ou muito alta, o engajamento define o conjunto de conexões, racionais e emocionais, entre uma pessoa e outra ou pessoa e instituição, que gera resultado positivo para a empresa.

    O especialista destaca que o engajamento pode despertar, entre outros benefícios, compromisso, pertencimento e orgulho em colaborar com a instituição. E a empresa, o que ganha com isso? Entre os resultados, Jean cita que o engajamento:

    1. Eleva a produtividade a medida em que aumenta o nível de compromisso, ou seja, a dedicação que o colaborador exerce junto à empresa;
    2. Impulsiona o nível de inovação da instituição;
    3. Reduz o turnover. Com ações focadas em motivar os colaboradores dentro das empresas, o índice de rotatividade, um dos maiores vilões em termos de custos, tende a sofrer queda;
    4. 4. Afeta diretamente a imagem da empresa, já que o colaborador mais engajado tem um olhar positivo sobre a empresa, o que se reflete também em seu discurso; influenciando também na atração de talentos.
    5. Reduz custos, afinal influencia em aspectos como comprometimento, produtividade e turnover. Só nos EUA, anualmente a falta de engajamento nas empresas custa certa de US$550 bilhões por ano.

    Sobre a Santo Caos
    Fundada em 2013, a primeira consultoria de engajamento do Brasil tem como objetivo entender os públicos, internos ou externos, das empresas e desenvolver estratégias para que estes públicos trabalhem a favor da empresa. Já engajou públicos de grandes empresas como McDonald?s, Facebook, Ambev e ViaVarejo. Também auxilia empresas com engajamento de causa, com estudos especializados em jovens de baixa renda, educação e tecnologia, diversidade, entre outros.

    Sobre a Trama

    Há 21 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação, inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa. Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, PR Digital, comunicação interativa (mídia social, blog corporativo, twitter, podcast, videocast, release 2.0, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas, conteúdo para website e relações públicas.


    saiba mais »

    11/01/2017 - Riscos que ameaçam desenvolvimento global

    Fórum Econômico Mundial lista ameaças que devem estar no radar de gestores públicos e privados…


    saiba mais »

    11/01/2017 - A arrecadação de impostos federais entre janeiro e outubro de 2016 foi a menor dos últimos cinco anos

    Ausência de recuperação expressiva da economia brasileira continua sendo o principal motivo de queda, mostra…

    A décima segunda e última edição do ano de 2016 do boletim Termômetro Tributário do CEPER-FUNDACE mostra que a arrecadação de impostos federais acumulada entre janeiro e outubro de 2016 foi a menor dos últimos cinco anos.

    As informações apresentadas nesta edição do Termômetro Tributário continuam sinalizando um quadro de queda na arrecadação dos impostos federais. A ausência de uma recuperação expressiva da economia brasileira continua sendo o principal motivo de queda na arrecadação de impostos.

    Ao longo desses dez meses do ano de 2016, a arrecadação no Brasil atingiu a cifra de R$ 709,239 bilhões, valor que representa queda de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Conforme relatório divulgado pela Receita Federal (disponível em http://idg.receita.fazenda.gov.br/dados/receitadata/arrecadacao/relatorios-do-resultado-da-arrecadacao/arrecadacao-2016/outubro2016/analise-mensal-out16.pdf), a queda na arrecadação observada no mês de outubro de 2016 continuou sendo motivada fundamentalmente pelo desempenho da economia, evidenciado pelo comportamento dos principais indicadores macroeconômicos que afetam diretamente a arrecadação dos diversos tributos.

    Os municípios da região de Ribeirão Preto registraram, em conjunto, arrecadação total de R$ 391,688 milhões, montante 0,3% superior quando comparado a outubro de 2015, sendo possível notar, particularmente, aumento na arrecadação do IPI, em 12,4%.

    O município de Ribeirão Preto apresentou comportamento distinto do observado na região. A arrecadação atingiu a marca de R$ 206,754 milhões, valor 2,4% inferior ao arrecadado em outubro de 2015.

    Com exceção do IRPJ e da CSLL, que apresentaram crescimentos de 5,9% e 5,1%, respectivamente, as demais rubricas analisadas apresentaram decrescimentos em suas arrecadações, que foram de 19,8% para o IPI, 16,3% para a COFINS, 13,1% para o PIS/PASEP e 3,3% para o IRRF.

    A arrecadação total acumulada ao longo de janeiro a outubro de 2016 na região atingiu R$ 3,313 bilhões, valor 1,3% inferior ao acumulado entre janeiro e outubro de 2015. COFINS apresentou queda de 3,5% em sua arrecadação, seguida do PIS/PASEP e da CSLL, com reduções de 3,0% e 0,1%, respectivamente. O IPI, em direção oposta, apresentou crescimento de 5,7%.

    Em Ribeirão Preto, o total de R$ 1,719 bilhões acumulado no período representa redução de 2,7% na arrecadação em relação ao montante de R$ 1,767 bilhões acumulada ao longo do mesmo período do ano anterior. Assim como na região, COFINS também registrou a maior queda, de 9,0%, seguida pelo PIS/PASEP e IPI, que apresentaram quedas de 6,0% e 5,5%, nesta ordem. Já o IRRF, o IRPJ e a CSLL apresentaram aumentos de 5,7%, 2,6% e 0,6%, respectivamente.

    Queda acumulada ? Alguns fatores, segundo os pesquisadores do Ceper, explicam a queda acumulada entre janeiro e outubro de 2016: no caso do COFINS e do PIS/PASEP (queda real de 7,48%), o resultado foi decorrente, fundamentalmente, do decréscimo real de 9,41% no volume de vendas de bens, combinados com a elevação das alíquotas do PIS/Cofins, incidentes sobre gasolina e diesel, com reflexo na arrecadação a partir de março de 2015.

    No caso do Imposto de Importação/IPIVinculado à Importação, ocorreu um decréscimo real de 28,35% em razão, principalmente, da redução de 33,33% no valor, em dólar, das importações. Para o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) exceto IPI-Vinculado, houve um decréscimo real de 13,23% com destaque para o IPIAutomóveis (queda de 37,56%) em razão de redução de 8,22% na produção industrial.

    Outros fatores ? Segundo o IBGE, a produção do setor de serviços foi, em outubro de 2016, 7,6% inferior à registrada no mesmo mês de 2015 e a receita nominal do setor foi 3,1% inferior em virtude de queda na produção do setor. Em doze meses, o setor de serviços acumula queda da produção de 5,1%.

    Ainda segundo o IBGE, a produção industrial apresentou uma variação negativa de 1,1% entre setembro e outubro de 2016, o que mostra uma nova queda na recuperação do setor. Comparado a outubro de 2015, o setor apresentou retração de 7,3% em outubro de 2016 e em doze meses, a queda acumulada é de 8,4%.

    As indústrias de bens de capital e de bens de consumo durável têm apresentado indicadores negativos: em outubro de 2016, houve queda de 9,8% e de 6,8%, respectivamente, em relação a outubro de 2015, e no acumulado em doze meses, estes setores apresentaram quedas de 17,4% e de 19,2%, respectivamente. Já as indústrias de bens intermediários apresentaram uma queda de 7,0% em outubro de 2016, se comparado com outubro de 2015 e no acumulado 12 meses registram uma queda de 8,0%.

    O Boletim Termômetro Tributário completo, bem como uma análise mais detalhada, estão disponíveis no site da Fundace neste link: https://www.fundace.org.br/_up_ceper_boletim/ceper_201612_00259.pdf

    Ceper ? O Centro de Pesquisa em Economia Regional foi criado em 2012 e tem como objetivo desenvolver análises regionais sobre o desempenho econômico e administrativo regional do País. Sua criação reúne a experiência de diversos pesquisadores da FEA-RP da Universidade de São Paulo em pesquisas relacionadas ao Desenvolvimento Econômico e Social em nível regional, a análise de Conjuntura Econômica, Financeira e Administrativa de municípios e Gestão de Organizações municipais, entre outros. A iniciativa de criação do Centro foi dos pesquisadores Rudinei Toneto Junior, Sérgio Sakurai, Luciano Nakabashi e André Lucirton Costa, todos da FEA-RP/USP. Os Boletins Ceper têm o apoio do Banco Ribeirão Preto, Imobiliária Fortes Guimarães, São Francisco Clínicas e Construtora e Incorporadora Stéfani Nogueira.

    Fundace ? A Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace) é uma instituição privada sem fins lucrativos criada em 1995 para facilitar o processo de integração entre a FEA-RP e a comunidade. Oferece cursos de pós-graduação (MBA) e extensão em diversas áreas. Também realiza projetos de pesquisa in company além do levantamento de indicadores econômicos e sociais nacionais regionais.

     


    saiba mais »

    11/01/2017 - 2017 começou no sufoco para você também?

    Está passando por dificuldades financeiras no começo deste ano? Entenda como iniciar 2017 diferente e…

    Em todo início de ano a história se repete. As despesas com festas, presentes e viagens se acumulam e o brasileiro se vê perdido ao ter que quitá-las, lidando ainda com os novos gastos que virão (IPVA, IPTU, matrícula, uniforme e material escolar para os filhos). Essa situação ocorre, ano após ano na vida de muitos brasileiros, que sempre se perguntam o que poderia ter sido feito para que ela fosse evitada. Pensando nisso, o Coach Financeiro e Palestrante, Robson Profeta, dá algumas dicas de como aproveitar esse momento para iniciar um ano novo de forma mais planejada, se preparando ainda para um 2018 espetacular.

    Segundo o especialista, situações como esta ocorrem pelo fato de as pessoas não possuírem, não apenas o controle diário de suas finanças, mas também de não saberem como construir um orçamento de caixa de médio/longo prazos. ?Este é o período ideal para olharmos para o ano que passou e refletirmos nos exageros e erros cometidos, aprendendo a lição e melhorarmos nossa situação financeira e claro, nossa qualidade de vida. Pense em como você se encontra hoje. Você está satisfeito? Gostaria de repetir essa experiência no início do ano que vem? Se sua resposta a essas perguntas for não, algumas atitudes devem ser tomadas urgentemente?, afirma.

    Robson explica que é este é o período ideal para dar início ao planejamento financeiro, que deverá não ser feito apenas no inicio do ano, mas fazer parte da rotina diária das pessoas. ?Um dos grandes segredos do sucesso financeiro não está no fato de ser controlado apenas, mas em saber projetar sua vida financeira em orçamentos de caixa. O orçamento de caixa é uma ótima ferramenta que auxilia as pessoas a compreenderem a sazonalidade de seus ganhos e gastos e como estes itens afetam sua vida financeira. Esta mesma projeção nos ajuda a tomarmos decisões em viajar daqui a um, três ou seis meses. Quer fazer um teste? Cote uma viagem para o mês que vem ou para três ou seis meses e verá a diferença de preço. Caso não queira cotar uma viagem para daqui a seis meses porque o verão acabou, talvez perca a chance de fazer uma viagem para o verão em um país do exterior, que tanto sonhou e nunca imaginou poder realizar. Vai se surpreender com os resultados. E ainda, sempre aconselho meus clientes a fazerem uma planilha de gastos reais e orçados e claro, os ajudo na criação, identificando os momentos sazonais de ganhos e gastos além dos investimentos corretos a serem realizados?, diz.

    O Coach Financeiro afirma ainda que é imprescindível estar sempre atento às opções de parcelamento e aos juros. ?As pessoas costumam ficar em dúvida entre quitar as dívidas ou permanecer com parcelas de endividamento e guardar o dinheiro disponível. Eu penso que devemos priorizar a quitação de dívidas mais caras, ou seja, com juros mais altos, como por exemplo, a dívida do limite da conta corrente ou divida no cartão de crédito. Estes juros são bolas de neve incontroláveis. O ideal é não ter dívidas, pagar à vista, não parcelar e claro, pedir um bom desconto na hora de comprar. Claro que ao pagar à vista não pode deixar sua conta negativa, pois não adianta pagar a vista e contrair divida no cheque especial. Uma dica simples é pensar em um desconto de aproximadamente 1% ao mês para antecipação de pagamentos. Imagine que você vai comprar algo por mil reais em 10 parcelas iguais de 100. Como são 10 meses, se a loja te der um desconto de 10% para pagamento a vista, ou seja, 900 reais, então poder ser um bom negócio. É claro que a maioria das lojas não dé estes descontos, pois querem forçar os consumidores a comprar parceladamente, incluindo juros no produto?, afirma o coach.

    O especialista explica que tem alguns truques a serem seguidos para segurar melhor as despesas. ?Primeiramente, as pessoas precisam aprender a respeitar seu próprio padrão de vida. O consumo desenfreado não traz benefício algum, muito pelo contrário, só traz mais problemas e frustrações. É um alimento apenas temporário ao nosso ego. Além disso, recomendo que as pessoas invistam entre 10% e 20% do seu salário durante todo o ano em uma aplicação financeira adequada. E que tentem, se possível, pagar todas suas despesas com antecedência. Cote quanto custa uma viagem para o mesmo lugar, no próximo mês e daqui a três meses, e irá se surpreender. E surpresa mesmo ocorrerá se cotar uma viagem para um lugar muito mais interessante daqui a seis meses, talvez fique mais barato que a sua viagem do mês que vem?, conclui.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Cinco desafios para a Internet das Coisas no mercado de seguros

    Ricardo Saponara
    Por Ricardo Saponara, especialista em prevenção a fraudes em seguradoras do SAS Brasil

    Em junho deste ano, o estudo World Insurance Report apontou que a alta demanda digital tem gerado impactos que obrigam as seguradoras a manter um processo constante de transformação para continuarem relevantes no futuro. A tendência se mostra ainda mais forte entre os clientes integrantes da chamada Geração Y, sendo 49% da América Latina e 47,2% da Ásia-Pacífico. Por isso, nos últimos anos o setor de seguros tem mudado de forma drástica sua atitude em relação à inovação, particularmente no que se refere à adoção da Internet das coisas (IoT).

    A IoT tem potencial para interromper radicalmente o modelo tradicional de negócios no setor de seguros e modernizar os processos tradicionais, especialmente na avaliação de riscos. Quando se fala em Internet das Coisas, ela se refere aos aparelhos conectados e capazes de transmitir dados por meio de tecnologias como o Wi-Fi e o Bluetooth. Temos como exemplo os dispositivos vestíveis (os chamados wearable devices), os sensores em aparelhos domésticos e os veículos conectados por tecnologia telemática.

    Em todo o setor do mercado de seguros, a Internet das Coisas promete reduzir as perdas de forma significativa e provocar mudanças no relacionamento com os segurados. A comoditização do seguro automotivo, por exemplo, gerou uma pressão descendente sobre os prêmios a serem pagos. A Internet das Coisas também permite que as seguradoras forneçam serviços de valor agregado, como feedback do motorista, que pode levar a uma relação mais próxima e mais proativa com os segurados, gerando novas receitas.

    Estas vantagens se aplicam em toda a empresa. Para atuários e escreventes, a IoT fornece novos dados para que se faça uma avaliação e precificação mais precisa do risco. Com ela, é possível também automatizar a notificação de perdas com base nos dados fornecidos pelos sensores. Para os executivos de marketing, a Internet das Coisas traz ainda oportunidades de insights sobre o comportamento do cliente.

    A adoção dessas soluções deu margem para avanços significativos, mas no mercado de seguros a Internet das Coisas ainda está nos estágios iniciais. Seu uso de forma generalizada só será possível depois que o setor superar alguns desafios, entre os quais:

    1 - Disrupção dos atuais modelos de negócio

    Os executivos do setor enfrentam hoje um grande dilema com o surgimento da Internet das Coisas. Os benefícios para as seguradoras concentram-se na mitigação do risco e em um menor número de sinistros.. Mas a natureza competitiva do negócio levará a um cenário em que, com o tempo, menos perdas resultarão em menores prêmios. E redução de receita nunca é bom em nenhuma indústria. Por isso, novas fontes que gerem aumento de receita são um belo incentivo para a adoção da Internet das Coisas.

    No futuro, as seguradoras vão encontrar novos concorrentes, que já estão de olho nas oportunidades geradas pela IoT, incluindo as montadoras, as empresas de segurança residencial e as de natureza digital, como a Google e a Amazon.

    A Internet das Coisas possibilita que empresas possam desenvolver estratégias de descontos aos bons motoristas ou às pessoas que tenham um estilo de vida saudável. A menos que ela possa mudar o comportamento de toda a população, as pessoas ou empresas que forem consideradas um mau risco podem ser mais penalizadas do que seriam nos modelos tradicionais de avaliação. Isso poderá causar uma reação do público em geral e dificultar o aumento na oferta de produtos de seguros ligados à IoT.

    2 - Gerenciamento de dados

    O setor de seguros sempre foi centrado em dados. No passado, as seguradoras confiavam nos dados das soluções de administração de políticas, aplicativos de gestão de sinistros e sistemas de cobrança. Os novos dados, hoje em grande número, dão uma outra dimensão a este cenário. O desafio agora é processá-los em tempo hábil para que se tomem as decisões corretas para os negócios. Infelizmente, muitas seguradoras vêm lutando até mesmo para processar e analisar os dados tradicionais.

    Os desafios decorrentes de grandes volumes de dados gerados pela Internet das Coisas exigem que se defina uma estratégia de gerenciamento. Isso é importante ao combinar os dados da IoT com os dados tradicionais, tais como registros de clientes e de políticas. Tal estratégia deve fornecer soluções, ferramentas, metodologias e fluxos de trabalho unificados para a gestão das informações da IoT como um recurso principal.

    3 - Propriedade dos dados

    As informações geradas e disponíveis pela Internet das Coisas permitem às seguradoras entender melhor o risco, mas a propriedade dos dados continua a ser um desafio para muitas delas. A grande questão é saber se esses dados pertencem às seguradoras ou aos clientes. Estes podem argumentar que têm direitos sobre os dados e precisam ter acesso ao histórico de sinistros para que possam trocar de seguradora no período de renovação de contrato. No futuro, isto vai ser um tema de discussão bem interessante.

    4 - Regulamentação

    O setor de seguros foi um dos primeiros a serem regulamentados - e continua a ser analisado cuidadosamente pelas autoridades públicas em todo o mundo. Muitas autoridades ligadas ao setor vão ter dificuldades para fiscalizar os dados gerados pelos sensores.

    Enquanto as regras já dão cobertura à privacidade dos dados, a natureza mais invasiva da IoT pode trazer novos desafios. A mobilidade pode até mesmo levar a questões relativas à regulamentação de dados internacionais, quando, por exemplo, um motorista viajar para outro país.

    5 - Segurança de dados e fraude

    À medida que a Internet das Coisas se torna mais abrangente, ela fica potencialmente mais vulnerável a ciberataques e fraudes. A grande quantidade de dados que vão circular pelo carro conectado, a casa conectada e a seguradora está sujeita à interceptação. Os novos produtos da Internet das Coisas também são suscetíveis a fazer surgirem novos tipos de aplicações e de sinistros. As seguradoras terão de investir cada vez mais em segurança de dados e proteção contra fraudes.

    Embora se saiba que todo o potencial da IoT para o setor de seguros não irá ocorrer sem que haja desafios, seu uso já está produzindo bons resultados. Sem dúvida alguma, ela torna as perdas mais fáceis de prever e prevenir. Os aparelhos domésticos inteligentes, os wearables e a chegada iminente do carro autônomo vai levar a um novo tipo de relacionamento com o cliente, de modo que o seguro será menos reativo e mais proativo. Nessa disputa, os vencedores serão as empresas que se dispuserem a superar tais desafios para abraçar desde já tais mudanças, colhendo os frutos sobre algo ainda incerto.

    Sobre o SAS

    O SAS é o líder de mercado em Analytics. Por meio de soluções analíticas inovadoras, voltadas para a inteligência do negócio e gerenciamento de dados, a companhia ajuda seus clientes em mais de 80.000 localidades a tomarem decisões de forma rápida e assertiva. Desde 1976, o SAS fornece aos clientes ao redor do mundo THE POWER TO KNOW® (O Poder do Conhecimento). No Brasil desde 1996, a subsidiária brasileira conta com escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF) eatua em diferentes setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, manufatura e educação. Confira o site: www.sas.com/br


    saiba mais »

    12/01/2017 - Atenção! Quem não pode se tornar Simples Nacional?

    Atenção! Quem não pode se tornar Simples Nacional?
    Fazer parte do Simples Nacional traz benefícios como maior facilidade no atendimento da legislação tributária,…

    Uma empresa pode optar pelo Simples Nacional em duas oportunidades: anualmente no mês de janeiro ou na abertura de nova empresa no decorrer do ano. Mas é bom ficar atento pois nem todas as empresas podem se enquadrar no Simples Nacional. Fazer parte do Simples Nacional traz benefícios como: - maior facilidade no atendimento da legislação tributária, previdenciária e trabalhista;

    - simplificação no pagamento de muitos tributos mediante uma única guia;

    - possibilidade de tributar receitas à medida do recebimento das vendas, o chamado regime de caixa. ?Mas o principal benefício é tributário, uma vez que o Simples Nacional paga alíquotas bem inferiores do que as optantes pelo Lucro Presumido? explica Marcos Rodrigues, presidente do Contabfácil, uma ferramenta desenvolvida especialmente para ajudar as empresas optantes pelo Simples Nacional, MEIs e Profissionais da área médica a ficarem em dia com suas obrigações contábeis de maneira simples, rápida e online. Para facilitar esta questão de quem pode ou não seguir por este caminho, Marcos Rodrigues listou e explicou alguns segmentos que não podem optar pelo Simples Nacional:

    Empresa cujo capital participe outra pessoa jurídica;

    Empresa que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica com sede no exterior;

    Empresa constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;

    Empresa que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil, de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;

    Empresa que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores;

    Empresa que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica;

    Empresa que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas;

    Empresa que exerça atividade de importação de combustíveis;

    Empresa que exerça atividade de produção ou venda no atacado de: cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, bebidas alcoólicas e cervejas sem álcool;

    Empresa que realize cessão ou locação de mão-de-obra;

    Empresa que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis;

    Empresa que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS;

    Empresa com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível. Demais empresas podem optar pelo regime Todas as empresas que não possuem as características citadas acima podem sim optar pelo Simples Nacional, e é para estas empresas que a tecnologia pode ser uma aliada quando o assunto é geração de guias para a Receita Federal. Com as alterações recentes para a geração de guias, a burocracia pode atrapalhar na hora de preparar todos os documentos oficiais perante a RF. O Contabfácil ajuda e facilita a vida de quem optou pelo Simples Nacional em questões como o imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), o imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e a Contribuição para o PIS/Pasep.

    Sobre o Contabfácil

    Localizada em São Paulo, o Contabfácil está presente em todo o território nacional levando agilidade, praticidade e economia nas questões contábeis de quem está enquadrado no Simples Nacional, de quem é médico ou microempreendedor individual. A ferramenta foi desenvolvida para desburocratizar o cotidiano contábil de quem está enquadrado nestas categorias.

    Acesse o Contabfácil sem custos por um mês e faça o teste. Para mais informações acesse www.contabfacil.com.br


    saiba mais »

    12/01/2017 - Queda dos juros busca impulsionar consumo

    Queda dos juros busca impulsionar consumo
    O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central divulgou, nessa quarta-feira (19) um forte…

    Além disso, essa redução deve refletir na queda dos juros nas tomadas de empréstimos e parcelamentos também. Ou seja, com essa decisão ocorre um claro sinal de que se busca motivar a população a voltar às comprar. Até pelo fato de que a decisão tem impacto negativo para muitos investimento.

    Sendo que, para quem tem aplicações, a noticia não é tão boa, pois, essas perderão rentabilidade. No caso da Caderneta da Poupança, não haverá mudanças em seus rendimentos, pois, se a Selic for maior ou igual a 8,50% ao ano, a poupança paga sempre 0,50% ao mês mais Taxa Referencial (TR).

    Aos que se encontram endividados ou ainda que precisam pegar empréstimos ou fazer parcelamentos, já que a taxa influencia diretamente nessas situações, a queda da Selic é sempre boa. Contudo, se os juros foram definidos antes, nada mudará.

    Mesmo sendo uma sinalização de incentivo ao consumo, é preciso ter cautela, pois o cenário ainda não é dos melhores. Assim, o consumo deve ser focado nas reais necessidades e objetivos, acabou a era da festa dos gastos.

    Aos que já estão pagando juros, é fundamental saber o valor exato, pois o maior erro das pessoas é de não ter ciência dos valores que desembolsam e, por isso, as dívidas acabam virando bola de neve.

    No entanto, a fim de que o problema seja resolvido, o foco deve ser a causa dele e não a consequência, ou seja, é preciso educar-se financeiramente. O primeiro passo é fazer um diagnóstico da vida financeira, para saber os ganhos e gastos mensais e identificar possíveis excessos, que estejam prejudicando o orçamento.

    A queda da taxa básica pode ser uma boa novidade, dependendo da situação de cada um, mas, ainda assim, demanda cuidado e conhecimento. A recomendação no momento é pensar duas vezes antes de comprar, parcelar com juros ou adquirir empréstimos. Ao invés disso, eduque-se financeiramente, poupe e invista o seu dinheiro, dessa forma, os juros trabalharão a seu favor e não contra.

    Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP, autor do best-seller Terapia Financeira, dos lançamentos Papo Empreendedor e Sabedoria Financeira, entre outras obras.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Inteligência Artificial no ambiente de trabalho deve ser adotada, não temida!

    Há alguns anos, ninguém imaginaria ser possível um dia conversar com um computador capaz de…

    No Brasil, as aplicações de inteligência artificial já são bastante diversas e os jovens cientistas brasileiros são considerados internacionalmente promissores. O neurocientista Miguel Nicholelis é reconhecido em todo mundo pelo desenvolvimento do exoesqueleto humano e muito premiado por suas pesquisas sobre biotecnologia. No Ministério da Transparência (antiga Controladoria Geral da União - CGU), um sistema de IA capaz de mapear o risco de servidores públicos federais envolverem-se em casos de corrupção possui um alto índice de assertividade. No projeto, 18 bancos de dados fornecem 4,4 mil atributos únicos sobre os funcionários públicos. Quando combinadas, essas informações geram mais de 60 mil atributos, que são analisados, baseados em perfis já existentes, e determinam as chances de alguém se envolver em uma falcatrua. Outro exemplo de sucesso no uso da IA no país é o projeto desenvolvido pela startup Nama, que facilita a comunicação entre fornecedor e cliente por meio de uma plataforma robotizada disponível 24h. A ferramenta permite a automatização de conversas por texto ou voz ao simular uma conversa humana, em que o computador oferece soluções de atendimento através de inteligência artificial. Com auxílio dos robôs que funcionam como atendentes 24h, os clientes são atendidos mais rápido, as conversas ficam registradas e caso apareça algum problema, uma pessoa real pode assumir o atendimento.

    Como vimos, até no Brasil a inteligência artificial já é uma realidade. Todos os dias essa tecnologia cresce, torna-se mais inteligente e cada vez mais semelhante à inteligência humana. Com tudo o que a IA pode fazer hoje, é natural perguntar-se: A inteligência artificial vai tomar o meu emprego?

    Não tenha medo. A inteligência artificial vai expandir o potencial humano em vez de assumir os nossos empregos. De acordo com Andy Peart de Soluções Artificiais: "Em 2020 a IA será tão crítica para os negócios do serviço ao cliente quanto o website foi há 20 anos, ou o aplicativo móvel foi há cinco anos". Já o Gartner prevê que, até 2018, os robôs irão supervisionar mais de três milhões de trabalhadores humanos.

    A inteligência artificial já desempenha um papel significativo nas indústrias, globalmente. O Babylon é um médico IA capaz de diagnosticar sintomas que possam surgir. Já a Ellie é uma terapeuta IA que pode ler a linguagem corporal e os pacientes sentem-se mais confortáveis e abertos para conversar com ela. O escritório de advocacia Baker & Hostetler acabou de contratar o Ross, o primeiro advogado IA do mundo. E o Ross não precisou passar no exame da ordem para ser contratado.

    Então, é hora de limpar sua mesa e esperar pelo pior? Ainda não. Não se preocupe, ainda há um lugar muito especial para o ser humano no mercado de trabalho.

    Em primeiro lugar, a inteligência artificial não tem o toque humano. As máquinas podem nos ajudar a entender os dados, mas somente os seres humanos podem entender as pessoas em um nível emocional. E os clientes percebem quando suas interações com as empresas carecem de um elemento humano.

    Você já se sentiu frustrado ao contatar o serviço de atendimento ao cliente e não conseguir falar com um ser humano? Computadores simplesmente não entendem os seres humanos como os humanos. Hoje as empresas não podem se dar ao luxo de afastar seus clientes. Já é difícil competir em preços e qualidade, por isso, um serviço ao cliente de qualidade pode ser o diferencial para a sua empresa destacar-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

    Da mesma forma, a inteligência artificial carece de criatividade. As máquinas podem realizar tarefas rotineiras, manuais, porém, sem a criatividade humana, o desenvolvimento é impossível. Lembre-se que são as mentes humanas que criaram a inteligência artificial e geraram as ideias inovadoras.

    Veja o exemplo do design gráfico. Os computadores de hoje podem gerar logos e nomes de marcas sem a ajuda humana, mas a arte real requer pensamento, emoção e a criatividade humana.

    É hora de acabar com a competição entre humanos e máquinas e focar no trabalho conjunto. A IA é capaz de coisas que os humanos não são - como processar grandes quantidades de dados em segundos. Entretanto, os seres humanos têm a empatia e a criatividade que as máquinas não têm. São habilidades complementares, por isso, a IA não deve substituir os seres humanos e sim expandir o seu potencial.

    O CEO da BetterWorks, Kris Duggan, resumiu o benefício do trabalho conjunto entre seres humanos e máquinas: "[Inteligência Artificial] não é útil quando está sozinha...precisamos do cérebro humano para fazer o comando...A inteligência artificial nunca deve ser sobre o corte de mão de obra, isso é dar um passo para trás. Una essa inteligência com o cérebro humano e você estará no caminho certo para resolver os problemas que ainda estão por vir".

    Se existe uma tecnologia capaz de proporcionar à mente humana um maior conhecimento sobre o fluxo de trabalho, por que não adotá-la? Não temos que desistir de nossos trabalhos para a IA. Os seres humanos e máquinas devem trabalhar em conjunto, afinal, a inteligência artificial precisa de nós tanto quanto precisamos dela.

    Wagner Tadeu é Gerente Geral da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Corretores dividem opiniões sobre o aluguel da carteira

    O anúncio que foi publicado no site OLX, onde um Corretor de Seguros oferece a…

    Corretor de seguros há 8 anos, Thiago Torres acredita que alugar o registro acaba prostituindo a profissão. ?Não concordo com isso, porque o corretor fica vulnerável a atividades de terceiros. Uma vez que a SUSEP oriente ao corretor sobre a necessidade de fazer um curso, de se preparar para exercer a profissão, não seria justo com aqueles que passaram por essa fase de preparação, de qualificação, concorrer com quem não exerce sua profissão legalmente?, afirmou.

    Segundo o Advogado Especialista em Seguros, Gilberto de Jesus, o Corretor que não passar as informações corretas ao segurado está descumprindo a lei. ?A lei não trata nessa possibilidade de alugar o título, mas o Corretor de seguros deve prestar ao cliente todas as informações sobre o negócio, exercer a atividade com prudência. O Corretor que estiver intermediando um contrato de seguro e não estiver prestando essas informações, está descumprindo a Lei 4594 dos corretores de seguros, e no Art. 723 do Código Civil.

    Por outro lado, Geiza Pereira acredita que, ?se houver confiança das duas partes, eu creio que seja uma atitude responsável. Mas o Corretor deve confiar e conhecer a pessoa?. A Corretora ainda acredita que ?poderia estabelecer um limite. Por exemplo: um corretor não pode assinar por mais de três pessoas?.

    Gilberto afirma que, se o Corretor deixar de cumprir seu papel, sofrerá penalidades. ?Conforme a Resolução CNSP Nº 243, da SUSEP o descumprimento das ações previstas para um Corretor acarretará em penalidades. A SUSEP fiscaliza as ações dos Corretores de Seguros. Então é inadmissível que um Corretor alugue sua carteira, para que um terceiro faça o que quiser com ela?.

    Thiago acredita que nestas situações, como a proposta de aluguel do registro, a SUSEP poderia criar penalidades como multa. ?É necessário fazer uma fiscalização mais rígida para que isso não aconteça. Havendo a aplicabilidade de multa já seria suficiente?.

    Sobre o Grupo ?Bom Dia Seguro?

    Além de ser um importante espaço de discussão, o ?Bom Dia Seguro? é um ambiente ideal para esclarecer dúvidas com colegas de profissão e trocar ideias assuntos relacionados ao setor. Tudo isso sem nenhum custo.

    Como participar?

    Os interessados em integrar a plataforma, primeiramente devem acessar o CQCS, se cadastrar e em seguida preencher um breve formulário na aba ?Fale Conosco?, informando a intenção em participar do Grupo Bom Dia Seguro de Vida.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Descontinuação de emissor de Nota Fiscal movimenta comércio exterior

    Conforme informativo da Secretaria da Fazenda, a partir de janeiro desse ano os aplicativos gratuitos…

    Segundo Ricardo José Estevam, Diretor de Negócios da Bysoft, companhia especializada em soluções para o comércio exterior, o mercado recebeu a notícia da descontinuação do emissor com preocupação, já que mesmo que a pesquisa do Fisco tenha mostrado que muitas organizações não utilizassem o sistema do governo, as micro e pequenas empresas que trabalham com importação e exportação ainda dependiam do software gratuito. Para companhias desse porte é essencial encontrar uma solução que atenda às mesmas funcionalidades do emissor afim de que possam continuar suas operações em conformidade com a legislação brasileira.

    Embora algumas instituições, como o Sebrae e o SEFAZ-MA tenham anunciado sistemas gratuitos para suprir a demanda dessa descontinuação, sendo que no caso do Sebrae será apenas em julho desse ano, o cenário ainda é válido para empresas fornecedoras de soluções de tecnologia, uma vez que podem oferecer funcionalidades que vão além das disponíveis de forma gratuita. A Bysoft, que é referência no comércio exterior, entende que o acompanhamento das exigências do Fisco e consequente adaptação dos documentos emitidos é essencial para o funcionamento e sucesso das empresas, sinalizando um diferencial competitivo no mercado brasileiro.

    A migração do emissor gratuito para um novo sistema deve ser feito com alguns pontos de atenção: ?para começar é importante verificar a validade do certificado digital e se possível contratar o certificado digital A1, uma vez que a maioria dos sistemas que operam na nuvem têm suporte a esse tipo de documento?, pontua Estevam. ?Antes de configurar o novo sistema, faça levantamentos a respeito dos principais usos de Notas Fiscais que sua empresa emite, do estoque e custo médio das mercadorias, assim como uma lista dos clientes ativos e seus e-mails para onde serão enviadas as Notas Fiscais?, sinaliza o executivo.

    Fiéis à premissa de oferecer soluções e produtos que agilizam processos, reduzam custo e tragam resultados para os mais de 40 mil usuários de seus produtos, a Bysoft possui em seu portfólio soluções com, não apenas as funcionalidades do emissor gratuito, mas também outros importantes benefícios. Especializado para processos de comércio exterior, o SMARTER contribui para integrar e facilitar a gestão de rotinas na empresa, alinhando as exigências e demandas fiscais a fim de reduzir custos e aumentar a produtividade. ?Além disso, a solução opera na nuvem, podendo ser acessada de qualquer lugar com internet ativa?, comenta o Diretor de Negócios da Bysoft. O i-NF-e é outra solução 100% web que atua de forma integrada ao i-Broker e é desenvolvido na linguagem nativa do sistema da linha i-Global, plataformas oferecidas pela empresa.

    Desde o anúncio da descontinuação do emissor pelo SEFAZ, a Bysoft notou um aumento na procura de soluções especialistas como o SMARTER. ?Acreditamos que migrar para uma nova solução é uma oportunidade para que as companhias de todos os portes revejam seus processos e rotinas do comércio exterior a fim de aprimorar sua gestão. Com o SMARTER, por exemplo, por ser na nuvem, a empresa não precisa mais se preocupar com o sumiço das informações, como acontece com o software gratuito?, finaliza Estevam.

    Sobre a Bysoft

    A Bysoft é uma empresa especializada em soluções para o gerenciamento de processos de comércio exterior. Sempre visando a qualidade e a melhoria contínua de seus serviços, desenvolve, aplica e oferece soluções inovadoras que auxiliam empresas ligadas ao comércio exterior a simplificar seu mundo, agilizando processos, reduzindo custos e melhorando os resultados de mais de 40.000 usuários. Com um modelo de entrega SaaS (software como serviço) e com sua marca registrada I-Global®, a Bysoft ajuda diariamente na otimização e operação das comissárias de despachos, agentes de carga, importadores, exportadores, tradings companies, transportadoras, armazéns, entre outros intervenientes da cadeia logística.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Contribuição sindical deve ser paga ainda este mês

    Atenção, sócios de corretoras de seguros: o prazo para o pagamento da Contribuição Sindical encerra…

    Já os corretores de seguros pessoas físicas têm até o dia 28 de fevereiro para pagar a Contribuição Sindical.

    É importante destacar que as seguradoras podem solicitar a guia da Contribuição Sindical quitada para que o cadastro do corretor não fique desatualizado e o recebimento das comissões não seja prejudicado.

    O pagamento dessa contribuição é previsto nos Artigos 578 a 610 da CLT. Deve pagar todo integrante da categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do Sindicato representativo da mesma categoria ou profissão.

    Contudo, as empresas optantes do Simples Nacional estão desobrigadas do pagamento.

    De acordo com a Portaria 488/05 do Ministério do Trabalho, a Contribuição Sindical poderá ser paga em qualquer banco ou nas casas lotéricas.

    De acordo com a legislação, da receita total apurada, 15% são destinados à Federação correspondente de cada categoria; 60% para o Sindicato respectivo; e 20% para o Governo, sendo creditados na ?Conta Especial de Emprego e Salário?, administrada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.


    saiba mais »

    12/01/2017 - FenSeg anuncia nome do novo Assessor de Imprensa

    Na última segunda-feira (9) Maurício Athayde assumiu o cargo de Assessor de Imprensa da Federação…

    Segundo o Assessor, o novo cargo é um desafio em sua carreira. ?As minhas expectativas são as melhores. A federação é uma entidade de bastante prestigio. Pretendo contribuir no trabalho que já vem sendo realizado?.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Corte nos juros é positivo, mas ainda insuficiente para o mercado imobiliário

    Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, elogiou o anúncio do Copom de cortar 0,75% da taxa…

    A redução de 0,75% da taxa Selic, de 13,75% para 13% ao ano, apesar de extremamente positiva para o País, não altera as condições atuais de produção imobiliária, que está desaquecida há dois anos consecutivos. "É muito positivo esse corte na taxa de juros, porque reafirma a preocupação do Banco Central em reativar a economia e estimular a geração de empregos. Mas, particularmente para o mercado imobiliário, a medida é insuficiente", avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

    A desaceleração da inflação e a queda dos juros são medidas necessárias, conforme Amary, mas ainda seguem isoladas para o setor. "Sozinhas, elas não funcionam para a indústria imobiliária, cuja atividade é de longo prazo e dependente do custo do crédito. Somente com dinheiro 'barato' os empresários conseguirão lançar novas unidades com segurança e em larga escala, e os compradores tomar empréstimo financeiro com confiança. Precisamos de um conjunto de propostas", ressalta Amary.

    No entanto, Amary acredita que, agora, com juros mais baixos, a Letra Imobiliária Garantida (LIG), alternativa de captação de crédito, poderá ser regulamentada e ter efetividade. "Teremos mais crédito disponível", ressalta Amary.

    Medidas insuficientes - Mesmo com juros baixos e inflação controlada, Amary ainda considera insuficientes as medidas anunciadas no final de 2016 pela presidência da República para atenuar a crise econômica, diminuir a burocracia, aumentar a produtividade e combater o desemprego no setor imobiliário.

    O dirigente lembra que há o compromisso do governo em aperfeiçoar o cadastro positivo, criar um sistema único para quitar obrigações tributárias e trabalhistas das empresas, reduzir a multa adicional de 10% do FGTS nos casos de demissões sem justa causa e melhorar a remuneração dos trabalhadores que recolhem ao Fundo. "Porém, são medidas de longo prazo."

    Amary diz que, agora, o setor vai trabalhar para ampliar os itens da pauta de melhorias necessárias para o desenvolvimento do setor, como criar a faixa 4 do Programa Minha Casa, Minha Vida, diminuir a burocracia na análise de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e criar regras claras para os distratos. "Esperamos o avanço dos projetos de lei protocolados tanto na Câmara quanto no Senado que tratam desses temas e para os quais o Secovi-SP apresentou diversas sugestões", conclui.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Aconseg-SP promove treinamento para assessorias associadas

    A Aconseg-SP promoverá um treinamento voltado para as assessorias associadas dia 9 de fevereiro, no…

    De acordo com o presidente da Aconseg-SP, Marcos Colantonio, o treinamento faz parte do programa de ações para 2017 desenvolvido pela associação. ?Esse treinamento também vai ao encontro do objetivo da Aconseg-SP de estimular a qualificação dos colaboradores das assessorias parceiras e, consequentemente, o relacionamento com corretores e seguradoras?, comenta o presidente da Aconseg-SP. (Cobertura Editora/Aconseg-SP)


    saiba mais »

    12/01/2017 - Banco Central acerta ao reduzir Selic para 13% em janeiro, avalia FecomercioSP

    Segundo a Entidade, após período de instabilidades política e econômica, há espaço para início de…

    Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o Banco Central (BC) acertou ao reduzir a Taxa Selic para 13% ao ano, diante de um cenário que considera muito mais estável do que no passado recente. As dúvidas sobre o ambiente político estão sendo reduzidas e os indicadores de inflação continuam a mostrar quedas.

    Na análise da Entidade, o Banco Central havia se mostrado conservador ao longo de quase todo o ano passado, mas agora enxerga motivos para estabelecer uma redução de juros de 0,75 ponto porcentual, sem que haja perda de confiança dos agentes na atuação da autoridade. Em 2016, o BC baixou os juros duas vezes (0,25 p.p. em cada) e agora acelera um pouco o ritmo. A FecomercioSP acredita que o movimento de corte de juros poderia ter começado um pouco antes, e pondera que ao menos se acelerou um pouco neste início de ciclo, diante de uma situação recessiva sem precedentes no País.

    O IPCA, que fechou o ano passado dentro da meta e desacelerou rapidamente no último trimestre, também ajudou o Banco Central a acelerar o ciclo de redução de juros. A Federação acredita que com o fim da transitoriedade da autoridade do Banco Central, aprovação das primeiras propostas de ajuste fiscal e com a inflação efetivamente em queda, as autoridades econômicas terão um horizonte ainda mais claro para adotarem medidas que reduzirão os juros mais profundamente, sem comprometer o controle inflacionário nas próximas reuniões.

    Para a Entidade as primeiras ações após a definição política no sentido de arrumar a casa na dimensão fiscal foram positivas e vão ajudar ao BC a manter o poder de compra da moeda dentro de uma realidade com juros mais baixos. A PEC do Teto de Gastos, aprovada no final de 2016, e as reformas da Previdência e Trabalhista que estão encaminhadas, são fatores que a Federação julga relevantes no curto prazo para o ajuste macroeconômico.

    A FecomercioSP espera ainda que na próxima reunião o ciclo de queda de juros mantenha o ritmo, pois acredita que existem condições para a redução continuada de juros ao longo de 2017, entendendo que a economia está sobrecarregada de impostos e juros que permanecem elevados, mesmo diante de um quadro de acentuada crise com quedas de PIB superiores a 3,5% ao ano.

    A Entidade espera que a estrutura de juros caia em breve para que o comércio, os setores de turismo e de serviços possam vislumbrar a possibilidade de retomada ao menos no final desse ano.

    Sobre a FecomercioSP
    A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista - e quase 10% do PIB brasileiro - gerando em torno de 10 milhões de empregos.


    saiba mais »

    12/01/2017 - "Fluxo de caixa e gestão do capital de giro" é tema do 1º Programa Amcham de Capacitação Empresarial

    Evento acontecerá na sede da Amcham Goiânia, das 8h às 12h

    No dia 20 de janeiro, a Amcham Goiânia realizará a 1a edição do Programa Amcham de Capacitação Empresarial ? PACE de 2017, que destaca o planejamento e gestão correta e saudável das finanças de uma empresa ou departamento. Durante a palestra ?Fluxo de caixa e gestão do capital de giro?, ministrada por Marcos Melo, Sócio da Valorum Consultoria Empresarial, será abordado gerenciamento do fluxo de caixa, os melhores investimentos a serem tomados, financiamentos adequados, visando o crescimento de seu negócio.

    ?O objetivo é capacitar os participantes para acompanhar a entrada e saída de dinheiro, mas principalmente a estarem preparados para futuros déficits de caixas que possam ocorrer. O assunto também é importante na elaboração de um Plano de Contas da Tesouraria, para que as empresas se mantenham no mercado ativas e com ciclo saudável de investimento?, afirma Anderson Schemberg, Coordenador Regional da Amcham Goiânia.

    O evento acontecerá no dia 20 de janeiro, das 8h às 18h, no auditório da Amcham Goiânia (Av. T 63, 1296, Ed. New World, Sala 1005), e as inscrições podem ser feitas por telephone (62 4006-1159) ou pelo site http://www.amcham.com.br/eventos/tpl_evento?event_offer_id=3848218&organization_id=108.
    Palestrante
    Marcos Melo é mestre em Administração Financeira pela UnB-DF. MBA Executivo em Finanças com ênfase em Banking pela FGV-SP. Autor de artigos sobre finanças publicados em jornais científicos nacionais e internacionais, além de experiência de nove anos no Banco do Brasil e Boston Bank (Itaú).

    AGENDA
    Programa Amcham de Capacitação Empresarial ? PACE de 2017
    ?Fluxo de caixa e gestão do capital de giro?
    Data: 20 de janeiro
    Horário: 8h às 18h
    Local: Amcham Goiânia, Av. T 63, 1296, Ed. New World, Sala 1005 - Goiânia (GO)
    Investimento: R$ 390 (sócios) | R$ 800 (não-sócios)
    Mais informações: (62) 4006-1159 ou http://www.amcham.com.br/eventos/tpl_evento?event_offer_id=3848218&organization_id=108

    Sobre a Amcham

    A Amcham, entidade brasileira estabelecida em 1919, sem fins lucrativos, é a maior associação binacional da América Latina e a maior Câmara de Comércio fora dos Estados Unidos. Reúne mais de 5000 empresas associadas, sendo 85% nacionais e 15% multinacionais. Em Goiânia, está presente há mais de 10 anos, reunindo mais de 200 empresas associadas dos mais variados portes e segmentos.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Seguro pode garantir a reabertura de grande supermercado

    Na noite da última terça-feira (10), um incêndio atingiu toda a unidade do supermercado Makro,…

    Conforme o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguro de Sergipe, Érico Melo, ?o seguro é importante para todos os tipos de empresa, independente do tamanho que ela seja. Para as grandes empresas, o seguro é praticamente obrigatório já que a grande parte dela tem capital aberto e são obrigadas a fazer seguro para suas operações. Além disto, tem a importância econômica que possibilita a volta desses estabelecimentos que foram atingidos pelo fogo. Assim como a parte social da continuação dos negócios e também a possibilidade dos empregos que essas empresas geram?. As informações presentes no Relatório Financeiro da Makro, divulgado em novembro de 2016 apontam que todos os seguros do grupo foram contratados na modalidade All Risks. Segundo Érico, ?esse tipo de seguro é bastante abrangente. Entre as principais indenizações está a cobertura de prejuízos causados ao prédio, cobertura por lucro cessante e cobertura pelos danos da mercadoria. As grandes empresas precisam desse tipo de cobertura, pois são vários os riscos que elas estão expostas. A contratação desse tipo de cobertura garante uma segurança maior?, destacou.

    Ao contratar um seguro na modalidade all risks todo e qualquer evento está coberto, menos os que forem citados como excluídos na apólice. Vale ressaltar que, as apólices não descrevem os riscos cobertos, apenas os riscos excluídos. As seguradoras indenizam o segurado pelas perdas e danos materiais decorrentes de acidentes imprevisíveis como incêndios, curtos-circuitos, tempestades, que venham a atingir os bens dos segurados.

    O nome da seguradora não foi divulgado, mas com o pagamento da indenização que será realizado, a unidade voltará a operar, gerando empregos para centenas de sergipanos. ?Com esta situação, quem mais aprende é a sociedade e os grandes empresários, mostrando que na maioria das vezes o trabalho de uma vida toda pode acabar em minutos. O fogo pode consumir o que a pessoa trabalhou a vida toda para construir. O Erico ainda ressalta a importância da contratação de um seguro. ?É importante que os empresários tenham conhecimento da necessidade de se contratar um seguro e eliminem a lenda de que seguro é caro. Por outro lado, o Corretor pode insistir aos seus segurados em aumentar as coberturas, garantindo a proteção correta?.


    saiba mais »

    12/01/2017 - ??Transportes de Cargas é a solução para crise no Brasil, defende especialista

    Crise também deixa marcas negativas na área de transportes de cargas do Brasil, mas José…

    A Confederação Nacional do Transporte divulgou em 2016 a projeção do Banco Central (BC) sobre os serviços de transporte, armazenagem e correio em 2016: queda de 5,4%. Segundo o Relatório de Inflação (setembro 2016), o índice ficou 0,4 ponto percentual abaixo do que foi previsto no documento de junho do mesmo ano. Para o Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no Brasil, a projeção de queda em 2016 foi de 3,3%. Em 2015, o PIB caiu 3,8%. O BC calcula pontos positivos a partir deste ano, em que o PIB poderá crescer 0,5%.

    Os transportadores também esperam uma expansão, pois, no ano passado, o setor passou por grandes dificuldades devido à queda generalizada de e ao baixo valor dos fretes.

    A questão da infraestrutura também é motivo de preocupações. De acordo com um estudo realizado pela consultoria de negócios Bain & Company, o Brasil precisaria de 21 mil quilômetros de autoestradas para aumentar a integração nacional e melhorar a mobilidade rodoviária.

    Mesmo diante desses e outros fatores negativos enfrentados pelas empresas e entidades ligadas ao Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), José Helio Fernandes, especialista da área, aceitou o convite para atuar por um segundo mandato na presidência da NTC&Logística, uma entidade conhecida e reconhecida por sua força no transporte de cargas, que está há 54 anos trabalhando em prol desse setor, renovando-se e preparando-se a cada dia mais para enfrentar os desafios relacionados ao transporte de cargas no Brasil. Junto ao Governo Federal, Fernandes trabalha incansavelmente em busca melhores condições para o setor.

    Sob o lema ?Atitude e Gestão?, o presidente da NTC&Logística também continuará o trabalho de retomar o crescimento da área de transportes no Brasil, com foco na segurança jurídica e numa concorrência saudável dentro deste mercado no País. O lema proposto por Fernandes norteia as ações da NTC&Logística rumo ao desenvolvimento do setor TRC.

    O presidente da entidade tem a expectativa de que o País consiga realizar reformas necessárias para que a economia volte a crescer e, consequentemente, o setor de transportes de cargas, com destaque para as reformas trabalhistas, que é fundamental para os procedimentos positivos da TRC.

    Em razão disso, Fernandes também espera pontos positivos no PIB em 2017. O presidente disse que, mesmo se o crescimento for pequeno, já significa muita coisa. ?Sair de um PIB negativo, na casa dos 3 pontos, e ir para um PIB positivo, já é uma retomada? ,afirmou.

    Fernandes luta sem tréguas pela melhoria do setor que representa. Para isso, ele trouxe de volta as reuniões semestrais CONET, Conselho Nacional de Estudos de Transporte,Tarifas e Mercado, que tem foco na discussão técnica das questões tarifárias, um tema de grande relevância para o segmento. Fernandes acredita que a NTC tomou uma decisão positiva, pois, segundo ele, além de discutir os aspectos das tarifas de transportes, o CONET também reúne os empresários e as lideranças de todo o Brasil para buscar soluções para os problemas da TRC. Com isso, o setor fica sabendo o que está acontecendo no Norte, Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste do país, possibilitando uma visão mais ampla do mercado.

    Outro evento importante que a NTC&Logística apoia firmemente é o Seminário Brasileiro do Transporte de Cargas, realizado nas dependências da Câmara dos Deputados, uma iniciativa da Comissão de Viação e Transporte e já faz parte das tradições da Casa.

    José Hélio Fernandes afirma que a entidade mantém ? se sempre atenta a todas as questões de relevância para o setor. É o caso, por exemplo das discussões do Marco Regulatório do Transporte em Tramitação no congresso Nacional, cujas discussões são acompanhadas permanentemente.

    Na nova gestão, o presidente continuará trabalhando para estimular a busca de soluções firmes para os problemas que já existem e podem surgir no setor do transporte. Com o mesmo lema, Fernandes deseja e espera união e trabalho para 2017.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Salvador será sede do 10º Congresso Brasileiro de Trânsito e Vida

    10º CONGRESSO BRASILEIRO DE TRÂNSITO E VIDAA Capital Baiana sediará neste ano o 10º Congresso…

    O Estado da Bahia fechou uma parceria, viabilizando financeiramente o 10º CONGRESSO BRASILEIRO TRÂNSITO E VIDA E 6º INTERNACIONAL, o que possibilitará manter a excelência e qualidade dos eventos realizados pela FENASDETRAN, ao longo das nove últimas edições realizadas.

    Para ter acesso a informações sobre passagens aéreas ou hospedagens, os interessados devem consultar a VANSERV Produções e Eventos ? Fone: 71 3261-2000 ? oureceptivo [AT] vanserv [DOT] com [DOT] br

    Maiores informações podem ser esclarecidas através do contato com a FENASDETRAN. Tel.: (71) 32721081 ? 31162363 ? E-mail: fenasdetran [AT] fenasdetran [DOT] com [DOT] br


    saiba mais »

    12/01/2017 - Golpe da Contribuição Sindical

    CUIDADO AO PAGAR TRIBUTOS = IMPOSTO SINDICAL E OUTROS

    Alertamos aos Corretores de Seguros, Pessoa Fisica e Pessoa Juridica , ASSOCIADOS E NÃO ASSOCIADOS, que foi dado inicio a cobranças de Imposto Sindical e Taxa Confederativas devidas ao SINCOR-ES
    Como determina a CLT em seus artigos 578 a 610, e o não pagamento das guias que foram remetidas a cada um dos profissionais, implicará em cobrança Judicial, o que é feito por nosso Juridico junto a Justiça do Trabalho, acrescido de juros, multas e honorários advocatícios.

    O alerta que estamos fazendo, é motivado por cobranças indevidas que aproveitadores estão realizando nesse inicio de ano, citando como primeiro caso que chegou ao nosso conhecimento, uma Entidade com sede em Brasilia-DF, denominada CONSIF-Confederação Nacional do Sistema Financeiro.

    Alertamos para que não paguem qualquer guia dos impostos citados, primeiro por não sermos Instituições financeiras, e segundo que os mencionados são devidos aos órgãos de classe a que os Corretores estão ligados, ou seja, SINCOR-ES, FENACOR e CNC, sendo os valores cobrados automáticamente distribuídos em percentuais pré determinados pela Caixa Econômica atendendo disposição da CLT.

    Se você pagar mal, irá pagar duas vezes. Ao receber boletos que não sejam do SINCOR-ES o destino a ser dado é a lata de lixo.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Indústria se prepara para recuperação da economia no segundo semestre de 2017

    Momento é de cautela, mas de otimismo para o próximo ano

    A crise econômica brasileira, sentida intensamente por todos os setores nos últimos anos, deverá apresentar uma leve recuperação a partir do segundo semestre de 2017. E com esse panorama que as grandes indústrias do país têm planejado o próximo ano.

    Para a tradicional empresa paranaense Cini Bebidas, a fábrica de refrigerantes mais antiga do Brasil, com 112 anos de história, o mercado deve continuar retraído, mesmo assim os planos são audaciosos. Com uma produção mensal que supera os 6 milhões de litros, a Cini Bebidas trabalha com mais de 50 produtos em sua linha, distribuídos em carbonatados e não carbonatados como água, sucos e chás.

    ?Nossa analise é que o mercado consumidor continuará retraído em 2017 e o mercado de bebidas permanecerá sofrendo os efeitos da crise brasileira. Estamos apostando na recuperação tímida da economia somente no segundo semestre de 2017. Mesmo assim, planejamos continuar navegando na contramão do mercado, conquistando mercado em meio à crise?, explica Paulique Cesar de Paula, gerente comercial da Cini.

    De acordo com o professor de finanças do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), Sérgio Itamar, embora a economia e os índices não sejam animadores, há sim uma expectativa que no final de 2017, a indústria tenha uma evolução positiva, em relação aos números atuais. ?Precisamos ter cautela, acima de tudo. O país ainda passa por uma instabilidade e é preciso que sejam tomadas decisões firmes, ter um planejamento. Porém, as empresas podem utilizar de estratégias e inovações para fazer seu ano ser positivo?, aponta Sérgio.

    Para ganhar fôlego no mercado, a Cini aposta na eficiência operacional e no estreitamento da relação com os clientes. ?Nosso plano para 2017 vai consolidar o caminho que decidimos trilhar nos últimos anos, fortalecendo a marca por meio de ações táticas que convertam o planejamento estratégico em resultado efetivo no trade e ao consumidor. Nossa agilidade na tomada de decisão e execução de mercado tem dado o tom nesse momento, não estamos parados aguardando uma reação da economia, sempre há uma oportunidade e o nosso time está atento aos sinais do mercado?, detalha Paulique.

    Completando, Sérgio Itamar explica que o momento é de cautela, mas destaca que cada empresa pode buscar alternativas para encarar este período difícil no país. ?O momento é de trabalho duro, focar em inovação e tentar abrir novos mercados. Dessa maneira, será muito mais fácil superar esse período conturbado?, finaliza o especialista.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Seguro residencial: você já tem o seu?

    Janeiro é oficialmente o mês de começar a colocar as resoluções em prática. São muitos…

    Os cuidados com a residência devem ir além da reforma, com pinturas e pequenos consertos. É necessário protegê-la contra os riscos que fazem parte do cotidiano, como incêndios, vendavais e danos elétricos. Para isso, é extremamente importante contratar o seguro residencial. De acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), no Brasil, somente 13,3% dos imóveis no Brasil possuem seguro residencial, de 68 milhões de domicílios. A região Sudeste é a que mais se destaca no ranking com 6,1 milhões de domicílios segurados, representando 8,9% do total. Na sequência, aparecem as regiões Sul com 1,7 milhões (2,5%); Nordeste, 632 mil (0,92%); Centro-Oeste, 557 mil (0,8%) e Norte, 155 mil (0,23%).

    O número no País ainda é baixo, especialmente quando comparado à adesão ao seguro de automóvel. Estima-se que cerca de 60 milhões de veículos (carros, motocicletas e caminhões) circulem pelo Brasil, dos quais 17,5 milhões são segurados ? ou seja, cerca de 30% da frota, segundo levantamento da FenSeg. Um dos motivos dessa disparidade é que muitas pessoas ainda pensam que o custo do seguro será muito elevado em razão do valor do imóvel, porém, na maioria dos casos, o seguro residencial sai até mais barato que o seguro de automóvel.

    Outro paradigma que precisa ser quebrado é o de que o seguro residencial é importante somente para a cobertura de roubo. Devido às mudanças climáticas, tem sido cada vez maior o número de temporais de grandes proporções em todas as regiões do País. Estudos recentes indicam o Brasil como líder mundial em incidência de raios e o segundo maior ?corredor de tornados? do mundo.

    Diante deste novo cenário, os produtos do mercado oferecem proteção bastante abrangente, com coberturas que vão desde o tradicional incêndio até a responsabilidade civil do segurado. Isso sem falar nas assistências, que hoje contemplam além dos serviços tradicionais de emergência como chaveiro e eletricista, os de conveniência, tais como instalação de ventiladores e prateleiras, que além de facilitar bastante o dia-dia dos segurados, podem por si só valer o custo do seguro.

    O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 20 estados brasileiros e com mais de 3,4 milhões de associados, oferece duas opções de produtos para quem quer seu imóvel seguro em qualquer eventualidade: o Sicredi Seguro Residencial, que permite ao segurado customizar as coberturas e assistências às suas necessidades, e o Seguro Residencial Super Fácil, que tem como principais diferenciais a agilidade e a simplicidade da contratação até o sinistro.

    Enfim, 2017 está só começando e nada melhor do que garantir a proteção do seu imóvel com um seguro residencial. Afinal, nunca valeu tanto o velho ditado: ?melhor prevenir, do que remediar?.

    * Felipe Michels Caballero é Gerente de Produtos ? Seguros e Previdência da Corretora de Seguros Sicredi

    Sobre o Sicredi

    O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.

    Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

    *Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Porto Seguro possibilita cobertura para motos a partir de 90 cilindradas

    As motocicletas têm aumentado sua presença no Brasil: de acordo com dados da Fenabrave, o…

    Além de servir com uns dos principais meios de transporte, a motocicleta também está relacionada a esporte e hobby, porém, muitos condutores ainda não encontram alternativas de seguros para as versões voltadas ao lazer. Atento a essa realidade, o Porto Seguro Auto disponibiliza o Porto Seguro Moto ? uma cobertura com serviços e que se adaptam aos mais diversos estilos de motos a partir de 90 cilindradas.

    ?A nossa nova campanha ?Todo mundo merece? define exatamente o produto que oferecemos aos motociclistas. Conhecemos o seu universo e sabemos o quanto eles merecem um seguro completo e com coberturas adaptadas às suas necessidades e que contribuem para o seu dia a dia?, explica Jaime Soares, superintendente do Porto Seguro Auto.

    Sobre o Porto Seguro Moto

    O Porto Seguro Moto é um dos diversos produtos do Porto Seguro Auto e é voltado para motos a partir de 90 cc. O produto oferece tranquilidade e segurança aos motociclistas com coberturas contra colisão, incêndio, roubo/furto e danos a terceiros e cobertura adicional para acessórios (capacete, luvas, botas, jaquetas, calça ou macacão). Além disso, possui vantagens e benefícios como guincho 24 horas sem limite de quilometragem, assistência em caso de pane seca e serviços emergenciais à residência.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Descubra o que está por trás da escolha da sua profissão!

    Conheça as 6 necessidades humanas que guiam e determinam suas ações e escolhas

    Mais um ano se inicia. Período em que a maioria das pessoas se pega questionando e refletindo sobre suas decisões e os passos que têm dado em suas vidas. O que poucos sabem é que cada passo, pensamento, comportamento e atitude trazem consigo a necessidade de atender a pelo menos um dos itens que compõem o quadro de necessidades humanas, que guia a vida de todas as pessoas. É o que explica a coach de Inteligência Emocional e Headtrainer, Inessa Franco.

    Segundo a especialista, essas necessidades, presentes em todos são as verdadeiras responsáveis por guiar e mover a vida da pessoa, mesmo que a mesma não tenha a plena consciência disso. "A forma como cada um busca atender essas necessidades está diretamente relacionada ao seu sistema de crenças, de valores e com seu grau de autoconhecimento; assim como seu nível de desenvolvimento e com os veículos escolhidos para atender a determinado fim?, diz.

    Com seus mais de 10 anos de experiência no trato direto com as pessoas, a especialista explica a importância de descobrir sua verdadeira vocação para encontrar o caminho da própria felicidade: ?Pesquisas mostram que cerca de 70% dos brasileiros estão insatisfeitos ou infelizes com seu trabalho. Essa realidade poderia, porém, ser muito diferente se as pessoas se conhecessem melhor como indivíduos e soubessem como guiar melhor sua carreira?. Inessa explica que para alcançar a sensação de plenitude é necessário atender a todas as humanas. ?Todos nós temos as mesmas necessidades, mas apresentamos uma escala de prioridades, que varia de pessoa para pessoa e são modificadas ao longo das nossas vidas, de acordo com o nível de desenvolvimento pessoal de cada um. A melhor forma de atender a todas as necessidades de uma só vez é, sem dúvida, viver com propósito?, ressalta.

    A master coach explica como, antes de ajudar as pessoas em suas questões pessoais, primeiramente, precisou conhecer melhor a si mesma e modificar o rumo da própria vida: ?Eu passei grande parte da minha vida tentando preencher um vazio, repetindo padrões, buscando atalhos e procurando respostas em coisas e em outras pessoas. Durante muito tempo permiti que pensamentos limitantes me direcionassem, pois achava que assim, eu estaria segura. Seguindo esse padrão, minha vida chegou em um ponto tão ruim, que não restava escolha: tive que mudar! E foi assim que encontrei minha nova profissão?. A especialista explica que encontrou no coaching a oportunidade de autosatisfação em ajudar as pessoas a superarem suas travas, para que possam ser mais felizes e realizadas. ?A Inteligência Emocional é o pilar de tudo. Sem ela, o indivíduo não consegue sentir realização e felicidade. Para alcançá-la, utilizo os pilares da inteligência emocional: Sem passar pelos pilares da inteligência emocional, que são: me conheço, eu me gerencio, eu me me mobilizo, eu considero os outros, eu gerencio os outros; a pessoa dificilmente consegue os resultados que deseja", relata.

    A especialista conta que iniciou sua carreira como coach fazendo coaching para concurso e observou que a maioria das pessoas buscam o concurso público como uma forma de terem estabilidade e segurança financeira, sem pensarem em atender a um propósito de vida. ?Quando o indivíduo afirma que almeja determinada profissão por uma necessidade financeira ou por estabilidade, o que ele está dizendo é que deseja atender a necessidade de controle (segurança). Essa é a necessidade humana mais rasa. Com o desenvolvimento pessoal, outras necessidades se tornam prioridades, como a necessidade de evolução, por exemplo?, explica.

    Tomando como exemplo a maioria dos consurseiros, Inessa explica que muitas pessoas estão tão preocupadas com a aprovação, que não querem saber sobre propósito. E para a master coach isso é muito preocupante. ?Muitos apresentam um grande desalinhamento entre seus valores e crenças, chegando até mesmo, a uma ausência de propósito de vida. O maior problema é que em algum momento, a ficha dessa pessoa vai cair e se seu sonho for distinto da carreira escolhida, a insatisfação vai ser grande. Além disso, quanto mais tarde houver esse reconhecimento, as coisas parecerão cada vez mais difíceis, pois a pessoa poderá se sentir incapaz de mudar e ir em busca do que realmente faz seu coração bater forte?, afirma.

    Confira abaixo o Quadro das Necessidades Humanas, que foi desenvolvido pelo palestrante motivacional Anthony Ribbins e é atualmente seguido e aplicado por Inessa Franco:

    1. Certeza - ?Ter necessidade de sentir a certeza significa estar na zona de conforto, estar no controle, ter o domínio da situação e sentir segurança?, diz a master coach.

    2. Variedade - Segundo a especialista, sentir certeza o tempo todo pode se tornar algo monótono. Por isso, surge a necessidade de variedade, complementando a necessidade de certeza. ?Ter necessidade de sentir a variedade significa precisar de uma certa dose do desconhecido, da falta de domínio da situação e do risco em certa medida?, afirma.

    3. Significado - De acordo com Inessa, a necessidade de significado, quer dizer precisar sentir-se importante e diferenciado. ?Sentimos então, que fazemos a diferença e que temos um significado?, explica.

    4. Conexão e amor - ?Ter conexão e amor significa transmutar, trocar, preencher. A necessidade de conectar-se, amar e ser amado é inerente ao ser humano.? diz.

    5. Evolução e Desenvolvimento - A master coach explica que ter a necessidade de evolução e desenvolvimento é o motivo da vida. ?Essa necessidade é a noção de que, independentemente da religião, o individuo precisa evoluir e crescer, tornando-se sempre uma pessoa melhor?, explica.

    6. Contribuição - Segundo a especialista, essa necessidade tem a ver com sentir-se gratificado ao contribuir de alguma forma para a vida de outra(s) pessoa(s). ?Ter necessidade de contribuição significa que aquele vazio que o indivíduo sente é preenchido quando o mesmo ajuda a outra pessoa.?, afirma.

    "Viver com propósito é um dos aspectos da inteligência emocional, que ajuda a pessoa se sentir feliz e realizada. Bora Transformar!", conclui Inessa Franco.

    Inessa Franco além de master coach de Inteligência Emocional e headtrainer, é autora do Treinamento Power Self, do E-book ?Desperte Seu Poder?, do Programa em áudio ?Direcione Seu Dia: 7 Etapas para um dia produtivo e feliz? e do programa Master Self ON TOP - Coaching em Grupo Online, e co-autora do livro ?O Segredo do Sucesso Pessoal?. Além disso, a profissional está presente nas mídias sociais com seu canal no Youtube e seu perfil nas redes sociais.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Como vencer o medo de vender e negociar? 

    Como vencer o medo de vender e negociar? 
    Historicamente, os latino-americanos, em especial os brasileiros, são um povo que evita o embate, gosta…

    O levantamento também aponta que 73,6% dos vendedores sentem algum tipo de desconforto ao receber a primeira objeção do cliente. Esse temor ocorre pelo fato de a negociação ser um momento de grande desafio, de impasse ou até de conflito. Porém, para analisar essa questão, é preciso entender que o ato de negociar nada mais é que um embate natural, uma rede de tensão em que os dois ou mais lados se confrontam, mas sempre na tentativa de encontrar um meio-termo para que todos saiam satisfeitos.

    Também é importante lembrar que não ter medo de negociar é muito diferente de ser agressivo, fazer perguntas fora de hora e de ?obrigar? o cliente a fechar um negócio. O bom vendedor desenvolve a capacidade de negociar sempre, faz disso algo natural, sem forçar nenhuma situação. Embora não sejam culturais para a maior parte dos brasileiros, essas características podem ser desenvolvidas com treinamento, aperfeiçoamento, experiência e dedicação.

    A função do vendedor profissional é fazer com que o outro lado perceba que o melhor negócio está presente nessa conversa, nesse telefonema, nessa visita, nessa reunião, nessa entrada na loja, no produto ou serviço que está em pauta. Isso é negociar! Todo profissional do mundo das vendas precisa dar a cara à tapa, fazer simulações, se expor, treinar e se transformar. O segredo é muita exposição e feedback. Essas são as chaves para deixar um cliente muito mais satisfeito.

    * Carlos Cruz é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) - www.ibvendas.com.br




    saiba mais »

    12/01/2017 - Presidente da FenaSaúde fala sobre cartilhas de Zika, Dengue e Chikungunya

    Presidente da FenaSaúde fala sobre cartilhas de Zika, Dengue e Chikungunya
    Solange Beatriz Palheiro Mendes dá dicas sobre os cuidados que devem ser tomados em relação…

    A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) disponibiliza duas publicações voltadas à orientação dos beneficiários de planos e seguros de saúde sobre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti: 'Guia Zika, Dengue, Chikungunya' e o 'Guia Zika Vírus e a Gestante', disponíveis no endereço planodesaudeoquesaber.com.br. Para falar mais sobre as cartilhas e os cuidados que devem ser tomados em relação aos vírus, o programa Cotidiano, da Radio Nacional, conversou, na ultima segunda-feira (9/01), com a presidente da federação.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Vítimas X Seguradoras

    Um dos temas mais discutidos atualmente é a ação direta das vítimas contra as seguradoras…

    Podem ou não as vítimas acionar diretamente as seguradoras? A matéria divide opiniões de juristas. O Superior Tribunal de Justiça veio admitindo a ação da vítima somente contra a seguradora, deixando de lado os segurados. As seguradoras fizeram muitos esforços nos tribunais para evitar a ação direta.

    O STJ manteve a ação direta, mas, há poucos anos, passou a exigir que as ações das vítimas contra as seguradoras também sejam propostas contra os segurados.

    O Projeto de lei nº 3.555/2004, que acaba de ser aprovado na Câmara dos Deputados, e que aprovado no Senado será a primeira lei de contrato de seguro brasileira, prevê que os segurados devem informar às vítimas e seus beneficiários a respeito dos seguros de responsabilidade civil que tenham contratado, para permitir que as seguradoras sejam acionadas. Há um conflito entre os interesses das seguradoras e os interesses das vítimas e dos segurados.

    A doutrina brasileira acaba de ganhar a primeira obra específica sobre o assunto, intitulada ?Ação direta da vítima no seguro de responsabilidade civil?, do advogado Gustavo de Medeiros Melo, sócio do escritório Ernesto Tzirulnik Advocacia. Editada pela Contracorrente, tem prefácio de Nelson Nery Júnior e apresentações de Ernesto Tzirulnik e do Juiz do Tribunal Europeu José Carlos Moitinho de Almeida.


    saiba mais »

    12/01/2017 - 7 passos para ter uma vida financeira sustentável em 2017

    O ano já começou e muitos brasileiros, diante da atual crise econômica do País, ainda…

    Planejamento e disciplina são as principais atitudes para quem quer conquistar essa estabilidade e a organização é o primeiro passo para um ano livre de dificuldades no orçamento. Com pequenas mudanças de hábito é possível se livrar das dívidas e equilibrar as finanças. Para isso, a especialista em educação financeira e consultora da empresa GC-5 Soluções Corporativas, Márcia Tolotti, elaborou 7 dicas simples que podem ajudar na tarefa de ter uma vida financeira bem resolvida. Confira:

    1 - Trate suas finanças de modo profissional

    Para organizar o orçamento pessoal em 2017, a regra básica é ter disciplina. Anote todos os seus gastos diários, sem exceção. Utilize uma planilha mensal de controle para ajudar e construa um plano de independência financeira. Segundo a consultora financeira, o ideal é guardar 10% dos seus rendimentos todo mês. Agora não dá? Comece com menos, o mais importante é a regularidade das suas ações.

    2 - Saiba qual é a sua relação com o dinheiro

    O que o dinheiro representa para você? Status? Poder? Liberdade? Segurança? Ao seguir as dicas de organização financeira, compreendendo o seu perfil de consumidor, você estará imune ao endividamento.

    3 - Saiba qual é seu padrão de comportamento

    Identifique quais são os momentos que fica mais inclinado ao consumo e se proteja da auto sabotagem.

    4 - Tenha persistência

    Se você decidiu não gastar, persista na sua decisão, por mais tentador que o apelo seja.

    5 - Considere o espaço físico

    Para ajudar na economia, uma boa dica da especialista em finanças é considerar o espaço físico. Caso seja difícil encontrar lugar para aquele sapato ou objeto novo, a probabilidade de você estar adquirindo algo desnecessário é enorme.

    6 - Saiba qual é preço da sua escolha

    Márcia Tolotti comenta que vale fazer um cálculo de quantas horas você precisará trabalhar para aquele item novo e isso vale para tudo! Ou seja, acostume-se a pensar quantas horas da sua vida você irá trocar por algo que vai adquirir.

    7 - Tenha uma vida rica

    Ajuste os demais aspectos da sua vida. Conquiste amor, saúde, tranquilidade e o que mais puder para ter uma vida rica, saudável e com independência financeira.

    Márcia Tolotti desde 2005 desenvolve ferramentas e métodos que utilizam conhecimentos da economia, psicanálise, psicologia e marketing, visando garantir resultados mais eficazes e uma real mudança de comportamento, ampliando os níveis de qualidade de vida. É coautora do livro ?Empreendedorismo ? Decolando para o Futuro? e autora dos livros ?O Desafio da Independência, financeira e afetiva?, que já teve mais de 50 mil exemplares vendidos, e ?As Armadilhas do Consumo?. É psicóloga, psicanalista, mestre em cultura, especialista em marketing, consultora em programas de educação financeira, palestrante, escritora e professora em diversas disciplinas nos cursos certificados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Sobre a GC-5 Soluções Corporativas 

    Fundada em 2014, a GC-5 Soluções Corporativas é uma consultoria de treinamentos corporativos, palestras e cursos de aperfeiçoamento, que conta com equipe de consultores renomados e professores doutores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) nas áreas de negociação, vendas, marketing, empreendedorismo, liderança, gestão, inovação e design thinking. www.gc5.com.br


    saiba mais »

    12/01/2017 - Grupo Tracker recupera, em menos de quatro horas, carga de cigarro roubada na Grande São Paulo

    Tracker Log Carga é o único do mercado que possui tecnologia imune à ação dos…

    Uma carga de cigarro, avaliada em R$ 103 mil, foi recuperada na manhã de terça-feira (10/01), no bairro Americanópolis, zona Sul de São Paulo, graças ao dispositivo Tracker Log Carga, do Grupo Tracker ? maior empresa de rastreamento e localização de veículos e cargas do Brasil.

    Por volta das 8h30, o motorista foi abordado na Avenida Natalia Zarif, Parque Cecap, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ele informou o Centro de Operações do Grupo Tracker imediatamente e relatou que a carga foi transbordada para um outro veículo.

    As unidades técnicas de rastreamento terrestre foram enviadas para a região do sinistro e iniciaram as buscas. Menos de duas horas depois, por conta da isca instalada na carga, foi possível detectar a presença de jammers no bairro de Americanópolis, para onde as equipes de rastreamento terrestre foram enviadas.

    Neste momento, a 2ª DIVECAR (de roubo de cargas) foi acionada pelo Grupo Tracker e seguiu para o local onde o Tracker Log Carga reportou o sinal. Por volta das 12h30, após uma troca de tiros entre policiais e suspeitos, a carga completa foi recuperada e devolvida à empresa proprietária.

    Sobre o Tracker Log Carga

    O produto possui uma combinação de tecnologias LBS/GSM, que permite acompanhar em mapa a rota das mercadorias por todo o percurso; e da radiofrequência, tecnologia ideal para situações de roubo e furto que define com precisão a localização das cargas roubadas. Devido a essas tecnologias, mesmo que um jammer derrube a comunicação LBS, automaticamente a radiofrequência é acionada, alertando assim a presença de inibidores de sinais e permitindo o trabalho de rastreamento. Esse fator foi fundamental na recuperação da carga de cigarro citada acima.

    O cliente Tracker Log Carga dispõe de equipes de pronta resposta estrategicamente posicionadas, 24 horas por dia, que ao aviso de ocorrência iniciam o rastreamento com apoio terrestre e de aeronaves.

    O dispositivo atende as necessidades de Transportadores, Embarcadores, Gerenciadoras de Risco e Seguradoras e é comercializado nas opções recarregável ou descartável (esta última com duração de 10 ou 20 dias), ambas com cobertura em todo o território nacional.

    Sobre o Grupo Tracker

    O Grupo Tracker pertence ao Tracker VSR Group, que está presente em 13 países, entre eles Colômbia, Venezuela, América Central e Espanha. Atualmente é a maior empresa de rastreamento do país e oferece produtos para os mercados Segurador, Transporte e Logística, Construção Civil e Agrícola, além de veículos de passeio.

    Em 16 anos de atividade, o Grupo Tracker já recuperou mais de 41 mil veículos, evitando um prejuízo de cerca de R$ 3,9 bilhões. A tecnologia utilizada nos rastreadores da Tracker é a radiofrequência, considerada a melhor solução para roubo e furto e imune à ação de inibidores de sinais - jammers. Também oferece produtos baseados no GPS/GPRS indicados para monitoramento e gestão de frotas. Todos certificados pela ANATEL e ANAC. Os produtos com radiofrequência têm ainda a certificação do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária). Para mais informações www.grupotracker.com.br ou também nas mídias sociais: https://twitter.com/GrupoTracker e https://www.facebook.com/grupotracker.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Dependentes Do Plano De Saúde São Isentos De Pagamento No Caso De Morte Do Titular

    Cláusula de remissão garante a continuidade do atendimento com isenção de mensalidade por até cinco…

    Para quem não sabe, a cláusula de remissão nos planos de saúde significa a continuidade do atendimento aos dependentes no caso de morte do titular da apólice, com isenção da cobrança de mensalidades.

    Segundo Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora, empresa do segmento de seguros e planos de saúde no país, é uma cobertura adicional e opcional, que garante imunidade do pagamento da mensalidade do plano de saúde. ?Esse período de isenção é negociado com a operadora e pode variar entre três e cinco anos?, explica.

    Para o especialista, o objetivo da cláusula é evitar que os dependentes fiquem desamparados, além de conceder-lhes um período para reorganizar as finanças. ?O brasileiro não possui uma cultura de prevenção e evita pensar que certos imprevistos podem vir a ocorrer. No entanto, é melhor estar preparado para que os entes queridos fiquem devidamente protegidos e possam desfrutar do serviço, que é um dos maiores desejos da população?.

    Alves ainda destaca que para assegurar os direitos previstos na cláusula de remissão, é imprescindível que os dependentes entrem em contato com a operadora em no máximo 30 dias após o falecimento do titular.

    É proibida a extinção do contrato após o fim do período de remissão

    De acordo com o executivo, embora seja uma prática comum de certas operadoras, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) proíbe a extinção do contrato após o término do prazo de remissão.

    ?Portanto, é facultada aos dependentes a possibilidade de continuar com o serviço nas mesmas condições e com reajustes técnicos e anuais estabelecidos pela agência reguladora. Assim, não há a necessidade de contratação de um novo plano, que certamente terá um valor maior e também exigirá o cumprimento de carência?, pontua.

    Sobre a Célebre Corretora de saúde

    Com quase 20 anos de história e sediada em São Paulo (SP), a Célebre Corretora de saúde é uma das principais empresas do segmento de planos de saúde e seguros no país. A companhia disponibiliza uma variada e extensa gama de produtos em seu portfólio, como planos de assistência médica, odontológica, de seguro de vida, entre outros. Atualmente, conta com mais de 100 corretores cadastrados que oferecem aos seus clientes planos das principais operadoras de saúde do mercado.


    saiba mais »

    12/01/2017 - Liberty Seguros patrocina vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo

    Prova realizada no dia do aniversário da cidade é um dos eventos mais tradicionais do…

    A Liberty Seguros patrocina a vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo, uma das provas de atletismo mais tradicionais da cidade. A corrida acontece no dia 25 de janeiro, a partir das 7h30, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera. Nesta data, a cidade de São Paulo celebra os seus 463 anos.

    Os participantes da prova podem optar por quatro modalidades: corrida geral (10 km ou 6,1 km), caminhada (6,1 km) e corrida para portadores de necessidades especiais (10 km). As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de janeiro no site http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/.

    Ao final da prova, os corredores poderão participar de uma sessão de recovery boot, uma técnica de recuperação que pode auxiliar na prevenção de lesões musculares, oferecida pela Liberty Seguros. Os participantes também poderão conhecer o Liberty Truck, um caminhão multifuncional que percorre o Brasil apresentando novidades da seguradora.

    ?Acreditamos que cuidar da saúde é uma das maneiras mais eficientes para se levar uma vida mais segura?, diz Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. ?Patrocinar eventos como o Troféu São Paulo e oferecer aos nossos segurados serviços como o de personal fitness e o de assistência nutricional, nos ajudam a alcançar esse objetivo?, finaliza.

    Sobre a Liberty Seguros

    A Liberty Seguros atua no mercado brasileiro desde 1996 e está entre os dez maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,7 bilhões e uma carteira com mais de 1,4 milhão de segurados, tem cerca de 1,8 mil funcionários, em 69 pontos de vendas em todo Brasil. Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos e está presente em diversos canais de venda. É pioneira em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity) e é especialista na venda no canal Concessionária, por meio da marca Indiana Seguros.

     


    saiba mais »

    12/01/2017 - Tire as 8 principais dúvidas sobre horas extras

    Hora extra é um tema que sempre gera debate nas empresas, pois, é um assunto…

    Para entender melhor, a grande maioria dos empregados é contratada pelo regime da CLT e tem a jornada máxima de trabalho permitida de oito horas diárias e quarenta e quatro horas semanais. Entretanto, não são raras as situações na qual o empregador solicita trabalho adicional, essas são as horas extras.

    Essa flexibilidade na carga horária se limita a duas horas adicionais por dia, sob a condição de pagamento adicional de no mínimo 50% sobre o valor da hora normal. Mas, vários outros pontos estão relacionados ao tema, assim, o advogado Gilberto Bento Jr., sócio da Bento Jr. Advogados respondeu algumas questões relacionadas ao tema:

    Em que situações as horas extras são pagas?

    As horas extras são devidas toda vez que o empregado trabalha além da sua jornada normal de trabalho sem qualquer tipo de compensação em banco de horas. Também são devidas quando se trabalha no horário destinado ao intervalo, ou ainda, quando não é concedido horário de intervalo para descanso durante o dia de trabalho ou entre um dia de trabalho e outro.

    O empregado pode se recusar a trabalhar horas extras?

    Não se elas estiverem previstas em acordo escrito ou contrato coletivo de trabalho. Entretanto, de acordo com a CLT, o empregador não poderá exigir do empregado mais de duas horas extras por dia. Um dos principais deveres do empregado é o de colaboração ao empregador, e, portanto, ele não pode se negar, sem justificativa prevista em lei, a realizar eventuais horas extras necessárias ao serviço.

    Como pode ser prorrogada a jornada normal de trabalho?

    A prorrogação poderá ocorrer por mais duas horas além do horário normal de trabalho do empregado, desde que exista previsão em acordo escrito ou contrato coletivo de trabalho. Estas são consideradas horas suplementares e não tem acréscimo de remuneração.
    A pré-contratação de horas suplementares, é permitida para, no máximo, duas horas, conforme disposto na CLT. Mesmo que essa previsão conste no contrato, ainda poderá ser exigida a prestação de trabalho extraordinário, por motivo de força maior, e neste caso, a jornada de trabalho não poderá se estender por mais de 12 horas, e as horas extras por força maior continuarão a ser pagas ao trabalhador com o adicional de 50%, no mínimo.

    De que forma deverá ser remunerada a hora extra?

    A hora extra deverá ser paga com acréscimo de, no mínimo, 50%, de segunda a sexta-feira, e 100% aos domingos e feriados. Portanto, a hora extra vale mais que a hora normal de trabalho. Impostante verificar o número de horas mensais trabalhadas multiplicando-se o número de horas semanais que o empregado trabalha normalmente por cinco (número de semanas que o mês pode no máximo ter). Por exemplo, 44 horas semanais multiplicadas por 5 é igual a 220 horas mensais. Em seguida, divide-se o valor do salário mensal pelo número de horas mensais encontradas.

    Por exemplo: salário de R$ 2.640,00 divididos por 220 horas é igual a R$ 12,00 por cada hora de trabalho. Ao valor da hora adicione no mínimo de 50%. Logo, se a hora é de R$ 12, mais 50% fica igual a R$ 18 com o adicional. Horas extras realizadas em período noturno, entre 22h e 5h para os trabalhadores urbanos, ainda recebem um adicional de, no mínimo, 20% sobre o valor da hora diurna.

    O que o contrato de trabalho deve estipular?

    O contrato de trabalho deverá conter todas as informações relativas ao trabalho executado, constando desde o início o horário de entrada, de saída, de intervalo e a possibilidade de trabalho extraordinário. Deverá constar, também o valor do salário e o percentual do adicional das horas extras, bem como a forma de pagamento. Caso não conste o percentual do adicional das horas extraordinárias, o valor será o mínimo imposto pela Constituição, ou seja, de 50%. Poderão também constar os casos em que o empregado não pode se recusar a fazer as horas extras.

    Se a empresa quiser ?pagar? as horas extras com dias de folga em vez de dinheiro ela pode?

    É permitido compensar as horas extras trabalhadas com folga ou diminuição correspondente da jornada, isso é considerado banco de horas, e deve ter previsão em convenção coletiva da categoria. Se houver banco de horas instituído, quando então a compensação poderá ser feita em até 12 meses.

    Como o funcionário pode controlar as suas horas extras? Ele deve anotar ou a empresa é obrigada a fornecer um documento todo mês com as horas acumuladas?

    O empregado deverá anotar as suas horas extras trabalhadas, pois o controle de frequência é um documento da empresa e que só é obrigatório para aquelas que possuem mais de 10 empregados.

    Quais são os reflexos das horas extras nas verbas rescisórias?

    Horas extras, se habituais, refletem em todas as verbas decorrentes do rompimento contratual - aviso prévio, 13º salário proporcional e férias proporcionais acrescidas de 1/3. Durante o contrato de trabalho, se habituais, refletirão também no repouso semanal remunerado e no FGTS, de modo que a indenização de 40% sobre o FGTS também fica maior.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Questões jurídicas do seguro e resseguro são foco de MBA

    Questões jurídicas do seguro e resseguro são foco de MBA
    Outros dois cursos de MBA estão com inscrições abertas

    Visando abordar questões técnicas e jurídicas dos segmentos de seguros e resseguro, a Escola Nacional de Seguros ministra o MBA Gestão Jurídica do Seguro e Resseguro, que está com inscrições abertas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP).
     
    A partir de bases teóricas e práticas, o curso proporciona análises metodológicas dos contratos de seguros e seus reflexos na atividade seguradora, além de fornecer uma visão analítica sobre os respectivos segmentos e a reflexão sobre as mudanças contínuas decorrentes de fatores externos.
     
    O curso é indicado para profissionais do setor de seguros e operadores de direito que pretendem expandir seus conhecimentos nas áreas e aprimorar o currículo.
     
    A aluna Talita Tertuliano, formada em Ciências Atuariais, escolheu o MBA porque buscava uma visão jurídica do seguro e resseguro. Ela trabalha na corretora de resseguro JLT e atua na área de Sinistro.
     
    ?Essa qualificação é importante para mim, pois lido diariamente com cláusulas e contratos. O MBA é interessante porque me auxilia a entender melhor tais cláusulas enquanto atuária. Além disso, compartilho com os professores e alunos diferentes visões sobre seguro e resseguro?, conta.
     
    O MBA tem como único pré-requisito nível superior completo. As aulas terão início no dia 13 de março, no Rio, e 13 de junho, em São Paulo.
     
    A Escola oferece bolsas de estudo para afiliados da OAB do Rio e de São Paulo, e profissionais de seguradoras conveniadas, além de 10% para matrículas realizadas até 60 dias antes do curso e 5% para matrículas realizadas até 30 dias antes do início das aulas.
     
     Riscos e Seguros
     
    Além do Gestão Jurídica do Seguro e Resseguro, a Escola oferece outros dois MBAs, que também estão com inscrições abertas.
     
    As aulas do curso Gestão de Seguros e Resseguros terão início nos dias 18 de abril e 5 de maio, nas capitais paulista e fluminense, respectivamente. O curso tem como objetivo apresentar os principais aspectos do mercado de seguro, resseguro, previdência privada aberta e saúde suplementar.
     
    Já as matrículas para o MBA Gestão de Riscos e Seguros estão disponíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, e as aulas começam no dia 15 de maio e 24 de junho, respectivamente. O curso visa demonstrar os processos de tomada de decisão referente ao gerenciamento de riscos, as alternativas para seu tratamento e mitigação e possíveis problemas de coberturas securitárias.
     
    Inscrições e mais informações sobre os três MBAs estão disponíveis no endereço mba.escolanacionaldeseguros.com.br.


    saiba mais »

    15/01/2017 - 7 passos para ter uma vida financeira sustentável em 2017

    7 passos para ter uma vida financeira sustentável em 2017
    O ano já começou e muitos brasileiros, diante da atual crise econômica do País, ainda…

    Planejamento e disciplina são as principais atitudes para quem quer conquistar essa estabilidade e a organização é o primeiro passo para um ano livre de dificuldades no orçamento. Com pequenas mudanças de hábito é possível se livrar das dívidas e equilibrar as finanças. Para isso, a especialista em educação financeira e consultora da empresa GC-5 Soluções Corporativas, Márcia Tolotti, elaborou 7 dicas simples que podem ajudar na tarefa de ter uma vida financeira bem resolvida. Confira:

    1 - Trate suas finanças de modo profissional

    Para organizar o orçamento pessoal em 2017, a regra básica é ter disciplina. Anote todos os seus gastos diários, sem exceção. Utilize uma planilha mensal de controle para ajudar e construa um plano de independência financeira. Segundo a consultora financeira, o ideal é guardar 10% dos seus rendimentos todo mês. Agora não dá? Comece com menos, o mais importante é a regularidade das suas ações.

    2 - Saiba qual é a sua relação com o dinheiro

    O que o dinheiro representa para você? Status? Poder? Liberdade? Segurança? Ao seguir as dicas de organização financeira, compreendendo o seu perfil de consumidor, você estará imune ao endividamento.

    3 - Saiba qual é seu padrão de comportamento

    Identifique quais são os momentos que fica mais inclinado ao consumo e se proteja da auto sabotagem.

    4 - Tenha persistência

    Se você decidiu não gastar, persista na sua decisão, por mais tentador que o apelo seja.

    5 - Considere o espaço físico

    Para ajudar na economia, uma boa dica da especialista em finanças é considerar o espaço físico. Caso seja difícil encontrar lugar para aquele sapato ou objeto novo, a probabilidade de você estar adquirindo algo desnecessário é enorme.

    6 - Saiba qual é preço da sua escolha

    Márcia Tolotti comenta que vale fazer um cálculo de quantas horas você precisará trabalhar para aquele item novo e isso vale para tudo! Ou seja, acostume-se a pensar quantas horas da sua vida você irá trocar por algo que vai adquirir.

    7 - Tenha uma vida rica

    Ajuste os demais aspectos da sua vida. Conquiste amor, saúde, tranquilidade e o que mais puder para ter uma vida rica, saudável e com independência financeira.

    Márcia Tolotti desde 2005 desenvolve ferramentas e métodos que utilizam conhecimentos da economia, psicanálise, psicologia e marketing, visando garantir resultados mais eficazes e uma real mudança de comportamento, ampliando os níveis de qualidade de vida. É coautora do livro ?Empreendedorismo ? Decolando para o Futuro? e autora dos livros ?O Desafio da Independência, financeira e afetiva?, que já teve mais de 50 mil exemplares vendidos, e ?As Armadilhas do Consumo?. É psicóloga, psicanalista, mestre em cultura, especialista em marketing, consultora em programas de educação financeira, palestrante, escritora e professora em diversas disciplinas nos cursos certificados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Sobre a GC-5 Soluções Corporativas

    Fundada em 2014, a GC-5 Soluções Corporativas é uma consultoria de treinamentos corporativos, palestras e cursos de aperfeiçoamento, que conta com equipe de consultores renomados e professores doutores da Fundação Getúlio Vargas (FGV) nas áreas de negociação, vendas, marketing, empreendedorismo, liderança, gestão, inovação e design thinking. www.gc5.com.br


    saiba mais »

    15/01/2017 - Com sub-empregos, sem inclusão e sob ameaça: o mundo em 2017

    Com sub-empregos, sem inclusão e sob ameaça: o mundo em 2017
    · Tendências como a crescente desigualdade de renda e a polarização societária desencadearam mudanças políticas…

    · Os principais motores dos riscos podem ser detidos ou invertidos através da construção de sociedades mais inclusivas, para as quais a cooperação internacional e o pensamento a longo prazo serão vitais

    · A mudança climática está ao lado da desigualdade de renda e da polarização societária como uma tendência para 2017, com os cinco riscos ambientais apresentando pela primeira vez entre os riscos mais prováveis ??e mais impactantes no mundo.

    · Leia o relatório completo aqui

    A desigualdade econômica, a polarização social e intensificação dos perigos ambientais são as três principais tendências que moldarão os desenvolvimentos globais nos próximos 10 anos, segundo o Global Risks Report 2017 do World Economic Forum. A ação colaborativa dos líderes mundiais será urgentemente necessária para evitar mais dificuldades e volatilidade na próxima década.

    Na pesquisa deste ano, cerca de 750 especialistas avaliaram 30 riscos globais, bem como 13 tendências subjacentes que poderiam amplificá-los ou alterar as interconexões entre eles. Num contexto de crescente descontentamento político e perturbação em todo o mundo, três principais constatações emergiram da pesquisa:

    · Os padrões persistem: a crescente disparidade de renda e riqueza e a crescente polarização das sociedades ficaram em primeiro e terceiro lugar, respectivamente, entre as tendências subjacentes que determinarão a evolução global nos próximos dez anos. Da mesma forma, o par de riscos mais interligados na pesquisa deste ano é entre alto desemprego estrutural ou subemprego e a profunda instabilidade social.

    · O ambiente domina o cenário de riscos globais: a mudança climática foi a segunda tendência subjacente neste ano. E, pela primeira vez, os cinco riscos ambientais da pesquisa foram considerados de alto risco e de alta probabilidade, com eventos climáticos extremos emergindo como o risco global mais proeminente.

    · A sociedade não acompanha o ritmo da mudança tecnológica: das 12 tecnologias emergentes analisadas no relatório, os especialistas descobriram que a inteligência artificial e a robótica têm os maiores benefícios potenciais, mas também os maiores efeitos negativos potenciais, além da maior necessidade de uma melhor governança.

    Enquanto o mundo pode apontar para avanços significativos na área de mudança climática em 2016, com um número de países, incluindo os EUA e a China, ratificando o Acordo de Paris, a mudança política na Europa e América do Norte podem colocar este progresso em risco. Ele também destaca a dificuldade que os líderes enfrentarão para acordar um curso de ação no nível internacional para enfrentar os riscos econômicos e sociais mais prementes.

    "Uma ação urgente é necessária entre os líderes para identificar maneiras de superar as diferenças políticas ou ideológicas e trabalhar juntos para resolver os desafios críticos. O impulso de 2016 para enfrentar as mudanças climáticas mostra que isso é possível e oferece esperança de que uma ação coletiva no nível internacional voltada para a reintrodução de outros riscos também possa ser alcançada ", disse Margareta Drzeniek-Hanouz, Chefe de Competitividade Global e Riscos do World Economic Forum .

    Como lidar com os riscos mundiais mais prementes será assunto de discussões na Reunião Anual de 2017 do Fórum Econômico Mundial, que ocorrerá de 17 a 20 de janeiro, sob o tema ?Liderança Responsiva e Responsável?.

    Embora 2016 seja lembrado por resultados políticos dramáticos que quebraram com expectativas do consenso, os sinais de advertência que um conjunto persistente de riscos societal e econômicos poderiam derramar sobre a ruptura do mundo real foram relatados regularmente no relatório dos riscos durante a década passada.

    · Em 2006, o Global Risks alertou que a eliminação da privacidade reduz a coesão social - na época, isso era classificado como um pior cenário, com probabilidade de menos de 1%.

    · Em 2013, muito antes de "pós-verdade" se tornar a palavra de 2016 do ano, o Global Risks destacou a rápida disseminação da desinformação, observando que a confiança estava sendo corroída e que eram necessários melhores incentivos para proteger sistemas de controle de qualidade.

    As complexas transições que o mundo está passando atualmente, desde estar preparado para um futuro com baixa emissão de carbono e mudança tecnológica sem precedentes até ajustar-se a uma nova economia global e realidades geopolíticas, coloca ainda mais ênfase nos líderes para que pratiquem pensamento, investimento e cooperação internacional em longo prazo.

    ?Vivemos tempos disruptivos, onde o progresso tecnológico também cria desafios. Sem governança apropriada e requalificação dos trabalhadores, a tecnologia eliminará postos de trabalho mais rapidamente do que os cria. Os governos não podem mais fornecer níveis históricos de proteção social e uma narrativa antisistema tem ganhado tração, com os novos líderes políticos culpando a globalização pelos desafios da sociedade, o que vem criando um círculo vicioso no qual um baixo crescimento econômico apenas amplificará a desigualdade. A cooperação é essencial para evitar mais deterioração nas finanças governamentais e na exacerbação da inquietação social?, disse a Diretora de Riscos do Zurich Insurance Group, Cecilia Reyes.

    A propensão de a Quarta Revolução Industrial exacerbar os riscos globais também foi examinada na Pesquisa de Percepção de Riscos Globais do Relatório. Baseando sua análise em 12 tecnologias emergentes distintas, especialistas identificaram claramente a inteligência artificial (IA) e a robótica como tendo o maior potencial para efeitos negativos e a maior necessidade para melhor governança. Apesar de seu potencial para guiar crescimento econômico e resolver mudanças complexas, os especialistas também a classificaram como o principal motor de riscos econômicos, geopolíticos e tecnológicos entre as 12 tecnologias.

    O presidente da Global Risk & Specialties, Marsh, John Drzik, disse: ?A Inteligência Artificial tem o potencial de agregar benefícios significativos em setores como o manufatureiro ou de transportation, ou ainda o setor de serviços financeiros e o de saúde. No entanto, esta crescente influência da IA traz novas ameaças e aumenta riscos já presentes em ameaças anteriores, como riscos cibernéticos e instabilidades sociais, o que torna o desenvolvimento da governança corporativa crucial?.

    O Relatório de Riscos Globais de 2017 foi desenvolvido com o apoio dos parceiros estratégicos do Grupo Marsh & McLennan Companies e Zurich Insurance Group. O relatório também se beneficiou da colaboração de seus consultores acadêmicos: a Oxford Martin School (Universidade de Oxford), a Universidade Nacional de Cingapura, o Centro de Gestão de Risco e Processos de Decisão da Wharton School (Universidade da Pensilvânia) e do Conselho Consultivo do Relatório de Riscos Globais 2017.

    Sobre a Marsh

    A Marsh é líder mundial em corretagem de seguros e gerenciamento de riscos. A Marsh trabalha em conjunto com seus clientes para definir, desenhar e distribuir soluções inovadoras e específicas para cada uma das indústrias, auxiliando-as a gerenciar os seus riscos de maneira efetiva. Contamos com cerca de 27 mil colaboradores que trabalham em conjunto para servir nossos clientes em mais de 100 países. A Marsh pertence ao grupo Marsh & McLennan Companies (NYSE: MMC), uma companhia global de serviços profissionais, que oferece aos seus clientes consultoria e soluções nas áreas de riscos, estratégia e capital humano. Com 54 mil colaboradores em todo o mundo e vendas anuais superiores a US$ 12 bilhões, também são parte da Marsh & McLennan Companies a Guy Carpenter, líder mundial na intermediação de fornecimento de serviços em riscos e resseguros; a Mercer, líder mundial em talentos, saúde, aposentadoria e consultoria de investimento; e a Oliver Wyman, líder mundial em consultoria e gestão. Siga a Marsh no Twitter em @MarshGlobal, no LinkedIn, Facebook, e YouTube.


    saiba mais »

    15/01/2017 - É possível escolher letras e números personalizados para placas de veículos 0km

    É possível escolher letras e números personalizados para placas de veículos 0km
    Basta solicitar o serviço, que é opcional, ao fazer o registro do carro ou da…

    Ano novo, carro novo? Se um de seus planos para 2017 é comprar um veículo novinho em folha, saiba que você pode colocar nele uma placa personalizada. Para isso, basta solicitar o serviço ao Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) no momento do registro. A taxa para o procedimento custa R$ 97,07, além da taxa de emplacamento usual, que varia de acordo com o tipo de veículo.

    A lacração custa R$ 104,29 para motos, R$ 108,10 para reboque e semirreboque e R$ 125,53 para os demais veículos, como carros, caminhões e ônibus. O valor extra de R$ 97,07 só deve ser pago por quem quiser optar por uma combinação alfanumérica específica no momento de registro do veículo. A cobrança da taxa (paga por meio do número do CPF ou CNPJ) é necessária para custear e manter o sistema informatizado implantado para a execução do serviço.

    A escolha pode ser feita de três formas: apenas letras, apenas números ou a placa completa. Cabe salientar, entretanto, que a personalização da placa pode ser feita apenas dentro das opções alfanuméricas disponíveis para o Estado de São Paulo, que atualmente vão de BGA 0001 a GKI 9999, desde que já não tenha sido utilizada em outro veículo. Cada Estado utiliza uma faixa específica de combinação de letras e números determinada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

    Quem não desejar indicar números e letras personalizados poderá escolher entre 20 combinações alfanuméricas aleatórias fornecidas pelo sistema do Detran.SP sem necessidade de pagar taxa extra. Uma vez iniciado o procedimento de primeiro registro com uma das 20 opções disponibilizadas, não é possível optar pela escolha de placas.

    No caso de veículos já emplacados não é possível solicitar a troca da placa para escolher letras e números específicos. A placa é a identificação do veículo e deve acompanhá-lo até a sua baixa definitiva, conforme prevê a legislação federal de trânsito, válida em todo o país.

    É possível escolher as letras e os números da placa veicular no Estado de São Paulo desde o segundo semestre de 2016. O serviço foi regulamentado pela lei estadual nº 16.080, de 28 de dezembro de 2015, após aprovação de projeto sobre o tema na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Não há regulamentação federal para a personalização de placas, que fica a critério de cada Estado.

    DETRAN.SP:

    O Detran.SP é uma autarquia do Governo do Estado de São Paulo, vinculada à Secretaria de Planejamento e Gestão. Para obter mais informações sobre o papel do Detran.SP, clique neste link: http://scup.it/aanx

    INFORMAÇÕES AO CIDADÃO:

    Portal ? www.detran.sp.gov.br

    Disque Detran.SP ? Capital e municípios com DDD 11: 3322?3333. Demais localidades: 0300?101?3333. Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h.

    Fale com o Detran.SP e Ouvidoria (críticas, elogios e sugestões) ? Acesso pelo portal, na área de "Atendimento".


    saiba mais »

    15/01/2017 - Chegou a hora de planejar mercados e prospects que serão seus futuros clientes

    Marcos Biaggio
    É tempo de planejar vendas e mapear mercados alvo com o propósito de aumentar o…

    Quando pensamos em ampliar o mercado e, assim, gerar mais vendas, na prática significa aumentar o universo de clientes potenciais ou prospectos de modo que a equipe de vendas possa iniciar abordagem e converter em clientes. A questão que atormenta os gestores de vendas é como gerar esse aumento de prospectos sem que o dono da empresa ou o principal executivo tenha que analisar planos complexos para aprovar algum investimento para publicidade.

    Nem sempre a melhor saída para mais prospects é a entrada em novas regiões. A verdade é que, sem sair do lugar, podemos até dobrar a quantidade de clientes potenciais para abordagem e começo de um processo de relacionamento que venha culminar em fechamento de mais e mais vendas.

    Para ampliar o seu mercado potencial, lembre-se que tudo começa com uma boa oferta de venda, ou promoção. Na prática, significa pegar os principais diferenciais do seu produto ou serviço, criar uma oferta de ocasião, gerar a comunicação mais apropriada e colocar o time de vendas na rua armado e devidamente treinado. A questão é que em seguida ao período promocional o número de prospectos volta ao patamar normal e, por consequência, as vendas também retornam aos níveis iguais ao período anterior à promoção.

    A questão é como incrementar o universo de prospectos, alimentar relacionamento e converter esses clientes potenciais em vendas de forma estratégica e contínua, de modo que isso represente crescimento real e sustentado para a empresa. Como os recursos são sempre limitados para novas e maiores ações de comunicação e relacionamento com o mercado, a maioria dos decisores, independente do porte da empresa, não lançarão mão de investimentos em marketing porque não têm o hábito de testar e medir. Portanto, consideram as ações de marketing como despesa, e não um investimento que trará muitos ?reais? por cada centavo investido.

    Vale lembrar que os recursos e ferramentas modernos favorecem a criação de estratégias de baixo investimento, algumas até mesmo de baixíssimo investimento e acessível a qualquer perfil de empresa que queira incrementar o seu universo de prospectos. Veja a seguir algumas dicas úteis e viáveis, que poderão lhe surpreender em termos de geração de clientes potenciais.

    • Antes de pensar em ampliar o mercado potencial, seja abrindo novas regiões ou outros segmentos, nichos etc, trabalhe a sua característica única de venda, aquilo que o diferenciará da concorrência, seja no produto ou serviço, na entrega, na forma de atendimento etc.
    • Use o máximo que puder as redes sociais e outros recursos digitais como web site e mail-marketing para comunicar os seus diferenciais. Mantenha regularidade e agregue novidade em cada ação de comunicação.
    • Trabalhe a sua carteira de clientes atuais para novas ofertas, de modo que possa aumentar a quantidade de transações por cliente e a média de venda no período (mês, ano etc). O impacto no volume de vendas e no lucro poderá ser surpreendente.
    • Adquira, através de empresas especializadas, cadastro de consumidores potenciais, segmente por região, faixa de renda, sexo, idade etc ? conforme a necessidade para ofertar o seu produto ou serviço ? e inicie um programa de comunicação através de recursos digitais e mala-direta.
    • Quando pensar em propaganda, planeje o conceito de mídia básica e invista em outro recurso como apoio. Se usar comerciais em rádio, por exemplo, anuncie simultaneamente em jornais ou revistas para fortalecer a fixação da sua oferta.
    • Meça todos os esforços e investimentos, quantifique o retorno em termos de prospectos e conversão em clientes, quantidade de mensagens recebida via site, e-mails, telefonemas etc. Essa é a única forma de entender o que é investimento e o que é despesa.
    • Antes de tudo, jamais deixe de preparar uma equipe de vendedores afiada, comprometida e bem madura quanto à oferta, valores do seu negócio, domínio da entrega, serviços etc. Se a estrutura comercial não estiver preparada, de nada adiantará os esforços para geração de prospectos para o seu negócio.

    ===================================================

    O autor é coach empresarial e consultor de vendas.

    Solicite informações sobre o programa de formação de equipe de vendedores de alto desempenho para mais clientes, mais vendas e maiores lucros.

    Ligue 11 97594-0660 ou acesse www.mbmastercoach.com


    saiba mais »

    15/01/2017 - Governo de São Paulo lança programa de crédito com juro zero para MEIs

    Governo de São Paulo lança programa de crédito com juro zero para MEIs
    Programa ?Juro Zero Empreendedor?, fruto da parceria entre Desenvolve SP e Sebrae-SP, financiará o crescimento…

    O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta sexta-feira, 13, por meio da Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista e o Sebrae-SP, a criação de um programa de crédito voltado ao crescimento e desenvolvimento dos microempreendedores individuais (MEI) paulistas. O Programa ?Juro Zero Empreendedor? financiará o investimento na ampliação e modernização dos negócios de microempreendedores que realizam curso de capacitação no Super MEI, do Sebrae-SP. Os interessados já podem encaminhar seus projetos aos escritórios do Sebrae-SP para dar inicio ao processo.

    ?Esse financiamento beneficia os microempreendedores, temos em São Paulo perto de um milhão e meio. E também aquele que não é ainda, mas quer trabalhar. Precisa se formalizar, fazer o curso do Sebrae, de graça, e depois solicitar o crédito?, explica Alckmin. ?É crédito rápido, sem burocracia, com o aval do Estado. Uma bela parceria entre o Governo e o Sebrae?, disse.

    O programa vai financiar o capital de giro e a compra de máquinas e equipamentos, materiais de construção, veículos utilitários, software e hardware, ferramentas, entre outros itens. Para quem pagar as prestações em dia, a taxa de juros será ZERO, equalizada pelo Governo do Estado. Para quem atrasar, será cobrada a taxa contratual de 7,5% ao ano, mais os encargos moratórios. O prazo será de até 36 meses, incluindo seis meses de carência. As garantias serão a contratação do Fundo de Aval (FDA), administrado pela Desenvolve SP, e o aval do próprio beneficiário.

    Alckmin destacou a importância desta linha de crédito em um momento de crise econômica. ?Passamos por um momento de altíssimo desemprego, de grande dificuldade de crédito. E, em São Paulo, estamos aqui anunciando uma medida inovadora, para estimular e apoiar o pequeno empreendedor?, disse.

    Para participar do programa, o microempreendedor individual deverá estar enquadrado na política de concessão de crédito da Desenvolve SP, criada especificamente para o ?Juro Zero Empreendedor?; ter sido aprovado em curso de capacitação do Programa Super MEI, do Sebrae-SP; e apresentar um plano de negócios a ser disponibilizado e aprovado pelo Sebrae-SP. O valor do financiamento será entre R$ 1 mil e R$ 20 mil por beneficiário. O Sebrae-SP vai aportar R$ 10 milhões nesta fase inicial do programa.

    ?Com a capacitação do Sebrae e as condições de financiamento especiais da Desenvolve SP, vamos incentivar o microempreendedor a investir no seu negócio de forma planejada e eficiente, criando um ambiente mais competitivo que permita a geração de renda e movimente a economia paulista?, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

    Sobre a Desenvolve SP

    A Desenvolve SP - Agência de Desenvolvimento Paulista é a instituição do Governo do Estado de São Paulo que financia, por meio de linhas de crédito sustentáveis, o crescimento planejado das pequenas e médias empresas e municípios paulistas. Em sete anos de atuação, a Agência ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos para mais de 1.500 empresas e prefeituras em 260 cidades. Para saber mais sobre a instituição, acesse www.desenvolvesp.com.br.

    Fotos do evento disponíveis no link: http://www.saopaulo.sp.gov.br/sala-de-imprensa/release/alckmin-anuncia-programa-de-credito-com-juro-zero-microempreendedor/


    saiba mais »

    15/01/2017 - Os percalços do emprego no mundo

    Os percalços do emprego no mundo
    Relatório da OIT prevê 201 milhões de pessoas desempregadas em 2017. E cenário nebuloso na…

    Novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta sexta-feira (13/01), mostra que, em razão do baixo crescimento econômico global, a taxa de desemprego mundial continuará em avanço neste ano.

    A estimativa é de que a taxa avance de 5,7% para 5,8%, com mais 3,4 milhões de pessoas engrossando as fileiras do desemprego. O relatório ?Perspectivas sociais e do emprego no mundo- tendências de 2017? prevê que a chaga da desocupação afete 201 milhões de pessoas no planeta em 2017 e tenha outros 2,7 milhões em 2018. Tudo porque o ritmo de criação de empregos permanece aquém do ritmo de crescimento da força de trabalho.

    O diretor-geral da OIT, Guy Ryder, afirma que o mundo enfrenta um duplo desafio na questão do emprego: ou seja, reparar os danos causados pela crise econômica e social mundial e criar ocupações de qualidade para os milhões de pessoas que ingressam no mercado de trabalho a cada ano.

    Mesmo em países desenvolvidos, a criação de empregos de qualidade é cada vez mais desafiante ou alarmante. ?Temos de garantir que os ganhos do crescimento sejam compartilhados de forma inclusiva?, afirmou ele.

    Segundo o relatório, as chamadas formas vulneráveis de trabalho- trabalhadores familiares não remunerados ou por conta própria- devem constituir mais de 42% da ocupação total, ou seja, 1,4 bilhão de pessoas em todo o mundo em 2017. ?Na verdade, nos países emergentes quase um em cada dois trabalhadores se insere num emprego vulnerável e, nos países em desenvolvimento, mais de quatro em cada cinco trabalhadores?, disse o economista sênior da

    OIT e principal autor do relatório, Steven Tobin.

    Isso significa que o número de trabalhadores em trabalhos vulneráveis aumentará em 11 milhões a cada ano, com o Sul da Ásia e a África Subsaariana sendo as regiões mais afetadas.

    O cenário é também nebuloso para a América Latina e no Caribe. Ainda sob os efeitos da recente recessão dos dois últimos anos, o ritmo muito lento de recuperação econômica manterá um elevado déficit na oferta de emprego. Nos países desenvolvidos, a taxa de desocupação vai cair ligeiramente, de 6,3% para 6,2%. Mas esta desaceleração já perde o ritmo, porque surgem os sinais de desemprego estrutural.

    Outro indicativo negativo: o ritmo de redução da pobreza dos trabalhadores perde o fôlego no planeta, colocando em risco a perspectiva de erradicação da pobreza estabelecida pela ONU. Segundo o relatório, o número de trabalhadores que recebem menos de US$ 3,10 por dia terá um aumento de mais de 5 milhões nos dois próximos anos em países desenvolvidos. Além disso, a incerteza global e a falta de empregos decentes vão acelerar a migração em muitas partes do mundo, fenômeno mais intenso na América Latina, Caribe e Estados Árabes.

    Para atenuar a crise de emprego, o receituário da OIT inclui incentivos fiscais e aumento do investimento público dos países. ?Estimular o crescimento econômico de maneira equitativa e inclusiva requer uma abordagem política multifacetada que abarque as causas subjacentes desta estagnação secular, como a desigualdade de renda, e, ao mesmo tempo, considere as particularidades de cada país?, concluiu Tobin. Acesse o relatório completo:
    www.ilo.org/global/research/global-reports/weso/2017/WCMS_541211/lang?en/index.htm.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Uso do FGTS em consignados deve contribuir para a queda da taxa de juros

    Uso do FGTS em consignados deve contribuir para a queda da taxa de juros
    Taxa máxima de 3,5% ao mês é até 50% menor do que a de outros…

    O uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em operações de crédito consignado deve estimular a redução das taxas de juros nesse tipo de operação, afirmou o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Bolivar Moura Neto. As normas para a utilização estão sendo elaboradas pela Caixa Econômica Federal.

    Pelas regras de utilização do FGTS como garantia em consignados, os empréstimos podem ser feitos em até 48 meses, com taxa máxima de juros de 3,5% ao mês, percentual até 50% menor do que o de outras operações de crédito disponíveis no mercado, como os empréstimos pessoais. A tendência é de que esse percentual caia, motivado pela concorrência e pelas negociações intermediadas por sindicatos, disse Bolivar.

    ?A gente imagina que a própria taxa média vai cair. Hoje ela tem uma tendência de alta?, afirmou o secretário-executivo. ?Isso deve ajudar a reduzir as taxas de juros. Hoje, sem consignação, as taxas são de 6%, 7% ao mês?, disse.

    Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que também preside o Conselho Curador do FGTS, a medida é ?um avanço importante para os trabalhadores?, porque ajuda quem precisa de recursos em um momento de crise e dá garantias aos bancos, o que favorece a redução das taxas de juros. ?O trabalhador se beneficia de taxas mais baixas de juros?, lembra.

    O uso do FGTS como garantia em operações de crédito consignado foi aprovado pelo Senado em julho do ano passado, por unanimidade. A medida prevê que os trabalhadores podem usar até 10% dos saldos das contas e a totalidade da multa de 40% em caso de demissão sem justa causa como garantia para as operações.

    Atualmente, trabalhadores da iniciativa privada respondem por R$ 18 bilhões contratados em consignados. Por mês, são emprestados cerca de R$ 600 milhões nesse tipo de operação. Com o uso do FGTS como garantia para as operações, esse volume pode crescer.

    Regras ? Em caso de demissão sem justa causa de trabalhador com empréstimo consignado usado em garantia, a Caixa vai reter o saldo devido ao banco contratante até o limite dos 10% do depositado no FGTS e 100% da multa. Não há retenção no uso do saldo nos demais casos previstos para o saque do FGTS: compra da casa própria ou tratamentos de saúde especificados em lei.

    Assista a matéria sobre o assunto no link https://www.youtube.com/watch?v=4K0dA_rgY5c


    saiba mais »

    15/01/2017 - Previdência social, ajuste fiscal e projeto nacional de desenvolvimento

    Clemente Ganz Lúcio é Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES ? Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização
    A crise econômica continua extremamente grave. O país vai encarar o segundo tombo recessivo, com…

    Contudo, a estratégia do governo federal está orientada pelo encaminhamento de amplo e profundo projeto de ajuste fiscal que reduzirá, em médio prazo e de maneira progressiva, o tamanho do Estado. Essa iniciativa tem como base a grave crise fiscal, motivada pelo desequilíbrio entre receita em queda e despesas que, em algumas situações, crescem. Esse problema se espalha para estados e municípios e estes, cada vez mais, decretam estado de calamidade financeira. Consequência: todos caminham para promover ajustes fiscais severos.

    A situação requer ajustes fiscais, sim. De um lado, ajustes que visem ampliar as receitas tributárias, rever as desonerações. De outro, que permitam cuidadosa revisão dos gastos, incluindo os custos da dívida pública e as absurdas despesas com juros. Demandará também um debate profundo e qualificado, que resulte em muitas medidas ousadas e radicais, que promovam amplo investimento público em infraestrutura econômica e social e gastos com impactos multiplicadores sobre o crescimento.

    Nessa semana, as Centrais Sindicais foram convidadas para reunião com o presidente da República, Michel Temer, e ministros, ocasião em que foi feito o comunicado sobre o envio do projeto de reforma da previdência social e sobre a forma como será feito o debate sobre a questão, ou seja, no Congresso Nacional.

    Todas as Centrais Sindicais presentes manifestaram compromisso com a sustentabilidade da previdência e seguridade social e com o pleno e universal acesso de todos os trabalhadores aos benefícios. Renovaram o conjunto de propostas já apresentadas ao governo. Essas propostas estão reunidas e sistematizadas na Nota Técnica 163 ?Propostas das Centrais Sindicais para a reforma da Previdência Social?, elaborada pelo DIEESE (http://www.dieese.org.br/notatecnica/2016/notaTec163Previdencia.pdf).

    O debate está aberto. Já no dia seguinte a esse encontro, as Centrais estiveram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a fim de construir um compromisso de cuidadoso e amplo debate sobre a questão da previdência. Há, pela frente, longa jornada de luta, debate, mobilização e negociação.

    O ajuste fiscal e a reforma da previdência, como tantas outras inciativas em curso no Executivo ou Legislativo, precisam estar articulados e devem ser orientados por um projeto de futuro para o país. Todas as iniciativas precisam ser orientadas para a construção do desenvolvimento econômico, social, político e cultural do Brasil, em liberdade e na democracia. As reformas devem promover transformações que materializem as condições e situações objetivas para se desenhar um pais a partir de um projeto nacional de desenvolvimento, que estimule ampla e crescente base produtiva industrial, de serviço, de comércio e agricultura, que coopere com o mundo, que tenha profundo compromisso com o meio ambiente, a igualdade, a justiça e a paz.

    Esse projeto nacional de desenvolvimento, base para todas as reformas, deve mobilizar a todos, reunir a energia dos mais de 200 milhões de brasileiros para, coordenados por um Estado forte e dinâmico, articular todo o setor produtivo para uma grande obra: a construção de um Brasil justo e desenvolvido.

    Sacrifícios todos terão que fazer, cada um com sua capacidade real, de força humana e riqueza disponível. As instituições precisam se colocar como agentes desse processo, recepcionando mudanças que apoiem as transformações que a sociedade exige e precisa. O projeto nacional de desenvolvimento é uma utopia realizável, que tornam os sacríficos da transição suportáveis.

    Reformas para avançar na direção de crescimento com desenvolvimento e mais igualdade. É o que deve nos unir.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Profissão de corretor possibilita independência e estabilidade financeira

    No ano passado, o Curso de Capitalização registrou aumento de 24% no número de novos…

    Empreender, montar o próprio negócio e conquistar independência financeira. Esses são objetivos de milhares de brasileiros que buscam um modelo autônomo de gestão da carreira. Um deles é Fabrício Batista Generoso, que atua como corretor de seguros desde julho de 2015.
     
    Fabrício está no mercado de seguros há 10 anos e hoje é dono de uma corretora. Ele destaca vantagens do setor e da profissão. ?Optei por essa área porque sempre tenho trabalho e não dependo de ninguém. Isso não tem preço. Respondo por mim, tenho o ônus e o bônus de tudo que faço, e fico satisfeito financeiramente. Sem dúvida, é um segmento muito interessante?.
     
    Para se tornar corretor de seguros, o empresário fez o curso presencial ministrado pela Escola Nacional de Seguros, o qual considera imprescindível para o exercício da profissão. "O curso foi importante porque ensina tópicos essenciais sobre a operação, com o devido embasamento. Isso você não tem na prática, por mais que já conheça a área?, recomenda.
     
    No momento, a Escola está com inscrições abertas para o Curso de Capitalização, primeiro da grade completa do Programa para Habilitação de Corretores de Seguros. A oferta chega a 62 localidades, de todas as regiões do País.
     
    Primeiro curso em março
     
    No ano passado, o curso registrou aumento de 24% no número de novos alunos. A expectativa é que a procura continue aquecida para este ano. Em algumas localidades, como Nova Iguaçu (RJ), as vagas se esgotaram com menos de uma semana de inscrições.
     
    As aulas terão início em março e a duração é de cerca de um mês e meio. Os aprovados poderão dar sequência aos estudos e fazer o curso de Vida e Previdência, e, em um terceiro momento, o de Demais Ramos, abrangendo assim todos os campos de atuação.
     
    Os valores variam de acordo com a localidade e as inscrições podem ser feitas no endereço sercorretor.com.br. Alunos que se matricularem até 31 de janeiro recebem desconto de 5% no valor do curso.
     
    Vale lembrar que a Escola Nacional de Seguros é a única instituição no Brasil credenciada para ministrar cursos e exames para formação profissional de corretores de seguros. Ao final do programa, o aluno aprovado recebe certificado que permite obter o registro junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep).


    saiba mais »

    15/01/2017 - Curso aprofunda conhecimentos sobre responsabilidade civil

    Curso será ministrado em São Paulo (SP), a partir de 19 de abril

    Visando a sistematização dos fundamentos dos contratos de seguros e a prática cotidiana do mercado nacional e internacional, a Escola Nacional de Seguros lançará, em abril, o curso técnico Gestão e Subscrição de Responsabilidade Civil Geral. O objetivo é apresentar os fundamentos jurídicos, técnicos e práticos dos contratos de seguros relativos ao segmento.
     
    As aulas serão divididas em três disciplinas: Fundamentos Jurídicos e Técnicos ? Características Determinantes do Ramo RC; Riscos e Coberturas; e Clausulados, Tarifas, Gestão, Underwriting, Sinistros e Resseguros. O curso também contará com palestras dos especialistas Greyce Lousana e Eduardo Lima. 
     
    O docente será o advogado Walter Polido, que avalia o curso como de extrema importância, já que o setor ainda carece de profissionais qualificados nessa área. ?O ramo de responsabilidade civil geral cresce em importância no País a cada ano, e o mercado ainda não dispõe de mão de obra especializada. O curso tem a missão de treinar profissionais no segmento, transmitindo as bases teóricas e práticas do ramo com profundidade?, afirma.
     
    Segundo Polido, o curso permitirá a capacitação e reciclagem de conhecimentos a partir da investigação acurada das bases principiológicas deste tipo de seguro, e de estudos e reflexões que terão como objetivo estabelecer paradigmas procedimentais conforme a atualidade.
     
    O curso será ministrado em São Paulo (SP), a partir de 19 de abril. O investimento é de R$ 2.172,00, valor que pode ser parcelado em até três vezes. As inscrições devem ser feitas pelo www.funenseg.org.br, onde mais informações estão disponíveis.

     


    saiba mais »

    15/01/2017 - Confirmado treinamento em Londres em 2017

    6ª edição do encontro na capital inglesa continuará tendo como tema ?Os Processo Técnicos do…

    O Programa de Treinamento no Exterior, organizado pela Escola Nacional de Seguros em parceria com o Chartered Insurance Institute (CII), está confirmado em 2017. Entre 11 e 15 de setembro, profissionais brasileiros terão a oportunidade de conhecer as melhores práticas do mercado de seguros e resseguros de Londres, o mais tradicional do mundo.
     
    Como nos anos anteriores, a 6ª edição do encontro na capital inglesa terá como tema ?Os Processo Técnicos do Resseguro?. Durante os cinco dias de atividades, os participantes estudarão questões relacionadas ao resseguro, com enfoque especial nos processos que envolvem as operações dos diversos tipos de contratos.
     
    O treinamento acontecerá nas instalações do CII e será ministrado pelo Professor Peter Cave, uma das maiores autoridades do mundo quando o assunto é resseguro. O programa também inclui visita ao Lloyd's.
     
    O grupo será formado a partir da análise de currículos. Os interessados devem ter domínio da língua inglesa e conhecimento prévio sobre resseguro, seja por meio de curso ou experiência profissional de pelo menos um ano.
     
    Os currículos devem ser enviados até 31 de março, para o e-mail parcerias [AT] funenseg [DOT] org [DOT] br. O resultado do processo seletivo será divulgado até 5 de abril.
     
    Mais informações sobre o programa estão disponíveis na área de Parcerias Internacionais, no www.funenseg.org.br.
     
    Sobre o CII
     
    O Chartered Insurance Institute (CII) é uma instituição inglesa que realiza relevantes programas de qualificação dirigidos a profissionais de todos os níveis, que trabalham no mercado de seguros, resseguro e serviços financeiros.
     
    A Escola mantém convênio com o CII há 15 anos para administração de exames e, desde 2001, organizado o Programa de Treinamento no Exterior.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Programa social beneficia deficientes visuais

    Para 2017, a Instituição já recebeu indicação de oito instituições de ensino para serem contempladas…

    Em janeiro é comemorado o nascimento de Louis Braille, criador do sistema de leitura e escrita que se tornou indispensável para formação e alfabetização de deficientes visuais.
     
    Segundo o vice-presidente da Federação Nacional de Cegos dos EUA, Dr. Fredric K. Schroeder, há um dado alarmante: ?90% das crianças cegas estão crescendo sem saber ler e escrever, pois as novas ferramentas possibilitam um tipo passivo de leitura. Ao contrário do braille, que permite uma leitura mais ativa, onde o cérebro absorve as letras, a pontuação, a estrutura do texto e outros aspectos?.
     
    Criado pela Escola Nacional de Seguros em 2007, o programa Asas para Voar consiste na doação de livros infantojuvenis para bibliotecas ou salas de leitura de escolas da rede pública de ensino, atrelada ao desenvolvimento de atividades extracurriculares para os alunos, a fim de estimular o hábito da leitura e democratizar o acesso ao conhecimento e à cultura.
     
    Desde o ano passado, o programa passou a mapear alunos inclusivos das escolas beneficiadas, para acrescentar livros em braille, fonte ampliada e audiolivros. Das quatro escolas beneficiadas em 2016 pelo Asas para Voar, uma possuía alunos e professor com deficiência visual: o Centro de Educação Municipal Profª. Maria Martins e Lourenço, de Votuporanga (SP).
     
    A escola do interior de São Paulo atende a mais de 300 alunos, dois deles com baixa acuidade visual e cegueira, e possui turma especial conduzida por professora cega. Dos mais de 160 livros doados pelo programa, cerca de 20 foram em braille, áudio ou fonte ampliada. Os temas abrangeram literatura infantil e adulta, questões técnicas do dia a dia de deficientes visuais e processo inclusivo.
     
    ?O papel de uma instituição como a nossa vai muito além dos programas de ensino tradicionais. Temos que estar sempre buscando novos mecanismos e ferramentas que promovam o bem-estar e proporcionem maior qualidade de vida à sociedade?, esclarece Carla Pieroni, superintendente de Comunicação e Marketing e responsável pela área de Responsabilidade Social da Escola Nacional de Seguros.
     
    Para 2017, a Instituição já recebeu indicação de oito instituições de ensino para serem contempladas pelo Asas para Voar. As entidades são do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Blumenau (SC). ?Temos um carinho especial por esse projeto, que ajuda a formar cidadãos mais conscientes e bem informados?, conclui Carla.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Resseguro: Moody's prevê queda de 5% nos planos

    Redução de prêmios no mundo deve motivar seguradoras a repassar mais riscos para fugir de…

    A Moody's Investors Service (Moody's) prevê que os preços no mercado global de resseguros terão um ciclo de baixa no biênio 2017/2018. Este ano, a empresa calcula uma queda média de 5% e um provável retrocesso também em 2018, impondo desafios à indústria em termos de resultados. Para a Moody?s, embora as perdas globais do setor tenham avançados em 2016, as empresas estão supercapitalizadas, podendo sustentar preços reduzidos por um período mais prolongado, disse Brandan Holmes, vice-presidente (VP), analista sênior da Moody.

    Também a perspectiva de redução de grandes catástrofes é outra sinalização de que os prêmios de resseguros vão continuar em desaceleração. Esta tendência deve, a exemplo de 2016, levar seguradoras a utilizarem um maior volume de capacidade de resseguro para reduzir a volatilidade dos ganhos.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Faturamento do franchising brasileiro atinge R$ 150 bilhões em 2016; confira marcas em crescimento

    O faturamento do franchising brasileiro chegou a R$ 150 bilhões no ano passado ? um…

    Resistente a momentos econômicos delicados, o franchising é uma opção para quem quer empreender com segurança. A Mineiro Delivery, rede de comida caseira em box, por exemplo, prevê dobrar o número de unidades franqueadas em 2017, chegando a 162 unidades, sendo 120 delas em operação. Por isso, está em busca de investidores em todo o Brasil.

    A SMZTO Holding de Franquias Multissetoriais, a maior aceleradora do País neste segmento, fecha 2016 com crescimento de 35%. Entre os destaques de suas marcas, estão OdontoCompany, rede de tratamentos odontológicos, que está ampliando sua atuação em cidades de até 80 mil habitantes e a Espaçolaser, maior rede de franquias de clínicas de estética especializada em depilação a laser do Brasil que soma 121 unidades em operação e planeja fechar 2017 com mais de 200 unidades.

    Já o CEBRAC, uma das mais renomadas escolas profissionalizantes do Brasil, opera com três modelos de negócios diferentes, que são adaptados conforme o porte das cidades. Somando 149 unidades, o CEBRAC busca investidores para diversas regiões do país.

     


    saiba mais »

    15/01/2017 - Congresso: inscrição com desconto até dia 31 de janeiro

    Até o próximo dia 31 de janeiro, custará R$ 700,00 para os associados a Sindicatos…

    O Congresso terá como tema central "O Setor de Seguros na Era Digital" e deverá reunir cerca de 5 mil pessoas, entre corretores, seguradores e outros profissionais do mercado.

    Paralelamente, serão realizados o 4º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar e na 19ª Exposeg.

    Para garantir a sua participação, o interessado deve seguir o seguinte roteiro:

    1 ? clique no link: www2.fenacor.org.br/congresso/20/inscricao.php

    2 ? clique em ?Inscreva-se? para ter acesso à tela onde fará o seu cadastro, com senha e login. Mas, atenção: esse cadastro apenas cria uma conta de acesso ao sistema de inscrições, não sendo considerado como uma inscrição.

    3 ? Para se inscrever, acesse o sistema com sua conta e siga as instruções de inscrição.

    4 ? O pagamento da inscrição deve ser feito pelo serviço PagSeguro, da UOL, com cartão de crédito ou boleto.

    O Centro de Convenções Goiânia ? CCGO, local do encontro, fica na região Central da cidade, o que proporciona fácil acesso e comodidade para o público.

    Localizada em pleno cerrado, Goiânia mantém uma grande quantidade de áreas verdes para uma metrópole brasileira, sendo a cidade mais arborizada do país. Por este motivo, recebeu o título de "Capital verde do Brasil" e de melhor qualidade de vida.

    Dentre os principais atrativos turísticos estão bosques e parques de fácil acesso e muito procurados pelos visitantes.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Ressarcimento ao SUS: ANS cumpre recomendações do TCU

    O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou as medidas implementadas pela Agência Nacional de…

    Dentre as medidas cumpridas estão o processamento das Autorização de Procedimento Ambulatorial de Alta Complexidade (APACs), a inscrição das operadoras inadimplentes no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN) e dos valores devidos na dívida ativa e o cronograma de processamento dos Avisos de Beneficiários Identificados (ABIs).

    Para colocar em prática as recomendações, a ANS melhorou processos internos de trabalho e mecanismos que permitem realizar o ressarcimento. Entre as mudanças importantes estão a implementação do protocolo eletrônico de ressarcimento ao SUS (Persus), que proporciona maior agilidade e efetividade na análise dos procedimentos e no envio da cobrança; a melhor identificação dos beneficiários e a padronização das informações enviadas pelas operadoras, medidas que resultaram em aumento do número de notificações e nos valores cobrados; e a modificação da legislação para a incidência de juros de mora desde o início do procedimento de ressarcimento, o que vem ocasionando a diminuição de impugnações e recursos protelatórios.

    O ressarcimento ao SUS é devido em razão dos atendimentos realizados na rede pública de saúde aos beneficiários de planos de saúde, desde que esses serviços estejam também previstos nos contratos. Trata-se de um importante instrumento regulatório, uma vez que compreende as atividades de controle do mercado setorial e de proteção dos consumidores de planos de saúde, impedindo a prática de condutas abusivas pelas operadoras.

    Confira aqui o boletim do ressarcimento, publicação que contém os dados atualizados sobre o tema.

     


    saiba mais »

    15/01/2017 - Seguradoras vão auxiliar Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos na remoção de automóveis acumulados no pátio

    Apoio para remoção dos veículos foi solicitada ao Sindicato das Seguradoras do Paraná e de…

    Mais de 200 veículos acumulados na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Curitiba (DRFV) que estão sem um destino definido e atrapalham a rotina dos investigadores começarão a ser removidos.

    Eles serão levados para um pátio da Secretaria de Segurança Pública na BR-277. A maioria são veículos roubados ou furtados que foram recuperados pela polícia, mas o proprietário não pode reaver o automóvel por motivos diversos, como pendências na documentação, impostos e multas vencidas e não pagas, ou mesmo desinteresse em buscá-los ou ainda desconhecimento da recuperação.

    O transporte de parte dos automóveis foi viabilizado por meio de uma parceria que a delegacia mantém com o Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul (Sindseg ? PR/MS). Devido ao alto custo do transporte, o delegado-titular da DFRV, Dr. Wagner Holtz solicitou apoio do Sindseg ? PR/MS que, em contato com suas associadas, está viabilizando o transporte de 80 veículos.

    De acordo com o diretor executivo do Sindicato das Seguradoras, Ramiro Dias, a retirada dos veículos é importante do ponto de vista ambiental e de saúde pública, além de auxiliar na rotina da DFRV. ?No local onde estão hoje os automóveis ficam expostos ao tempo acumulando água parada e possibilitando inclusive a proliferação do mosquito transmissor da Dengue. A remoção é fundamental para a melhoraria da utilização do espaço da delegacia e otimização do trabalho dos policiais?, afirmou.

    A parceria entre Sindseg-PR/MS e DRFV existe há vários anos e já propiciou a reforma de uma sala da delegacia e doação de computadores e equipamentos eletrônicos para o trabalho investigativo. ?As seguradoras procuram apoiar a polícia para que ela faça seu trabalho da melhor forma possível e possa conter o avanço dos furtos e roubos de veículos, que encarecem o preço dos seguros e inibem a sua contratação?, no entendimento de Luiz Rogério Borba, coordenador da Comissão Interna de Seguros Gerais do Sindseg-PR/MS.

    O transporte dos veículos com guinchos e caminhões das seguradoras começara nas próximas semanas e será inteiramente acompanhado por policiais para a garantir a segurança e manutenção do patrimônio. Os detalhes desta operação foram definidos durante uma reunião realizada na sede da DFRV na última quarta-feira (11) com a presença do diretor do sindicato, Ramiro Dias, e do delegado Wagner Holtz.


    saiba mais »

    15/01/2017 - Previdência aberta: contribuições cresceram 26%

    Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs)…

    De acordo com dados do balanço da FenaPrevi, em novembro o sistema contabilizou 81.552 pessoas, incluindo menores, recebendo benefícios sob a forma de rendas programadas ou de pagamento único. No período, foram contabilizadas 12.927.359 pessoas com planos contratados. Desse total, 9.768.081 são pessoas com planos individuais e 3.159.278 pessoas com planos empresariais.

     


    saiba mais »

    15/01/2017 - 2017: quebra do ciclo de valorização real do Salário Mínimo desde 2003

    Nota Técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) discute os benefícios da…

    O documento aponta que a valorização do Salário Mínimo induz a ampliação do mercado consumidor interno e fortalece a economia brasileira. E também é uma ferramenta para o combate à desigualdade. Defende-se a continuidade deste mecanismo para ampliar o mercado consumidor e viabilizar melhorias nas condições de vida das famílias, como a possibilidade de prolongar a formação educacional dos jovens.

    A tabela abaixo, retirada da publicação, consolida os reajustes do Salário Mínimo obtidos desde 2003.

    Mas é importante apontar que a tabela acima utilizava o valor estimado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para 2016. Com a divulgação do valor efetivo do índice nesta semana, o quadro mudou: houve uma diminuição real no valor do Salário Mínimo de 2016 para 2017. Com o anúncio de que o INPC em 2016 foi de 6,58% (e não 6,48% como na tabela), interrompeu-se o ciclo de aumentos reais do Salário Mínimo praticados nos últimos treze anos, pois o mesmo foi reajustado para 2017 em somente 6,48%, chegando a R$ 937.

    O hiato entre o valor do INPC e o reajuste do Salário Mínimo faz com que R$ 560 milhões a menos circulem na economia no ano de 2017.




    saiba mais »

    16/01/2017 - TOKIO MARINE oferece desconto para o musical Roque Santeiro

    TOKIO MARINE oferece desconto para o musical Roque Santeiro
    Clientes da Companhia têm 20% de desconto na compra de ingressos para o espetáculo

    Foi na fictícia cidade de Asa Branca que uma das mais prestigiadas obras da teledramaturgia brasileira conquistou o coração do País: trata-se de Roque Santeiro, do autor Dias Gomes, que voltará a encantar o público em um musical apresentado pela Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do Brasil. O espetáculo acontecerá no palco do Teatro FAAP, em São Paulo, a partir do dia 27 de janeiro. 

    Em cartaz até o dia 14 de maio, a peça teatral reforça a estratégia de relacionamento e apoio a iniciativas culturais da Seguradora, que concederá aos Clientes Tokio Marine¹ desconto de 20% na compra de até dois ingressos na bilheteria do teatro durante toda a temporada do musical. Para aproveitar o preço especial, basta apresentar a carteirinha física ou digital e um documento original com foto².

    Com trilha sonora dirigida pelo cantor Zeca Baleiro, o espetáculo permitirá aos expectadores relembrar figuras icônicas como ?Sinhôzinho Malta?, interpretado no teatro pelo ator Jarbas Homem de Mello, e ?Viúva Porcina?, representada por Lívia Camargo. A peça dirigida por Débora Dubois também conta com os prestigiados atores Mel Lisboa, como Mocinha e Flávio Tolezani, no papel principal de Roque Santeiro.

    Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro FAAP, na Rua Alagoas, 903, e pelo site https://teatrofaap.showare.com.br/

    Anote em sua agenda:

    Espetáculo ?Roque Santeiro, O Musical?

    Data: de 27 de janeiro a 14 de maio

    Horário: Sextas e Sábados às 21h e Domingos às 18h

    Local: Teatro FAAP

    Endereço: Rua Alagoas, 903 ? Higienópolis ? São Paulo

    Visite o site oficial para mais informações:

    http://www.faap.br/teatro/em-cartaz.asp#aue

    ¹ Promoção válida para os clientes dos produtos Automóvel, Residencial, Condomínio, Caminhão, Utilitário Carga, Empresarial, Simples Empresa (Vida), Bares e Lanchonetes, Comércio e Indústria de Metais, Comércio e Serviços Automotivos, Empório e Minimercados, Empresarial Médias Empresas, Lojas de Roupas e Calçados, Postos de Combustíveis, Restaurantes, Clínicas e Consultórios, Escolas, Advocacia, Arquitetura / Engenharia, Contabilidade, Corretora de Seguros, Escritório de Imobiliária, Escritórios, Sindicato / Associação de Classe, Salão de Beleza e Estética, Agronegócio, Náutico, RC Obras, RC Geral, Riscos de Engenharia, RD Equipamentos, Aeronáutico, Academia, RETA, Hotéis e Pousadas, Afinidades / Vida, Pessoais Passageiros

    ² Desconto não cumulativo.

    Sobre a Tokio Marine Seguradora

    A Tokio Marine Seguradora S.A. é subsidiária da Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em 38 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine Seguradora coloca à disposição do mercado brasileiro um amplo leque de soluções para Clientes Pessoa Física e Jurídica, por meio de uma estrutura com 72 unidades de negócios, incluindo sucursais e escritórios em todo o País. O portfólio de Produtos Massificados contempla os seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio e Equipamentos, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para Empresas. Já a carteira de Produtos Corporativos inclui Seguros para Pequenas, Médias e Grandes Empresas, Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Petróleo, Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e Aeronáutico.

     

    • tokio marine


      saiba mais »

      16/01/2017 - Microempreendedores Individuais estão sendo vítimas de cobranças indevidas

      Microempreendedores Individuais estão sendo vítimas de cobranças indevidas
      Sebrae Minas alerta sobre boletos de prestação de serviços falsos enviados aos formalizados no início…

      Microempreendedores Individuais (MEI) devem ficar atentos a cobranças indevidas enviadas pelos Correios ou por e-mail. No início do ano, aumenta a incidência de vítimas que caem no ?golpe do boleto?. O Sebrae alerta os empreendedores e dá dicas para quem não quer sair no prejuízo.

      Com o acúmulo de contas que vencem no mês de janeiro, aumenta o número de reclamações de MEI e empreendedores recém-formalizados que recebem cobranças indevidas. ?A maioria são boletos para associação de entidades, ofertas de serviços (como divulgação do negócio) e até mesmo contribuição mensal falsa. Nos dois primeiros casos, são pessoas que aproveitam a falta de informação do empreendedor para cobrar serviços e associações que não são obrigatórias. Já a falsificação é crime de estelionato e o empreendedor pode fazer a denúncia no Ministério Público?, explica a analista de Políticas Públicas do Sebrae Minas Ariane Vilhena.
      Vale lembrar que a formalização do MEI é feita gratuitamente no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br). Para ter acesso a todos os benefícios da formalização, o empreendedor deve pagar, sempre no dia 20 de cada mês, o boleto de contribuição mensal, chamado de Documento de Arrecadação Simplificada (DAS) - que é um recurso destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ISS.

      Desde o início de 2016, que a DAS não é mais enviada pelos Correios. Para imprimir o documento, o MEI tem duas opções: acessar o Portal do Empreendedor procurar o Ponto de Atendimento do Sebrae mais próximo.

      O MEI é isento dos impostos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e paga apenas a DAS, que tem custo fixo mensal - variando de acordo com o setor de atuação do empreendedor. Com o reajuste do salário mínimo, os valores a serem pagos pelo MEI em 2017 mudaram para: R$ 47,85 (comércio e/ou indústria), R$ 51,85 (prestação de serviços) ou R$ 52,85 (comércio e/ou indústria com serviços).

      Como identificar

      No caso de boletos fraudulento, para ludibriar os empreendedores e dar ainda mais realidade ao golpe, os estelionatários usam nomes falsos de instituições e entidades oficiais, como associações, sindicatos, prestadoras de serviços e até bancos. ?Tanto os boletos fraudulentos como os indevidos costumam apresentar artigos da Constituição Federal que citam prováveis punições caso o valor cobrado não seja quitado?, afirma a analista do Sebrae Minas. Outra característica é a data de vencimento do documento?, afirma a analista do Sebrae Minas.

      Outra característica é a data de vencimento do documento. Preocupados com o curto prazo de vencimento e convencidos de que se trata de um tributo fundamental para manter a empresa na legalidade, muitos empreendedores não pensam duas vezes em liquidar a cobrança. ?Na pressa, ou com medo de multas, os empreendedores acabam pagando antes de se informar e acabam não conseguindo reaver o dinheiro?, justifica Vilhena.

      Na dúvida, procure um contador ou ainda entre em contato com a Central de Atendimento do Sebrae 0800 570 0800. Quem preferir pode ir pessoalmente a um dos Pontos de Atendimento do Sebrae Minas, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O atendimento do Sebrae Minas é gratuito.

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - CNseg recebe o ministro do Planejamento para debater o Seguro de Acidentes do Trabalho

      CNseg recebe o ministro do Planejamento para debater o Seguro de Acidentes do Trabalho
      Encontro serviu para discutir o pedido de participação da iniciativa privada no Seguro de Acidente…

      Na última sexta-feira, dia 13, a CNseg realizou, em sua sede, no Rio de Janeiro, reunião com o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. O encontro foi pedido pelo ministro para debater os primeiros resultados de proposta, por ele solicitada ao presidente da Confederação, Marcio Coriolano, sobre a participação da iniciativa privada no Seguro de Acidentes do Trabalho.

      O ministro estava acompanhado do secretário-executivo do Ministério, Esteves Colnago, e do assessor Marcos Ferrari. O tema foi exposto pelo presidente da CNseg e por integrantes da comissão especialmente formada, coordenada por Luiz Tavares: o ex-vice-presidente da SulAmérica, Oswaldo Mário Pêgo de Amorim Azevedo; o presidente do IRB-Re, Tarcísio Godoy, e o Assessor da presidência do IRB-Re, Antonio Paulo Vogel de Medeiros. A diretora de Relações Institucionais da CNseg, Míriam Mara Miranda, também acompanhou a reunião. A comissão especial de CNseg conta, ainda, com a colaboração do consultor Ricardo Bechara e do assessor Armando Grasso.

      A proposta preliminar despertou grande interesse do ministro, que declarou ter pressa para equacionar um modelo que contribua para melhorar a eficiência do seguro e reduzir o patamar de despesas do Governo Federal. A comissão da CNseg prosseguirá os estudos em conjunto com o Ministério. A proposta da CNseg também foi encaminhada para a apreciação do Ministério da Fazenda e da Susep.

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Carros autônomos também estão no radar de governos e seguradoras

      Carros autônomos também estão no radar de governos e seguradoras
      Com pontos positivos e negativos, tecnologia pode mudar paradigmas da contratação de seguro de automóvel…

      Tanto empresas de tecnologia como Google, Tesla, Uber, Apple e Baidu, como tradicionais fabricantes de veículos como Audi, Mercedes, GM, Ford e Rolls-Royce, já investem maciçamente no desenvolvimento de carros autômatos, aqueles que se locomovem sem a ajuda humana.

      Mas a atenção a esses veículos não se dá apenas por parte das empresas desses dois segmentos de negócio. Recentemente, em conversa com usuários do site Reddit, o secretário de transportes dos Estados Unidos Anthony Foxx, afirmou que montou um comitê consultivo sobre carros autômatos para debater os possíveis impactos nas legislações civil e criminal que a tecnologia pode suscitar. Entre elas, o problema da ética dos carros, que envolve questões como a seguinte: se um carro autônomo segue por uma estrada e, de repente, duas pessoas se jogam na frente do veículo, sem que haja tempo dele frear, e a única maneira de salvar a vida das duas pessoas é jogando o carro contra o muro e matando o único ocupante. Ele deve ser programado para fazer isso? A Mercedes, por exemplo, já havia anunciado que a prioridade seria sempre salvar a vida dos ocupantes de seus veículos, mas depois voltou atrás, afirmando que ?nem os programadores e muito menos sistemas autônomos podem pesar o valor da vida humana?.

      Quem também está atento ao desenvolvimento desses veículos é o FBI, que em 2014, de acordo com reportagem do Jornal The Guardiam, já havia produzido um relatório sobre o possível uso, por parte de terroristas e criminosos, desses carros. Entre os temores, o de que seja utilizado para ataques a bomba.

      Recentemente, novo relatório do FBI alertou para outro risco: de esses veículos serem hackeados, fazendo um criminoso assumir totalmente o controle da direção. Caso semelhante, inclusive, já ocorreu em 2015, como noticiado no Portal da CNseg.

      E se não bastasse, pouco depois, dois pesquisadores de segurança de TI informaram que conseguiram cortar os freios de um Corvette utilizando um insuspeito gadget instalado no veículo: o rastreador utilizado por seguradoras para a localização dos veículos em caso de roubo e de monitoramento do modo de direção, para oferta de descontos no seguro para os bons motoristas.

      E essa não é a única questão a preocupar as seguradoras. Se os carros autônomos predominarem e tornarem o trânsito mais seguro, como prometem, as pessoas ainda contratarão seguro para seus automóveis? As pessoas ainda terão automóveis próprios? E no caso de um acidente, quem será responsabilizado, o proprietário ou a fabricante? E ainda que não seja constatada nenhuma falha técnica, no caso do exemplo dos dois pedestres atropelados, os parentes das vítimas não poderiam questionar judicialmente os critérios utilizados pelos programadores para escolher quem vive e quem morre em um acidente?

      E você, o que pensa sobre o assunto?


      saiba mais »

      16/01/2017 - Pesquisa lista os 10 maiores riscos para as empresas em 2017

      Envolvendo mais de 700 executivos de diferentes países, estudo aponta que preocupações com as condições…

      Mudanças frequentes na liderança política nacional, o rápido desenvolvimento da revolução digital, o terrorismo global e o aumento dos custos na saúde são alguns dos riscos mais temidos pelas empresas em 2017. A constatação é da quinta edição do relatório ?Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2017?, elaborado pela consultoria global Protiviti, em parceria com a Universidade Estadual da Carolina do Norte.
      O estudo avaliou as preocupações mais latentes de 735 executivos de diversos segmentos da indústria nos Estados Unidos, Europa e Ásia-Pacífico, classificando os riscos em três dimensões: macroeconômicos, estratégicos e operacionais.
      De acordo com a pesquisa, 72% dos entrevistados indicaram que as incertezas associadas às condições econômicas terão um impacto significativo sobre as empresas em 2017 e em maior medida do que nos anos anteriores. Muitos desses riscos apontados são relevantes para o mercado brasileiro.
      ?Estes 10 principais riscos são bastante aplicáveis à realidade das empresas que atuam no Brasil, e são úteis para o planejamento estratégico 2017 baseado em riscos, e podem trazer impactos para o negócio como um todo?, afirmou Maurício Reggio, sócio-diretor da operação brasileira da Protiviti, consultoria global especializada em Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Compliance, Gestão da Ética, Prevenção à Fraude e Gestão da Segurança.
      Abaixo, a lista com os 10 maiores riscos identificados para os negócios em 2017, incluindo informações úteis para o contexto no Brasil.

      1) Condições econômicas no mercado doméstico e internacional ? apresentou o maior aumento em relação a 2016 e foi considerado o principal risco para 2017. No Brasil, a instabilidade econômica decorrente de questões políticas também coloca este risco como prioritário por conta de fatores como a perda do grau de investimento, descontrole da inflação, recessão econômica, aumento do desemprego, restrição no mercado de crédito, queda na produção industrial e aumento da inadimplência, entre outros indicadores.

      2) Mudanças e escrutínios regulatórios - Termos como compliance, corrupção, lavagem de dinheiro, cartel, multa, prisão e acordo de leniência se tornaram lugar comum com o noticiário. A atuação firme dos órgãos reguladores, fiscalizadores, investigativos e as mudanças legais e regulatórias, associadas à uma nova realidade de mercado ampliaram a demanda por Programas Efetivos de Compliance. Este risco teve um aumento na percepção de criticidade versus 2016.

      3) Ameaças cibernéticas - O Ano de 2016 foi marcado por ataques cibernéticos, roubo de propriedade intelectual, violação de bases de usuários de grandes serviços de pesquisa e incremento de ataques ao serviço de informação de centros médicos e hospitalares. Para o ano de 2017 o cenário tem perspectiva de se manter, mas com algumas mudanças de foco pelos grupos que visam utilizar as ameaças cibernéticas para gerar ganho rápido e fácil de capital.

      4) Inovações disruptivas e novas tecnologias ? subiu para a categoria dos cinco principais riscos em 2017. No Brasil, presenciamos a evolução das fintechs. Aplicativos como Uber, Zaz car e Bla Bla car ganharam força no capitalismo colaborativo. O Airbnb ameaça diretamente as redes hoteleiras e o Home Refill entra no mercado de e-commerce. No segmento B2B, outra iniciativa do Uber, o Cargo X, promete revolucionar o transporte de cargas. No varejo, a Amazon acaba de lançar a Amazon Go com conceitos disruptivos, de loja sem checkout.

      5) Segurança da informação ? A gestão de segurança da informação é cada vez mais parte da preocupação de todos os setores da economia mundial e brasileira. Pesquisas indicam que quando se trata de controle sobre informação, os maiores ofensores e geradores de incidentes são de origem interna, como funcionários, parceiros e fornecedores. Os hackers representam uma média de 30% a 40% dos eventos. Os números fazem com que as empresas adotem posturas preventivas de segurança e classificação da informação, ampliando a notificação de casos antes ocultos.

      6) Capacidade de atrair talentos ? Este risco se mantém como alto pela quinta pesquisa consecutiva. A mudança no mercado de trabalho, com envelhecimento da população, o aumento da complexidade dos mercados, consumidores mais ativos e demandantes faz com que as organizações necessitem investir mais para desenvolver e reter talentos apropriados a essa nova dinâmica. No Brasil, a falta de mão de obra qualificada no Brasil agrava este risco localmente.

      7) Volatilidade nos mercados financeiros e moedas globais ? Também apresentou um grande aumento em relação a 2016, principalmente por conta das incertezas do Brexit, dos sinais de enfraquecimento da economia chinesa e da oscilação do preço das commodities. Apesar de uma economia mais fechada, o Brasil está exposto a este risco por ser um grande exportador de commodities para o mercado chinês. Nos EUA, o governo Donald Trump pode levar a um aumento da taxa de juros pelo FED, gerando uma saída de capital de mercados emergentes como o Brasil e consequente desvalorização do Real frente ao dólar e aumento da inflação, provocando lentidão na queda da taxa SELIC.

      8) A cultura da organização talvez não encoraje a identificação e escalonamento pontuais das questões de risco ? A cultura de gestão de riscos ainda é restrita no ambiente de negócios do Brasil. Treinamentos sobre gestão de riscos e identificação de vulnerabilidades para os colaboradores, incentivos para reporte tempestivo de potenciais problemas e política do tipo ?Erga as mãos? (Raise your hands) para reporte e escalonamento ainda são pouco comuns. Para mitigar este risco, as empresas devem adotar um modelo de gestão de riscos eficaz.

      9) Resistência às mudanças no modelo de negócio ? Em um ambiente de negócios cada vez mais fluido, existe grande preocupação das empresas em não serem flexíveis o suficiente para questionar e mudar seu modelo de atuação. Casos clássicos de obsolescência de empresas já foram presenciados, em setores como filme fotográfico, locação de fitas VHS e de DVD.

      10) Manter a fidelidade e reter clientes ? a pesquisa mundial apontou relevância deste risco principalmente por conta da evolução e mudança de hábito do consumidor e mudanças demográficas. No Brasil, é relevante a mudança de hábitos do consumidor, principalmente por conta do cenário econômico atual, havendo uma natural migração para bens de consumo mais baratos e maior desapego a marcas. Marcas sólidas enfrentam desafios para manter seu market share em um ambiente hostil de queda de venda.

      ?Apesar de ter ficado em 11º lugar na pesquisa global, o risco de incertezas acerca das lideranças políticas em mercados nacionais e internacionais deve ser considerado como prioritário no Brasil.? complementa Rodrigo Castro, Líder da Prática de Riscos da Protiviti.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Mongeral Aegon anuncia vencedores do Galo de Ouro no próximo dia 21 em cerimônia no RJ

      A premiação do Galo de Ouro, uma das campanhas mais tradicionais do mercado segurador, terá…

      Na noite do dia 21, os finalistas ao troféu do Galo de Ouro serão anunciados em uma festa de emocionar. Desde 2014, a companhia adotou o formato ?Oscar? e revela os vencedores durante a cerimônia. Este ano, a campanha premiará 15 participantes, que ganharão R$ 13 mil cada e uma viagem com acompanhante para Portugal.

      O diretor Comercial da Mongeral Aegon, Osmar Navarini, ressalta a importância deste tipo de incentivo aos profissionais envolvidos. ?É um momento muito esperado e tradicional para a Mongeral Aegon, em que celebramos as conquistas do ano que passou, além de reconhecer profissionais tão importantes para o sucesso da nossa companhia: nossos corretores parceiros e colaboradores.?

      Sobre a Mongeral Aegon ? Presente no Brasil há 182 anos, a Mongeral Aegon tem como objetivo auxiliar as pessoas com as ferramentas necessárias para que elas planejem um futuro financeiro mais tranquilo. A companhia, com mais de 60 unidades em todo o Brasil, ultrapassou a marca de 2 milhões de clientes, totalizando mais de R$ 270 bilhões de capital segurado. Em 2009, a empresa se associou ao grupo internacional Aegon, uma das maiores empresas de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo, com sede na Holanda. A diversificação e expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que engloba as seguintes empresas: Mongeral Aegon Seguros e Previdência, Mongeral Aegon Fundo de Pensão, Mongeral Aegon Investimentos (MAI), Mongeral Aegon Administração de Benefícios e o recém-criado Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. Hoje o grupo possui 1.200 funcionários e 4.000 corretores parceiros. www.mongeralaegon.com.br

       

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Prazo para pagar Contribuição Sindical de corretoras de seguros termina dia 31

      Contribuição Sindical O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) convoca…

      Fundamentada legalmente pelo art. 149 da Constituição Federal, a contribuição tem o objetivo de atender ao sistema de custeio da representação sindical. ?Esses recursos são aplicados no fortalecimento do Sindicato, de modo que ele siga exercendo seu papel de defender os interesses de toda nossa categoria?, afirma Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

      Empresas optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas do pagamento, mas devem avisar o Sincor-SP da opção. A inadimplência pode ocasionar o bloqueio do pagamento das comissões dos corretores, já que as companhias seguradoras, em conformidade com a Circular Susep Nº 447/2012, art. 2, devem exigir a comprovação do recolhimento para liberar os valores. A arrecadação é distribuída entre Confederação (5%), Federação (15%), Ministério do Trabalho e Emprego (20%) e Sindicato (60%).

      O Sincor-SP lembra também que para o recadastramento obrigatório dos corretores de seguros pela Susep ? previsto para acontecer no 1º trimestre de 2017, é preciso que o corretor esteja dia com suas contribuições.

      O prazo para a Contribuição Sindical da Pessoa Física é maior. Termina em 28 de fevereiro. Entretanto, os profissionais que possuem empresa precisam ficar atentos. O imposto deve ser recolhido tanto da Pessoa Jurídica quanto da Física, mesmo que não atue como tal.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Corretores devem ficar atentos a mudanças no parcelamento dos valores das inscrições para o congresso

      O SINCOR-GO informa novas formas de parcelamento para os corretores de seguros que ainda não…

      Confira detalhes nas tabelas com valores com hospedagem e sem hospedagem.

      Para adquirir o pacote e efetuar a inscrição, os associados devem ir até a sede do SINCOR-GO e falar com a colaboradora Clarice Souza. Os profissionais precisam ter em mãos seus documentos pessoais e dos respectivos acompanhantes.

      Programe-se

      O 20º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, o 4º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar e a 19ª Exposeg serão realizados simultaneamente, nos dias 12, 13 e 14 de outubro de 2017, no Centro de Convenções, em Goiânia (GO). Mais de 4 mil profissionais do mercado de seguros são aguardados no congresso. O local do encontro fica na Região Central da cidade, próximo a conveniências e pontos turísticos da capital.

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Aviso sobre atendimento na sede e Núcleo da ANS/RJ

      O expediente no edifício sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e no Núcleo…

      Os beneficiários de planos de saúde que precisarem de atendimento podem utilizar normalmente o Disque ANS (0800 701 9656) ou o portal da Agência na internet: www.ans.gov.br.

       

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Bradesco Seguros apresenta novo gestor em Manaus

      Marcio Ferreira, Luiza Janaina, Mirla Lima, João Nobrega, Nayara Gonzalez, Jair Fernandes

      O Sr. João Nobrega Interaminense Junior ? Superintendente Executivo da Bradesco Seguros Regiao NO/CO, esteve em visita ao Sincor para apresentar o novo gestor local da Bradesco Seguros Mercado, Sr. Marcio Ferreira Teixeira, o qual veio transferido do estado de Rondônia em substituição ao Sr. Raul Vignoli que foi transferido para Cuiabá-MT.

      Registramos também na visita, a presença da Sra. Nayara do Nascimento Cordoba Gonzales que assumiu, na metade do ano passado, a gestão da Sucursal Manaus Rede. As Senhoras Luiza Janaina Menenzes e Mirla Barbosa de Lima, ambas Gerentes Comerciais, estavam presentes na comitiva.

      Na conversa com os diretores do Sincor, Jair Fernandes ? Presidente, Victor Nascimento ? Diretor de Comunicação e Elianete Florêncio ? Secretária, o Sr. João Nobrega Junior fez uma avaliação da atual situação do mercado de seguros da região e as perspectivas institucionais. Disse que o nosso mercado ressente as dificuldades econômicas do país que ainda não conseguiu se estabilizar e produzir em escalas adequadas como é o caso da indústria do automóvel. Ele ressaltou o trabalho da companhia na geração dos resultados positivos em 2016, fruto da estratégia e do empenho de todos os funcionários e executivos e disse acreditar em bons resultados para 2017. O executivo fez a apresentação do novo gestor orientando da necessidade de um trabalho voltado ao bom relacionamento com o mercado e na prestação de serviços de qualidade aos Corretores de Seguros e parceiros.

      O presidente do Sincor, Jair Fernandes, deu as boas vindas ao Sr. Marcio Ferreira, parabenizou-o pela promoção e desejou-lhe sucesso na nova jornada profissional. Da mesma forma ele cumprimentou a Sra. Nayara Gonzales que assumiu a gestão da Sucursal Manaus Rede. O presidente, após fazer um breve relato das atividades da instituição, agradeceu o Sr. João Nobrega Júnior pelo apoio e parceria que tem se consolidado em prol do fortalecimento do mercado local.

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Susep lista as 50 empresas que estão sob regime especial

      Dados oficiais da Susep indicam que 50 empresas do mercado supervisionado ainda estão em regime…

      Segundo o site da autarquia, constam da lista de empresas em liquidação extrajudicial as seguintes seguradoras: Federal Vida e Previdência e Federal de Seguros; Confiança, São Paulo, Internacional de Seguros, Edel, Preferencial, Vida Clube de Seguros, Cruzeiro do Sul, Nobre, Santos, AVS, Mutual e Nova York.

      Também estão nessa lista as entidades de previdência complementar aberta Prevbras ? Sociedade Nacional de Previdência Privada e o Montepio MFM, além das sociedades de capitalização Valor, Interunion e Urano.

      Já as empresas em liquidação ordinária são a Companhia Central de Seguros e a Montevan Previdencia Privada.

      Além disso, estão em falência as seguradoras GNPP, BCS, Martinelli, Interbrazil, Companhia Interestadual de Seguros, Catarinense, Sulina, Segurança, Carioca, Maxlife, Planalto, SDB, Caixa Geral, Ajax, Monarca, APS, Absoluta, Âncora, Saoex, Castello Costa e Patrimonial.

      Também estão sob o regime de falência as entidades de previdência privada Corrfa, Empresarial, Geplan, Embrasil, Montiene e Montese, além da Megacap Capitalização.

      A Susep informa ainda que não há qualquer empresa sob o regime de direção fiscal, sejam seguradoras, entidades de previdência complementar aberta ou sociedades de capitalização.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Seguradora pode ser obrigada a aceitar menor como titular de plano

      Já está na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, desde o final da…

      Mariana Carvalho critica o fato de algumas seguradoras e operadoras de plano de saúde não aceitarem que menores de idade figurem como titular nos contratos de assistência à saúde, ainda que em regime individual.

      Ela alega que essa postura contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente, segundo o qual menores gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem discriminação em razão da sua idade. ?Na contramão da legislação em vigor, estabelecem a obrigatoriedade de que um maior responsável seja celebrante e beneficiário principal, enquanto o menor, que deveria ser de fato o contratante, é incluído como mero dependente?, frisa a parlamentar.

      Ela acrescenta ainda que a restrição também contraria a legislação civil vigente, configura venda casada, vedada pelo Código de Defesa do Consumidor, que cataloga como abusivo o fornecimento de um produto ou serviço condicionado à aquisição de outro- no caso, ?a exigência de outro beneficiário, com perfil de mensalidade obviamente mais alto?.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Consumo de álcool por adolescentes e jovens

      A última edição da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) revelou um aumento de 55%…

      O mesmo levantamento mostrou que 21,4% desses jovens já sofreram algum episódio de embriaguez na vida, especialmente nas festas de fim de ano e durante as férias escolares. Quanto mais cedo for o consumo, maior o risco de dependência, além de problemas no desenvolvimento e no futuro. O álcool na adolescência está associado ao envolvimento em acidentes, queda no desempenho escolar e dificuldades de aprendizagem, além de prejuízos graves para a memória e dificuldade no controle de impulsos.

      Quem leva esse hábito para a vida adulta fica ainda mais suscetível a problemas no cérebro, como déficit cognitivo, além do aumento nas chances de desenvolver câncer nas regiões que entram em contato com o álcool (boca, laringe, faringe e esôfago), gastrite, cirrose, pancreatite e diabetes.

      A melhor forma de prevenção é manter um diálogo próximo com os adolescentes e servir de exemplo, ou seja, também evitar o consumo de bebidas alcoólicas.




      saiba mais »

      16/01/2017 - Organize as finanças e tenha tranquilidade o ano todo

      As festividades de fim de ano acabaram, e é chegada a hora de refazer as…

      Entusiasmados com as facilidades de crédito e a ?renda extra? proveniente do 13º salário, muitos exageraram nas dívidas e colecionaram boletos e faturas de cartão de crédito que vão perdurar pelos próximos meses. Para equilibrar as finanças, nesses casos, o ideal é adiar atividades supérfluas, como uma viagem não planejada com antecedência ou as comemorações excessivas de Carnaval.

      Não é que opções de lazer devam ser eliminadas, porém é indispensável que essas despesas sejam programadas desde o início do ano para que o orçamento mensal não seja totalmente comprometido e os gastos não se tornem uma ?bola de neve?. Em muitos casos, medidas simples podem trazer consequências positivas e garantir um ano muito mais tranquilo para o bolso e, consequentemente, para a mente.

      Dedicar alguns minutos para fazer contas e colocá-las ?na ponta do lápis? é uma ótima medida. Dessa forma, é possível saber quanto do seu orçamento será destinado, por exemplo, às compras à vista ou parceladas e também a despesas esquecidas, como com o combustível do carro, a pizza de fim de semana, o cafezinho nos intervalos do trabalho e até o happy hour pós-expediente. O consumidor, assim, já impõe um limite aos próximos gastos e passa a saber o que é possível ou não de ser realizado.

      Os menos prevenidos devem manter o foco em gastos realmente imprescindíveis para evitar complicações financeiras. Afinal, manter as contas em dia e o nome limpo é o que todos nós queremos para 2017.

      *Dora Ramos é educadora financeira e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br)

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - Ações de cobrança de condomínios têm queda de 50% em 2016

      Com a mudança nos critérios do Novo Código de Processo Civil, as ações de cobrança…

      Na variação de dezembro, a queda foi de 6,31% em comparação com o mesmo período do ano anterior, em que foram registradas 602 ações de cobranças contra 564 de 2016.

      Analisando somente o mês de dezembro em comparação com o mês de novembro de 2016, a pesquisa mostra um aumento no número de ações de cobrança. Em dezembro foram 564 contra 550 em novembro. O aumento foi de 2,55%.

      Ações Locatícias

      As ações locatícias tiveram queda de 0,75% no acumulado do ano. Em 2016, foram registradas 17.490 ações e no ano anterior, 17.623 ações foram movidas.

      Na variação mensal, em dezembro 2016, foram registradas 1.267 ações, representando queda de -22% na comparação com o mês anterior (novembro 2016), onde foram registradas no acumulado 1.619 ações.

      Comparando apenas o mês de dezembro de 2016 com o mesmo mês de 2015, a pesquisa mostra um aumento de 23% nas ações locatícias. Em 2016, 1.267 ações foram movidas e em 2015, apenas 1.026 ações.

       

       


      saiba mais »

      16/01/2017 - O que a hiperconvergência pode fazer pelos seus negócios?

      No Brasil, vivenciamos um cenário econômico que exige adaptação das empresas para criarem oportunidades e…

      A hiperconvergência permite que em uma única solução seja possível trabalhar de forma conjunta: virtualização, armazenamento, redes, segurança e processamento. Assim, a empresa economiza espaço físico no data center e reduz o consumo de energia e calor. Outro benefício da tecnologia é que, ao adquirir uma solução hiperconvergente, é possível reduzir o custo total de propriedade (Total Cost of Onwnerwhip -TCO) em pelo menos 20% em comparação com uma tecnologia tradicional. Adicionalmente, a gestão operacional é mais simplificada e barata a médio e longo prazo.

      Destaco que pequenas e médias empresas têm adotado a hiperconvergência devido à praticidade que ela traz no dia a dia. Nesse sentindo, elas têm alinhado a TI com as outras áreas da empresa para que todos contribuam com o desenvolvimento de seus negócios e dos clientes. É essencial lembrar que seus clientes também estão se esforçando para garantir que os negócios deles progridam e por isso vão propor novos desafios para sua empresa. E ao investir na hiperconvergência é possível contar com valor agregado de um único produto, que contribui para melhores resultados.

      Existem no mercado, por exemplo, soluções hiperconvergentes que fornecem sistemas integrados para a criação de infraestrutura de TI de virtualização, com riscos mitigados da implantação de ambientes Software Defined Data Center (SDDC). Nesse sentido, para uma configuração rápida de todo um ambiente é possível contar com uma ampla gama de servidores validados com software pré-instalado. Além disso, as configurações permitem uma maior personalização para atender as cargas de trabalho. Por isso, a nova tendência tecnológica possui um diferencial que moderniza o data center com gerenciamento simplificado, desempenho aperfeiçoado e eficiência energética.

      Podemos e devemos buscar alternativas que são tendências mundiais que proporcionam melhor performance, automação e eficiência nos processos, otimização de tempo e recursos e, redução de custos para os negócios. O mercado de hiperconvergência veio para ficar e superar as demandas atuais, sendo assim, sua empresa pode contar com essa solução inovadora para ampliar a sua estratégia de negócio e de seus clientes.

      Bruno Barnett é gerente de Canais para a América do Sul da Fujitsu do Brasil


      saiba mais »

      16/01/2017 - O papel das seguradoras, as relações de consumo e a responsabilidade civil dão o tom da semana na Rádio CNseg

      Programação traz, ainda, dica de consultor para a compra de material escolar

      Afinal, as seguradoras só vendem? ?O papel fundamental das empresas de seguros é formar garantias para que o comprador dos produtos e serviços das seguradoras tenha certeza de que vai receber o que contratou.? A afirmação é do presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano. O executivo acredita que, embora as empresas de seguro tenham como trabalho último a comercialização e a venda de produtos e serviços, existe uma longa cadeia anterior a isso. Coriolano concorda que há uma troca entre a proteção, a segurança e a tranquilidade, de um lado, e os volumes de indenizações, benefícios e resgates pagos, de outro. ?A cadeia longa de várias atividades começa pela atividade fundamental, que é identificar o cálculo adequado do risco para cada uma das proteções, ou seja, quanto custará o risco de cada seguro?, finaliza.

      No quadro ?Entrevista Especial?, a consultora da CNseg e especialista em Direito do Consumidor, Maria Stella Gregori, contextualiza o consumidor sobre o que vem a ser a responsabilidade civil do transporte aéreo nas relações de consumo e o que se observa a partir do Código de Defesa do Consumidor (CDC). ?É uma lei protetiva e que trouxe como um direito básico do consumidor a efetiva reparação integral dos seus danos.? Ela explica que, no caso das empresas aéreas, ao praticarem qualquer atividade no mercado de consumo, devem ter o cuidado de não provocar nenhum risco à vida, à saúde e à segurança do consumidor. ?Caso contrário, a empresa incorrerá em responsabilidade civil e terá que garantir uma indenização ao consumidor.?

      Em linha com a programação, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marcio Guerrero, fala na terça-feira ao espaço 'Conheça os Seguros Gerais' sobre o papel da seguradora e do segurado na responsabilidade civil e sobre a relação entre esses públicos. ?A relação de responsabilidade civil envolve, além das partes seguradora e segurado, uma terceira pessoa, que é o prejudicado, no caso de um acidente, ocorrência ou erro?, explica. Guerrero alerta para a transparência das informações. Os questionários normalmente utilizados são a ferramenta empregada para a avaliação de riscos e meio pelo qual as seguradoras conhecem, em um primeiro momento, a atividade e a profissão do segurado. Nesse mesmo dia, a dúvida de um ouvinte será esclarecida por um especialista no quadro ?Qual é a dúvida??.

      Na quarta-feira, vai ao ar entrevista com o gerente de marketing da Icatu Seguros, Rodrigo Padová, para o ?Momento da Inovação?. O executivo falará sobre o projeto ?Os bebês da virada?, que entra em seu segundo ano consecutivo. O objetivo é ressaltar a importância do planejamento financeiro das famílias. É uma campanha promocional, mas com viés educacional e instrutivo muito forte. A ideia é que as pessoas conheçam o funcionamento dos produtos de seguros de forma lúdica.? Nesse mesmo dia, o espaço ?Entenda os Seguros de Pessoas? abordará temas referentes aos seguros de vida e de pessoas.

      O diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, falará na quinta-feira sobre mutualismo em saúde suplementar: ?Um conjunto de pessoas com interesses comuns, que decidem se proteger contra eventualidades. E contribuem mês a mês, com um montante, para um fundo.? Nesse mesmo dia, no espaço ?Sustentabilidade?, serão veiculadas matérias sobre o tema.

      Encerrando a semana, o presidente da Comissão de Produtos da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e superintendente de produtos de capitalização da SulAmérica, Natanael Castro, falará das funções do sorteio de capitalização e seu grande diferencial. ?O sorteio estimula tanto a pessoa que está acumulando quanto a empresa que está adquirindo uma série de capitalização.? Natanael explica, também, a dinâmica dos sorteios. Na ?Dica do Consultor?, o especialista em educação financeira e consultor da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Álvaro Modernell, orienta as famílias para a compra de material escolar mais barato. Ele afirma que o que mais gera resultado e economia é antecedência, planejamento e paciência.

      Diariamente, a Rádio traz, ainda, boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

      Rádio CNseg

      A Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da CNseg, e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a Rádio é transmitida por meio do site radio.cnseg.org.br, ou pelo aplicativo, disponível nas lojas virtuais para smartphones.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Seguros de pessoas movimentam R$ 2,7 bilhões em novembro de 2016

      Seguros de pessoas movimentam R$ 2,7 bilhões em novembro de 2016
      Alta foi de 8,87% frente ao mesmo mês do ano anterior

      Os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram em novembro deste ano R$ 2,70 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais), consolidando alta nominal de 8,87% frente aos R$ 2,48 bilhões verificados no mesmo mês do ano anterior.
      ?Tivemos um bom crescimento nominal em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mas ainda não podemos afirmar que a recuperação se manterá ao longo do tempo. Tudo dependerá do comportamento da economia?, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

      Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou prêmios de R$ 1,067 bilhão, correspondendo a aumento de 6,38% em relação a novembro de 2015, quando foram registrados R$ 1,003 bilhão. Já o seguro prestamista, segunda maior carteira do segmento, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou crescimento de 7,68% e prêmios de R$ 762,35 milhões.

      De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, obteve alta de 6,59% em novembro de 2016, em relação ao mesmo mês do ano anterior, registrando R$ 429,49 milhões.

      O balanço da federação mostra que o auxílio funeral registrou R$ 41,45 milhões em prêmios, representando alta de 30,63% em relação aos R$ 31,73 milhões contratados em novembro de 2015. O seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, teve forte expansão: 137,45% em relação a novembro de 2015, com prêmios da ordem de R$ 5,58 milhões em novembro de 2016.
      Resultado Acumulado ? Janeiro a Novembro
      Nos primeiros 11 meses de 2016, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 27,94 bilhões, alta de 4,45%, em relação aos R$ 26,75 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. Na análise por modalidade de produtos, o seguro de vida obteve expansão de 5,84% e o total de prêmios somou R$ 11,70 bilhões.

      O seguro prestamista, com prêmios de R$ 6,87 bilhões, registrou recuo de 7,04% frente ao valor acumulado de janeiro a novembro de 2015, quando os segurados pagaram R$ 7,39 bilhões para contratar as coberturas do seguro. O seguro de acidentes pessoais, por sua vez, obteve alta de 4,01% e somou R$ 4,74 bilhões, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi.

      O balanço da federação também mostra que o auxílio funeral registrou R$ 437,87 milhões em prêmios, representando alta de 22,76% em relação aos R$ 356,68 milhões contratados nos primeiros 11 meses de 2015. Por fim, o seguro educacional, com forte expansão no período, equivalente a 81,04%, com prêmios da ordem de R$ 44,01 milhões.


      saiba mais »

      16/01/2017 - Fábrica de Sites NetArts lança novo pacote de Site especial para o novo Corretor.

      Sempre antenada com o mercado e tendo como visão estabelecer uma parceria com o profissional…

      A empresa que iniciou suas atividades em 2010 vem estabelecendo diversas parcerias com outras empresas de soluções, algumas no ramo de seguros e outras na área da tecnologia afim de promover uma sinergia com seus clientes.

      Sistema de Gestão de Corretoras de Seguros: SegFlex da AutoRun. Multi Gestor - Cotador de seguro Auto: Infocap tecnologia. Hospedagem de Sites: Origiweb, Conteúdo e gestão em redes sociais: Guerra Comunicação, BRAZIP: Sistema de atendimento via Chat/Help Desk.

      Além das empresas também firmou convênios com Sincor´s em alguns estados do Brasil e Clubes de Corretores de Seguros oferencendo condições especiais para associados.

      A NETARTS começou o ano de 2017 oferecendo diversas promoções inclusive o lançamento de um pacote voltado para o Corretor de Seguros que está entrando no mercado.

      O Pacote oferecido pela empresa é o FLEX Classic que tem um preço acessível e forma de pagamento especial.

      Para mais informações sobre a empresa e suas soluções, acesse o portal

      www.netarts.com.br

      • netarts
      • site para corretor de seguros


        saiba mais »

        16/01/2017 - FMI e Focus divergem sobre crescimento do Brasil

        Fundo diz que expansão será de apenas 0,2% e mercado financeiro local aposta em alta…

        Economistas consultados pela pesquisa Focus e técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) divergem em relação ao nível de recuperação da economia brasileira neste ano. Entre analistas do mercado financeiro doméstico, a previsão é de que o Produto Interno Bruto (PIB) apresentará expansão de meio ponto percentual neste ano, devendo avançar para 2,2% em 2018.

        Já o crescimento esperado pelo FMI situa-se agora em apenas 0,2%, segundo seu relatório divulgado nesta segunda-feira. Na estimativa anterior, divulgada em outubro, o FMI projetava alta de 0,5% da economia brasileira.

        O FMI refez sua previsão porque o desempenho da economia brasileira foi pior que o esperado em 2016, comprometendo parte da reação deste ano. A estimativa do próximo ano é também menor do que a prevista pelo mercado local: 1,5% de alta.

        O fraco desempenho da economia brasileira, que há dois anos fecha no terreno negativo, afeta também a taxa de crescimento regional da América Latina e Caribe como um todo, a ponto de agora a expansão projetada ser de 1,2% e não mais de 1,6% que constava do relatório de outubro. No próximo ano, a região deve registrar alta de 2,1%. Assim como o Brasil, também a Argentina puxa o desempenho fraco da região. A piora na expectativa de crescimento na América Latina "reflete, em certa medida, expectativa de recuperação mais fraca no curto prazo da Argentina e do Brasil, após desempenhos de crescimento mais baixos do que esperados no segundo semestre de 2016", confirma o FMI.

        O crescimento global modesto tem ainda outros atores importantes. No seu relatório, o FMI destaca as condições financeiras mais apertadas dos Estados Unidos, incertezas no México, em virtude do efeito Donald Trump, e a deterioração contínua na Venezuela. No caso do México, o FMI prevê avanço do PIB de 1,7% em 2017 e de 2% em 2018. A economia deve ser fortemente afetada pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que planeja rever acordos comerciais e construir um muro na fronteira entre os dois países.

         


        saiba mais »

        16/01/2017 - Dependentes do plano de saúde são isentos de pagamento no caso de morte do titular

        Cláusula de remissão garante a continuidade do atendimento com isenção de mensalidade por até cinco…

        Para quem não sabe, a cláusula de remissão nos planos de saúde significa a continuidade do atendimento aos dependentes no caso de morte do titular da apólice, com isenção da cobrança de mensalidades.

        Segundo Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora, empresa do segmento de seguros e planos de saúde no país, é uma cobertura adicional e opcional, que garante imunidade do pagamento da mensalidade do plano de saúde. ?Esse período de isenção é negociado com a operadora e pode variar entre três e cinco anos?, explica.

        Para o especialista, o objetivo da cláusula é evitar que os dependentes fiquem desamparados, além de conceder-lhes um período para reorganizar as finanças. ?O brasileiro não possui uma cultura de prevenção e evita pensar que certos imprevistos podem vir a ocorrer. No entanto, é melhor estar preparado para que os entes queridos fiquem devidamente protegidos e possam desfrutar do serviço, que é um dos maiores desejos da população?.

        Alves ainda destaca que para assegurar os direitos previstos na cláusula de remissão, é imprescindível que os dependentes entrem em contato com a operadora em no máximo 30 dias após o falecimento do titular.

        É proibida a extinção do contrato após o fim do período de remissão

        De acordo com o executivo, embora seja uma prática comum de certas operadoras, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) proíbe a extinção do contrato após o término do prazo de remissão.

        ?Portanto, é facultada aos dependentes a possibilidade de continuar com o serviço nas mesmas condições e com reajustes técnicos e anuais estabelecidos pela agência reguladora. Assim, não há a necessidade de contratação de um novo plano, que certamente terá um valor maior e também exigirá o cumprimento de carência?, pontua.

        Sobre a Célebre Corretora de saúde
        Com quase 20 anos de história e sediada em São Paulo (SP), a Célebre Corretora de saúde é uma das principais empresas do segmento de planos de saúde e seguros no país. A companhia disponibiliza uma variada e extensa gama de produtos em seu portfólio, como planos de assistência médica, odontológica, de seguro de vida, entre outros. Atualmente, conta com mais de 100 corretores cadastrados que oferecem aos seus clientes planos das principais operadoras de saúde do mercado.

         


        saiba mais »

        16/01/2017 - Contribuições a planos abertos de caráter previdenciário crescem 26,06% em novembro

        A captação líquida apresentou saldo positivo de R$ 6,52 bilhões no mês, chegando ao acumulado…

        Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) acumularam R$ 11,26 bilhões no mês de novembro, apresentando uma evolução de 26,06% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando somaram R$ 8,93 bilhões. A captação líquida (diferença entre o valor dos aportes e dos resgates) apresentou um saldo positivo de R$ 6,52 bilhões, representando crescimento de 35,85% em comparação àquela de R$ 4,80 bilhões registrada no décimo primeiro mês do ano anterior, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi.

        Segundo os dados do balanço da FenaPrevi, em novembro o sistema contabilizou 81.552 pessoas, incluindo menores, recebendo benefícios sob a forma de rendas programadas ou de pagamento único. No período, foram contabilizadas 12.927.359 pessoas com planos contratados. Desse total, 9.768.081 são pessoas com planos individuais e 3.159.278 pessoas com planos empresariais.

        Resultado por tipo de plano (Individual, Empresarial)

        Os planos individuais foram os que mais receberam aportes de recursos no período. No total, foram investidos R$ 9,84 bilhões. Desse total, R$ 170,88 milhões foram destinados a planos para menores. Já os recursos de contribuições destinadas a planos empresariais somaram R$ 1,43 bilhão.
        Resultado por modalidade de plano (VGBL, PGBL e Plano Tradicional)

        Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu aportes de R$ 10,45 bilhões no período. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou contribuições de R$ 742,75 milhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram contribuições de R$ 69,37 milhões.

        Resultado acumulado (Janeiro a Novembro)

        Nos primeiros onze meses do ano, os aportes acumularam R$ 98,17 bilhões, apresentando uma evolução de 19,14% frente ao mesmo período do ano passado, quando somaram R$ 82,40 bilhões. A captação líquida apresentou um saldo positivo de R$ 49,46 bilhões, representando crescimento de 22,94%, em comparação aos R$ 40,23 bilhões registrados de janeiro a novembro de 2015.

        Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no período. No total, foram aportados R$ 85,69 bilhões. Do volume de aportes a planos individuais, R$ 1,75 bilhão foi destinado a planos para menores. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, totalizaram R$ 12,49 bilhões em contribuições de janeiro a novembro de 2016. Na análise por modalidade de plano, o VGBL recebeu aportes de R$ 90,33 bilhões no período. O PGBL registrou contribuições de R$ 7,08 bilhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 764,01 milhões.

        O Tratamento Fiscal

        A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício.

        Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.
        Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

        De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

        Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.


        saiba mais »

        16/01/2017 - Redução de Selic baixará ganho financeiro

        Economistas projetam juros básicos na casa de um dígito de novo até dezembro de 2017

        As seguradoras devem esperar um forte corte nos ganhos financeiros de suas provisões técnicas neste ano, se confirmada a projeção de economistas sobre a trajetória da taxa Selic. Após seu recuo para 13% ao ano na semana passada, tendo em visto a aprovação do corte de 0,75 ponto percentual no encontro do Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central, economistas consultados pela pesquisa Focus, do BC, acreditam que a Selic fechará o ano na casa de um dígito, em 9,75%. Uma semana antes, a expectativa era de que o juro básico fechasse o ano em 10,25%.

        A próxima reunião do Copom ocorrerá em fevereiro e, para o mercado, a taxa deverá ter um corte de meio ponto percentual. Nesta semana, a ata do Copom será divulgada, permitindo ao mercado ter uma visão mais holística do comportamento da política monetária. No próximo ano, a Selic terá um ritmo menor de redução, atingindo o piso de 9,50%, segundo a pesquisa Focus.

        No grupo Top-5- reúne as instituições que mais acertam as previsões- a taxa básica de juros deve cair ainda mais em 2017, finalizando em 9,50%- antes era 10%, permanecendo neste patamar também em 2018.


        saiba mais »

        16/01/2017 - Profissão de corretor possibilita independência e estabilidade financeira

        Empreender, montar o próprio negócio e conquistar independência financeira. Esses são objetivos de milhares de…

        Fabrício está no mercado de seguros há 10 anos e hoje é dono de uma corretora. Ele destaca vantagens do setor e da profissão. ?Optei por essa área porque sempre tenho trabalho e não dependo de ninguém. Isso não tem preço. Respondo por mim, tenho o ônus e o bônus de tudo que faço, e fico satisfeito financeiramente. Sem dúvida, é um segmento muito interessante?.

        Para se tornar corretor de seguros, o empresário fez o curso presencial ministrado pela Escola Nacional de Seguros, o qual considera imprescindível para o exercício da profissão. "O curso foi importante porque ensina tópicos essenciais sobre a operação, com o devido embasamento. Isso você não tem na prática, por mais que já conheça a área?, recomenda.

        No momento, a Escola está com inscrições abertas para o Curso de Capitalização, primeiro da grade completa do Programa para Habilitação de Corretores de Seguros. A oferta chega a 62 localidades, de todas as regiões do País.

        Aulas em março

        No ano passado, o curso registrou aumento de 24% no número de novos alunos. A expectativa é que a procura continue aquecida para este ano. Em algumas localidades, como Nova Iguaçu (RJ), as vagas se esgotaram com menos de uma semana de inscrições.

        As aulas terão início em março e a duração é de cerca de um mês e meio. Os aprovados poderão dar sequência aos estudos e fazer o curso de Vida e Previdência, e, em um terceiro momento, o de Demais Ramos, abrangendo assim todos os campos de atuação.

        Os valores variam de acordo com a localidade e as inscrições podem ser feitas no endereço sercorretor.com.br. Alunos que se matricularem até 31 de janeiro recebem desconto de 5% no valor do curso.

        Vale lembrar que a Escola Nacional de Seguros é a única instituição no Brasil credenciada para ministrar cursos e exames para formação profissional de corretores de seguros. Ao final do programa, o aluno aprovado recebe certificado que permite obter o registro junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep). 


        saiba mais »

        17/01/2017 - TOKIO MARINE é premiada pelo Sincor AM/RR

        Cefas Rodrigues - Superintendente Comercial Varejo Norte da Tokio Marine
        Seguradora conquista o XI Troféu Vitória Régia, que reconhece as melhores do ano no mercado…

        Excelência no atendimento, atuação comprometida com os resultados e oferecimento de produtos de qualidade renderam à Tokio Marine, uma das maiores seguradoras do País, a conquista de duas categorias do XI Troféu Vitória Régia, tradicional premiação do Sindicato dos Corretores de Seguros nos Estados do Amazonas e Roraima (SINCOR AM-RR).

        O evento, que ocorreu no último mês de dezembro em Manaus, teve por objetivo homenagear os melhores profissionais do mercado de seguros e as corretoras e seguradoras dos dois Estados que mais se destacaram durante o ano. A Tokio Marine foi condecorada nas categorias Melhor Seguradora Elementares de Roraima, região atendida pela gerente Alessandra Torres, e Melhor Gerente Comercial do Mercado, prêmio concedido à executiva Claudia Ferreira de Souza.

         ?Temos investido em operações em diversos locais do Brasil, sempre empenhados em oferecer serviços e produtos excelentes. O Norte do País é extremamente estratégica para a Tokio Marine, e o reconhecimento que obtivemos com o Vitória Régia demonstra que estamos no caminho certo para expandirmos nossa atuação na Região.? afirma Cefas Rodrigues, Superintendente Comercial Varejo Norte da Tokio Marine,

        Além das representantes da Companhia, Alessandra Torres e Claudia Ferreira, estiveram presentes diversos membros influentes do setor, como Jair da Conceição, Vice-Presidente da Fenacor Região Norte, Rosiane Rocha, da Funenseg, e Sérgio Carvalho, do Jornal Nacional do Seguro.

        Sobre o Sincor AM/RR

        Criado em 1989, o Sindicato dos Corretores de Seguros nos Estados do Amazonas e Roraima é uma instituição sindicalista que responde pelos interesses da categoria dos corretores de seguros de auto, elementares, saúde, resseguros, capitalização, vida e previdência nos dois Estados. A proposta da instituição é promover o fortalecimento e união da categoria por meio de ações que proporcionem benefícios que supram as expectativas da classe, como cursos e avaliações para formação de novos corretores, suporte jurídico e contábil, além de realizar atividades sociais, esportivas e de lazer que incentivem o conhecimento e o reconhecimento da sociedade com o corretor e profissional de seguros.

        Sobre a Tokio Marine Seguradora

        A Tokio Marine Seguradora S.A. é uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo. É subsidiária da Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em 38 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine Seguradora coloca à disposição do mercado brasileiro um amplo leque de soluções para Clientes Pessoa Física e Jurídica, por meio de uma estrutura com 72 unidades de negócios, incluindo sucursais e escritórios em todo o País. O portfólio de Produtos Massificados contempla os seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio e Equipamentos, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para Empresas. Já a carteira de Produtos Corporativos inclui Seguros para Pequenas, Médias e Grandes Empresas, Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Petróleo, Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e Aeronáutico. Em 2016, foi eleita na 8ª posição como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, de acordo com pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil. Para mais informações, acesse: www.tokiomarine.com.br.

        • tokio marine


          saiba mais »

          17/01/2017 - O Clube dos Seguradores da Bahia finaliza sua agenda para o ano de 2017

          O Clube dos Seguradores da Bahia finaliza sua agenda para o ano de 2017
          O Clube dos Seguradores da Bahia anuncia parceria para seus encontros de negócios em 2017…

          Segundo o Presidente do Clube dos Seguradores da Bahia e executivo da Previsul, Fausto Dórea, as duas seguradoras possuem história no mercado de seguros, o que é de suma importância para o segmento e ambas vem trazendo grandes novidades para os encontros favorecendo os corretores. "A Traverlers Brasil Seguros tem mais de 150 anos , veio no ano passado e gostou tanto que voltou novamente, agradeço ao Presidente Leonardo e ao Diretor Regional Valter Cal pela confiança. A MBM Seguros é uma seguradora tradicional radicada no Sul do País que trabalha com benefícios e com certeza trará grandes novidades para os nossos corretores, agradeço também ao executivo, Gestor da Filial o amigo Sr. Antônio Daniel e sua diretoria. Estamos eufóricos com tanta demonstração de confiança em nosso trabalho ,pelo respeito e carinho", finaliza

          Vale salientar que já existe fila de espera para o ano de 2018, firmando assim a importância do clube para o mercado de seguros. O primeiro encontro do ano será no dia 17/03/2017 com a JMalucelli Seguradora e são aguardadas as presenças de aproximadamente 180 corretores de seguros do mais alto nível do mercado baiano, além de convidados e executivos do setor.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Setor de seguros começa a se recuperar

          Alexandre Camillo
          O ano de 2017 tende a ser melhor do que 2016. O ritmo de atividade…

          De acordo com a publicação mensal assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), apesar de um menor crescimento do setor de seguros ao longo de 2016, sobretudo quando comparado aos números de anos anteriores, é possível destacar fatos positivos. A melhora do índice de confiança em diversos setores, como indústria e comércio, a queda do dólar, o crescimento do VGBL, diminuição na taxa de inflação e a queda, ainda que tímida, na taxa de juros, são destaques em um ano de diminuição nas margens de rentabilidade das companhias do segmento de seguros e do aumento do desemprego.

          O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, lembra que o setor tem, tradicionalmente, seus melhores números no segundo semestre, quando mais pessoas contratam e renovam suas proteções, além daquelas pertinentes ao período de férias, como seguro educacional, viagem, e residência.

          ?Para colher é preciso semear e, por isso, nos preparamos para fortalecer o trabalho já no início de ano. No Sincor-SP, seguimos construindo um ambiente favorável para o corretor de seguros se desenvolver, em parceria com a indústria de seguros e lideranças públicas, para que a categoria, por sua vez, atue na proteção da sociedade acompanhando o crescimento da economia e do poder aquisitivo. Temos a competência e a determinação para pavimentar

          Carta de Conjuntura do Setor de Seguros de dezembro de 2016


          saiba mais »

          17/01/2017 - Número de profissionais criativos cresce mesmo no período de crise, revela FIRJAN

          Número de profissionais criativos cresce mesmo no período de crise, revela FIRJAN
          Área possui mais de 850 mil trabalhadores no país. Nova edição do ?Mapeamento da Indústria…

          O número de profissionais criativos no país cresceu nos últimos dois anos e chegou a 851,2 mil, sendo os estados de São Paulo (328 mil) e do Rio de Janeiro (99 mil) os maiores empregadores. De acordo com a quinta edição do ?Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil?, lançada pelo Sistema FIRJAN no início do mês, o aumento foi de 0,1% de 2013 para 2015 - avanço considerado relevante diante do encerramento de quase 900 mil postos no total do mercado de trabalho brasileiro (-1,8%). Como consequência do aumento de vagas neste período adverso, os criativos aumentaram a sua participação no mercado, o que reforça seu papel estratégico na economia.

          Presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira destacou a importância da inovação na indústria de Transformação, onde a criatividade é um ativo que vem fazendo a diferença nas empresas. Ele lembrou que, hoje, o Rio de Janeiro é a sétima marca do mundo. ?Esse ativo é muito importante que devemos preservar. Temos no Rio milhares de exemplos de empresas que estão perseverando e saindo do quadrado?, afirmou Eduardo Eugenio.

          O estudo da Federação das Indústrias do Rio avalia a área sob dois aspectos: mercado de trabalho e produção. Na abordagem sobre o mercado de trabalho são contemplados os profissionais criativos independente do local onde atuam, seja em estabelecimentos estritamente criativos, como nas agências de publicidade, ou em outras atividades econômicas, como os designers nas indústrias automotivas. Já a ótica da produção mostra o valor gerado pelas empresas criativas.

          A análise do mercado de trabalho mostra que 80% dos criativos (683,5 mil) estão em atividades que não são essencialmente criativas e, destes, 23,4% (199 mil) atuam na indústria de transformação. O dado ratifica sua importância para a geração de valor agregado, inovação e otimização nos mais diversos segmentos. O Mapeamento também ressalta que a área está mais focada na experiência do consumidor.

          Gerente de Indústria Criativa do Sistema FIRJAN, Gabriel Pinto destaca que em períodos de crise, inovar é essencial. Ele alerta que, após a recuperação econômica, é essencial que as empresas estejam preparadas e estruturadas para seguir em frente. ?A indústria criativa pode ser essa saída porque contribui para a geração de negócios, valor e significado. O que nós queremos é impactar e conectar os elos produtivos e criativos de toda a cadeia?, explicou.

          No caso do Design, por exemplo, o estudo aponta mudanças no perfil da profissão. De 2013 para 2015, no Rio de Janeiro, houve diminuição do número de desenhistas projetistas (-8%) e aumento de designers de produto (23,7%), ocupação voltada à compreensão e avaliação das necessidades do mercado, assim como entram em cena decoradores de eventos (+34,7%) e designers gráficos (+4,3%). Houve queda para desenhistas técnicos (-13,1%), designers de interiores (-9,5%) e designers de vitrines (-10,5%). Em Moda, temos o crescimento de profissões de maior valor agregado como relojeiros (+54,9%), designers de moda (+34,9%) e perfumistas (+9,8%) (pag. 19).

          Já em Cultura, o número de trabalhadores avançou 7,1%, impulsionado pelo alto crescimento de Expressões Culturais (+19,2%) e Artes Cênicas (+4,8%). Destaques para profissões como chefe de cozinha (+43,2%), enólogos (+28,7%), chefe de confeitaria (+7,6%). Música teve um recuo de 0,3%.

          Em Tecnologia, destaca-se a Biotecnologia: geneticistas (+60%), biomédico (+44%) e tecnólogo em sistemas biomédicos (+19,8%).

          Os criativos têm salário médio de R$ 6.270,00, mais de duas vezes e meia a remuneração média dos empregados formais brasileiros (R$ 2.451,00). Isso por conta do nível de qualificação e a especificidade do trabalho, já que a área demanda profissionais com grau de formação e especialização cada vez mais elevado. No Rio de Janeiro, esses trabalhadores possuem as maiores remunerações em seis dos 13 segmentos analisados: Pesquisa & Desenvolvimento (R$ 16.302), Artes Cênicas (R$ 9.010), TIC (R$ 8.314), Audiovisual (R$ 6.453), Patrimônio e Artes (R$ 6.219) e Moda (R$ 2.217).

          Sob a ótica da produção, o estudo mostra que a indústria criativa possui 239 mil estabelecimentos. Quando comparada à totalidade da economia nacional, a área também se mostra menos impactada diante do cenário de crise do período 2013-2015. A participação do PIB criativo estimado no PIB brasileiro cresceu de 2,56% para 2,64%. Como resultado, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, valor equivalente à soma dos valores de mercado das marcas Facebook, Zara e L?oreal reunidas. Estima-se que as maiores participações da área criativa nos PIBs estaduais acontecem em São Paulo (3,9%), Rio de Janeiro (3,7%) e Distrito Federal (3,1%), todos os três com participação acima da média nacional (2,64%).

          Todo o Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil pode ser acessado em www.firjan.com.br/economiacriativa . Neste endereço é possível consultar detalhes dos 13 segmentos criativos, divididos em quatro grandes áreas: Consumo (Design, Arquitetura, Moda e Publicidade), Mídias (Editorial e Audiovisual), Cultura (Patrimônio e Artes, Música, Artes Cênicas e Expressões Culturais) e Tecnologia (P&D, Biotecnologia e TIC).


          saiba mais »

          17/01/2017 - ANS realiza reunião do Comitê Técnico da Avaliação da Qualidade Setorial

          ANS realiza reunião do Comitê Técnico da Avaliação da Qualidade Setorial
          A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou no último dia 11, no Rio de…

          A gerente-executiva Ana Paula Cavalcante apresentou os avanços do Fator de Qualidade, que teve suas regras definidas pela Instrução Normativa nº 64; falou sobre as alterações da Resolução Normativa 405/2016; sobre sugestões de indicadores para os Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia (SADT) para o Programa de Monitoramento (PM-QUALISS); e sobre o protótipo do Sistema de Informação QUALISS que se encontra em sua primeira etapa.

          Os resultados do Fator de Qualidade ano-base 2016 serão divulgados no próximo dia 25 de março.

          Clique aqui e assista a reunião na íntegra.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Levantamentos em diversas corretoras do Brasil mostram que clientes priorizam seguro para proteger automóvel

          Levantamentos em diversas corretoras do Brasil mostram que clientes priorizam seguro para proteger automóvel
          Levantamento feito pela Corretora de Seguros Bancorbrás surpreende pelo resultado

          Levantamento feito pela Corretora de Seguros Bancorbrás (www.bancorbras.com.br/seguro), empresa atuante há 33 anos no mercado nacional, surpreende pelo resultado: na hora de contar com a cobertura do seguro muitos clientes dão preferência por proteger o automóvel em detrimento de um seguro de vida ou de outros bens. A Corretora integra o conglomerado Bancorbrás: de capital privado, com mais de 124 mil clientes fidelizados em quase todo o país.

          ?Em 2016, por exemplo, do total de vendas e renovações de contratos, a empresa vendeu 86,15% de seguros de automóveis; 0,37% de seguro de vida e 1,60% de seguros de residências?, informa a gerente comercial e de relacionamento da Corretora de Seguros Bancorbrás, Alessandra Monteiro. O índice de renovação de seguros de automóveis está entre os maiores do mercado segurador nacional: 88,27% de janeiro até 20 de dezembro de 2016.

          Seguro reduz eventual perda financeira

          ?Contratar um seguro é uma forma de proteção; é a melhor forma de diminuir uma eventual perda financeira causada por uma ocorrência contra pessoas e bens materiais?, resume a gestora. Os planos de seguros costumam ser bem flexíveis ao permitir que o cliente selecione os itens e os valores de coberturas. ?Para o seguro de veículos, o consumidor parece mais disposto a manter o máximo de coberturas que seu orçamento permite e ele não abre mão da cobertura compreensiva, ou seja, contra colisão, incêndio e roubo?, diz Alessandra Monteiro.

          Pela mobilidade, o automóvel é estacionado em locais diferentes ao longo do tempo e nem sempre é vigiado; e também pode ser transportado, desmontado; além disso, são muitas as ocorrências diárias de colisões, furtos e roubos de veículos. E apesar dos casos de violência direta contra pessoas e de arrombamentos e furtos a residências noticiados constantemente, a impressão é que o brasileiro teme essas situações adversas, mas acredita que não irão acontecer com ele, comenta Alessandra Monteiro.

          ?Talvez isso justifique um menor interesse em contratar o seguro de vida e o de residência, ao contrário do que ocorre em outros países, como os Estados Unidos, em que há uma cultura mais desenvolvida para ter este tipo de seguro?, diz a gerente.

          ?Em qualquer lugar, contratar um seguro é um investimento. E no Brasil, que apresenta altos índices de violência urbana, é um ?superinvestimento?. Infelizmente, o brasileiro tem mais chances de vir a precisar dos benefícios de um plano de seguros do que de ganhar na loteria?, compara Alessandra Monteiro.

          Economia com seguro pode sair cara no futuro

          Para quem acredita estar economizando ao relevar ou adiar a contratação do seguro, considerando que isso pode significar uma pequena economia, a gestora lembra que se houver alguma ocorrência (ou sinistro, no caso de seguros) isso poderá gerar um grande gasto para recuperar os danos materiais e, eventualmente, físicos às pessoas não seguradas.

          Educação financeira: valorizar o seguro e cortar supérfluos

          Há quem alegue falta de dinheiro para contratar conjuntamente o seguro de vida, outro para o automóvel e mais um para a residência; há também quem apresente argumentos que não justificam o risco de ficar sem a cobertura desses planos. Por isso, a Corretora de Seguros Bancorbrás investe na educação financeira aos clientes e potenciais clientes por meio da capacitação de seus colaboradores. Eles são incitados a conhecerem a realidade de vida de cada cliente para auxiliá-los a tomarem a decisão mais adequada para sua proteção.

          ?Sem perceber, muitos de nós podemos gastar além da conta com supérfluos ou com serviços e produtos, cuja importância nem se compara a de um seguro, embora possam proporcionar alguma satisfação mais imediata. Recomenda-se que os consumidores avaliem se não podem cortar ou apenas reduzir tais despesas e abrir espaço no orçamento para contratar planos de seguro?, explica Alessandra Monteiro.

          BANCORBRÁS

          A Corretora de Seguros Bancorbrás faz parte do conglomerado Bancorbrás (www.bancorbras.com.br), no mercado desde 1983. A Bancorbrás atua nos segmentos de Consórcio, Seguro e Turismo, com sede no Distrito Federal e filiais em Minas Gerais, Ceará, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Na área de Turismo, conta com o Clube de Turismo Bancorbrás e com a Operadora de Turismo e a Agência de Viagens Bancorbrás. A Empresa também atua como Administradora de Consórcios (automóveis, imóveis, entre outros). Para fomentar as iniciativas de desenvolvimento educacional, cultural, esportivo e social voltadas para a população em situação de vulnerabilidade social, a Empresa mantém o Instituto Bancorbrás, uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que promove ações de cidadania.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Susep aprova nova seguradora

          Susep aprova nova seguradora
          O mercado de seguros tem mais uma concorrente. A Susep publicou no Diário Oficial da…

          Com sede no Rio de Janeiro, a empresa foi transformada de sociedade empresa limitada para sociedade anônima de capital fechado, na assembleia geral extraordinária realizada em 20 de dezembro de 2016.

          A Susep também concedeu a Markel Seguradora autorização para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

          O capital social da companhia soma R$ 48 milhões. O controle acionário indireto e a ingerência efetiva nos negócios são exercidos pela Markel Corporation, sociedade constituída e existente sob as leis do estado de Virgínia (EUA).

          Em outubro do ano passado, o grupo anunciou a contratação do ex-presidente do IRB Brasil Re, Leonardo Paixão, para comandar suas novas operações no país.

          Como ressegurador local, a Markel faturou R$ 26,5 milhões de janeiro a outubro de 2016, o que representou um crescimento de 92% em comparação ao mesmo período em 2015.

          O foco da empresa é direcionado principalmente para as linhas de produtos financeiras e patrimoniais.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Variedade inusitada de seguros reduz risco de prejuízos para empresas

          Variedade inusitada de seguros reduz risco de prejuízos para empresas
          Seguro é item de gestão de riscos. Há seguros exclusivos para pet shops, para festas…

          Uma variedade de seguros inusitados protege os negócios no Brasil, mas nem todos os empresários e gestores têm conhecimento da ampla variedade de produtos à venda. Sendo assim, expõem suas companhias a riscos que podem evoluir até leva-los à ruína ? inclusive em relação ao patrimônio pessoal ?, além de prejudicar seus clientes.

          Um deles, por exemplo, reduz eventual perda financeira ? gerada por penhora de bens, por exemplo ? que pode ser provocada após processos judiciais contra a pessoa física dos administradores que tenham nome expresso no contrato social. E isso vale para qualquer dos sócios, seja ou não responsável pela empresa.

          Este é só um exemplo de seguro que, quando oferecido ao empresário, ele geralmente diz que nunca havia ouvido falar a respeito ou considerava que apenas o gestor responsável pela companhia era quem poderia sofrer sanções.

          ?O seguro é um item essencial da gestão de risco e, portanto, do planejamento estratégico de qualquer negócio?, afirma a gerente comercial e de relacionamento da Corretora de Seguros Bancorbrás (www.bancorbras.com.br/seguro), Alessandra Monteiro. A empresa atua há 33 anos no mercado nacional e integra o conglomerado Bancorbrás: de capital privado, com mais de 124 mil clientes fidelizados (leia mais adiante).

          Cobertura para vazamento de informações e dissídios coletivos

          Outro seguro, que ainda é um ?desconhecido? dos administradores empresariais, é o que assegura cobertura em caso de vazamento de informações sigilosas, prática antiética que tem sido pontuada no noticiário nesses últimos anos. Há ainda os planos relacionados a dissídios coletivos, que asseguram proteção para empregadores e trabalhadores. São, geralmente, produtos exclusivos e customizados para cada setor econômico.

          Seguros até para queda de animais e intoxicação alimentar

          No variado portfólio de seguros que a Corretora de Seguros Bancorbrás oferta no mercado nacional há produtos que podem ser considerados ?curiosos?, mas, todos são, ao mesmo tempo, ?estratégicos? para determinados segmentos empresariais:

          ? ?Para pet shops há seguro para sinistro (ocorrência) gerado por queda de animais; para restaurantes é possível contratar um seguro para ocorrência de intoxicação alimentar; para buffets há plano de cobertura de sinistro em festas e eventos em geral, inclusive recepções de casamento; para varejistas é possível contratar cobertura para furto de mercadorias expostas ao público?, cita Alessandra Monteiro.

          Proteção para o cliente

          ?O cliente pode também contratar a proteção do seguro, em determinados casos, como é o caso da já mencionada festa de casamento. Afinal, eventos estão sujeitos a todo tipo de ocorrência e ninguém quer frustração quando contrata esse serviço porque pode estar relacionado a um momento muito especial na vida do contratante?, acrescenta.

          Barreiras culturais em relação ao seguro

          Barreiras culturais em relação ao seguro são fatores preponderantes que inibem a contratação, segundo Alessandra Monteiro.

          ?Uma venda de seguro empresarial exige uma negociação por vezes prolongada. E ainda há a barreira cultural demonstrada por certos gestores em relação ao seguro, que é visto por eles como sendo um gasto e não um investimento, apesar de ser uma forma de prevenção, de proteção financeira, em caso de sinistros?, aponta Alessandra Monteiro.

          Consultores de seguros

          Para vencer tais barreiras, a Corretora de Seguros Bancorbrás capacita seus colaboradores a agirem como consultores para o cliente empresarial e não apenas como vendedores. O conhecimento técnico é importante para permitir ao administrador tomar a melhor decisão na hora da contratação ou renovação. ?Às vezes, ele pode deixar de contratar uma proteção extra porque decidiu pagar um pouco menos; porém, é à frente, na hora do sinistro, que aquela pequena economia pode gerar um grande gasto. O corretor tem que conhecer as condições de cada empresa e avaliar os riscos em conjunto com o administrador para auxilia-lo adequadamente em relação ao seguro?, diz a gerente.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Poupança ensaia recuperação, mas não supera vantagens do Tesouro Direto

          Poupança ensaia recuperação, mas não supera vantagens do Tesouro Direto
          Mesmo com a reação positiva da poupança em 2016, investir no Tesouro Direto ainda se…

          ?Houve rentabilidade real de aproximadamente 1,9%, fato que não acontecia desde 2009. Todavia, este cenário ainda não torna a poupança uma boa alternativa. Local: São Paulo - SP

          No Brasil, grande parte das pessoas foram educadas a aplicar seu dinheiro na caderneta de poupança. A modalidade é segura, não cobra taxas mensais e é isenta de Imposto de Renda. Assim, para muitos brasileiros, parece o cenário perfeito para fazer aplicações. Porém, quando o assunto é rentabilidade, a poupança não apresenta os melhores resultados.

          Em 2016, contudo, a caderneta esboçou uma reação positiva. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento foi de 8,3%, enquanto a inflação máxima foi de 6,29%. Isso significa rentabilidade real de aproximadamente 1,9%, fato que não acontecia desde 2009. Todavia, este cenário ainda não torna a poupança uma boa alternativa de investimento.

          De acordo com o Banco Central, no último ano, a diferença de retiradas em relação aos depósitos somou cerca de R$ 40,7 bilhões de reais. Esse valor só perde para os valores de 2015, que totalizaram R$ 53,5 bilhões. Esses dois números lideram o ranking de piores resultados dos últimos 21 anos.

          Especialistas afirmam que essa retirada expressiva pode ter sido causada por dois motivos: a alta da inflação e o aumento do desemprego no país. Então, o dinheiro pode ter sido usado para pagar a conta de quem perdeu o emprego ou para ser aplicado em outros tipos de investimentos.

          Mesmo fechando o ano com resultado positivo, o rendimento poupança ainda é baixo em relação a outras opções do mercado. Existem possibilidades muito mais rentáveis e que oferecem outras vantagens não encontradas na poupança.

          Uma boa saída

          Enquanto caderneta de poupança sofreu retiradas expressivas em 2016, outra modalidade de aplicação em renda fixa bateu recordes de inscritos. Simples e seguro, o Tesouro Direto é um programa de investimentos que tem caído no gosto dos brasileiros.

          A modalidade é, basicamente, a negociação de títulos públicos federais. Ou seja, o investidor de certa forma empresta dinheiro ao governo, que devolve o valor corrigido após certo prazo. As chances do governo não conseguir pagar os compradores dos títulos é quase nula, porque o valor é irrisório em relação à dívida pública. Por isso, esse programa é considerado muito seguro.

          No final de 2016 já haviam mais de um milhão investidores inscritos nessa modalidade. Entre os fatores que contribuem para o aumento da popularidade do Tesouro Direto estão segurança, facilidade, boa rentabilidade e aporte inicial baixo, já que com apenas R$ 30 é possível começar a investir.

          Comprar os títulos também não é nenhum mistério. É possível fazê-lo através da internet por meio de um banco ou de uma corretora de valores. Os contratos podem ser de curto, médio ou longo prazo, de acordo com a preferência do investidor. Outro ponto positivo é que, caso seja necessário, é possível retirar o dinheiro antes do fim do prazo. Mas é preciso ficar atento, já que quanto maior o tempo de aplicação, mais vantajoso poderá ser o retorno.

          O investidor também pode escolher o tipo de título que vai comprar, mas a decisão depende do objetivo da aplicação. O título pode ser prefixado, onde o investidor já sabe qual será sua rentabilidade ao final do contrato, pós-fixado, quando a rentabilidade varia de acordo com a taxa SELIC, ou híbrido, que é a junção das duas opções anteriores, isto é, uma parte da rentabilidade é prefixada e a outra pós-fixada.

          Além da rentabilidade, liquidez e segurança, o Tesouro Direto tem mais uma grande vantagem não encontrada na poupança. É possível utilizar os títulos como margem de garantia para operar na Bolsa de Valores. Ou seja, o dinheiro pode render duas vezes, já que é possível investir em ações enquanto o dinheiro está aplicado em títulos públicos. Assim, o investidor pode potencializar seus ganhos e tornar sua carteira de investimentos ainda mais atrativa.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Curso de especialização para empresários

          No dia 19 de janeiro, às 8h30, no Hotel Dan Inn, empresários e profissionais liberais…

          Trata-se de um programa exclusivo que desenvolve as mais avançadas técnicas de gestão. Busca dar suporte ao empreendedor por meio do autoconhecimento e de ferramentas para o desenvolvimento de uma gestão competente.

          De acordo com Pedro Zaros, o ?curso proporciona o desenvolvimento da visão e da compreensão no mundo dos negócios?, explica.

          Para participar envie um e-mail para: pricila [AT] zarosnegocios [DOT] com [DOT] br até o dia 18 (quarta-feira). O Hotel Dan Inn fica na avenida Afonso Vergueiro, 1850, Centro, Sorocaba (SP).

           

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Os 10 principais sinais de que sua carreira não vai bem

          Coach e especialista em carreira ensina como encontrar um caminho para evitar o sofrimento de…

          ?Esperar o final de semana para ser feliz, sofrer no final do domingo, comprometer a saúde ou a família pela carreira são sinais básicos de que algo não vai bem. Acenda o alerta e saia do piloto automático. Você precisa rever sua carreira.

          Se você sofre toda segunda-feira ao recomeçar a rotina profissional e mede a sua felicidade somente pelos dias vividos nos fins de semana, é hora de repensar o que é sucesso na carreira. Ser feliz somente aos sábados e domingos, trabalhar somente por dinheiro e sem satisfação, não ter tempo para a família, saúde e qualidade de vida e não saber ou não poder tornar reais os seus sonhos são características típicas de quem acredita num modelo ultrapassado de sucesso na carreira.

          A novidade no mundo contemporâneo é que há um outro ponto de vista para o que se denomina carreira de sucesso. De acordo com Lilian Sanches, coach e especialista em carreira da Intentus, há várias maneiras de detectar o ?modo automático? da vida diária e reinventar a carreira de sucesso. ?O sucesso não vem quando tentamos ser perfeitos. Ele acontece quando tentamos ser melhores. É um processo interno?, avisa.

          Sanches informa que 90% das pessoas que a procuram estão insatisfeitas com o trabalho. Os principais motivos são falta de desenvolvimento, falta de perspectivas de crescimento dentro da empresa, falta de alinhamento entre os valores e interesses pessoais com os da empresa e dúvida quanto à escolha profissional.

          A primeira dica da especialista para encontrar o caminho para dominar e ter satisfação com o trabalho é ter clareza sobre quem você é e o que quer da vida, sem imposições ou modelos prontos. Sanches avisa que a dica vale também para outras áreas da vida, como casamento, ter filhos, viagens ou um novo hobby.

          ?E não é egoísmo pensar primeiro na gente. É amor. Quando estamos bem, preenchidos, completos, conseguimos ajudar os outros, entregamos ao mundo o nosso melhor. E sim, podemos cobrar por isso, é um fluxo de abundância. No final, não se trata só de você. A maioria de nós quer uma vida que cause um impacto positivo sobre os outros. Isso é missão, propósito?, avisa a coach e especialista em carreira da Intentus.

          Sanches afirma que é importante ter consciência de que todo o caminho ao longo da vida é importante para quem quer cumprir uma missão. ?É o que você faz ou deixa de fazer hoje que tornará sua vida autêntica, feliz e com propósito?, diz.

          A especialista acrescenta que a chave para mudar de rumo no meio do caminho é respeitar a sua essência, começar a se levar a sério e potencializar quem você é. Com isso, segundo Sanches, o profissional poderá realizar tudo o que sonha, vibra e deseja.

          Para reinventar a própria vida, o conselho da coach é começar pela própria carreira e pela forma de se relacionar com o trabalho. Lilian Sanches diz que é muito comum uma pessoa aguentar o incômodo e o sofrimento na carreira até o limite do suportável. No entanto, ela acrescenta que, quando alguém calça um sapato que machuca, ela não o usará no dia seguinte. ?Se algo incomoda é sinal de que não te serve direito. E por que não mudar??, aconselha.

          ?O medo nos prende, resistimos às mudanças e ficamos presos a padrões criados e aceitos por nós mesmos. Padrões que dizem que, para ser feliz, é preciso ter uma boa faculdade, um bom emprego com carteira assinada, sair de manhã cedo pro trabalho e voltar no final do dia. Criamos e seguimos padrões por medo de fazer algo diferente. Algo que seja de verdade nosso, autêntico. E que provavelmente será muito melhor?, ressalta.

          Para Sanches, a mudança não precisa ser drástica. Ela pode acontecer aos poucos. A especialista afirma que, em geral, as mudanças ocorrem quando a pessoa chega ao limite. ?E quem disse que, para mudar, precisamos mudar tudo de uma única vez? É preciso agir com calma e leveza?.


          Os 10 principais sinais de que sua carreira não vai bem:

          ? Você nem espera a segunda-feira pra ficar triste. Domingo à noite já é o começo da depressão semanal.
          ? Sexta-feira é o dia feliz. Mas não só ela, tudo é melhor do que trabalhar, inclusive ficar doente!
          ? A vida está chata, sem graça e você reclama de tudo.
          ? No trabalho, tudo o que você gosta de fazer não tem relação nenhuma com o trabalho em si.
          ? Você sempre está procurando emprego ou oportunidades de empreender, correndo, inclusive, o risco de ir para algo pior.
          ? Sua saúde, qualidade de vida, amigos e familiares não são prioridade. Aliás, como encaixá-los na agenda é sempre sua dúvida. Não dá tempo pra isso.
          ? O que é propósito? Você não faz ideia. Sente que algo está faltando, mas não sabe o que é. Para que você trabalha? Para pagar as contas do mês e olha lá.
          ? Faz compensações, consciente ou inconscientemente. Se não tem felicidade no trabalho, melhor ser feliz de outra forma: compras, comida, jogos, bebida.
          ? Desafios, crescimento, orgulho da sua carreira. Há quanto tempo você não sente isso?
          ? Não faz ideia de como será seu futuro profissional. A única coisa que você tem certeza é que não quer continuar como está.

          Não necessariamente as pessoas apresentam todos os 10 sinais. Um único sinal, por tempo e intensidade prolongado já deve acender um alerta.

          Vida e Carreira são uma única coisa. Se um não vai bem, o outro também será afetado.

          Nos dias 4 e 5 de fevereiro, Lilian Sanches comandará o workshop presencial ?Carreira para Inquietos, em São Paulo. O evento é voltado a qualquer pessoa e será uma imersão, com treinamento vivencial superintenso sobre carreira e o resgate da essência individual. A proposta do workshop é gerar reflexão sobre as necessidades, potencialidades e valores dos inquietos, ?realizando uma transformação na forma como enxerga a sua carreira e a sua relação com o trabalho?.

          ?Vamos falar sobre medos e barreiras. E o porquê de não seguirmos nosso coração, nos bloquearmos e nos conformarmos em ter menos do que merecemos, para então desbloquear nosso fluxo criativo e todo o nosso potencial. E usá-lo pra ter mais resultados e felicidade, no trabalho, na vida?, diz a coach e especialista em carreira da Intentus.

          Mais informações em: www.intentus.me

          Um pouco mais sobre Lilian Sanches: Administradora, Palestrante e Consultora Especialista em Carreira & Felicidade, Personal, Professional & Positive Coach e especializada em Psicologia Positiva e Leader Coach, atuou muitos anos em grandes empresas e hoje ajuda as pessoas a se desenvolverem, transformarem suas carreiras, realizarem sonhos e serem felizes.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Seguros de pessoas cresceram 8,87% em novembro

          Em novembro, os seguros de pessoas ? que incluem vida, acidentes pessoais, viagem, educacional, entre…

          ?Tivemos um bom crescimento nominal em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mas ainda não podemos afirmar que a recuperação se manterá ao longo do tempo. Tudo dependerá do comportamento da economia?, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

          Na divisão por produto, o seguro de vida registrou prêmios de R$ 1,067 bilhão, o que corresponde a um aumento de 6,38% em relação a novembro de 2015, quando foram registrados R$ 1,003 bilhão. Já o seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou crescimento de 7,68% e prêmios de R$ 762,35 milhões.

          De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais obteve alta de 6,59% em novembro de 2016, em relação ao mesmo mês do ano anterior, registrando R$ 429,49 milhões.

          O balanço da federação mostra que o auxílio funeral registrou R$ 41,45 milhões em prêmios, representando alta de 30,63% em relação aos R$ 31,73 milhões contratados em novembro de 2015. O seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, teve forte expansão: 137,45% em relação a novembro de 2015, com prêmios da ordem de R$ 5,58 milhões em novembro de 2016.

          Acumulado

          No acumulado dos primeiros 11 meses de 2016, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 27,94 bilhões, alta de 4,45%, em relação aos R$ 26,75 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

          Na análise por modalidade de produtos, o seguro de vida obteve expansão de 5,84% e o total de prêmios somou R$ 11,70 bilhões. O seguro prestamista, com prêmios de R$ 6,87 bilhões, registrou recuo de 7,04% frente ao valor acumulado de janeiro a novembro de 2015, quando os segurados pagaram R$ 7,39 bilhões para contratar as coberturas do seguro. O seguro de acidentes pessoais, por sua vez, obteve alta de 4,01% e somou R$ 4,74 bilhões, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi.

          O balanço da federação também mostra que o auxílio funeral registrou R$ 437,87 milhões em prêmios, uma alta de 22,76% em relação aos R$ 356,68 milhões contratados nos primeiros 11 meses de 2015. Por fim, o seguro educacional teve forte expansão no período, equivalente a 81,04%, com prêmios da ordem de R$ 44,01 milhões.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Sincor-RS lamenta morte de diretor do Sincor-PR

          A diretoria do Sincor-RS comunica, com pesar, o falecimento do diretor do Sincor-PR, José Torres…

          A aeronave que transportava a família caiu em Tangará da Serra, no Mato Grosso. A filha do casal e o genro, Gabriela Stringari Torres e Fabio Brandalize, foram socorridos com ferimentos e encaminhados para um hospital na região.

          As causas da queda ainda são desconhecidas, mas testemunhas afirmaram que o avião bateu em um fio de alta tensão da rede elétrica. O avião estava a 200 metros do aeroporto da cidade.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Uma Lei Que Deu Certo

          Durante quase setenta anos o IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) deteve o monopólio do…

          Mas a importância do IRB vai muito além da manutenção dos prêmios de resseguros no Brasil. Graças a ele, surgiu uma geração de profissionais altamente competentes, aparelhando o mercado com a mão de obra qualificada indispensável para o desenvolvimento da atividade.

          Através do poder legal de interferir em todos os sinistros acontecidos no Brasil, o IRB melhorou o desempenho das seguradoras na regulação dos eventos avisados e no pagamento das indenizações.

          O IRB também foi o xerife do mercado. Ele dava as tarifas obrigatórias para todas as seguradoras. Além dos prêmios, determinava os percentuais das comissões de corretagem. Impunha os clausulados. Dava as opções de contratação. E, ainda por cima, fiscalizava a atuação das seguradoras.

          Até meados da década de 1980, a Susep (Superintendência de Seguros Privados), criada em 1966 pelo Decreto-Lei 73/66, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Seguros Privados, era um órgão praticamente sem expressão. Esta situação só mudou porque o então presidente do IRB, em conjunto com o superintendente da Susep, decidiram que era hora da autarquia assumir suas atribuições legais, com o IRB atuando como incentivador do mercado, através da flexibilização de algumas regras, sem todavia, colocar em risco seu monopólio.

          O resultado do aparelhamento da Susep para fiscalizar o mercado e da atuação competente do IRB é um setor composto por empresas sólidas, bem capitalizadas e até com excesso de reservas, dependendo da forma como se analisa os riscos brasileiros.

          Em 15 de janeiro de 2007 foi sancionada a Lei Complementar 126/07, que colocou fim no monopólio do resseguro. Apesar do setor de seguros ser considerado maduro, a abertura do resseguro foi vista com preocupação, principalmente em relação ao IRB, o que fez com que nossa lei sobre a matéria seja única no mundo. O Brasil tem três categorias de resseguradoras. As resseguradoras locais, estruturadas como empresas brasileiras, com todos os deveres e direitos das S.A. nacionais. As resseguradoras admitidas, que não precisam se estruturar como empresas brasileiras, mas precisam ter escritórios no país. E as resseguradoras eventuais, que não precisam estar fisicamente presentes no Brasil e, por isso, também não podem aceitar resseguros nos patamares das admitidas, que também não podem aceitar riscos nas mesmas proporções das resseguradoras locais.

          No aniversário de dez anos da abertura do resseguro brasileiro o desenho é altamente positivo. Mais de 100 resseguradoras estão autorizadas a operar no Brasil. A maioria são resseguradoras eventuais, seguidas das admitidas. O número de resseguradoras locais é menor porque as exigências para sua constituição são mais rigorosas. Em compensação, só elas podem aceitar todos os tipos de cessão, independentemente dos totais oferecidos pelas seguradoras.

          Este cenário criou um canal de negócios entre as seguradoras em operação no Brasil e a comunidade internacional que resultou no atual desenho do setor, com seguradoras ligadas a conglomerados financeiros atuando no varejo em âmbito nacional, seguradoras regionais e seguradoras especializadas, o que tem se mostrado positivo para o mercado.

          Finalmente, a abertura do setor não destruiu o IRB. Ao contrário, atualmente chamado IRB Brasil Resseguros, o antigo instituto monopolista transformou-se numa empresa moderna, profissionalizada e competente na gestão dos negócios, tanto que é de longe a maior resseguradora local e responde por mais de 70% do lucro do setor.
          Curto e grosso, a Lei complementar 126/07 deu certo. Tanto que o próximo passo é transformar o Brasil num polo exportador de resseguros para a América Latina.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Viagens de Incentivo: O Colaborador ganha e a empresa também 

          Quem não gosta de viajar, conhecer lugares diferentes e ainda de graça? Só por estes…

          É importante primeiro entender a diferença entre um pacote de viagem normal oferecido pela companhia para um funcionário e uma viagem de incentivo. No primeiro caso, o premiado escolhe a data que prefere, onde quer ficar durante sua estadia e como quer aproveitar. Já a viagem de incentivo faz parte de um planejamento maior, onde a ideia, além de premiar, é fidelizar e engajar antes, durante e depois da viagem.

          Ir para a França, por exemplo, e conhecer pontos turísticos como a Torre Eiffel, Arco do Triunfo e o Louvre é algo acessível a qualquer viajante. Mas imagine o seu colaborador recebendo por meses antes algumas ações motivadoras ligadas a um tema medieval. Após conquistar o prêmio, ele viaja para o país e fica hospedado em um castelo, onde é recebido por personagens de época. Após um descanso, um ?transfer carruagem? para um jantar em uma locação digna de um filme ambientado em séculos passados. E que tal uma coisa mais moderna? Um passeio com um enólogo pelas vinícolas francesas, ou com um especialista de em moda para compras. O premiado volta com uma experiência única na bagagem, onde terá uma lembrança registrada eternamente. Ele viaja, mas a empresa ganha uma garantia de um relacionamento único entre ele e sua empresa. E aí começam os ganhos para quem investe em viagem de incentivo.

          Primeiro ponto é ser uma ferramenta importante para unir o time. Por isso, neste tipo de campanha se premia um grupo para que todos vivam essa experiência única juntos, estreitando ainda mais os laços e os vínculos. Levar um acompanhante também ajuda e muito. O acompanhante pode se enturmar e melhorar o relacionamento para fora das atividades da empresa. Outro fator de destaque no quesito acompanhantes é transformar a companhia no segundo lar de todos. A família quando é convidada a participar das atividades de um de seus membros, tende a conhecer melhor suas funções e o tempo gasto com o trabalho.

          O colaborador, distribuidor ou revendedor também pode conhecer e se identificar mais com as políticas da empresa. As atividades, por mais lúdicas que sejam, precisam estar próximas das visões e ideais do negócio, para que todos entendam o seu papel e se sintam parte do todo. Uma visita a uma filial fora do Brasil ou uma atividade que remeta aos valores da companhia com certeza ficaram gravadas na memória do colaborador de uma forma mais efetiva do que com uma reunião ou um treinamento. Mais que isso, é uma oportunidade para os convidados e participantes fazerem um benchmarking do seu negócio em outros países.

          Chegamos ao ponto em que, ainda mais em um momento de crise, todo empresário se perguntará: tudo isto não caberá no meu budget. Para que a viagem de incentivo seja conquistada é preciso cumprir uma meta em venda e o valor de todo este pacote estará embutido neste resultado.

          Ou seja, investir em viagens de incentivo pode gerar um retorno em dobro. Além da meta atingida em vendas para a empresa, você não gastará nada com a viagem e ainda poderá trazer a equipe para mais próximo do seu negócio.

          Outra dúvida irá surgir em seguida. Mas para um roteiro deste, o colaborador teria que atingir uma meta muito alta? Não se preocupe, pois o importante é a experiência única e o afeto que surgirão toda vez que o premiado se lembrar do que lhe foi proporcionado. A principal característica é o caráter exclusivo e idealizado especialmente para aqueles que tiveram melhor desempenho em uma determinada campanha e não o tanto de luxo que ele encontrará no destino.

          Tudo pode ser idealizado exclusivamente e de forma econômica. Uma viagem mais próxima ? ou dentro do país ou América do Sul - munida de vivências personalizadas com certeza ficará gravada com ótimas recordações. Assim como muitas vezes um jantar em casa com bons amigos pode ser muito mais marcante do que um restaurante caro. Depende muito mais de toda a experiência envolvida. É muito mais fácil se recordar com carinho de uma comida da infância do que um prato exótico e requintado.

          Para isso, é essencial conhecer o seu público. O que seus colaboradores gostam e como se identificam com a empresa podem ser diferenciais para fidelizar ainda mais o premiado.

          Uma recordação única criada em grupo de colaboradores fará com que todos que não bateram a meta queiram atingir resultados melhores para estar neste grupo seleto. Some a seus orçamentos este benefício. Quanto custa motivar e o quanto isto retorna para a sua empresa? Com certeza, em média e longo prazo, as viagens de incentivo se tornarão o lucro da sua empresa. Quem não quer participar da grande comemoração do sucesso?

          * Fernanda Fernandes é Gerente de Eventos e Incentivos da Costa Brava Viagens e Eventos.

          Sobre a Costa Brava

          Com atuação há 28 no mercado de viagens e eventos está entre as maiores TMCs (Travel Management Companies) do País. É especializada no gerenciamento de viagens de negócios apoiando seus clientes a obterem sucesso na gestão dos seus programas de viagens em termos de economia, serviços, segurança e sustentabilidade. Atua com foco no serviço personalizado, com investimento permanente em tecnologia de ponta e qualificação de seus recursos humanos. Seus clientes espalhados por todo o mundo contam com os mais modernos e avançados sistemas de gestão de viagens corporativas. Através da aliança com o grupo Radius Travel está presente em mais de 80 países e com 37.000 profissionais. Com sua matriz em Campinas-SP possui também áreas dedicadas para o atendimento a eventos corporativos, viagens de incentivo e atendimento personalizado para viagens pessoais.

          Saiba mais em: http://www.costabrava.com.br.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Corretor pode ter registro suspenso pela Susep

          A maioria dos corretores de seguros sabe da obrigatoriedade de manter atualizadas as informações cadastrais…

          A atualização cadastral junto à SUSEP é requisito fundamental para a regularidade do registro do corretor, tanto pessoa jurídica como física, conforme dispõe o art. 11 da Circular da SUSEP nº. 127/2000:

          ?Art. 11. É requisito fundamental, para a regularidade do Registro, que a corretora mantenha atualizadas as informações cadastrais perante a SUSEP, procedendo a entrega de todas as alterações contratuais ou estatutárias, devidamente arquivadas no Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins da Unidade da Federação de sua sede, no prazo de até sessenta dias, contados da data da alteração.
          Parágrafo único. ?O corretor deve comunicar quaisquer alterações dos dados cadastrais, no prazo máximo de trinta dias, contados da data de sua ocorrência?
          PRAZOS A SEREM CUMPRIDOS

          A corretora tem o prazo de até 60 dias para entregar as alterações contratuais ou estatutárias e o corretor pessoa física o prazo máximo de 30 dias para comunicar quaisquer alterações dos dados cadastrais.

          O corretor de seguros que não atualizar as informações cadastrais ou contratuais dentro dos prazos estipulados no artigo 11 da Circular SUSEP 127/2000 poderá sofrer sanção administrativa prevista no inciso III do artigo 40 da Resolução CNSP nº 60/2001, que é a suspensão temporária do exercício da profissão pelo prazo de 30 a 360 dias.

          Além da sanção administrativa de suspensão temporária do registro pelo prazo de 30 a 360 dias, poderá ainda a penalidade ser cumulada com multa, pois a instrução SUSEP 19/1999 assim editou o Enunciado 42:

          ?A falta de comunicação à SUSEP de mudança de endereço por parte do corretor de seguros, pessoa física ou jurídica, constitui embaraço ao exercício regular de fiscalização?.

          MULTA

          O valor da multa para quem dificulta, por qualquer forma ou pretexto, as atividades de fiscalização da SUSEP, é prevista na Resolução CNSP nº. 60/2001:

          ?Art. 39. A sanção administrativa de multa será aplicada ao corretor de seguros dos ramos elementares e seus prepostos, de acordo com a seguinte graduação: I ? R$. 3.000,00 (três mil reais), pela prática das seguintes infrações: (...); b) dificultar, por qualquer forma ou pretexto, as atividades de fiscalização da SUSEP?.

          CORRETOR PJ

          A corretora, pessoa jurídica, para evitar que seu corretor responsável venha a ser citado em Processo Administrativo ou em uma Representação da Susep deve ficar atenta aos prazos e proceder a entrega de todas as alterações contratuais ou estatutárias, que devem estar devidamente arquivadas no Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins da Unidade da Federação de sua sede, dentro do prazo de 60 dias, contados da alteração.

          CORRETOR PF

          Já o corretor de seguros, pessoa física, tem que ter a cautela de manter seus dados cadastrais atualizados, comunicando a SUSEP no prazo máximo de 30 dias, contados da data de sua ocorrência, qualquer alteração.

          Importante lembrar que a Susep entende por ?dados cadastrais? do corretor, pessoa física: o estado civil, escolaridade, endereço, telefone e e-mail.


          saiba mais »

          17/01/2017 - Receita das MPEs paulistas cai em novembro, mas em ritmo menor

          Faturamento real das micro e pequenas empresas teve redução de 2,9% em relação ao mesmo…

          A queda no faturamento das micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo registrou uma desaceleração no mês de novembro de 2016, indica a pesquisa Indicadores Sebrae-SP. O faturamento real das MPEs apresentou redução de 2,9% em relação a novembro de 2015, descontada a inflação. Embora essa seja a 23ª queda consecutiva, a taxa de retração é a menor registrada nos últimos doze meses. No total, essas empresas faturaram R$ 50,8 bilhões em novembro de 2016.

          Por setores, a maior queda foi registrada na indústria: -5,5% em relação a novembro de 2015. Na sequência, as perdas foram: comércio (-3,2%) e serviços (-1,9%). No acumulado do ano, a diminuição no faturamento real das MPEs é de 11,3%. Por outro lado, as receitas de novembro em relação a outubro cresceram 2% ? com destaque para a indústria, que teve acréscimo de 5,3% de um mês para o outro.

          ?A atividade econômica tem perspectivas mais positivas para 2017 e o empresário está voltando a respirar. Houve um impulso importante com a produção voltada para o Natal, que refletiu positivamente na atividade industrial?, diz o presidente do Sebrae-SP, Paulo Skaf. ?Esperamos agora que, inclusive com os incentivos aos pequenos negócios, nós consigamos virar o jogo em relação a essa sequência de quase dois anos de queda de faturamento?, completa.

          Em relação aos números por região, mais uma vez as empresas de micro e pequeno porte do Grande ABC foram as que mais sofreram, com perda de faturamento no período: diminuição de 17,8%. Isso se deve, principalmente, ao perfil dos negócios instalados nos municípios daquela região, em grande parte ligados à indústria automotiva. A Capital registrou queda de 3,4% na receita das MPEs, enquanto municípios da Região Metropolitana de São Paulo tiveram retração de 1,2%. No interior, a queda foi de 4,6%.

          ?A inflação e o aumento no número de desempregados nos últimos dois anos tiveram um impacto negativo no consumo interno. Isso atinge diretamente os resultados dos pequenos negócios?, explica o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. ?Por outro lado, o aumento da confiança dos empresários mostra que eles já sentem sinais positivos. Vai sair na frente quem está preparado para essa retomada?, afirma.

          O índice de donos de micro e pequenas empresas que acreditam em uma melhora do faturamento da empresa nos próximos seis meses, registrado no mês de dezembro, é de 33%. Em dezembro de 2015, esse porcentual era de 20%. No mesmo período, a fatia de entrevistados que espera melhora para a economia brasileira como um todo passou de 15% para 26% ? metade dos empresários pesquisados acredita em estabilidade do cenário.

          Resultado dos MEIs

          A pesquisa Indicadores Sebrae-SP também mostra que as receitas dos Microempreendedores Individuais (MEIs) paulistas sofreram nova queda em novembro: -6,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. É a 16ª queda consecutiva. Os MEIs que atuam na indústria, no entanto, registraram faturamento real 8,7% maior do que em novembro de 2015. Por outro lado, comércio, com -10,8%, e serviços, com -8,6%, puxaram o desempenho dos MEIs para baixo. No acumulado do ano de 2016 até novembro, a categoria como um todo registrou queda de receita real de 14,8% sobre o mesmo período de 2015. A receita total do setor no mês foi de R$ 3,8 bilhões ? diminuição de R$ 247,3 milhões em relação a novembro de 2015.
          Esses resultados, porém, não abalaram as expectativas dos MEIs a respeito dos próximos seis meses: em dezembro, 50% deles disseram acreditar em melhora no seu faturamento nos próximos seis meses, contra 43% em dezembro de 2015. Já sobre a economia brasileira, 39% dos MEIs esperam uma melhora ? eram 23% em dezembro de 2015. Apesar disso, esse índice é menor que o registrado nos meses anteriores. Em outubro de 2016 a expectativa positiva sobre a economia do País chegou a 51% dos MEIs.

          A pesquisa

          A pesquisa Indicadores Sebrae-SP foi realizada com apoio da Fundação Seade. Foram entrevistados 1,7 mil proprietários de MPEs e 1 mil MEIs do Estado de São Paulo durante o mês de referência. No levantamento, as MPEs são definidas como empresas de comércio e serviços com até 49 empregados e empresas da indústria de transformação com até 99 empregados, com faturamento bruto anual até R$ 3,6 milhões. Os MEIs são definidos como os empreendedores registrados sob essa figura jurídica, conforme atividades permitidas pela Lei 128/2008. Os dados reais apresentados foram deflacionados pelo INPC-IBGE.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Fique atento: janeiro e fevereiro contribuição sindical

          Os corretores de seguros, pessoas físicas ou jurídicas, devem colocar em dia o recolhimento da…

          No caso dos corretores de seguros que possuem empresas, a contribuição deve ser recolhida também da pessoa física, mesmo que não esteja atuando como autônomo, já que o profissional corretor de seguros somente poderá assinar como responsável pela empresa corretora de seguros, se estiver em dia com suas responsabilidades.

          A inadimplência pode ocasionar o bloqueio do pagamento das comissões dos corretores. Isso porque, como estabelece a Circular 477 da Susep, as seguradoras devem exigir a comprovação do recolhimento para liberar os valores.

          O profissional ou a empresa que não tiver recolhido a contribuição pode (e deve) regularizar a situação, mediante a solicitação de guia atualizada para seu Sindicato profissional.

          É importante destacar que a tabela de valores é revista anualmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Após a data de vencimento, os valores são reajustados, mensalmente, com aplicação de multa e juros, como determina o art. 600 da CLT.

          Os valores arrecadados permitem que as entidades sindicais tenham recursos para a preservação da sua autonomia, fortalecendo a sua atuação em defesa da categoria.
          Do total da arrecadação apurada, 60% são destinados para o Sindicato, 15% para a Federação e 5% para a CNC. Outros 20% seguem para a Conta Especial Emprego e Salário administrada pelo Ministério do Trabalho.

          Para verificar sua situação, contate com cadastro [AT] sincors [DOT] com

          E AS EMPRESAS QUE ADERIRAM AO SUPERSIMPLES?

          Estas estão desobrigadas de recolhimento da contribuição sindical, desde que apresentem a prova da sua opção pelo sistema tributário simplificado.

          Mas considere que a pequena contribuição anual é fundamental para a manutenção da sua entidade sindical. Afinal, foi graças ao trabalho do Sincor e da Fenacor que as empresas corretoras de seguros puderam aderir ao SuperSimples...


          saiba mais »

          17/01/2017 - Sincor-RS presente

          Aquela lenda de que o Brasil só começa a trabalhar depois do carnaval é cada…

          Sallam Saleh assumiu a sucursal Novo Hamburgo da Bradesco Seguros no dia 05/01, em cerimônia prestigiada por vários corretores da região, coordenada por Anderson Mundim Martins, Superintendente Executivo da Região Sul.

          O Vale do Sinos é responsável por mais de 20% da produção de seguros do nosso estado e abriga mais de 700 corretores atuantes.

          Sallam assume uma carteira de mais de 300 corretores ativos com a determinação de consolidar o atendimento pessoal e qualificado já implantados pela colega Danielle Saad Ribeiro, que foi promovida para Curitiba, no Paraná.

          A Diretoria do Sincor-RS participou da cerimônia, que foi também uma oportunidade de convivência com os corretores da região, com Ricardo Pansera, André Thozeski, César Blauth, Tânia Dutra da Rosa, Cleonice Pereira e Elisiane Kern.

           


          saiba mais »

          17/01/2017 - Airbus testa protótipo de carro voador

          Fabricante planeja investir ao máximo em novas tecnologias, como a condução autônoma e a inteligência…

          Enquanto o carro sem motorista já causa assombro e debates intermináveis no mundo, inclusive na modelagem do seguro, imagine o que uma frota de carros voadores autônomos poderá acrescentar de desafios para a indústria de seguros?

          Mas a era da família Jetsons, aquele desenho animado de uma família futurista exibido originalmente entre 1962 e 1963 e relançado nos anos 80, pode estar mais perto de virar realidade, se o projeto do grupo Airbus for bem-sucedido.

          Isso porque a empresa criou uma divisão no ano passado (chamada Urban Air Mobility) para desenvolver o projeto do carro voador, cujo protótipo deverá ser testado até o fim deste ano, informou o presidente executivo da Airbus, Tom Enders. "Cem anos atrás, o transporte urbano foi subterrâneo, agora temos os meios tecnológicos para ir acima do solo", disse o CEO da Airbus, Tom Enders, à conferência de tecnologia digital DLD em Munique, nesta semana.

          A ideia é que o novo veículo, no futuro, possa transportar indivíduos, grupos de pilotos e ser reservado da mesma forma que os atuais aplicativos de partilha de automóveis. "Estamos em uma fase de experimentação, levamos este desenvolvimento muito a sério", disse ele, em reportagem publicada na Reuters.
          Ele disse que usar os céus também poderia reduzir os custos para os planejadores de infraestrutura da cidade. "Com o voo, você não precisa deitar bilhões em pontes e estradas concretas," disse.

          A Airbus, maior fabricante mundial de helicópteros comerciais, planeja investir ao máximo em novas tecnologias, como a condução autônoma e a inteligência artificial, para inaugurar a era de carros voadores. "Se ignorarmos esses desenvolvimentos, seremos afastados de segmentos importantes do negócio", concluiu ele, sem informar os investimentos realizados nesse projeto.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Curso de MBA Gestão Jurídica do Seguro e Resseguro está com inscrições abertas

          Curso de MBA Gestão Jurídica do Seguro e Resseguro está com inscrições abertas
          A Escola Nacional de Seguros está com inscrições abertas para o curso em MBA Gestão…

          Através de uma metodologia voltada para as bases teóricas e práticas, o curso proporciona análises dos contratos de seguros e seus reflexos na atividade seguradora, além de fornecer uma visão analítica sobre os respectivos segmentos e a reflexão sobre as mudanças contínuas decorrentes de fatores externos. O curso destina-se para profissionais do setor de seguros e operadores de direito que pretendem expandir seus conhecimentos nas áreas e aprimorar o currículo.

          A aluna Talita Tertuliano, formada em Ciências Atuariais, buscava uma visão jurídica do seguro e resseguro, por isso escolheu o MBA. Ela trabalha na corretora de resseguro JLT e atua na área de Sinistro. ?Essa qualificação é importante para mim, pois lido diariamente com cláusulas e contratos. O MBA é interessante porque me auxilia a entender melhor tais cláusulas enquanto atuária. Além disso, compartilho com os professores e alunos diferentes visões sobre seguro e resseguro?, afirma.

          Para participar, O MBA exige nível superior completo. As aulas vão iniciar no dia 13 de março, no Rio, e 13 de junho, em São Paulo. Os afiliados da OAB do Rio e de São Paulo podem desfrutar de bolsas de estudos. Profissionais de seguradoras conveniadas, que realizarem as matrículas até 60 dias antes do início do curso terão 10% em desconto e 5% para matrículas realizadas até 30 dias antes do início das aulas.

          Riscos e Seguros

          Outros dois MBAs estão sendo oferecidos pela Escola e também estão com inscrições abertas.

          As aulas do curso Gestão de Seguros e Resseguros terão início nos dias 18 de abril e 5 de maio, nas capitais paulista e fluminense, respectivamente. O curso tem como objetivo apresentar os principais aspectos do mercado de seguro, resseguro, previdência privada aberta e saúde suplementar.

          Já as matrículas para o MBA Gestão de Riscos e Seguros estão disponíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, e as aulas começam no dia 15 de maio e 24 de junho, respectivamente. O curso visa demonstrar os processos de tomada de decisão referente ao gerenciamento de riscos, as alternativas para seu tratamento e mitigação e possíveis problemas de coberturas securitárias.

          Para se inscrever bata acessar: mba.escolanacionaldeseguros.com.br.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Franquia ou negócio próprio: será que existe uma terceira opção?

          Ricardo Althoff é CEO da Seu Professor Empreendedor & Negócios.
          Abrir um negócio não é fácil. Apesar de ser a postura que melhor dialoga com…

          Um dos primeiros questionamentos que devem ser feitos pelo empreendedor a si mesmo é qual modelo de negócio ele pretende montar. Atualmente muito se tem falado sobre franquias, tanto para bem, com números positivos no cenário mundial, quanto para mal, que tange a pouca flexibilidade, por exemplo.

          Outro modelo é o do negócio próprio, puro, do zero. Esse também tem facilidades e dificuldades. E que se diferencia da franquia por maior autonomia. O caso é que há vantagens em ambos os lados, e essa não é bem uma decisão que envolve apenas duas possibilidades. Não há bom ou mau, há o mais adequado.

          Existe uma lista de vantagens e desvantagens em ambos os modelos, porém, a escolha parte muito mais da seguinte questão: ?eu como empreendedor, me sinto mais a vontade de trabalhar com quais desvantagens??.

          Digo desvantagens, porque é com elas que o empresário terá de lidar no dia a dia, e terá de saber resolver. Justamente por isso modelos híbridos, como a Marca Branca, surgiram, numa tentativa bem sucedida de unir ambos os cenários, minimizando desvantagens e ampliando vantagens.

          A Marca Branca consiste em obter uma plataforma, produto ou serviço de um determinado segmento, com suporte garantido, porém sem a demanda de usar uma marca franqueada. A marca é própria do investidor, assim como a estratégia de negócios e comunicação. A gestão é totalmente flexível aos moldes do dono, e quem oferta o produto com a marca branca apenas recebe um valor menor de taxa periódica.

          Nem todo empreendedor quer reinventar a roda. Não é porque se tem tino empresarial que necessariamente se possui uma grande ideia de inovação em um campo, seja produto ou serviço. Muitas vezes falta inclusive competência técnica para desenvolver algo novo, por melhor que seja o olhar gestor desse empresário.

          Nesse caso a alternativa é optar com algo que já existe, só que o negócio próprio já nascerá com competidores que fazem exatamente a mesma coisa que o novo negócio, tirando algumas poucas diferenças. Nesse caso vale a pena possuir algo que já é garantidamente funcional e de qualidade para ofertar a seu cliente.

          Outro aspecto é o do investimento necessário para começar. Franquias têm investimentos muito mais baixos do que negócios próprios, porém muitas vezes possuem taxas altas e modelos que não permitem uma gestão mais inovadora.

          Na Marca Branca é possível excluir as desvantagens de ambos os casos. O investimento e taxa são menores, e a gestão e estratégia de comunicação e gestão são inteiramente a cargo do empreendedor. Além disso, o produto está garantido, é funcional, tem qualidade, suporte, e isso permite que o foco do dono do negócio seja administrativo.

          Esse é um modelo que combina muito bem com administradores. Flexibilidade existente no negócio próprio também é permitida, pois o modelo não está engessado por um grupo de franqueadores. Conseguir crédito para completar o investimento também tem a vantagem do modelo de franquia. É mais fácil para o banco aprovar créditos baseados em negócios de produtor já existentes e sólidos.

          No fim de contas cada empreendedor vai determinar o que mais se alinha com seu perfil de gestão, porém é possível buscar o melhor de dois mundos, inovar e explorar possibilidades. É uma época de independência profissional. Os ricos são altos porque os lucros são altos. Atingir novos patamares e ter mais liberdade também vem com maiores responsabilidades e demanda de poder gestor. O leque de possibilidades está à disposição.

          Sobre a Seu Professor Empreendedor & Negócios: www.seuprofessor.com.br


          saiba mais »

          18/01/2017 - Empreendedores apostam em sistema de gestão para crescer

          Empreendedores apostam em sistema de gestão para crescer
          Conheça a história de Maicon, Cristiano, Amandha e Daniel e saiba como um ERP ajudou…

          ?Controle e planejamento financeiro são fundamentais para a gestão de qualquer negócio, especialmente quando o empresário atua em loja física e virtual ao mesmo tempoLocal: São Paulo, SP

          Cautela e racionalização de custos merecem atenção redobrada neste momento delicado da economia. Em meio a cortes de gastos e redução de pessoal, os empreendedores vêm procurando alternativas que aliem contenção de despesas e otimização de desempenho. Uma solução eficiente e cada vez mais procurada é a implantação de sistema de gestão online (ERP). Aliado a uma rotina administrativa organizada, o ERP proporciona melhorias expressivas para a empresa, como automatização de processos internos, melhor aproveitamento do tempo, economia de recursos, aumento de produtividade e controle de todos os setores do negócio, seja ele físico ou virtual.

          A loja Best Toys, que atua com e-commerce de brinquedos desde 2007, contabiliza a venda de milhares de produtos enviados para cidades de todo o Brasil. Para manter a gestão organizada, segundo o sócio-diretor da empresa, Maicon F. Santos, a aposta foi em um ERP integrado. ?Trabalhamos com o Bling pela facilidade de integração com o sistema de e-commerce e com os principais marketplaces, bem como por ser um sistema online no qual tenho a possibilidade de crescer conforme a minha necessidade?, destaca. Os serviços mais utilizados, segundo Santos, são os módulos ?Contas a Pagar?; ?Cadastro de produtos?; ?Emissão de Nota Fiscal eletrônica? e ferramentas de integração com marketplaces.

          O diretor de marketing do Bling, Sidney Zynger, ressalta que um sistema de gestão oferece mais dinamismo ao dia a dia empresarial. ?A emissão de Nota Fiscal eletrônica, por exemplo, faz parte das tarefas diárias de qualquer empresa. Não faz sentido desperdiçar tempo com um sistema que exige redigitar dados a cada novo documento. Com armazenamento de informações, o ERP torna esse processo rápido e preciso, evitando erros de preenchimento?, explica.

          ERP ajuda a reduzir custos
          Controle e planejamento financeiro são fundamentais para a gestão de qualquer negócio, especialmente quando o empresário atua em loja física e virtual ao mesmo tempo, pois é preciso redobrar a atenção com análise de custos operacionais, movimentações de estoque e fluxo de caixa ? critérios essenciais para entender o andamento das finanças.

          Para manter a gestão organizada, a CF Care Hospitalar, empresa especializada em materiais hospitalares, controla seus negócios com ERP, mas demorou um pouco até encontrar um sistema com bom custo e benefício. ?Temos loja física e virtual. Utilizávamos três sistemas distintos e mesmo assim não tínhamos controle de estoque, vendas e clientes. Então conhecemos o ERP Bling, que se tornou essencial em nossa empresa?, destaca Cristiano Francisco, presidente da CF Care.

          Sistema de gestão controla estoque com precisão
          Fazer o controle manual do estoque é trabalhoso, exige muito tempo e pode apresentar erros, até mesmo ocasionando perda de informações e recursos. ?Com o ERP conseguimos integrar todos os setores, tanto da loja física quanto da virtual, e temos total controle de estoque, vendas por telefone, e-commerce e varejo, além de acompanharmos o andamento financeiro como um todo?, explica o presidente da CF Care.

          ERP online torna a gestão mais dinâmica
          Os sócios da sex shop Amor de Luxo, Daniel Lima Ferreira e Amandha Ferreira de Sousa, são exemplo de empreendedores que optaram por migrar para um sistema de gestão em nuvem. ?Utilizávamos um sistema que não era online e não tinha integração com nosso site, todas as vendas eram feitas manualmente. Isso demandava muito tempo e trabalho, por isso mudamos para um ERP online?, lembra Amandha.

          A grande vantagem de um sistema de gestão online é realizar as operações pela internet, sem precisar instalar softwares pesados nos computadores da empresa. Os dados ficam armazenados na nuvem, seguros e acessíveis até mesmo via tablet e smartphones. Isso significa que os gestores podem controlar todos os setores da empresa de qualquer lugar, acompanhando desempenho de vendas, movimentação de estoque, contas a pagar e a receber e emitir documentos de cobrança como boletos e notas fiscais.

          E-commerce tem melhor performance com ERP integrado
          Uma dica importante é escolher um ERP que ofereça integração com plataformas de e-commerce, marketplaces e empresas de logística, tornando a atuação no mercado virtual mais fluida. ?O comércio eletrônico é uma tendência global, portanto, mesmo quem não atua nesse setor deve apostar em um sistema de gestão com as integrações necessárias para facilitar a entrada no ambiente virtual?, pontua Zynger.

          ?Com o aperfeiçoamento do processo de vendas, foi possível termos mais tempo para investirmos na loja. Com isso, recentemente abrimos nossa segunda loja física e as vendas virtuais também não param de crescer?, conta Amandha. Segundo a sócia da Amor de Luxo, o melhor benefício de aderir ao ERP Bling foi integrar todos os dados e processos em um único sistema, agilizando o processamento das vendas e tornando a logística simples e eficiente.

          É possível vencer a crise
          Administrar uma empresa, especialmente em tempo de crise, exige cautela e dedicação. Para faturar mais e crescer, é necessário reduzir custos e aumentar a produtividade. Por isso, empreendedores como Maicon, Cristiano, Amandha e Daniel provam que é possível se reinventar e não desistir do seu negócio. Para isso, tanto as estratégias de atuação quanto o back office da empresa precisam de planejamento e soluções eficientes.


          saiba mais »

          18/01/2017 - PGF utilizará protesto extrajudicial para cobrar valores inscritos em Dívida Ativa

          PGF utilizará protesto extrajudicial para cobrar valores inscritos em Dívida Ativa
          A Procuradoria-Geral Federal (PGF) passará a utilizar o protesto extrajudicial para efetuar a cobrança dos…

          A partir do funcionamento do módulo de protesto, as CDAs dos créditos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inscritos no sistema Sapiens/Dívida Ativa, antes do ajuizamento da execução fiscal, poderão ser encaminhadas para protesto nos cartórios, a critério dos órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal.

          O protesto de CDAs é previsto na Lei nº 9.492/1997, alterada pela Lei nº 12.767/2012. De acordo com a Advocacia Geral da União (AGU), esse tipo de cobrança extrajudicial é mais eficaz e menos oneroso para a administração pública e para o próprio Judiciário.

          À medida em que a PGF fornecer mais informações sobre o protesto de CDAs, estas serão disponibilizadas neste espaço.

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - Selic: BC afirma haver novo padrão de corte

          Selic: BC afirma haver novo padrão de corte
          E ministro da Fazenda prevê investimentos mais robustos de estrangeiros com recuperação da economia

          Uma semana após o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreender o mercado, aprovando um corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, admitiu haver um novo padrão de redução dos juros básicos, em entrevista dada, nesta quarta-feira, 18, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. ?A decisão de intensificar foi baseada nas evidências dos últimos meses, que basicamente nos apontaram que poderíamos bancar não apenas 0,50 ponto percentual, mas 0,75?, esclareceu Ilan.

          Apesar do novo ritmo de corte dos juros, ele afirmou que a intensidade da redução poderá mudar, tendo em vista fatores como inflação, nível de atividade econômica e projeções variadas. A queda da Selic fez os juros baixar aos 13% ao ano, superando as expectativas do mercado financeiro, que esperava recuo de meio ponto percentual. A próxima reunião do Copom ocorrerá em fevereiro. Para especialistas, o ritmo de afrouxamento monetário além do esperado é um indicativo de que a recuperação econômica, após dois anos de profunda recessão, ainda destoa do que espera o governo.

          Também em Davos, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, assegurou que a economia brasileira se tornará bastante atraente para investidores a partir de sua recuperação. Segundo ele, há uma contínua melhoria nos fundamentos econômicos brasileiros."Agora estamos em recuperação, a economia está começando a crescer e a tendência é que investidores tenham mais oportunidades", afirmou ele, acrescentando que recebeu sinalização de várias  multinacionais já presentes no País já pensando em investir substancialmente mais.

          A equipe econômica, acrescentou o ministro, planeja revisar sua expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, ainda em 1%, contra 0,5% do mercado, segundo boletim Focus mais recente, ou 0,2% do FMI.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Confirmado treinamento em Londres em 2017

          Confirmado treinamento em Londres em 2017
          O Programa de Treinamento no Exterior, organizado pela Escola Nacional de Seguros em parceria com…

          Como nos anos anteriores, a 6ª edição do encontro na capital inglesa terá como tema ?Os Processo Técnicos do Resseguro?. Durante os cinco dias de atividades, os participantes estudarão questões relacionadas ao resseguro, com enfoque especial nos processos que envolvem as operações dos diversos tipos de contratos.

          O treinamento acontecerá nas instalações do CII e será ministrado pelo Professor Peter Cave, uma das maiores autoridades do mundo quando o assunto é resseguro. O programa também inclui visita ao Lloyd's.

          O grupo será formado a partir da análise de currículos. Os interessados devem ter domínio da língua inglesa e conhecimento prévio sobre resseguro, seja por meio de curso ou experiência profissional de pelo menos um ano.

          Os currículos devem ser enviados até 31 de março, para o e-mail parcerias [AT] funenseg [DOT] org [DOT] br. O resultado do processo seletivo será divulgado até 5 de abril.

          Mais informações sobre o programa estão disponíveis na área de Parcerias Internacionais, no www.funenseg.org.br.

          Sobre o CII

          O Chartered Insurance Institute (CII) é uma instituição inglesa que realiza relevantes programas de qualificação dirigidos a profissionais de todos os níveis, que trabalham no mercado de seguros, resseguro e serviços financeiros.

          A Escola mantém convênio com o CII há 15 anos para administração de exames e, desde 2011, organizado o Programa de Treinamento no Exterior.


          saiba mais »

          18/01/2017 - VOCÊ SABE O QUE É CO-WORK ?

          É o compartilhamento de estrutura de trabalho, como espaço, tecnologia, atendimento, processos e etc...

          A NOMMINAL está situada no Centro de São Paulo, na Rua da Bolsa de Valores, e tem condições de oferecer CO-WORK para os colegas corretores que precisem ou tenham interesse.

          Além disso, há a troca de experiência, a complementação de atividades, pois um CORRETOR pode operar em um mercado que o outro não opera e ai surge o CROSSELL, que é a venda cruzada.

          É um modelo de negócio baseado no GANHA GANHA, onde todos saem satisfeitos, diminuindo despesas e com mais resultados.

          Também temos interesse em Aquisição de Carteiras, Joint Venture, Associação entre Corretoras e outros mais.

          Se você tem interesse no assunto, entre em contado com Alvaro, por e-mail, alvaro [AT] nomminal [DOT] com [DOT] br, colocando no assunto CO-WORK ou por telefone 11 3117-9061.

          Tem uma ideia diferente na área de Seguros, vamos conversar.

          Novos tempos exigem novas idéias e novas atitudes.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Como fazer bons negócios? Conheça 7 mandamentos para ter sucesso

          Para abrir uma empresa, investir em uma franquia ou fazer um investimento financeiro, mais do…

          Mas, por mais que não exista uma fórmula mágica, existem alguns mandamentos que podem te ajudar a ter mais sucesso nos negócios e, consequentemente, na vida. Confira!

          1. Confie em si mesmo ? pode parecer óbvio ou piegas, mas uma das coisas que muitas pessoas inteligentes sofrem é com problemas de autoconfiança. Contudo, para realizar qualquer negócio bem sucedido é fundamental confiar em si mesmo.

          Na maioria das vezes, para explorar uma nova oportunidade, você entrará em um terreno desconhecido, portanto, a confiança vai fazer a diferença, principalmente, na hora de iniciar algo ou quando as primeiras dificuldades aparecerem.

          2. Avalie os riscos ? se você quer fazer um bom negócio, precisa aprender a avaliar riscos, o que não necessariamente significa dizer que você não terá que correr riscos. Na verdade, correr riscos faz parte do caminho para atingir o sucesso, entretanto, é fundamental você conhecê-los para minimizá-los ou ainda evitar passar por situações desnecessárias.

          3. Verifique suas alternativas ? você não precisa ficar paralisado tentando analisar mil possibilidades diferentes, mas, é importante você considerar quais são as opções disponíveis. Lembre-se que fazer nada também é uma opção e que obviamente tem seu custo.

          4. Analise o contexto geral ? quando avaliamos oportunidades de novos negócios, muitas vezes, nos encontramos totalmente imersos em detalhes. Contudo, é essencial que você também analise o contexto geral. Tente aplicar na sua oportunidade a chamada visão de helicóptero. Ao olhar lá de cima, poderá perceber uma paisagem diferente de quando você está caminhando pela rua. Um bom negócio surge quando você está alinhado com tendências maiores e não quando você está tentando remar contra a correnteza.

          5. Considere o impacto na vida de outras pessoas ? um elemento fundamental a qualquer empreendimento são as pessoas. Portanto, considere o impacto desse negócio na vida delas, sejam parentes, amigos, familiares, sócios ou funcionários.

          6. Busque aliados ? nada melhor do que ter com quem contar na hora de enfrentar as dificuldades que possam surgir, afinal, compartilhar faz parte da nossa natureza. Por isso, tenha sempre aliados com quem você possa contar.

          7. Teste ? antes de mergulhar de cabeça em sua boa oportunidade de negócio, faça pequenos testes para validar suas ideias. A dica aqui é enxergar sua oportunidade de negócio através dos olhos de outra pessoa e não somente sob seu ponto de vista!

          Essas são apenas as primeiras diretrizes para fechar bons negócios. Se você se interessou e quer saber mais sobre o assunto, não deixe de conferir esse artigo completo no blog da FranquiAZ. Tenho certeza que você vai se surpreender com os próximos mandamentos!

          Diego Simioni é administrador de empresas e fundador do FranquiAZ consultoria especializada no segmento de franquias.

          Sobre a FranquiAZ

          http://franquiaz.com.br/

          A FranquiAZ é uma consultoria especializada no mercado de franquias. A empresa oferece tanto soluções voltadas ao franqueador quanto ao franqueado. Dentre os serviços prestados estão a expansão de redes, a seleção de candidatos a franqueados e o coaching para interessados em investir nesse mercado.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Os 10 riscos que preocupam os executivos em 2017

          Quais os dez riscos que mais preocupam o mundo? O estudo Barômetro de Riscos, publicado…

          No Brasil, o risco de interrupção de negócio ocupa o primeiro lugar do ranking, seguido pelo temor com o ambiente macroeconômico, risco cibernético e corrupção.

          Segundo o estudo, os executivos de seguros têm grandes desafios, como ofertar coberturas mais adequadas ao perfil de risco dos clientes globais, destacando o segmento de interrupção de negócios sem danos físicos. Também em destaque no estudo o temor com a gestão Donald Trump, que assume o comando dos Estados Unidos. Em entrevista ontem, o magnata assustou o mundo com a dose de protecionismo, que pode trazer volatilidade ao mercados, segundo item da lista global de temor. Instabilidade macroeconômica, incêndios, riscos políticos, perda de reputação e valor da marca, bem como novas tecnologias também estão entre os desafios e preocupações mais citados pelos executivos entrevistados.

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - Como transmitir a DIRF 2017 com segurança?

          O prazo para entregar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte, a DIRF,…

          ? "É uma questão de responsabilidade e prudência: por que deixar passar informações erradas ou desencontradas se o mercado oferece sistemas que fazem essas conferências em poucos segundos??Local: Juiz de Fora

          O prazo para entregar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte, a DIRF, se aproxima. Além de ter sido antecipado para o dia 15 de fevereiro, outra novidade é a obrigação de identificar todos os membros das Sociedades em Conta de Participação.

          Mas é bom lembrar que apenas transmitir a DIRF dentro do prazo legal não garante a segurança fiscal da sua empresa. É preciso assegurar que a declaração esteja completa, correta e, sobretudo, coerente com outras declarações já transmitidas ao Fisco.Você tem certeza, por exemplo, que os valores de retenção lançados na DIRF estão iguais aos recolhimentos declarados nas DCTF´s referentes ao mesmo exercício? Ou ainda, que os rendimentos e verbas indenizatórias declaradas da DIRF coincidem com os valores declarados na RAIS e na SEFIP?

          De acordo com Frederico Amaral, Diretor de Negócios da e-Auditoria, empresários e contadores costumam correr muitos riscos ao transmitir a DIRF sem confrontá-la com outras obrigações. E para aqueles que tentam fazer essas conferências de forma manual, Frederico adverte que a Receita Federal conta com um dos sistemas de fiscalização mais modernos e eficazes do mundo. ?Se a fiscalização utiliza a tecnologia para realizar análises e cruzamentos de dados, não é admissível que os contribuintes continuem a utilizar métodos ultrapassados para auditar arquivos e documentos. Conferir manualmente suas informações, além de tirar muito tempo dos profissionais envolvidos, gera o risco potencial de erro humano. É uma questão de responsabilidade e prudência: por que deixar passar informações erradas ou desencontradas se o mercado oferece sistemas que fazem essas conferências em poucos segundos??, questiona.

          A Contadora e Subdiretora de Atendimento Especializado da e-Auditoria Carla Mansur auxilia muitas empresas a transmitirem a DIRF com segurança. Segundo ela, muitos erros são comuns e podem ser evitados, como a falta de informação referente a lucros distribuídos a sócios e a falta de informação ou informação incorreta referente às retenções efetuadas a Pessoas Físicas ou Pessoas Jurídicas. ?É comum também que as empresas informem somente o valor do mês em que houve retenção para o funcionário (beneficiário), quando deveriam informar a totalidade dos rendimentos pagos?.
          Carla alerta ainda que o cuidado com a utilização correta dos códigos de receita é fundamental. ?Muitas empresas utilizam o código de recolhimento 0588 (IRRF ? Rendimento do trabalho sem vínculo empregatício) para informar os rendimentos isentos pagos ou creditados no país decorrentes de lucros e dividendos a sócios. O correto seria utilizar o código 0561 (IRRF - Rendimento do trabalho assalariado).?

          Além disso, a falta de informação dos valores retidos sobre comissões e corretagens por administradoras de cartões de créditos e bancos costuma atrair a fiscalização. Embora, neste caso, a retenção do IRRF seja feita pela pessoa jurídica que recebe de outras pessoas jurídicas, o valor referente à prestação destes serviços (bancos ou administradoras de cartão de crédito, por exemplo), o valor do IRRF deve ser informado na DIRF da pessoa jurídica que tenha pago o valor referente à prestação de serviços com o código 8045 (IRRF - Outros rendimentos).

          Entendendo a DIRF
          A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte - DIRF é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil:
          ? Os rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no País;
          ? O valor do imposto sobre a renda e contribuições retidos na fonte, dos rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários;
          ? O pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a residentes ou domiciliados no exterior;
          ? Os pagamentos a plano de assistência à saúde ? coletivo empresarial.
          A DIRF 2017 foi disciplinada pela Instrução Normativa RFB nº 1671, de 22 de novembro de 2016, e o leiaute aplicável aos campos, registros e arquivos da DIRF 2017 para fins de importação de dados ao PGD DIRF 2017 foi disponibilizado através do Ato Declaratório Executivo COFIS Nº 90, de 25 de novembro de 2016.

          A declaração é obrigatória para pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF), ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros.

          Os contribuintes devem apresentar a DIRF 2017 até as 23h59min59s do dia 15 de fevereiro de 2017 através do Programa Gerador de Declarações ? PGD DIRF 2017 ? de uso obrigatório ? disponibilizado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), em seu site na Internet.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Dados Desatualizados Na Susep Causam Punição Ao Corretor

          O corretor de seguros deve estar atento às suas informações no cadastro da Susep, atualizando…

          Além da sanção administrativa de suspensão temporária do registro, o corretor que descumprir a Circular nº 127/2000 da Susep poderá ainda sofrer penalidade com multa.

          O prazo para atualização dos dados é de 60 dias para pessoa jurídica e máximo de 30 dias para pessoa física. Para fazer qualquer alteração no cadastro, basta acessar o site da Susep.

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - OncoRede tem 42 projetos selecionados

          Projetos buscam qualificar atenção ao câncer e conta com associadas da FenaSaúde

          As seguradoras, especializadas em saúde, Bradesco Saúde e Sul América Saúde estão entre as operadoras que irão participar do projeto OncoRede, uma iniciativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), voltada para a construção de um novo modelo de organização e cuidado aos pacientes com câncer. A ANS recebeu 42 propostas de adesão de operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços - hospitais, clínicas e laboratórios. Em fevereiro, essas instituições começarão a desenvolver os projetos, com acompanhamento e monitoria da Agência. Os resultados serão mensurados, e os modelos que se mostrarem viáveis poderão ser replicados para o conjunto do setor suplementar de saúde, de forma a estimular mudanças sustentáveis.

          O Projeto OncoRede prevê a implantação de um novo modelo de cuidado a pacientes oncológicos beneficiários de planos privados de saúde. Foi elaborado em parceria com institutos de pesquisa, instituições de referência nacional no tratamento do câncer, representantes de associações de pacientes e demais representantes do setor.

          O modelo propõe um conjunto de ações integradas capazes de reorganizar, estimular a integração e aprimorar a prestação de serviços de atenção oncológica no país. Na prática, o que se busca é um sistema de saúde organizado e responsivo, com regras claras, com pessoas atentas e capacitadas e informação acessível. Os resultados esperados são um diagnóstico mais preciso da situação atual do cuidado oncológico, o estímulo à adoção de boas práticas na atenção ambulatorial e hospitalar e melhorias nos indicadores de qualidade da atenção ao câncer na saúde suplementar.

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - Percepção de declínio amplia-se no mundo

          Pesquisa mostra que população descrente de suas nações e de seus políticos. Brasil ocupa 3º…

          A pesquisa Global Advisor da Ipsos, realizada em 22 países, mostra que mais da metade da população mundial (57%) acredita que seu país está decadente, ao concordar que o sistema tradicional de política e o governo estão quebrados. No ranking mundial, o Brasil ocupa o terceiro lugar entre as nações mais decepcionadas (72%), só superado pela Coreia do Sul e Itália (ambos com 73%) e África do Sul (77%). Na ponta contrária, indianos (22%) e canadenses (38%), para quem não prospera a percepção de decadência de suas nações.

          O estudo "O sistema está quebrado?? investigou ainda o apoio a líderes dispostos a romper com as regras vigentes e opiniões sobre os efeitos da globalização. "A Ipsos está monitorando altos níveis de descontentamento com a maneira tradicional de fazer política há algum tempo. Isso pode assumir muitas formas - insegurança econômica, sentimento anti-imigração e uma percepção geral de declínio. Nosso estudo sugere que muitos países em todo o mundo compartilham a visão de que o sistema não lhes serve mais. Além disso, esse sentimento não tem restrições a fronteiras. Das economias emergentes ao mundo desenvolvido, das Américas à Europa e à Ásia, há frustrações e insatisfações. Esse clima de descontentamento provavelmente desempenhará um papel crucial em 2017 também com mais eleições chegando a países como França e Coreia do Sul", afirma Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs.

          A percepção de declínio, no entanto, não é seguida de descrença em relação ao futuro, relata o estudo. Tanto que dois em cada três entrevistados globalmente (67%) acreditam que seu país pode se recuperar e apenas 15% considera que o quadro é irreversível. Os mais otimistas são os peruanos (85%), seguidos pelos mexicanos e israelenses, empatados em segundo lugar (84%).

          O Brasil aparece em quinto lugar no ranking - 80% dos respondentes acham que é possível reverter o cenário atual e começar uma recuperação. Um líder que esteja disposto a quebrar as regras será bem-vindo para 49% dos entrevistados globais.

          França (80%), Israel (69%), Itália (68%), Coreia do Sul (66%), Turquia (66%) e Índia (65%) são os países mais favoráveis ao que pode resultar na ascensão de outsiders do sistema político tradicional ou líderes populistas. No Brasil, os favoráveis são 48%.

          Já alemães (21%) e suecos (23%) são os menos propensos a aprovarem um líder com esse perfil. O estudo ainda mostra que 69% da nação brasileira sente que os políticos e seus partidos não se importam com a população. O sentimento é global - 64% nos 22 países possuem a mesma visão.

          A globalização também foi abordada na pesquisa e, em média, 42% pensam que abrir a economia do seu país a negócios e comércios estrangeiros é uma oportunidade contra 26% que consideram uma ameaça.

          Os mais positivos sobre o potencial da globalização são Peru (55%), África do Sul (54%) e Reino Unido (54%). Os que menos veem como oportunidade são França (26%) e Japão (27%). Outro tema abordado que apontou um sentimento pessimista em todo mundo é comparação entre gerações.

          As pessoas sentem que a sua geração teve uma vida pior do que os seus pais (43%). Europeus (Hungria - 65%, França - 61%, Itália - 60% e Espanha - 56%) e asiáticos (Coreia do Sul - 56% e Japão - 54%) estão mais insatisfeitos do que os latino-americanos (México 38%, Brasil 35% e Argentina 30%).

          As pessoas são ainda mais descrentes com as perspectivas de futuro dos jovens de hoje: 48% acham que a vida deles será pior que a dos seus pais e 48% pior, especialmente em países europeus como França (67%), Bélgica (66%) e Espanha (65%).

          Realizada entre 21 de outubro e 04 de novembro, a pesquisa aconteceu em 22 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Israel, Itália, Japão, México, Peru, Polônia, Suécia e Turquia. Foram entrevistadas 16.096 pessoas, sendo adultos de 18 a 64 anos nos Estados Unidos e no Canadá e de 16 e 64 anos nos demais países. A margem de erro é de 3,5%.

          A Ipsos é uma empresa independente global na área de pesquisa de mercado presente em 88 países. A companhia tem mais de 5 mil clientes e ocupa a terceira posição na indústria de pesquisa. Maior empresa de pesquisa eleitoral do mundo, a Ipsos atua ainda nas áreas de publicidade, fidelização de clientes, marketing, mídia, opinião pública e coleta de dados.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Seguro para pequenas obras pode ser oportunidade para o corretor

          Para atender pequenas obras de construção, a Liberty Seguros desenvolveu um produto sob medida para…

          Marcos Siqueira, superintendente de Seguros Corporativos e Resseguros da Liberty Seguros explica que o produto oferece proteção contra prejuízos que podem ocorrer durante o prazo da obra e cobertura contra danos materiais decorrentes de acidentes. ?O produto pode ser contratado por pessoas jurídicas, como construtoras, ou físicas, como proprietários de obras?, acrescenta.

          Desde o plano básico, o segurado tem à sua disposição cobertura para incêndio, roubos, furtos e explosões. Ele detalha que o produto ainda oferece coberturas adicionais, como despesas com desentulho, manutenção ampla, salvamento e contenção de sinistros e danos físicos decorrentes de erros de projeto, que também podem ser contratadas.

          O Liberty Engenharia Reformas também oferece coberturas exclusivas, como a cobertura de responsabilidade civil (danos à terceiros decorrentes da execução da obra) e a cobertura de propriedades circunvizinhas (dano a áreas pré-existentes, de propriedade do segurado ou que estejam sob sua responsabilidade, mas que não fazem parte da reforma).

          Para Siqueira, o corretor pode buscar novos negócios com o Liberty Engenharia Reformas. ?Vamos entrar no período de chuvas de verão e muitas pessoas decidem realizar pequenas reformas para proteger seu patrimônio, que pode ser tanto sua casa, quanto sua pequena empresa?.

          Ele lembra que a economia ainda está em recessão e o corretor deve ficar atento a novas oportunidades de negócios e investir em produtos e clientes não explorados. ?O Liberty Engenharia Reforma é uma opção interessante para o corretor manter seus negócios aquecidos?, finaliza


          saiba mais »

          18/01/2017 - Corretor: Saiba como controlar o índice de sinistralidade na carteira de clientes

          Que o mundo está cheio de pessoas mal intencionadas não é nenhuma novidade. Mas como…

          Corretor há 11 anos, Luiz de Souza prefere contar com a boa fé dos clientes. ?Se eu suspeitar que o cliente pretende fraudar, eu não atendo. Faço uma consulta de mercado, procuro se há alguma reclamação desse cliente e depois início meu trabalho.

          Já o Corretor, Pedro de Andrade, atuante no Mercado de Seguros há 19 anos, prefere conversar bastante com o cliente antes de fechar um negócio. ?O Corretor consegue identificar através da conversa, a conduta da pessoa, se ele tem boa ou má intenção. Não quero me encher de produção, se eu sei que lá na frente a consequência vai ser grave?, destacou.

          Outra dica que o corretor oferece é alertar os colegas de profissão sobre o assunto. ?Alguns amigos corretores quando estavam iniciando sua carreira, eu cheguei a alertar sobre esses possíveis casos. Inclusive, agora, participado do ?Bom Dia Seguro?, eu troco mais figurinhas com outros corretores?.

          Daniel Maia, proprietário da D?Maia Corretora de Seguros, com 7 anos como Corretor de Seguros, trabalha com ações preventivas contra fraudes. ?Se na minha rotina, eu identifico clientes mal intencionados, querendo adulterar perfil, ou fazendo de tudo para ficar mais barato, eu prefiro não fazer o seguro?.

          O Corretor afirma orientar o cliente sobre de que forma deve ser feito o negócio. ?Por exemplo: Se o carro for de um filho de uma cliente, e ela quiser colocar no nome dela. Eu alerto que o principal condutor é o filho e não ela. Apresento minha cotação e minha proposta. Se ela quiser fechar, fechou. Senão, procure outro corretor que atenda a necessidade dela?, afirmou Daniel.

          Sobre o Grupo ?Bom Dia Seguro?

          Além de ser um importante espaço de discussão, o ?Bom Dia Seguro? é um ambiente ideal para esclarecer dúvidas com colegas de profissão e trocar ideias e assuntos relacionados ao setor. Tudo isso sem nenhum custo.

          Como participar?

          Os interessados em integrar a plataforma, primeiramente devem acessar o CQCS, se cadastrar e em seguida preencher um breve formulário na aba ?Fale Conosco?, informando a intenção em participar do Grupo Bom Dia Seguro.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Caixa Seguradora distribui R$ 40 milhões em prêmios de títulos de capitalização

          A Caixa Seguradora distribuiu aproximadamente R$ 40 milhões para cerca de 7 mil clientes contemplados…

          Quase metade dos prêmios ficou com moradores da região Sudeste. Foram 3.121 clientes contemplados no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Minas Gerais e no Espírito Santo. A premiação total na região foi de R$ 19,7 milhões.

          Mas o maior prêmio do ano, de R$ 2,6 milhões, saiu para a região Norte. Em novembro, um sortudo morador do Tocantins foi contemplado e levou pra casa a bolada.

          Os títulos podem ser adquiridos por a partir de R$ 25 mensais e são comercializados nas agências da CAIXA, no site (www.caixaseguradora.com.br), na central de relacionamento e nas casas lotéricas de todo o país. Após o período de vigência dos títulos, os clientes recebem o dinheiro guardado de volta, corrigido pela taxa referencial.

           

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - Zurich no Brasil anuncia nova unidade, liderada por Glaucia Smithson  

          Nova área integra as áreas de Seguros Corporativos e de Seguros Comerciais (Middle Market), estrutura…

          A Zurich, seguradora global com 144 anos de existência, atuação em mais de 170 países e mais de 70 anos de experiência no mercado brasileiro, anuncia adequações em linha com a nova estrutura da companhia global, firmada essencialmente na eficiência e no atendimento aos parceiros e clientes. Neste novo cenário do Grupo, os negócios corporativos e comerciais passam a ser integrados. "Esta nova unidade reúne nossos conhecimentos de seguros corporativos e comerciais sob um único guarda-chuva, mantendo e melhorando o amplo portfólio de atuação da companhia. A junção das duas expertises resulta em melhor aproveitamento de nossos sistemas, habilidades e capacidade técnica", comunica Edson Franco, Presidente da Zurich no Brasil.

          A nova área será liderada por Glaucia Asvolinsque Smithson, que já liderava os negócios de Seguros Empresariais de Ramos Elementares, Vida e Previdência. Glaucia juntou-se ao grupo Zurich em 2009 na Inglaterra como Subscritora Sênior de Linhas Financeiras, tornando-se Diretora Técnica de Subscrição de Linhas Financeiras para a Europa em 2011. Veio à Zurich Brasil em 2014, como Diretora Técnica de Seguros Gerais. Em 2016 assumiu as Diretorias de Riscos Corporativos em Seguros Gerais, Vida e Previdência.

          ?Sua ampla experiência contribui para que a Zurich siga aperfeiçoando sua proposta de valor a clientes e corretores apresentando sempre os melhores produtos e serviços?, afirma Edson Franco.

          ?A experiência de ter auxiliado no desenvolvimento de diversos segmentos em vários países dentro da companhia com certeza contribui para que eu possa auxiliar a aprofundar ainda mais a atuação da Zurich no Brasil, um país muito importante para nós?, declara Glaucia.

          Sobre a Zurich Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder que opera em mercados globais e locais. Com cerca de 55 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de soluções de seguro Vida e não-Vida. Entre os clientes da Zurich estão particulares, pequenas, médias e grandes empresas, incluindo multinacionais, em mais de 170 países. O Grupo foi fundado em 1872 e está sediado em Zurique, Suíça. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no SIX Swiss Exchange e tem o nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX. Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com.

          Sobre a Zurich no Brasil: A Zurich Seguros soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 70 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado.


          saiba mais »

          18/01/2017 - População ainda subestima risco de perda de renda, aponta Estudo da Zurich; mercado deve ser mais didático

          Estudo global realizado pela Zurich em parceria com a Universidade de Oxford entrevistou mais de…

          A população global ainda subestima o risco real de perda de renda. No mundo todo, 38% das pessoas acreditam que existe menos de 10% de chance de um evento inesperado impedir sua capacidade de gerar renda. No Brasil, o índice é ainda maior e chega a 41%. Na contramão, 44% das pessoas já tiveram perda de renda devido à invalidez ou morte de algum familiar. Os dados são do Estudo Zurich ? Falhas na Proteção de Renda/2016, realizado em parceria com a Universidade de Oxford e que entrevistou mais de 11 mil pessoas no Brasil, México, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Malásia, Hong Kong e Austrália.

          ?Está claro para nós que, hoje, existe uma incapacidade global de o Estado continuar provendo benefícios para a cobertura de riscos à renda da população e, por isso, é nosso papel enquanto empresa global conscientizar todos os envolvidos: Estado, iniciativa privada, mercado securitário e população?, explica Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil sobre a realização do Estudo. ?Com esta análise aprofundada, a Zurich busca sensibilizar a sociedade sobre o tema e promover um entendimento coletivo sobre causas e consequências que levam a estas perdas?, completa o executivo.

          Corroborando com a visão do CEO, o Estudo mostra que o governo é visto como a principal fonte de renda dos brasileiros em situações de perdas repentinas. As poupanças pessoais são vistas como a segunda alternativa.

          Diante deste cenário, é possível dizer que o mercado de seguros pessoais tem muito espaço para crescer no Brasil, visto que somente 19% entre mais de mil brasileiros pesquisados, por exemplo, têm algum produto que previne a perda de renda em caso de morte, o pior índice entre 11 países pesquisados. O segundo país com mais baixo índice é o Reino Unido, com 21% de penetração deste tipo de seguro. A média global é de 32% de assegurados. Especificamente em relação à proteção de renda em casos de doenças graves ou invalidez, somente 22% dos entrevistados brasileiros estão assegurados.

          Equívocos sobre seguros retarda avanço

          Sobre a real noção em relação aos produtos contra perda de renda causada por morte, 78% dos brasileiros afirmam desconhecer as alternativas existentes no mercado, enquanto que 71% não conhecem as proteções contra perda de renda por invalidez ou doença grave. Apesar disso, dentre os entrevistados que não têm Seguro de Vida, mais da metade (56%) diz considerar adquirir alguma proteção, colocando o Brasil à frente de outros sete países consultados, como Itália (65%), México (71%) e Malásia (73%).

          Outro dado alarmante vem do questionamento sobre quanto tempo as pessoas conseguiriam se manter, caso perdessem seus empregos. Dos cerca de 1 mil brasileiros entrevistados, 3/4 (ou 72%) não teriam renda para se manter mais de seis meses ? e 28% não teria como custear seus gastos por mais de um mês. Ambos os índices do Brasil estão acima da média global, 67% e 20%, respectivamente. No México, por exemplo, apenas 18% das pessoas responderam que não teriam dinheiro para mais de um mês sem trabalhar.

          Na visão de Edson Franco, o mercado securitário tem a responsabilidade de promover um debate mais didático para que a população tenha mais consciência dos riscos de perder a totalidade de sua renda em caso de eventos extremos. O CEO da Zurich afirma que as prateleiras de produtos de Vida e Previdência vêm se modernizando para atender aos diferentes perfis de público e renda, mas reforça que ainda há espaço para avançar muito mais. ?A crença da população de que o Estado dará conta de garantir a totalidade de eventuais lacunas de perda de renda precisa mudar urgentemente?, afirma.

          Segundo o Estudo, as seguradoras detêm a preferência dos brasileiros na aquisição de produtos contra perda de renda. Ainda assim, há um equívoco marcante quanto ao custo de um seguro contra perda de renda: 49% dos entrevistados afirmam estar dispostos a pagar quase o dobro do valor real de um produto securitário. Pelo equívoco, consideram que o custo ultrapassa suas expectativas e deixam de adquirir, sendo que cada tipo de proteção pode ser contratada por menos de 5% dos rendimentos pessoais.

          Papel do empresariado

          O Estudo Zurich ? Falhas na Proteção de Renda identificou ainda que os 67% brasileiros preferirem benefícios a melhores salários. Somente 19% preferem salários mais altos em detrimento de benefícios. O México é o único país que tem índice maior que o brasileiro: 79%. Apesar de no Brasil a oferta dos empregadores ser a primeira razão que levaria os entrevistados a contratarem um seguro de proteção de renda, apenas 13% dos entrevistados nos 11 países disseram já ter recebido a oferta das empresas onde trabalham.

          ?Os dados deixam claro que está sob responsabilidade do mercado securitário desmistificar à população as formas de garantir a proteção de renda, ou seja, sem venda consultiva ainda é muito difícil chegar a este ideal?, comenta o CEO da Zurich. ?Quanto mais bem informada, mais a sociedade entende a necessidade de se precaver e, para isso, é necessário um esforço conjunto?, finaliza o executivo.

          Sobre o Estudo Zurich - Falhas na Proteção de Renda/2016

          Objetiva sensibilizar a sociedade e desenvolver um entendimento sobre as causas e as consequências das falhas na proteção de renda, e o que representam para indivíduos e macroeconomia;
          Realizado pela seguradora Zurich em conjunto com a Universidade de Oxford;
          Mais de 11.500 entrevistas;
          11 países (Brasil, México, EUA, Reino Unido, Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Malásia, Hong Kong e Austrália);
          Análises quantitativa e qualitativa, elaboradas de forma contínua para compartilhamento com o público em geral.

          Saiba mais sobre o Estudo Zurich - Falhas na Proteção de Renda na área de Difusão de Pensamento, no site www.zurich.com.br

          Sobre a Zurich

          Zurich Insurance Group (Zurich) é uma seguradora líder que opera em mercados globais e locais. Com cerca de 55 mil colaboradores, fornece uma ampla gama de soluções de seguro Vida e não-Vida. Entre os clientes da Zurich estão particulares, pequenas, médias e grandes empresas, incluindo multinacionais, em mais de 170 países. O Grupo foi fundado em 1872 e está sediado em Zurique, Suíça. O Zurich Insurance Group Ltd (ZURN) está listado no SIX Swiss Exchange e tem o nível I no programa American Depositary Receipt (ZURVY), que é transacionado fora da bolsa no OTCQX.

          Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com.

          Sobre a Zurich no Brasil

          A Zurich Seguros soma o conhecimento do mercado brasileiro, no qual tem mais de 70 anos de experiência, à expertise internacional em soluções de seguros multicanal. A Zurich atesta solidez financeira e segue rígido padrão global de conduta, praticado em todas as suas operações. Dedica-se a compreender as necessidades dos clientes e oferece soluções para pessoas físicas e jurídicas, de pequenas empresas a multinacionais. Tendo o Brasil na sua estratégia de crescimento, e decidida a contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país, visando o médio e longo prazo, a companhia dispõe de produtos e serviços sob medida para este mercado.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Amil lança plano de saúde no Rio de Janeiro com soluções diferenciadas para clientes corporativos

          NEXT Saúde, composto por rede verticalizada, quer atrair empresas da cidade

          A Amil lança, no próximo dia 19, no Rio de Janeiro, o NEXT Saúde - plano de assistência médica baseado no modelo de atendimento em rede própria regional, composta por hospitais, unidades de pronto atendimento e consultórios. Com a estratégia, a marca entra no mercado fluminense com preço competitivo. O modelo é comercializado em São Paulo desde 2015 e já conquistou 170 mil beneficiários.

          O objetivo é atrair clientes corporativos de todos os portes ? segmento que registrou a maior queda no número de contratos em 2016 e busca soluções mais acessíveis para manter o benefício aos seus funcionários. Focado nesse público, o produto oferece apoio técnico ao gestor, programas de saúde para os beneficiários e, ainda, metodologia para controlar os custos médicos, que impactam diretamente os reajustes futuros, por meio de uma equipe profissional de suporte ao setor de Recursos Humanos das empresas-clientes. ?O trabalho dessa equipe engloba a realização de reuniões periódicas, a elaboração de relatórios gerenciais mensais, estudos do perfil de utilização do plano e propostas de ações com base nos dados avaliados?, explica Heraldo Jesus, diretor do NEXT Saúde.

          No Rio de Janeiro, a rede da operadora conta com quatro hospitais: Pasteur, localizado no Méier; Mário Lioni, em Duque de Caxias; Pan Americano, na Tijuca; e Hospital de Clínicas de Jacarepaguá, no bairro de mesmo nome, todos com pronto-socorro 24 horas. Possui ainda unidades de emergência e centros médicos para a realização de procedimentos, consultas e exames ? eletivos e de urgência ? nos mesmos bairros. O cliente NEXT Saúde também tem acesso à rede credenciada composta por consultórios, laboratórios e centros de diagnóstico na região metropolitana do Rio de Janeiro.

           


          saiba mais »

          18/01/2017 - Empresários investem R$ 1 milhão em fusão que cria o maior escritório contábil do Grande ABC

          Enquanto para alguns 2016 foi um ano de crise, para outros, foi um tempo de…

          Segundo os empreendedores, os escritórios Albatroz, Contek, Eficaz e R. Monteiro fundiram-se para dar início a uma nova era, ao nascer de um novo dia (Hemera é a deusa do dia na mitologia grega), levar luz à escuridão e ajudar negócios a crescerem. ?Com um serviço mais customizado, participamos da gestão das empresas, com uma gama completa de serviços, além de oferecer soluções para as tradicionais questões fiscais e contábeis?, explica Luís Monteiro, diretor de RH do grupo.

          Cada um dos sócios traz na bagagem conhecimentos específicos que fazem da empresa diferenciada. ?O Caio Cardoso, da Eficaz, é um profissional mais técnico; o Edmilson, da Contek, tem um grande talento para customizar o produto para o cliente; o Daniel, da Albatroz, é um especialista em outsourcing, ou seja, trabalha muito bem no ambiente do cliente. Eu, da R. Monteiro, particularmente, tenho mais facilidade com a gestão da qualidade e de pessoas. E para finalizar temos o mestre José Cardoso, também da Eficaz e referência no segmento com grande articulação no meio empresarial, para fechar nosso time?, acrescenta Monteiro.

          Instalada hoje em um suntuoso prédio de 700 metros quadrados, a empresa conta com 80 colaboradores e já ultrapassa a marca de 500 clientes, abrangendo desde pequenas empresas, até grandes corporações, como a Apple, por exemplo, um dos clientes de destaque do grupo. O intuito da companhia é estimular o incremento das empresas contratantes e a otimização de seu trabalho, a partir de oferta mais larga e completa de serviços.

          A perspectiva é de ampliar em 20% o faturamento já no primeiro ano de operação e segundo e no terceiro ano, a expectativa é de crescer 30%. ?A carteira de clientes deve ser incrementada em 10% até agosto do ano que vem, e em 15% nos 12 meses seguintes?, afirma o diretor de negócios Daniel Zocarato.

          A tecnologia integrada

          Com a informatização cada vez mais sofisticada do Fisco, a prestação de conta das empresas precisa ser cada vez mais precisa e fidedigna. Isso sem falar na necessidade de mudança do perfil do profissional que atua nesse cenário. De acordo com os executivos do Grupo Hemera Contábil, ele precisa ser mais dinâmico, comunicar-se melhor e apoiar o empreendedor para minimizar o impacto tributário e fiscal. As empresas crescem de forma desordenada e é preciso utilizar todos esses dados para traçar as novas estratégias. Nesse sentido, a tecnologia ajuda a visualizar com clareza o cenário.

          Alguns softwares internos facilitam a inserção diária de informações, o que agiliza sobremaneira o tempo de resposta para o cliente. ?Com a tecnologia, integramos melhor os processos e as pessoas. Também oferecemos uma ferramenta que permite ao cliente conferir as notas emitidas pelo CNPJ dele, gerar certidões negativas em tempo real, inserir documentos escaneados para prestação de contas, entre outras funções. Tudo isso facilita a tomada de decisão e potencializa o negócio?, diz Caio Cardoso, sócio responsável pelo TI.


          saiba mais »

          18/01/2017 - Qual a melhor forma de entrar na carreira pública?

          Quem está iniciando a vida de concurseiro, sabe que um dos maiores desafios é encontrar…

          Apesar de serem muitos inscritos, o candidato não deve se intimidar. Pesquisas realizadas por especialistas na área apontam que um número considerável de pessoas não estuda para as provas. Elas se dividem em: verdadeiros concorrentes, pessoas que faltam no dia da prova e outros que querem tentar vagas, mas não se preocupam em estudar ? a grande maioria. No fim das contas, a distância entre você e o cargo desejado é bem curta e só exige dedicação.

          Quanto tempo estudar?

          Se você faz parte da grande maioria dos brasileiros que precisa trabalhar e cuidar da casa, além de se dedicar ao concurso, não se desespere. Existe saída, e o êxito pode ser alcançado se você se organizar. Muitas pessoas acreditam que é preciso estudar o dia todo para obter boas notas nas provas, mas isso nem sempre é verdade. Analise quais são suas condições e necessidades, monte uma tabela de estudos para saber quanto tempo será necessário para cada matéria e reserve maior quantidade de horas para aqueles temas que você tem mais dificuldade.

          Estudar em casa ou presencialmente?

          Outra questão recorrente: é melhor estudar sozinho ou em cursinhos presenciais? A resposta varia, assim como a quantidade de estudos necessária para cada um. Cada um tem seus prós e contras; enquanto o presencial te dá a chance de conhecer outros concurseiros e trocar experiências, o estudo diário na sua residência te deixa livre para dividir os horários e preparar o ciclo de estudos de acordo com a forma que achar melhor, além de evitar perda de tempo em se deslocar até o espaço. Uma opção que está fazendo a alegria de muitas pessoas é a possibilidade de estudar para concursos via internet, com a ajuda de sites que oferecem cursinhos preparatórios. Dessa forma, você tem os benefícios das duas partes em um lugar só.

          Quanto tempo vai demorar para eu ser aprovado?

          As pessoas, geralmente, querem logo saber quanto tempo vão demorar para passar em concursos, mas a resposta varia tanto de pessoa para pessoa quanto de tipo de concurso. Comumente, na primeira vez, é comum acontecer a reprovação, mas não desanime. Os segredos para passar são justamente persistência, dedicação e paciência.


          saiba mais »

          19/01/2017 - TOKIO MARINE lança Newsletter Vida Saudável

          Marcos Kobayashi - Superintendente Comercial Nacional Vida
          Publicação traz temas relacionados à saúde, auxiliando os Corretores nas vendas de produtos Vida

          Com o objetivo de apresentar novidades e dicas de bem-estar, a Tokio Marine anuncia sua nova Newsletter, intitulada ?Tokio Marine Vida Saudável?. O novo canal de comunicação aborda o tema sob vários aspectos, para falar sobre alimentos saudáveis, dicas de práticas esportivas e, acima de tudo, para despertar o interesse de Clientes sobre a importância da Prevenção e Promoção da Saúde.

          ?A novidade foi muito bem recebida por nossos Parceiros de Negócios, que buscam diferentes abordagens para falar com os clientes sobre coberturas e serviços. Essa é uma grande oportunidade para os Corretores na etapa de prospecção e pode, inclusive, melhorar o resultado de suas apólices por meio da conscientização dos segurados por uma vida mais saudável?, diz o Superintendente Comercial Nacional Vida, Marcos Kobayashi. De acordo com o executivo, a iniciativa está alinhada com a meta da Seguradora de Qualidade e Inovação. 

          Voltada para empresas com diferentes perfis, a newsletter é enviada por e-mail e direciona o leitor para um hotsite exclusivo, que traz diversas informações relacionadas à saúde distribuídas nas seções ?Qualidade de Vida?, ?Fitness?, ?Alimentação?, ?Saúde e Prevenção?, ?Atitude? e ?Você Sabia??. ?A Tokio Marine investe muito em Qualidade, desde Produtos, Serviços até Atendimento. Com esse informativo, estendemos o conceito para a Qualidade de Vida, principalmente para atender à demanda dos profissionais de Recursos Humanos, que buscam esse benefício para seus colaboradores?, explica Kobayashi.

          A Diretoria de Vida teve bons motivos para celebrar o ano de 2016: apesar do aumento do desemprego, que impacta diretamente o segmento, ela fechou o ano com crescimento de 1,8% na produção total em comparação com 2015. A Seguradora finalizou a campanha ?De Bem com a Vida? com sucesso, premiando vários corretores, conquistando novos e com incremento no volume de prêmio dos produtos Simples Vida e PME, que cresceram, respectivamente, 14,8% e 126,6% entre os meses de janeiro e novembro de 2016 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

          ?Para 2017, os Gerentes Comerciais de Vida continuarão assessorando os nossos clientes na consultoria técnica e comercial, objetivando o conforto e a tranquilidade em confiar os seus negócios à Tokio Marine. Além disso, traremos diversas novidades, por exemplo, a chegada de produtos como o Vida Convenções Coletivas e o Vida Individual, que nos permitirão atuar mais fortemente na conquista de novos Corretores especializados nesses segmentos e promover a capacitação das equipes de Vendas das Corretoras, mantendo a nossa meta de crescimento com resultado?, finaliza Kobayashi. 

          Sobre a Tokio Marine Seguradora

          A Tokio Marine Seguradora S.A. é uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo. É subsidiária da Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em 38 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine Seguradora coloca à disposição do mercado brasileiro um amplo leque de soluções para Clientes Pessoa Física e Jurídica, por meio de uma estrutura com 72 unidades de negócios, incluindo sucursais e escritórios em todo o País. O portfólio de Produtos Massificados contempla os seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio e Equipamentos, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para Empresas. Já a carteira de Produtos Corporativos inclui Seguros para Pequenas, Médias e Grandes Empresas, Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Riscos de Petróleo, Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e Aeronáutico. Em 2015, foi eleita na 11ª posição como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, de acordo com pesquisa conduzida pelo Great Place to Work® Brasil. Para mais informações, acesse: www.tokiomarine.com.br.

          • tokio marine


            saiba mais »

            19/01/2017 - Carteira de Transportes da SOMPO SEGUROS cresce 73,3% até outubro

            Adailton Dias - Diretor da área de Transportes da Sompo Seguros
            A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings ? um dos maiores grupos seguradores…

            O crescimento foi bem superior ao do mercado nesse ramo, que ficou em 5,7% no período e passou de R$ 2 bilhões em 2015 para R$ 2,1 bilhões em 2016.

            Ao longo do ano, a companhia investiu em tecnologia e capital humano para incrementar os serviços de suporte técnico e de gerenciamento de risco, lançar produtos ? como o Siga Bem Seguro, voltado para Embarcadores e Transportadores ? e conquistar mercado.

            ?A falta de investimento em infraestrutura e segurança demandam de toda a cadeia produtiva da área de logística uma especial atenção à questão do roubo de carga. Investimos numa metodologia de trabalho que otimizou processos e permitiu explorar o know how da equipe em inteligência e gerenciamento de riscos para contribuir da melhor maneira para que a carga chegue ao seu destino?, observa Adailton Dias, Diretor da área de Transportes da Sompo Seguros.

            Vale considerar que de janeiro a outubro de 2016 o mercado de seguros devolveu à sociedade R$ 1,3 bilhão por conta de indenizações do ramo de Transportes. Os roubos de carga foram o principal motivo da elevação da sinistralidade que passou de 60,7% em 2015 para 63,5% em 2016.

            Dois levantamentos dão conta da periculosidade das estradas brasileiras. Segundo o levantamento da FreightWatch International, as estradas com maior incidência de roubo são a rodovias federais BR-116, BR-101, BR-040, BR-153 e BR-262. A indicação é semelhante à apresentada pelo relatório JCC Cargo Watchlist, elaborado pela Joint Cargo Commitee, um comitê misto formado por representantes da área de avaliação de risco do mercado segurador de Londres (Inglaterra), que indica os trechos das rodovias BR-116 (Curitiba ? São Paulo e Rio de Janeiro ? São Paulo); SP-330 (Uberaba ? Porto de Santos) e BR-050 (Brasília ? Santos) como áreas com risco muito alto para a ocorrência de roubo de cargas.

            Sobre a SOMPO Seguros S.A.

            A Sompo Seguros S.A. é uma empresa do Grupo Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, que está no Brasil desde 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Transportes, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, Empresariais Segmentados, Riscos Diversos, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras.

            O Grupo Sompo Holdings tem sua origem no Japão, atua há 128 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Curso aprofunda conhecimentos sobre responsabilidade civil

            Curso aprofunda conhecimentos sobre responsabilidade civil
            Visando a sistematização dos fundamentos dos contratos de seguros e a prática cotidiana do mercado…

            As aulas serão divididas em três disciplinas: Fundamentos Jurídicos e Técnicos ? Características Determinantes do Ramo RC; Riscos e Coberturas; e Clausulados, Tarifas, Gestão, Underwriting, Sinistros e Resseguros. O curso também contará com palestras dos especialistas Greyce Lousana e Eduardo Lima.

            O docente será o advogado Walter Polido, que avalia o curso como de extrema importância, já que o setor ainda carece de profissionais qualificados nessa área. ?O ramo de responsabilidade civil geral cresce em importância no País a cada ano, e o mercado ainda não dispõe de mão de obra especializada. O curso tem a missão de treinar profissionais no segmento, transmitindo as bases teóricas e práticas do ramo com profundidade?, afirma.

            Segundo Polido, o curso permitirá a capacitação e reciclagem de conhecimentos a partir da investigação acurada das bases principiológicas deste tipo de seguro, e de estudos e reflexões que terão como objetivo estabelecer paradigmas procedimentais conforme a atualidade.

            O curso será ministrado em São Paulo (SP), a partir de 19 de abril. O investimento é de R$ 2.172,00, valor que pode ser parcelado em até três vezes. As inscrições devem ser feitas pelo www.funenseg.org.br, onde mais informações estão disponíveis.

             

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Procon-SP orienta sobre prazos para guarda de documentos

            Procon-SP orienta sobre prazos para guarda de documentos
            Um cuidado importante na organização financeira é a guarda de documentos e comprovantes de pagamentos.…

            Nos casos de serviços, públicos ou privados, prestados de forma contínua, tais como: de água, energia elétrica, telefonia, TV por assinatura, escolas e cartão de crédito, de acordo com as Leis (Estadual 13.552/2009 e Federal 12.007/2009), os fornecedores são obrigados a encaminhar aos seus clientes, a cada ano, declaração de quitação de débitos referente ao ano anterior até o mês de maio. Com este comprovante em mãos, os consumidores podem descartar os recibos mensais de quitação.

            Ainda de acordo com a legislação, somente terão direito a esta declaração os consumidores que estiverem em dia com todas as parcelas ou mensalidades do ano anterior e caso algum débito seja objeto de contestação judicial, o direito à declaração de quitação será apenas dos demais meses. Se o consumidor não tiver utilizado os serviços durante o ano anterior, o documento constará apenas os meses em que houve fornecimento do serviço.

            O período para conservação das declarações anuais e também de outros documentos é variável. Veja alguns prazos para guarda destes documentos:

            Guarda do comprovante por CINCO anos

            - Água, energia elétrica, gás, telefonia e demais contas de serviços essenciais;

            - Cartão de crédito;

            - Mensalidades escolares, universidades e cursos livres: o contrato e termos de quitação.

             Guarda Permanente

            - Condomínio: declarações de quitação do pagamento do condomínio devem ser guardadas durante todo o período em que o morador estiver no imóvel. Após a saída, conservá-los por cinco anos.

            - Consórcios: declarações devem ser guardadas até o encerramento das operações financeiras do grupo.

            - Seguros: proposta, apólice e as declarações de pagamento devem ser guardadas por mais um ano após o fim da vigência.

            - Convênio médico: proposta e contrato devem ser guardados por todo o período em que estiver como conveniado. Os recibos dos 12 meses anteriores ao último reajuste devem ser guardados por todo o período de contratação.

            - Aluguel: o locatário deve guardar o contrato e as declarações até sua desocupação e consequente recebimento do termo de entrega de chaves, por três anos, desde que não haja qualquer pendência. Contratos entre particulares são de natureza jurídica diferente e não constitui relação de consumo.

            Durante a vigência de garantia

            - Certificados de garantia e notas fiscais de compra de produtos e serviços duráveis devem ser guardadas pelo prazo da vida útil do produto/serviço, a contar da aquisição do bem, uma vez que, mesmo após o término da garantia contratual, ainda há possibilidade de aparecerem vícios ocultos.

            - Compra de imóvel (terreno, casa, apartamento): a proposta, o contrato e todos os comprovantes de pagamento devem ser conservados pelo comprador até a lavratura e registro imobiliário da escritura (somente para casos onde haja uma efetiva relação de consumo ? contratos entre particulares são de natureza jurídica diferente).

            - Contratos: contratos em geral precisam ser conservados até que o vínculo entre as partes seja desfeito e, em se tratando de financiamento, até que todas as parcelas estejam quitadas.

            O Procon-SP enfatiza que, todos estes prazos são relativos a consumo. Outras situações e/ou entidades tem regras próprias (Receita Federal, Detran, Prefeitura, Cartórios, Fóruns, Juizados Especiais Cíveis, etc.).


            saiba mais »

            19/01/2017 - IRPF: Especialista da Thomson Reuters relaciona os documentos necessários para a Declaração do Imposto de Renda

            IRPF: Especialista da Thomson Reuters relaciona os documentos necessários para a Declaração do Imposto de Renda
            Recomendação é separar com antecedência os documentos para ter mais tempo e tranquilidade no momento…

            Quanto mais cedo o contribuinte entregar, mais rápido receberá a restituição

            Na primeira semana deste ano, a Receita Federal divulgou o cronograma do Imposto de Renda Pessoas Física - IRPF 2017. De acordo com o calendário, o prazo de entrega para o IRPF 2017 começa no dia 2 de março e vai até o dia 28 de abril. Um pouco antes, em 23 de fevereiro, o programa gerador de declaração será disponibilizado no site da Receita. Já a regulamentação da entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física referente ao exercício de 2017, ano-calendário de 2016, ainda será publicada.

             ?Enquanto ainda não é possível preencher a declaração, os contribuintes podem aproveitar esse tempo para começar a separar e organizar seus documentos, a fim de prestar todas as informações que a Receita Federal do Brasil exige, de forma correta e dentro do prazo. Essa é a fase mais importante de todo o processo, pois a documentação é a base de toda a declaração. Negligenciar esta etapa pode provocar correrias desnecessárias de última hora elevar ao erro?, diz Vanessa Miranda, especialista em Imposto de Renda da Thomson Reuters no Brasil.

            Para evitar problemas como este, Vanessa relaciona os documentos que não podem faltar na hora da elaboração da declaração:

            · Informes de rendimentos financeiros;

            · Informes de rendimentos do trabalho assalariado e não assalariado;

            · Informes de rendimentos de aposentadoria e pensões;

            · Relação das rendas recebidas decorrentes de aluguéis, heranças, doações, indenizações, ações judiciais, resgate de FGTS, pensão alimentícia e rendimentos do exterior;

            · Relação de pagamentos efetuados a outras pessoas físicas, decorrentes de prestação de serviços ou pensão alimentícia;

            · Relação e documentos comprobatórios de empréstimos concedidos ou tomados;

            · Documentos referentes a operações imobiliárias (compra, venda, permuta, por exemplo);

            · Relação de bens e direitos adquiridos e/ou alienados durante 2016, com os dados do comprador ou do vendedor, bem como do bem ou direito;

            · DARF com recolhimento de antecipações de IR (carnê-leão ou mensalão);

            · Livro-caixa e os documentos comprobatórios dos lançamentos nele efetuados;

            · Recibo ou nota fiscal de despesas médicas, odontológicas, hospitalares e com educação;

            · Relação dos dependentes, com todos os documentos que comprovam recebimento de receitas e pagamento de despesas e CPF daqueles que tenha idade igual ou superior a 14 anos;

            · Dados dos alimentandos (beneficiários de pensão alimentícia);

            · Dados bancários para restituição do IR;

            · Informação da quantidade de quotas para pagamento do IR;

            · Guias com o recolhimento do INSS patronal de empregada doméstica;

            · Posição dos empréstimos concedidos e tomados em 31/12/2016;

            · Documentos comprobatórios de obras e reformas de bens imóveis realizadas em 2016;

            · Comprovantes das doações realizadas, com benefício fiscal ou não;

            · Demais documentos para preenchimento dos demonstrativos: Atividade Rural, Moeda Estrangeira, Renda Variável e Ganho de Capital.

            Declaração antecipada

            Transmitir a declaração nas primeiras semanas, sem erros, pode representar vantagens, de acordo com a análise de Vanessa Miranda. ?Para os casos em que há restituições de valores, o calendário de pagamento sempre segue uma ordem cronológica que considera quando o contribuinte fez sua entrega. Assim, quem deixar para os últimos dias ou que retificar a declaração tende a receber a restituição apenas nos últimos lotes. Além disso, há a questão das multas por atraso para os que não cumprirem o prazo limite?.

            Thomson Reuters

            Thomson Reuters é o provedor líder mundial de notícias e informação para mercados profissionais. Nossos clientes confiam em nós para ter acesso à inteligência, à tecnologia e à experiência que precisam para encontrar respostas confiáveis. A empresa opera em mais de 100 países há mais de 100 anos. As ações da Thomson Reuters estão listadas nas Bolsas de Valores de Toronto e de Nova York (símbolo: TRI). Para mais informações, visite www.thomsonreuters.com.br


            saiba mais »

            19/01/2017 - Como manter o foco no negócio em tempos de crise

            Como manter o foco no negócio em tempos de crise
            Para superar o período de desaceleração na economia, planeje, avalie e seja cauteloso na tomada…

            Todo empreendedor que deseja se estabelecer no mercado ou que pretenda modernizar a empresa precisa questionar, constantemente, qual o direcionamento estratégico a seguir. Para aonde deve ir? Quais decisões tomar? O que é necessário mudar? São as respostas a perguntas como essas que fazem com que ele defina suas prioridades e, dessa forma, não desperdice energia, tempo e investimentos em trabalhos e direções desnecessárias. Para isso, a atitude primordial é ter foco, isto é, identificar quem é o seu cliente e saber o que ele mais deseja.

            A necessidade de compreender o público-alvo se torna ainda maior quando o período vivido pela economia é de crise. Nesse caso, entender a mudança no comportamento de consumo e expectativa das pessoas é importante para se manter no topo. Com raras exceções, as empresas e suas marcas não possuem uma participação de mercado tão dominante que já não tenham mais espaço para crescer. ?Isso significa que, mesmo em tempo de recessão, ainda existe a possibilidade de conquistar novas vendas e, consequentemente, novos clientes?, explica o analista do Sebrae Minas Haroldo Santos.

            Mas como ter foco na prática?

            Para começar, defina o seu público e entenda o que ele quer. Aquela vontade de oferecer um pouco de cada coisa e atender a todos ao mesmo tempo deve ser deixada para trás. Compreendido isso, o trabalho é direcionado em apenas um sentido. Ao longo do caminho, caso seja necessário, pode-se acrescentar novos valores ao serviço e produto, fazendo com que o negócio se diferencie dos demais e se torne mais competitivo. ?Com isso, o empreendedor passa a fidelizar clientes e faz com eles indiquem o seu serviço e produto às outras pessoas?, afirma o analista do Sebrae Minas.

            Após identificar o seu foco, comece a usá-lo a favor do seu crescimento. Quando se sabe o motivo de existir e quais pessoas consomem determinada marca, é mais produtivo trabalhar com estratégias que mantenham o cliente por mais tempo fiel ou o levem a gastar mais. Uma padaria, por exemplo, tem a finalidade de vender pão. ?Mas, por se tratar de um estabelecimento que, muitas vezes, está mais próximo do consumidor, ele deve oferecer outros produtos, como os que são vendidos em supermercados. Nesse momento, o empreendedor está usando o seu foco para ampliar a relação com o seu público, ofertando o que ele deseja em um único lugar?, garante Santos.

            Por isso, é tão importante fazer com que o foco saia da teoria e seja aplicado no dia a dia. Ao definir o objetivo, a sua atuação passa a ser mais direcionada e são evitados desperdícios, o que contribui para a economia de custos. Muitas vezes, ?o menos pode ser mais?. Oferecer uma gama de produtos que não tenha demanda é perda de tempo e recurso. Assim, é possível que, ao atuar com foco, haja algumas reduções, mas, que, em médio prazo, evoluirão para ganhos expressivos.

            ?Por fim, antes que seja tarde, arrisque-se. Foco não é sinônimo de padrão e monotonia. Ao contrário. Quem sabe o que quer, possui mais segurança para dar um novo passo. E não há melhor maneira de fazer isso do que agora. Por se tratar de um período de instabilidade, as empresas que se fortalecem na recessão estarão em um patamar de destaque quando a economia for reestabelecida?, diz o analista.

            Dicas para crescer com direção:

            1 - Mantenha-se atento ao plano de negócios
            Se, em algum momento, perceber que o empreendimento não está caminhando conforme o esperado, consulte o seu planejamento inicial e recoloque-o em prática.

            2 - Seja criterioso ao diversificar o portfólio
            Muitas vezes, ampliar sua área de atuação pode significar perda de foco, caso seus clientes não estejam dispostos a adquirir novos produtos. Avalie a real necessidade antes de diversificar seu portfólio.

            3 - Converse com sua equipe
            Todos que trabalham na empresa devem saber quais são os objetivos e a visão da organização. Somente assim, estarão focados na busca de melhores resultados.

            4 - Calcule riscos
            Pior do que não aproveitar uma oportunidade é colocar a empresa em risco. Avalie e tome decisões corretas para que o foco seja mantido.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Brasileiros subestimam os riscos de perda de renda

            Estudo da Zurich e Universidade de Oxford entrevistou cerca de mil brasileiros

            iA população global ainda subestima o risco real de perda de renda. Esta é a principal conclusão de estudo ?Falhas na Proteção de Renda/2016?, realizado pela Zurich, em parceria com a Universidade de Oxford, sobre a percepção da população a respeito de proteção de renda.

            Tendo sido feitas mais de 11 mil pessoas no Brasil, México, Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Malásia, Hong Kong e Austrália, a pesquisa identificou que 38% das pessoas acreditam que existe menos de 10% de chance de um evento inesperado impedir sua capacidade de gerar renda. No Brasil, o índice é ainda maior e chega a 41%. Na contramão, 44% das pessoas já tiveram perda de renda devido à invalidez ou morte de algum familiar. Dos cerca de mil brasileiros entrevistados, apenas 19% tinham algum seguro contra perda de renda por morte, o menor índice entre os 11 países pesquisados. Especificamente em relação à proteção de renda em casos de doenças graves ou invalidez, somente 22% dos entrevistados brasileiros estão assegurados.

            Outro dado preocupante refere-se ao tempo que as pessoas conseguiriam se manter, caso perdessem seus empregos. No Brasil, 72% dos entrevistados não teriam renda para mais de seis meses e 28% não teria como custear seus gastos por mais de um mês. Ambos os índices do Brasil estão acima da média global, 67% e 20%, respectivamente. No México, por exemplo, apenas 18% das pessoas responderam que não teriam dinheiro para mais de um mês sem trabalhar.

            Sobre a real noção em relação aos produtos contra perda de renda causada por morte, 78% dos brasileiros afirmam desconhecer as alternativas existentes no mercado, enquanto que 71% não conhecem as proteções contra perda de renda por invalidez ou doença grave. Apesar disso, dentre os entrevistados que não têm Seguro de Vida, mais da metade (56%) diz considerar adquirir alguma proteção, colocando o Brasil à frente de outros sete países consultados, como Itália (65%), México (71%) e Malásia (73%).
            "Está claro para nós que, hoje, existe uma incapacidade global de o Estado continuar provendo benefícios para a cobertura de riscos à renda da população", explica Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil e presidente FenaPrevi..

            Na visão de Edson Franco, o mercado securitário tem a responsabilidade de promover um debate mais didático para que a população tenha mais consciência dos riscos de perder a totalidade de sua renda em caso de eventos extremos. O CEO da Zurich afirma que as prateleiras de produtos de Vida e Previdência vêm se modernizando para atender aos diferentes perfis de público e renda, mas reforça que ainda há espaço para avançar muito mais. "A crença da população de que o Estado dará conta de garantir a totalidade de eventuais lacunas de perda de renda precisa mudar urgentemente", afirma.

            Segundo o Estudo, as seguradoras detêm a preferência dos brasileiros na aquisição de produtos contra perda de renda. Ainda assim, há um equívoco marcante quanto ao custo de um seguro contra perda de renda: 49% dos entrevistados afirmam estar dispostos a pagar quase o dobro do valor real de um produto securitário. Pelo equívoco, consideram que o custo ultrapassa suas expectativas e deixam de adquirir, sendo que cada tipo de proteção pode ser contratada por menos de 5% dos rendimentos pessoais.

            "Os dados deixam claro que está sob responsabilidade do mercado securitário desmistificar à população as formas de garantir a proteção de renda, ou seja, sem venda consultiva ainda é muito difícil chegar a este ideal", comenta o presidente dda FenaPrevi. "Quanto mais bem informada, mais a sociedade entende a necessidade de se precaver e, para isso, é necessário um esforço conjunto", finaliza o executivo.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Um olhar para o Futuro

            Um filme passa à memória quando rememoramos o passado. Analisamos as situações, os êxitos, os…

            A vida, por mais que tentemos, é incontrolável. A soma da sucessão de eventos e seus efeitos levam a situações que, por mais que nos esforcemos, fogem às nossas expectativas e previsões. Mas o planejamento serve para que possamos alcançar, apesar dos percalços, nossos objetivos, sejam eles pessoais ou das organizações que nos encontramos.

            2016 foi mais difícil do que poderíamos prever. Por mais que as análises da conjuntura pudessem especular sobre os rumos do país e da economia, a realidade se mostrou mais trágica e complexa que as piores previsões.

            Mas, se por um lado o aparente caos se instalou sobre nosso querido país, de outra sorte passamos por dias de profunda transformação que terá, sem dúvida, impactos estruturantes em nossa cultura nacional, no nosso modelo mental e forma de fazer política e mover o sistema, notadamente marcado pela corrupção e financiamentos de campanhas ilícitos, em que entes públicos e privados, políticos e empresários, convivem em uma simbiose perversa que aflige e impõe sofrimento ao povo brasileiro.

            Em 2016, desemprego e incertezas abateram a população. Uma crise como antes eu não havia vivenciado se instalou sobre as famílias da nação tupiniquim. O pior cenário não havia sido imaginado nas nossas mais pessimistas avaliações conjunturais.

            Mas, mesmo com todo esse sofrimento, vislumbramos a esperança.

            Ao lançar um olhar sobre o futuro, percebemos as inúmeras possibilidades de crescimento, com pessoas mais capacitadas, organizações mais fortes, adaptadas e os cidadãos mais participativos, ativos, alertas e confiantes em uma transformação profunda na sociedade brasileira. Se o governo que aí está não foi o escolhido e sofre de grande rejeição, essa mesma impopularidade pode ser o mecanismo para que a coragem de seguir com as reformas necessárias seja levada à diante, verdadeiramente, e não como bandeiras ilusórias de campanhas políticas manipuladores e inverídicas.

            Por isso, os anos vindouros enchem meu coração de esperança e fé em um futuro glorioso para nosso país, onde as pessoas serão cada vez mais respeitadas, a fraternidade a base das relações e a ética arraigada nas relações entre os poderes e setores da sociedade. Um belo futuro nos espera se fizermos nossa parte hoje.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - SulAmérica inaugura filial na zona sul de SP

            A SulAmérica, maior seguradora independente do país, oficialmente abriu as portas de sua nova filial…

            O evento de abertura da unidade contou com a presença de cerca de 70 convidados, que foram recebidos pelo diretor da Regional São Paulo Capital, Luciano Lima, e sua equipe. ?Esta região é estratégica para a companhia. Estamos intensificando nossa atuação na zona sul da capital e esta nova filial nos permitirá estar ainda mais próximos de nossos parceiros, prestando um atendimento ainda melhor?, afirmou Lima.

            filial interlagos O diretor Luciano Lima (segundo a partir da dir.) e sua equipe inauguram filial

            Um dos principais mercados do país, a cidade de São Paulo tem registrado resultados relevantes para a SulAmérica, com crescimento de 13% nos nove primeiros meses de 2016. A carteira de saúde responde pela maior parte do faturamento.

            A gerente Jéssika Andrade está à frente da unidade comercial, reportando-se a Lima. A nova filial Interlagos está localizada à avenida Nossa Senhora do Sabará, 2.487. O telefone é (11) 3457-7800.

            Sobre a SulAmérica

            A SulAmérica é a maior seguradora independente do Brasil, com uma rede de distribuição de mais de 30 mil corretores independentes. Fundada em 1895, a companhia possui cerca de 5,3 mil funcionários e atua em várias linhas de seguros, como saúde e odontológico, automóveis e outros ramos elementares, vida, além de outros segmentos, como previdência privada, investimentos e capitalização. A SulAmérica tem mais de 7 milhões de clientes, de pessoas físicas a grandes empresas, em todo o país. Em 2015, a companhia registrou receitas totais de R$ 17,4 bilhões.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - 3 dicas para deixar de ser multitarefa e produzir mais

            Ser multitarefa não significa produzir. O especialista em produtividade Geronimo Theml explica

            Você faz parte desse grupo ou conhece alguém assim? Muitas pessoas se orgulham de ter a capacidade de fazer diversas tarefas ao mesmo tempo e automaticamente ficam com a sensação de produzir mais, ou seja, com inúmeras abas e programas abertos no computador, atendendo ligações, respondendo e-mails, tudo ao mesmo tempo, um legítimo multitarefa. Só que na verdade estão apenas se ocupando, ficando sem resultado e sem tempo.

            ?Na prática, o que está acontecendo é que a pessoa faz um pouquinho de uma tarefa e antes mesmo do cérebro ficar focado naquela atividade, ele já muda para outra. Não dá tempo do cérebro realmente focar e produzir no Nível A de produtividade?, explica Geronimo Theml especialista em produtividade.

            Ele ainda afirma que o oposto do que foi descrito no primeiro parágrafo é justamente o que produz mais. O monotarefa é a pessoa que faz uma coisa de cada vez e só depois que termina uma atividade parte para a próxima. Diversos estudos mostram que as pessoas que fazem uma única tarefa por vez produzem de 20% a 30% mais do que aquelas que são multitarefas.

            Confira as 3 dicas de Geronimo Theml para deixar de ser multitarefa e produzir mais:

            1 - Usar um plug-in simples de Google Chrome que bloqueia a abertura de certos sites por um determinado tempo. Depois de programar os sites que você quer bloqueado, é só apertar um único botão que o navegador impede suas distrações por 50 minutos.

            2 - Ficar atento em fazer coisas simples da vida uma de cada vez. Por exemplo: não usar o banho para pensar as tarefas do dia e passar horas no chuveiro sem necessidade.

            3 - Almoçar sem celular ou qualquer eletrônico. Permite comer melhor, em menos tempo, com mais presença e felicidade.

            Geronimo ressalta que essas três dicas são postas em prática por ele na rotina e o ajudam a se tornar cada vez mais monotarefa e a produzir mais resultado com menos esforço e mais felicidade, alcançando em sua vida o que ele chama de Produtividade Nível A.

            Para ter acesso direto ao conteúdo do Geronimo Theml e conhecer mais técnicas simples de como vencer a procrastinação, como produzir mais com menos esforço e mais felicidade, ou ainda, como voltar a ter o controle da sua vida ao invés de se sentir engolido pelas tarefas, é só acessar este link: http://bit.ly/produtividade-a


            saiba mais »

            19/01/2017 - Feriado municipal no Rio de Janeiro

            Nesta sexta-feira, dia 20/01, não haverá expediente na sede e no Núcleo da Agência Nacional…

            O atendimento aos beneficiários será feito normalmente pelo Disque ANS (0800 701 9656), das 8h às 20h, ou a qualquer hora pela Central de Atendimento ao Consumidor no portal da Agência.

             

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Sage IOB Responde | Rais

            1) Qual é o prazo para a entrega da Relação Anual de Informações Sociais (Rais)…

            O prazo para a entrega da declaração da Rais teve início no dia 17.01.2017 e encerra-se no dia 17.03.2017. Este prazo não será prorrogado.

            Após o mencionado prazo, a declaração da Rais 2016 e as declarações de exercícios anteriores gravadas no GDRAIS Genérico, disponíveis nos endereços eletrônicos http://portal.mte.gov.br/index.php/rais e http://www.rais.gov.br, deverão ser transmitidas por meio da Internet.

            Havendo inconsistências no arquivo da declaração da Rais que impeçam o processamento das informações, o estabelecimento deverá reencaminhar cópia desse arquivo.
            As retificações de informações e as exclusões de arquivos poderão ocorrer, sem multa, até o último dia do prazo estabelecido no primeiro parágrafo.

            2) Quais empregadores são obrigados a declarar a Rais?

            São obrigados a declarar a Rais:

            a) empregadores urbanos e rurais;
            b) filiais, agências, sucursais, representações ou quaisquer outras formas de entidades vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior;
            c) autônomos ou profissionais liberais que tenham mantido empregados no ano-base;
            d) órgãos e entidades da administração direta, autárquica e fundacional dos governos federal, estadual, municipal e do Distrito Federal;
            e) conselhos profissionais criados por lei, com atribuições de fiscalização do exercício profissional, e entidades paraestatais;
            f) condomínios e sociedades civis; e
            g) cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas.
            O estabelecimento inscrito no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) que não manteve empregados ou que permaneceu inativo no ano-base está obrigado a entregar a Rais Negativa, caso em que deve preencher apenas os dados a ela pertinentes.
            Cabe observar que a exigência de apresentação da Rais Negativa não se aplica ao microempreendedor individual (MEI), de que trata a Lei Complementar nº 123/2006.

            3) A Rais deve ser enviada por meio eletrônico?

            Sim. As declarações deverão ser fornecidas por meio da Internet, mediante utilização do programa gerador de arquivos da Rais (GDRAIS2016), que poderá ser obtido em um dos seguintes endereços eletrônicos: http://portal.mte.gov.br/index.php/rais ou http://www.rais.gov.br.
            Os estabelecimentos ou as entidades que não tiveram vínculos laborais no ano-base poderão fazer a declaração acessando a opção: Rais Negativa - online, disponível nos endereços anteriormente mencionados.

            4) É necessária certificação digital para transmissão da Rais?

            Sim. É obrigatória a utilização de certificado digital válido pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) para a transmissão da declaração da Rais por todos os estabelecimentos que possuem a partir de 11 vínculos, exceto para a transmissão da Rais Negativa e para os estabelecimentos que possuem menos de 11 vínculos.
            As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certificado digital do responsável pela entrega da declaração, sendo que este pode ser um CPF ou um CNPJ.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Aon conclui aquisição da corretora líder em soluções de Saúde e Benefícios Admix

            A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), após as devidas análises técnicas, aprovou a aquisição…

            A plataforma operacional e de corretagem da Admix aliada à vasta experiência global da Aon em gestão de saúde, gestão médica e serviços atuariais, criará a maior e mais capacitada equipe de Saúde e Benefícios do mercado brasileiro. Esta união permitirá a sinergia necessária para melhor atender clientes locais e multinacionais no Brasil e em toda a América Latina, além de reforçar ainda mais o canal com corretores parceiros.

             

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Seguradora apresenta aplicativo inovador com seu portfólio de produtos

            Com o propósito de facilitar o dia a dia dos corretores e oferecer uma experiência…

            Os corretores podem enviar para seus clientes, diretamente pelo aplicativo e whatsapp, uma série de materiais de comunicação, como ?Você Sabia? e ?Perguntas e Respostas? sobre todas as linhas de produtos, desde Auto, Vida e Residência até os seguros para pequenas e médias empresas.

            ?Desde o momento da oferta do produto mais adequado, até quando precisam fazer a gestão de seus clientes, os corretores têm a segurança de que podem contar com a Liberty por meio dos canais de sua preferência?, comenta Etienne Gonçalves, gerente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Susep: Conheça os novos procedimentos de atendimento e consultas

            A Susep aprovou novos procedimentos de atendimento a consultas feitas pelo mercado. Segundo a Deliberação…

            As consultas deverão versar sobre casos concretos com as devidas caracterizações. O requerimento deverá por objetivo a obtenção de manifestação técnica e/ou jurídica acerca de dispositivos de legislação e normas que regem os mercados de seguro, de resseguro, de capitalização e de previdência complementar aberta.

            As consultas de entidades e agentes supervisionados pela Susep, incluindo corretores de seguros, deverão ser formuladas por meio de requerimento protocolado na sede e nas unidades regionais da Susep.

            No caso de consultas formuladas por pessoas físicas, devem constar da qualificação o nome completo, identidade, número do registro na Susep e endereço completo e/ou e-mail.

            Nas consultas formuladas por pessoas jurídicas, devem constar da qualificação a razão social, número do registro no CNPJ, número do registro na Susep ou do Código FIP, conforme o caso, e endereço completo da sede social.

            A consulta formulada por pessoa jurídica supervisionada pela Susep deve ser firmada, observada as seguintes condições: no caso de seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização e entidades de previdência complementar, pelo presidente ou pelos diretores estatutários; no caso de corretoras de seguros, pelos sócios ou responsáveis técnicos; e no caso de corretoras de resseguros, pelo titular da empresa, diretores estatutários ou responsáveis técnicos.

            Já as consultas do público em geral poderão ser formuladas por requerimento protocolado na sede e nas unidades regionais da Susep ou enviado por mensagem eletrônica para o email: consulta [AT] susep [DOT] gov [DOT] br.

            No caso de pessoas físicas, devem constar da qualificação o nome completo, identidade, CPF e endereço completo e/ou e-mail.

            No caso de pessoas jurídicas, devem constar da qualificação a razão social, CNPJ e endereço completo da sede social e/ou e-mail.

            Tais consultas, por não se caracterizarem como pedido de acesso à informação pública, nos termos da Lei Lei 12.527/11 (Acesso à Informação), não devem ser formuladas por meio dos canais de atendimento do Serviço de Informações ao Cidadão ?SIC.

            As unidades organizacionais da Autarquia poderão responder diretamente a questionamentos feitos por correio eletrônico ou por requerimento protocolado na sede ou nas unidades regionais, desde que com teor restrito aos seus procedimentos de rotina, nos termos do Regimento Interno, e que não envolvam instrução e tramitação processual, recebimento e tratamento de dados do mercado e análise de registro de empresas, de corretores de seguros e de produtos, entre outros.

            Sempre que for formulada por intermédio de representante legal do

            interessado, a consulta deve ser acompanhada de cópia do respectivo instrumento de mandato, que deverá ser apresentado no original ou por cópia autenticada.

            O instrumento de mandato deve conferir, ao mandatário, poderes específicos de representação perante a Susep com a finalidade específica de se formular consulta técnica junto à Autarquia, sobre o assunto relacionado.

            Não será exigido reconhecimento de firma do outorgante em instrumento de mandato dirigido à Susep, exceto quando houver dúvida fundada quanto à autenticidade da assinatura.

            Somente serão atendidas consultas de pessoas físicas ou jurídicas que prestem serviços a agentes supervisionados, como escritórios de consultoria ou de assessoria técnica ou jurídica, que obedeçam ao disposto neste artigo.

            No prazo máximo de 30 dias, contados da data de recebimento da consulta, ou antes do vencimento do prazo estabelecido pelo Poder Judiciário ou Ministério Público, deverá ser fornecida a resposta ao consulente.

            Esse prazo poderá ser prorrogado, por igual período, mediante justificativa fundamentada.

            O consulente poderá solicitar reanálise da resposta fornecida ou reconsideração da decisão que indeferiu ou arquivou sua consulta, desde que devidamente fundamentado com fatos e/ou argumentos novos.

            A consulta não suspende ou interrompe os prazos a que, porventura, estiver sujeito o consulente.


            saiba mais »

            19/01/2017 - Empresas investem pouco na integração de saúde e bem-estar

            Estudo que avaliou programas de 264,8 mil funcionários mostra que apenas 36% das companhias integram…

            A baixa integração entre o planejamento estratégico e as iniciativas práticas gera ineficiência na gestão dos programas de saúde, qualidade de vida e bem-estar das empresas voltados aos trabalhadores. É o que revela o estudo ?1º Benchmarking em Saúde & Bem-Estar do Brasil?, feito pela consultoria Mercer Marsh Benefícios?, em parceria com o Instituto Hero (Health Enhancement Research Organization), instituição norte-americana sem fins lucrativos especializada em estudos, análises e desenvolvimento das melhores práticas de saúde e bem-estar nos EUA.

            O estudo que analisou os programas de saúde e bem-estar de 264,8 mil trabalhadores de 58 grandes empresas; mostra que somente 36% das companhias analisadas fazem a integração entre as suas diversas iniciativas. ?A integração entre os programas oferecidos, embora importante, ocorre efetivamente em um pequeno universo (36%) das organizações. Se a empresa necessita de um mapeamento preciso da população de trabalhadores, ela precisa também de uma integração maior e mais eficiente?, afirma Helder Valério, líder de gestão de saúde da Mercer Marsh Benefícios.

            Apoio da liderança

            Ao analisar o apoio da liderança, a cultura e o ambiente de saúde dentro da empresa, 41% das participantes contam com o apoio dos líderes na estratégia de disseminar o valor e a importância da saúde para os trabalhadores. Já 64% têm a saúde e bem-estar nos valores da empresa, e para 59% a visão e a missão da organização contemplam uma cultura de ambiente de trabalho saudável.

            Segundo a pesquisa, também é baixa a implantação de ações ancoradas em um planejamento estratégico. Apenas 31% possuem plano formalizado e de longo prazo para os programas de saúde.

            Integração de dados dos programas

            A pesquisa revela também que quando há integração, 67% dela ocorre entre dados de saúde ocupacional (atestados, exames e questionário de saúde) e do uso dos planos de saúde. Já entre aquelas que possuem o plano estratégico formalizado, 83% têm como objetivo principal avaliar os riscos de saúde dos colaboradores, 72% mensurar resultados clínicos, 67% a satisfação do colaborador e, 56%, avaliar o impacto financeiro dos riscos de saúde nos negócios. ?Identificamos ainda que 78% das organizações conseguiram um resultado eficaz ou muito eficaz quando as suas práticas foram balizadas por um planejamento estratégico de longo prazo formalizado?, diz.

            Alimentação saúde e gestão do stress

            Em relação ao que é praticado dentro das empresas, grande parte (78%) oferece alimentação saudável e de fácil acesso ao colaborador, 50% oferecem condições em suas instalações para gestão do stress (salas de descompressão) e 36% possuem estrutura física interna que estimula a prática esportiva (academias, trilhas para caminhada). ?Aquelas que contam com alto apoio da liderança tem uma maior adesão dos colaboradores aos programas de saúde oferecidos quando comparado com as que não possuem o apoio da liderança?, afirma.

            Programas oferecidos

            Entre as 58 companhias avaliadas, o check-up executivo e o apoio para equilibrar a vida pessoal e profissional dos colaboradores, têm sido prioridades entre os principais projetos de saúde e bem-estar. A maioria (83%) oferece check-up executivo e 60% mantém políticas de apoio para equilibrar questões pessoais e profissionais. ?O check-up executivo é um benefício consagrado nas empresas para os colaboradores que ocupam posições estratégicas. O objetivo é promover prevenção à saúde dos executivos, cada vez mais pressionados pela competição, por resultados e acumulando excesso de trabalho. Embora a maioria ofereça o check-up, é comum constatar que os executivos usam bem menos esse benefício do que as corporações gostariam?, diz o consultor.

            O coaching em saúde também é oferecido por 48% das participantes. Já o EAP (Programa de Assistência ao Empregado), e a opinião médica especializada está presente em 47% das companhias. ?O EAP consiste na assistência especializada para ajudar empregados a se preparar e enfrentar de maneira bem-sucedida assuntos pessoais delicados e situações do dia a dia. Pode ser uma assistência psicológica, jurídica, financeira e/ou social por meio de serviços qualificados, que atendem os colaboradores com as mais diversas dificuldades?, explica.

            A gestão de doenças crônicas faz parte da estratégia de saúde de 41% das empresas. E 34% oferece programas de gestão de stress, e 24% disponibiliza central de dúvidas em saúde.

            Programas para trabalhadores afastados

            O acompanhamento dos trabalhadores afastados é tão importante quanto o acompanhamento dos trabalhadores ativos. Apesar de 74% das empresas participantes afirmarem que têm programas de gestão focada nos funcionários afastados, estes programas apresentam resultados apenas satisfatórios pelo motivo das empresas não explorarem todos os preceitos de um programa estruturado de afastados. Do total de empresas que oferecem estes programas, somente 44% das organizações desenvolvem e aplicam métricas para monitorar casos de funcionários afastados e adotam políticas de saúde, procedimentos e cuidados para o retorno ao trabalho.

            Além disso, 40% faz comunicação continua com o empregado durante a licença e 23% desenvolve ações de identificação da população de risco nos programas de saúde e bem-estar oferecidos.

            Comunicação e Tecnologia

            O estudo mapeou também a estratégia de comunicação para adesão e participação e identificou que 53% das ações são estruturadas com plano de comunicação anual. Trinta e um por cento (31%) dissemina as práticas de saúde por meio de multiplicadores (gestores ou funcionários elegidos para esta função), 29% estabelece comunicação sob medida para subgrupos (liderança e área operacional), e 17% traça uma comunicação segmentada aos membros da família dos trabalhadores.

            Uso de tecnologia para incentivar a adesão e participação ainda é tímido entre as empresas brasileiras, segundo a pesquisa. Apenas 17% usam ferramentas de monitoramento, e somente 14% contam com aplicativos para apoiar as iniciativas do programa. ?Realidade diferente da encontrada na mesma pesquisa aplicada nos EUA, onde os dados foram de 46% para ferramentas de monitoramento e 39% para aplicativos, mostrando que o mercado brasileiro tem uma grande oportunidade de crescimento nestas áreas?, finaliza o consultor.

            Ainda de acordo com o levantamento, é incipiente o uso de tecnologia para incentivar a adesão e participação dos funcionários. Só 14% dispõem de aplicativos e 17% usam ferramentas de monitoramento.

            Perfil da amostra

            Cada uma das 58 companhias analisadas emprega em média 4.566 colaboradores. São organizações grandes multinacionais (74%) e nacionais presentes em 19 segmentos da economia (alimentos, varejo, T.I., financeiro, energia, automotivo, logística, construção e comunicação), com matrizes nacionais nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

            Público contemplado nos programas de saúde e bem-estar

            As empresas participantes contemplam 100% dos 264,8 mil colaboradores em seus programas de saúde e bem-estar. Além disso, em 66% delas são abrangidos os cônjuges, em 41% os trabalhadores afastados e em 28% os funcionários já aposentados que tiveram direito à extensão da assistência médica.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Fusões podem crescer nos EUA

            Analistas dizem que promessa de redução de impostos no País retomará apetite de compras locais

            Analistas americanos estão convencidos de que, se o presidente eleito Donald Trump cumprir a promessa de reduzir os impostos corporativos para 15%, em vez dos atuais 35%, haverá uma nova temporada de aquisições e fusões entre seguradoras dos EUA. Eles acreditam que os impostos menores incentivarão empresas americanas a comprar rivais ou estrangeiras presentes nos Estados Unidos, provocando uma guinada no processo em que companhias com sede fora do país vinham adquirindo empresas locais, afirmou Gary Ransom, sócio da Dowling & Partners Securities LLC, uma empresa de investimentos em Farmington, Connecticut, em entrevista publicada na Reuters.

            O especialista lembrou que, nos últimos anos, houve um predomínio de compras de empresas americanas por não-americanas, como incorporação da americana Chubb Corp. pela Ace Ltd., com sede na Suíça, ou a HCC Insurance Holdings Inc pela japonesa Tokio Marine Holdings."Realmente não houve aquisições de EUA comprando EU de qualquer significado, e eu acho que é tudo por causa da situação fiscal. Os estrangeiros têm uma vantagem em comprar uma empresa norte-americana ", disse Ransom durante uma sessão do Fórum Conjunto da Indústria de Seguros de Imóveis / Acidentes ocorrido em Nova York nesta terça-feira.

            Até agora, dada a estrutura fiscal ineficiente, segundo o especialista, formações de seguradoras costumam acontecer nas Bermudas e em outros lugares. Entretanto, com uma carga fiscal mais competitiva, mais empresas americanas, incluindo aqueles grupos que compram seguradoras offshore, deverão rever sua estratégia, partindo para compras locais. "De repente, as empresas dos EUA, se você assumir uma taxa de imposto mais baixa, eles poderiam comprar empresas Bermudas ... ele nivela o campo de jogo", disse ele.

            Os impostos menores podem encorajar novas fusões e aquisições, mas não será o principal motor, afirma Jay Gelb, diretor-gerente e analista de ações da Barclays Capital Inc. em Nova York. "Acho que baixar a alíquota do imposto corporativo será um fator no aumento da atividade de fusões e aquisições na indústria de seguros, mas provavelmente não será o motor", disse ele.

            A seu ver, fusões e aquisições dos últimos anos ocorreram pelo excesso substancial de capital, pela falta de oportunidades de crescimento orgânico e pela deterioração do retorno sobre as perspectivas de ações para as seguradoras.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Ferramenta estima perdas em petróleo e gás

            Aon Global Risk Consulting e a agência de pesquisa holandesa TNO desenvolvem projeto

            A criação de uma ferramenta para estimar perdas de clientes de petróleo, gás e petroquímica é o principal propósito da aliança realizada entre a Aon Global Risk Consulting e a agência de pesquisa holandesa TNO. A chamada Aon Loss Estimating Risk Tool, ou Alert, planeja modelar os potenciais impactos financeiros de uma ampla gama de cenários de incêndio e explosão na indústria de processamento de hidrocarbonetos, explica a Aon, por meio de comunicado.
            A ferramenta de modelagem teve a contribuição de várias seguradoras e foi desenvolvida para modelar uma gama completa de perdas históricas conhecidas de todo o setor, de acordo com o comunicado. Entre outros, modelos de descarga e dispersão, que são usados ??para avaliar as dimensões das nuvens para eventos de explosão de nuvem de vapor. A Alert será gerenciada globalmente a partir de Londres com o apoio de centros Aon em Houston, Calgary, Alberta, Dubai, Emirados Árabes Unidos e Cingapura, de acordo com o comunicado.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Franqueada da Bidon Corretora de Seguros estreia cases de sucesso da marca

            Com faturamento de R$15 mil ao mês, empreendedora se destaca em Goiás

            A empreendedora Lilian Mourão Borges não tem do que reclamar. Essa empreendedora de 34 anos, que tem formação acadêmica na área de ciências contábeis e sempre trabalhou como contadora, conduz desde novembro do ano passado, uma franquia da Bidon Corretora de Seguros ?marca que atua na área de seguros, consórcios, além de outros produtos similares e já possui 30 franqueados, com apenas cinco meses de atuação no mercado.

            Tendo em vista um mercado local que, segundo ela, é cenário de grandes demandas pelo serviço, Lilian viu um potencial de negócio que deu certo. Natural de Barra das Garças (MT), ela conduz sua franquia da rede em Aragarças (GO), nas proximidades, com índices impressionantes de faturamento, principalmente em razão da procura por seguros de veículos, que representam 90% das vendas mensais de sua unidade.

            A média de faturamento mensal dessa unidade já alcançou os R$15mil. Com apenas três meses de atuação, foram mais de R$ 45mil em faturamento bruto, até o momento. E para 2017, as expectativas são altas. ?Nossa meta é chegar até a marca dos R$360 mil até o final desse ano?, revela. Mas, para tanto, é preciso se destacar no mercado.

            E esse ponto de destaque, sem dúvida, é a ?visão de inovação? que a franquia significa para os consumidores locais, desde que Lilian iniciou suas operações. ?Em Aragarças não havia nenhuma corretora de seguros, o que foi muito benéfico para nós?, conta. Porém, também é preciso ter muito foco e objetivos claros para se obter o sucesso. ?Bom conhecimento dos serviços que comercializamos é fundamental. E ser prestativo, preciso e ágil no atendimento são quesitos primordiais para o bom andamento do negócio?, acredita.

            No entanto, as dificuldades também são muitas, afinal, na região já existem várias outras empresas do ramo. ?Aqui temos que sempre mostrar um diferencial e nos destacarmos, pois a concorrência também é feroz nos arredores da cidade!?, conta. Para ela, é um grande desafio concorrer com os preços.

            Bidon: conquistando franqueados

            O que mais me atraiu na rede certamente foi a taxa de investimento, que é de aproximadamente R$10 mil. ?Além disso, o fato do trabalho ser home office gerou uma acessibilidade e facilidade para mim no dia a dia, o que me permitiu levar o negócio como uma atividade de apoio?, conta Lilian, que conduz a Bidon junto com outro escritório na sua área de atuação ?original? ? contabilidade.

            A empreendedora também recebe um auxílio do marido (Rodrigo Ammirati Barroso) no cotidiano, que traz na bagagem quase 20 anos de experiência no segmento de seguros. ?Ele atua mais na área de administração do negócio e a gente se completa, em todos os aspectos. Eu tenho mais habilidades no gerenciamento da rede, enquanto ele tem facilidade na execução. Não tem como dar errado, não??, finaliza.

             SOBRE A BIDON CORRETORA DE SEGUROS

            A Bidon Corretora de Seguros surgiu em 2010, em Campo Bom, região metropolitana de Porto Alegre (RS), e entrou para o mercado de franchising em Agosto de 2016. Ou seja, é novidade no mercado de franchising, mas com forte atuação e experiência no mercado de seguros. A marca já possui 30 franqueados pelo sistema home office (modelo de negócio da franquia) e atua comercializando seguros nas áreas de: acidentes pessoais, empresarial, condomínios, responsabilidade civil, risco de engenharia, imobiliário, caminhão, motos, frotas de veículos, e o carro-chefe ? seguros de automóveis. Além disso, a Bidon oferece carta verde, consórcios, previdência privada, fiança locatícia, planos odontológicos e de saúde, e seguros de vida (individual e coletivo), residencial e de viagem. E o investimento inicial da Bidon Corretora de Seguros ? aproximadamente R$10 mil ? é outro grande atrativo da rede.

             


            saiba mais »

            19/01/2017 - Diretor do CCS-RJ tira dúvidas sobre seguro viagem no jornal O Globo

            Entrevista aconteceu nesta quinta-feira e foi transmitida ao vivo no Facebook do jornal

            Nesta quinta-feira, 19 de janeiro, véspera do feriado de São Sebastião no estado fluminense, o diretor do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Luiz Mario Rutowitsch, tirou dúvidas sobre o seguro viagem. Em entrevista ao vivo no Facebook do jornal O Globo, ele frisou a importância de considerar os riscos na hora de planejar os momentos de diversão.

            ?Em média, apenas 35% dos brasileiros contratam seguro quando vão ao exterior e, em viagens nacionais, esse número cai para 15% a 20%?, explicou o diretor à editoria-assistente de Economia do jornal, Luciana Casemiro.

            Rutowitsch esclareceu quais são as coberturas mínimas e adicionais de acordo com o tipo de viagem, além de dar dicas sobre precauções que devem ser tomadas no momento da contratação. Ele lembrou ainda que o corretor de seguros tem o papel de dar consultoria sobre os diversos produtos disponíveis nesse segmento, auxiliando o viajante a identificar o seguro que melhor atende às suas necessidades.

            Em 2017, serão mais de dez feriadões nacionais, e a expectativa do mercado é de que o produto seja mais procurado, principalmente por conta de sua recente regulamentação pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

            Confira a entrevista completa: https://www.facebook.com/jornaloglobo/videos/1517728934933447/

            Sobre o CCS-RJ |

            Fundado em 1980, o Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro tem como objetivo estimular encontros e debates que contribuam para o desenvolvimento do setor e da categoria. A entidade promove também a articulação estratégica e contínua com os demais participantes do sistema nacional de seguros privados. [http://ccsrj.com.br/]

             


            saiba mais »

            22/01/2017 - Como funciona o Seguro Ambiental? O que é preciso para contratá-lo?

            Como funciona o Seguro Ambiental? O que é preciso para contratá-lo?
            Especialista destaca as principais características do Seguro Ambiental e como ele pode ajudar sua empresa…

            A preocupação com o meio ambiente é uma questão cada vez mais considerada em diversos aspectos da sociedade. Diversos países têm aplicado leis ambientais rigorosas, fazendo com que pessoas e empresas estejam cientes dos possíveis danos ecológicos provocados por suas ações e operações. No entanto, é preciso muito mais do que apenas ter conhecimento dos riscos existentes. É preciso ir além e estar de fato consciente. No âmbito empresarial, isso implica a elaboração de um eficaz plano de gerenciamento de riscos ambientais, ou seja, para que danos à natureza possam ser evitados, é preciso desenvolver um planejamento que contemple as particularidades de cada organização e respectivo negócio em torno dos cuidados que demandam em relação à proteção do meio ambiente.

            O Brasil, especificamente, é um dos países que se destaca por sua exuberância de recursos naturais e também pela severa legislação ambiental que aplica. Mesmo assim, dados divulgados, por órgãos como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), expõem mensalmente o expressivo número de empresas que são autuadas por infrações ambientais. Além da pressão das entidades fiscalizadoras, reportagens constantemente divulgadas pela mídia também reforçam a necessidade de uma atenção cada vez maior em relação aos processos de produção no que tange à preservação da natureza.

            Consequentemente, essas informações também evidenciam o fato de que muitas empresas brasileiras ainda não têm proteção contra danos ao meio ambiente. E esse é um risco enorme, uma vez que, mesmo que possua um controle ambiental rigoroso, qualquer organização está sujeita a problemas que não estavam previstos, pois nem sempre a natureza responde da forma esperada.

            De acordo com a nova legislação ambiental brasileira, as empresas podem ser responsabilizadas pela apuração do nexo de causalidade no dano ambiental equiparando: quem faz, quem não faz quando deveria fazer, quem deixa de fazer, quem não se importa que façam, quem financia para que façam e quem se beneficia quando os outros fazem. Desse modo, atualmente, podemos dizer que qualquer empresa está exposta a ser penalizada por algum dano ambiental gerado em função de suas operações ou até mesmo por causa de ações anteriormente realizadas em suas dependências.

            Nesse contexto, o Seguro Ambiental, embora pouco difundido no País, pode ser considerado um recurso fundamental para proteger empresas em relação a eventuais danos ambientais, que possam gerar prejuízos ao próprio segurado e também a terceiros. Mas, apesar de todos os riscos envolvidos e amparados pelo Seguro Ambiental, estima-se que das 1.000 maiores empresas do Brasil, 90% ainda não tenham essa apólice contratada. Um dos motivos pode ser a falta de conhecimento dos empresários brasileiros em relação à importância da contratação desse tipo de seguro. Por isso, entrevistamos Gilberto Reina, Superintendente Regional da AD Corretora de Seguros, que destaca as principais características do Seguro Ambiental e como ele pode ajudar sua empresa a proteger os negócios e também o meio ambiente. Confira!

            - Como funciona o Seguro Ambiental? O que é preciso para contratá-lo?

            O Seguro Ambiental é um tipo de apólice que pode ser contratada por qualquer pessoa jurídica, sobretudo, as que utilizem em sua produção algum tipo de matéria-prima que possa causar poluição ambiental, ou seja, empresas que, em seus processos de produção, geram resíduos capazes de degradar o meio ambiente. Também podem se beneficiar desse tipo de seguro organizações que passaram por situações de contaminação do solo em suas instalações, que trabalham com a manipulação de substâncias poluidoras em instalações de terceiros e, ainda, as que convivem diariamente com a iminência de danos ambientais. No entanto, como requisito para contratação do Seguro Ambiental, a empresa deve estar com as licenças ambientais e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) vigentes. De acordo com a atividade exercida, outros documentos podem ser solicitados de forma obrigatória.

            - Como se classificam os danos ambientais?

            Os danos ambientais podem ser classificados em: dano ambiental ou ecológico puro; dano individual ambiental; dano ambiental imediato; dano ambiental histórico; e dano ambiental futuro.

            - A contratação desse tipo de seguro pode contribuir em relação ao que determina a legislação ambiental brasileira?

            Sim. A simples contratação do Seguro Ambiental pode favorecer diretamente a empresa no caso de aplicação de penalidades. E esse favorecimento é previsto em lei.

            - Quais as proteções garantidas por esse tipo de apólice?

            De modo geral, o Seguro Ambiental garante, dentro dos limites contratados, o ressarcimento dos prejuízos gerados por poluição e/ou contaminação do meio ambiente, resultantes das atividades praticadas pelo segurado. A principal característica desse tipo de seguro é justamente a indenização para reparações e remediações dos danos ambientais, mas, antes da contratação do seguro, para avaliação dos riscos que serão considerados pela apólice, é feita uma avaliação dos potenciais danos que as atividades da empresa podem gerar ao meio ambiente e também da possibilidade de co-responsabilidade nas operações. Em resumo, para análise da contratação do Seguro Ambiental, é preciso identificar a positividade para os fatos geradores, os tipos de manifestações e os custos e danos potenciais relacionados às operações de cada segurado.

            - Quais são as principais coberturas e riscos excluídos?

            As coberturas principais são: remediação, limpeza no local, danos pessoais e danos materiais (dentro e fora do local), clean-up, locais de descarte de resíduos, transporte e lucros cessantes (segurado e terceiros). De antemão, independente da cobertura contratada, estarão excluídos os seguintes riscos: danos causados por amianto, multas de qualquer natureza, condições pré-existentes, existência natural de substâncias poluentes e atos dolosos.

            - Como a contratação do Seguro Ambiental pode colaborar para que uma empresa venha atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)?

            No Seguro Ambiental, há a possibilidade de contratação de uma cobertura específica para os danos relacionados ao descarte e manipulação de resíduos. Vale lembrar que por meio do artigo 40 da Lei Federal 12.305, Decreto 7.404, o órgão licenciador do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) pode exigir a contratação do seguro.

            - A ONU declarou recentemente que o mundo marcha para uma catástrofe climática. O Seguro Ambiental cobre prejuízos em função desse tipo de evento?

            Os danos causados por variações climáticas não estão cobertos pelo Seguro Ambiental, salvo quando houver nexo causal de responsabilidade.

            - Quais fatores determinam o preço do Seguro Ambiental?

            Os fatores mais importantes são: as políticas ambientais adotadas pela empresa, o conjunto de medidas de segurança e prevenção, além do potencial danoso da atividade realizada pelo segurado.

            - Quais fatores dificultam o crescimento dessa modalidade de seguro no Brasil?

            Acredito que a falta de conhecimento das coberturas do seguro, aliadas a pouca divulgação das penalidades impostas às empresas, não impulsionam com mais velocidade a contratação do Seguro Ambiental no Brasil.

            - Possui algum dado, números, estudo ou informação recente sobre o Seguro Ambiental?

            No ano de 2015, o mercado segurador nacional alcançou cerca de R$ 45 milhões em prêmios emitidos em relação ao Seguro Ambiental.

            - Quais as diferenças entre o Seguro Ambiental e o Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental?

            O Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental, que geralmente é contratado como cobertura acessória do Seguro de Responsabilidade Civil Geral, apenas ampara as indenizações a terceiros causados pelo segurado, desde que os fatores poluentes e contaminantes sejam controlados e cessem em 72 horas. No Seguro Ambiental, além da cobertura a terceiros, também há cobertura ao próprio segurado e os danos podem advir da poluição súbita e/ou gradual.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Marketing de Relacionamento abre caminho para quem deseja empreender, defende especialista

            Marketing de Relacionamento abre caminho para quem deseja empreender, defende especialista
            Especialista em Marketing de Relacionamento afirma que é preciso pagar o preço para tornar-se um…

            ??Para qualquer tipo de negócio, o empreendedor precisa se dedicar, principalmente no marketing de relacionamento. Eu até costumo dizer que os empreendedores vão ter que pagar um preço, pois não existe almoço de graça?

            A última pesquisa Entrepreneurship Monitor (GEM), patrocinada pelo Sebrae, revelou que a taxa de empreendedorismo no Brasil continua crescendo. Em 2016, o número de novas empresas no país chegou a 1.020.740 no primeiro semestre, o que representa aumento de 3% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram criadas 990.964 empresas. No entanto, esse crescimento não significa que é fácil tornar-se dono do próprio negócio.

            No plano ideal, empreendedor é aquele que toma a iniciativa de empreender, sabendo identificar as oportunidades e transformá-las em uma organização lucrativa. Muitos decidem ingressar na ideia do empreendedorismo, porém no meio do caminho desistem. Para alcançar um lucro significativo, empreendedores afirmam que é necessário ter persistência, assim como em outras atividades do mercado de trabalho.

            O especialista em Marketing de Relacionamento Rodrigo Nunes decidiu ingressar no empreendedorismo em 2007. Ele teve alguns negócios no modelo de mercado tradicional e, em 2013, tomou a decisão de começar a empreender e aprender sobre o marketing de relacionamento. Desde então, não parou. De acordo com Nunes, esse modelo de negócio lhe rendeu melhor qualidade de vida e retornos financeiros satisfatórios, de onde tira a renda familiar e recursos para lazer, viagens e outros investimentos.

            ?Nesses quase quatro anos trabalhando com marketing de relacionamento, eu costumo ver muita gente entrando nesse negócio e depois de alguns dias, semanas ou meses desistindo do setor?, lamenta Nunes, comentando que a maioria dessas pessoas acredita que entraram em um negócio de ganho fácil.

            Mas, de acordo com o especialista, a realidade é outra. ?Para qualquer tipo de negócio, o empreendedor precisa se dedicar, principalmente no marketing de relacionamento. Eu até costumo dizer que os empreendedores vão ter que pagar um preço, pois não existe almoço de graça?, complementa Nunes.

            Ao explicar sobre ?pagar o preço? para empreender com o marketing de relacionamento, o especialista fala do tempo, energia e dinheiro que precisam estar interligados. ?A maioria das pessoas que paga o preço pelo negócio tem resultado. Isso não significa que o empreendedor vai ter lucro significativo daqui um mês, seis meses ou um ano. Mas se ele, de fato, focar no trabalho, dentro de três anos conseguirá mudar a vida pessoal e familiar?, considera Nunes.

            Para quem deseja conhecer mais sobre empreendedorismo e marketing de relacionamento, o especialista Rodrigo Nunes aborda assuntos relacionados a esses segmentos na internet. Acesse: www.rodrigonunes.blog.br.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Crise ou prosperidade - como a postura pode alterar os resultados dos negócios!

            Crise ou prosperidade - como a postura pode alterar os resultados dos negócios!
            ?Como reinventar seu negócio em época de crise?, ?Os desafios de administrar uma empresa no…

            Acho importante falar sobre o assunto, mesmo que eu, pessoalmente, evite participar de eventos que tenham como foco falar ou se posicionar de maneira negativa em relação à situação. Para mim, falar de crise é contraproducente, invariavelmente causa um efeito contrário daquilo que buscamos para as nossas empresas, que é a prosperidade.

            Em minha opinião, a prosperidade tem pouca relação com fatores externos; digo isso com a experiência que possuo no segmento de varejo farmacêutico. Até nessa área observo claramente que uma parcela significativa dos empresários está vivendo uma profunda crise em seus negócios.

            Seja pela baixa lucratividade, diminuição do faturamento, aumento dos custos operacionais ou agressividade dos concorrentes, enfim, poderíamos listar diversos fatores que foram responsáveis por essa situação, por outro lado, vamos encontrar uma parcela expressiva de empresários que estão comemorando os bons resultados de seus negócios.

            Quando conversamos com alguém que esta prosperando, ouvimos sempre a frase: ?o mercado farmacêutico é resiliente e não tem os mesmos problemas de outros segmentos?. Quando conversamos com alguém que está em crise, ouvimos: ?a crise está em todos os segmentos e o mercado farmacêutico não é imune a tudo isso?.

            Considerando tudo isso, é certo afirmar que, seja ele o mercado que atuo ? que é o varejo farmacêutico ? ou qualquer outro, o que fazemos é administrar um empreendimento e, por definição, um empreendimento tem como objetivo o desenvolvimento de uma atividade visando sua lucratividade e seu crescimento. Portanto, todos que resolvem empreender têm, conceitualmente, os mesmos objetivos, mas, na minha visão, o que vai fazer a diferença são as características da pessoa que está à frente.

            Não basta ser empresário, é preciso ser empreendedor, que é aquele que, além de ser criativo, aceita riscos, confia na própria capacidade, tem persistência, proatividade, otimismo e não desiste nas dificuldades. É uma pessoa que visualiza o futuro e se propõe a construí-lo.
            Concluindo, não adianta falarmos de crise e participarmos de seminários para entender o tamanho da dificuldade; não adianta acharmos que nosso futuro está apenas nas mãos dos economistas ou governantes, é preciso ter a clareza e a certeza de que o sucesso ou o fracasso da sua empresa estão nas atitudes e na coragem que se tem de correr riscos e não desistir nunca, mesmo quando tudo parece perdido.
            Edison Tamascia é empresário do varejo farmacêutico há 40 anos. É presidente da Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias), da rede de Drogarias Ultrapopular e da administradora de redes Farmarcas.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Empreendedorismo feminino: Dicas para a escalada do sucesso

            Empreendedorismo feminino: Dicas para a escalada do sucesso
            Empresária Janine Brito lidera empresa de materiais de construção e diz conquistar credibilidade em torno…

            Há 07 anos, Janine Brito recebeu a diretoria da Ferragens Pinheiro das mãos de seu pai Getúlio Pinheiro de Brito, mérito conquistado diante da sua participação nos negócios da família em que atua desde 1988. ?Até pouco tempo era a presença masculina que predominava na Pinheiro e não havia espaço para as mulheres na diretoria da empresa; foi um desafio e tanto assumir o cargo de CEO do Grupo Pinheiro de Brito?, conta a empresária.

            Histórias de como as mulheres vêm liderando com maestria áreas estritamente masculinas, a exemplo do setor de material de construção, são comuns na realidade daqueles que trabalham com empreendedorismo. ?Conquiste credibilidade em torno do seu nome. Isso é parte importante do caminho para o sucesso?, garante Janine.

            De acordo com a Rede Mulher Empreendedora ? a maior rede de empreendedorismo feminino do Brasil ?, o país possui mais de 7,3 milhões de mulheres empreendedoras. Ainda segundo a Rede, não houve pesquisa específica que pudesse expressar diferentes perfis e peculiaridades dessas mulheres.

            Dicas para mulheres empreendedoras:

            - A maioria das mulheres são influenciadas por opiniões externas, trabalhar a autoconsciência nos ajuda a gerirmos nossa autoimagem;

            - Quando a autoimagem não está bem desenvolvida, caímos nas armadilhas: ?não consigo?; ?não posso?; ?não sou capaz?. Reconhecer que erros são experiências para gerar aprendizado nos ajuda a olharmos tais situações como degraus necessários para alcance do sucesso. Isso nos traz liberdade para agirmos segundo nossa essência;

            - A autenticidade é um fator diferencial para gerar resultado nos negócios;

            - Por sermos autoprotetoras, facilmente desenvolvemos sentimento de culpa. Devido a esse instinto protetor, nos tornamos controladoras para evitar problemas e dores de cabeça. E é justamente esse sentimento de culpa que as mulheres precisam aprender a identificar e administrar para não serem consumidas;
            - O último grande desafio que também está intimamente ligado à questão do tempo. É a participação em eventos de networking. O networking é essencial para qualquer pessoa e mais ainda para empreendedores que dependem de apoio para desenvolver seus negócios.

            Sobre a Ferragens Pinheiro ? Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.


            saiba mais »

            22/01/2017 - São Paulo responde por 41% da indústria de seguros e gera oportunidades 

            São Paulo responde por 41% da indústria de seguros e gera oportunidades 
            Análise do Sindseg-SP confirma que o estado é um dos mais atrativos do País aos…

            O estado de São Paulo representa atualmente 41% do mercado de seguros do País. A participação do estado no setor varia de 36%, no ramo de automóvel, a 52%, no patrimonial.

            Considerando os resultados de 2016, o mercado de Capitalização brasileiro faturou R$ 19 bilhões, sendo que 38% desse valor correspondem a São Paulo. O estado responde ainda por cerca de 40% dos veículos segurados do país.

            Os números são do relatório Rating de Seguros de janeiro, desenvolvido pelo Sindseg-SP, que avalia mensalmente a conjuntura econômica paulista.

            A análise confirma que o estado oferece uma ampla gama de atuação e é um dos mais atrativos do País aos profissionais que pretendem desenvolver carreira nesse segmento.

            Para quem deseja atuar nesse mercado e espera alcançar níveis gerenciais, a Escola Nacional de Seguros oferece, em São Paulo, o bacharelado em Administração com linha de formação em Seguros e Previdência. Como diferencial, o curso propõe uma sólida base de conhecimentos em Seguros e Previdência, além de orientação profissional e possibilidades de networking.

            A graduação tem nota 5 no ENADE, e é considerada pelo Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação, a 3ª melhor Faculdade de Administração da cidade.

            Os interessados em cursar a graduação podem participar do processo seletivo no dia 28 de janeiro, às 10h.

            Também é possível se matricular mediante a apresentação do boletim do ENEM realizado nos três últimos anos, de diploma de ensino superior ou por meio de transferência externa. Nos dois últimos casos, a Escola oferece desconto de 30% durante todo o curso.

            As inscrições podem ser feitas no hotsite www.profissaosegura.com.br, onde mais informações estão disponíveis. O início das aulas será no dia 6 de fevereiro.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Exporta Fácil com seguro inexistente

            Aparecido Mendes Rocha
            O Exporta Fácil é um serviço de remessa internacional oferecido pela Empresa Brasileira de Correios…

            De acordo com informações do site da ECT, os processos são feitos com base na Declaração Simplificada de Exportação (DSE), criada pelo governo em 1999, para incentivar o pequeno exportador e abrir as portas do mercado internacional a novas empresas. Os Correios cuidam do desembaraço alfandegário no Brasil, com a emissão do Certificado de Exportação, que retorna ao exportador em qualquer lugar do país, ou seja, ele não precisa se deslocar até as cidades que disponham de autoridades alfandegárias para liberar as remessas.

            O Exporta Fácil disponibiliza dois tipos de seguros: o seguro gratuito e automático já incluso no preço do despacho, cujo valor do ressarcimento depende da modalidade escolhida para envio; e o seguro opcional que pode ser adquirido no momento da postagem de mercadoria com valor acima do determinado para o seguro automático.

            Para assegurar o ressarcimento do valor total do objeto despachado, mais as taxas postais, os Correios cobram sobre o valor que exceder o seguro gratuito, 1,5% para o serviço EMS e Sedex Mundi, e 2% para o serviço Leve Internacional e Mercadoria Econômica.

            Embora o seguro seja registrado no conhecimento de embarque (Airway Bill ? AWB), os Correios não entregam a apólice ou certificado de seguro ao remetente-segurado. Na realidade, a ECT oferece um seguro de transporte exportação sem ter um seguro regulamentado e uma apólice contratada no mercado segurador brasileiro, sujeitando-se as multas e penalidades impostas pelos órgãos reguladores.

            A partir de 2011, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda, responsável pela regulação e fiscalização dos mercados de seguros, iniciou um intenso combate ao mercado marginal de seguros em diversos estados brasileiros, inclusive veiculou uma propaganda televisiva alertando sobre os riscos de comprar seguro de empresas sem autorização para operar na comercialização de produtos com proteção securitária. A Susep autuou e aplicou multas que somaram mais de R$ 300 milhões a mais de cem empresas vendendo seguros irregularmente.

            Em 2013, um processo de investigação sobre a venda irregular de seguros pelos Correios para encomendas transportadas no Brasil foi aberto e a Susep e a Advocacia Geral da União (AGU) notificaram a empresa e o resultado dessa ação é desconhecido.

            O Exporta Fácil é um excelente serviço e o seguro o torna ainda mais eficiente. Porém, para vender a proteção securitária, a ECT precisa contratar uma apólice na condição de Estipulante do Seguro, por intermédio de um corretor de seguros, e o consumidor para aderir ao seguro precisa observar as normas estabelecidas no termo de venda internacional negociado de Incoterms (International Commercial Terms).

            Aparecido Mendes Rocha, especialista em seguros internacionais


            saiba mais »

            22/01/2017 - O passo a passo para estabelecer e realizar metas desafiadoras

            O passo a passo para estabelecer e realizar metas desafiadoras
            No início de ano as pessoas têm o costume de estabelecer metas, de fazer promessas…

            ?O passo a passo para estabelecer e realizar metas desafiadorasLocal: São Paulo, SP


            No início de ano as pessoas têm o costume de estabelecer metas, de fazer promessas e sonhar como gostariam que fosse o ano. Algumas até chegam a fazer um planejamento e começam a executar, e isso é extremamente positivo. O problema é quando as coisas começam a não funcionar conforme foi pensado, cria-se frustração, desanimo e em alguns casos de depressão.

            Mas por que não conseguimos cumprir aquilo que nós mesmos dissemos que éramos capazes de realizar?

            O fato é que colocamos nossas emoções em jogo e principalmente não sabemos estabelecer e cumprir metas desafiadoras.

            Temos de praxe colocar algo grande que queremos realizar sem ao menos termos feito o básico. Já queremos estar no topo da montanha sem pensar nos desafios e quais serão os pequenos passos para escalar o caminho.

            Do que adianta motivação, ações e dedicação sem resultados? Algumas pessoas alegam que pelos menos tentaram, que ótimo, mas será que elas seriam mais felizes se realizassem?


            Abaixo tem algumas dicas que vão ajudar a estabelecer metas desafiadoras e realizáveis:

            ? Passo 1 ? Sonhe a vontade e veja detalhadamente aonde quer chegar, tem que ser detalhado: estimule seu cérebro e corpo a sentir como se já tivesse a vida que deseja, vale aqui pesquisas e estudos de como funciona o local que quer estar, como as pessoas que tem como referência agem e pensam e como é o dia a dia delas.

            ? Passo 2 ? É hora de ver o caminho, o processo: chega de sonhar, agora veja como é o processo para se chegar na realização, quais os caminhos a seguir, quais ações à realizar, quais os comportamentos que tem de mudar, qual o passo a passo?

            ? Passo 3 ? Neste caminho, defina e divida em metas menores que você tem certeza que irá realizar: por exemplo, se sua meta é ler um livro de 300 páginas, quantas páginas realmente você consegue ler por dia? Aqui não vale utopia, ou seja, se você nunca leu dez páginas em um dia, como coloca isso como meta? Se você não tem o hábito de leitura, coloque como meta o seu mínimo, ou seja, no exemplo, quantas páginas tem certeza que vai ler? Três, cinco, mais? Alguns podem pensar, é muito pouco, mas então por que ainda não foi feito?

            ? Passo 4 ? Gerencie as pequenas metas: pronto, conseguiu ler três páginas no dia (se conseguir mais, melhor ainda), amanhã a meta são quatro páginas. Não conseguiu, reduza para duas páginas. É notório como as pessoas são muito boas em sonhar, mas de aceitar o que realmente está acontecendo, são poucas. Aqui tem um exemplo interessante de um antigo trabalhador rural que hoje administra uma empresa que fatura R$ 2,5 bilhões anualmente (Aço Cearense), Vilmar Ferreira, onde ele diz que a competência está ligada com o reconhecimento de suas limitações. Aceite sua realidade e limitações e comece a mudar aos poucos.

            ? Passo 5 ? Depois de ver o processo, elenque os recursos que tem para executar o plano: quais as capacidades que você tem para conseguir executar o passo a passo? Se não tem, o que precisa para conseguir? O que pode te atrapalhar? E o que vai fazer para superar o que te atrapalha?

            ? Passo 6 ? A motivação é sua e de mais ninguém: Responda, por que quer realizar estas metas com emoção? Ou seja, o que vai mudar na sua vida quando conseguir? Por quem você faz isso? Como será sua nova vida?

            Seguindo estes seis passos de sonhar, planejar, metas fragmentadas, gerenciamento, busca de recursos e automotivação, suas possibilidades de se aproximar de fato das realizações aumentam significativamente.LUCAS SANTOS


            saiba mais »

            22/01/2017 - Catástrofes naturais de 2016

            Francisco Galiza
            Rating de Seguros ? Comentário Econômico n? 447

            Prezados Senhores,

            Abaixo, recentemente divulgado, o texto ?2016 Annual Global Climate and Catastrophe Report?, da AON, analisando as catástrofes naturais e eventos climáticos no ano passado.

            Ver... http://thoughtleadership.aonbenfield.com/Documents/20170117-ab-if-annual-climate-catastrophe-report.pdf

            Alguns pontos:

            Mais de 300 eventos geraram perdas econômicas de US$ 210 bilhões, o maior valor desde 2013. As inundações responderam por quase 30% de todos os danos.
            O prejuízo segurado foi de US$ 54 bilhões - 8% acima da média da média histórica de US$ 50 bilhões -, 26% das perdas econômicas globais.
            O evento mais dispendioso para a indústria de seguros foi o terremoto no Japão em US$ 5,5 bilhões, seguido pelo furacão Matthew, com US$ 5,0 bilhões.
             

             

            Francisco Galiza
            http://www.ratingdeseguros.com.br/

            http://twitter.com/ratingdeseguros


            saiba mais »

            22/01/2017 - Com a crise, motivar equipes tem sido cada vez mais difícil para empresários e gestores

            Marcos Biaggio
            Motivar equipes de trabalho, nos dias de hoje, não tem sido uma tarefa fácil para…

            Apesar deste contexto macroeconômico, é papel das lideranças manter seus colaboradores focados em objetivos comuns e comprometidos com as tarefas de conquistar clientes, preservá-los e assegurar a entrega daquilo que foi vendido.

            Por falta de preparo, líderes setoriais acabam caindo na mesma armadilha daqueles que compõem a base de colaboradores. Em pouco tempo, aquilo que está ruim corre sério risco de ficar ainda pior a media que os objetivos empresariais não são cumpridos, o que acarreta no aumento do desemprego ? em 2016 a taxa de desemprego deve ficar perto de 12%, o pior índice desde 2012.

            Veja a seguir os erros mais comuns que os gestores cometem na hora de motivar os seus colaboradores e que podem ser evitados mediante o uso de técnicas específicas, aliadas às habilidades natas para liderar pessoas.

            1. Os profissionais são únicos? ?não existe motivação em massa?. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro. Na prática, o gestor acredita que determinado elemento vai motivar um profissional, pois foi o mesmo elemento que já motivou outro colaborador. Cada membro da equipe precisa ser conhecido e reconhecido pelo seu gestor, entendendo suas necessidades e interesses.
            1. Desafios inatingíveis- a maioria das pessoas sabe que os profissionais, para se sentirem motivados, querem desafios constantes. Ou seja, uma oportunidade de superar uma meta e de mostrar um bom trabalho. O erro acontece quando o líder, pensando que vai motivar, estipula um desafio absurdo, que dificilmente será atingido. O profissional sabe que não vai conseguir e logo fica desmotivado. Os desafios devem sempre ser propostos, mas precisam ser palpáveis, atingíveis.
            1. Marcação cerrada ? ainda na lógica do item um, o líder pode desmotivar, tentando motivar, se não entender as necessidades e os interesses dos profissionais. Nesse caso, a desmotivação acontece porque o chefe fica em cima demais do funcionário, acreditando que ele quer esse acompanhamento de perto, quando, na realidade, o que ele deseja é mais autonomia e liberdade. Novamente, os profissionais são diferentes uns dos outros. Se o chefe entende que acompanhar de perto o trabalho de um profissional o motiva, ele não deve acreditar que isso vai motivar todos os demais. Portanto, é importante identificar as necessidades de cada um.
            1. Regras do jogo claras- o líder também pode desmotivar alguns membros da equipe quando está tentando motivar outros. Promover um funcionário, por exemplo, sem dúvida fará com que esse profissional se motive. Porém, se essa promoção não for clara, ou seja, se os demais não entenderem os motivos dela, será um grande fator de desmotivação para os demais membros da equipe. O segredo está em deixar as regras do jogo claras quanto às condições necessárias para que ocorra uma promoção.
            1. Feedback mal dado- alguns líderes acreditam que fazer uma crítica fará com que o profissional queira mudar, melhorar e virar o jogo. Por isso, ao dar um feedback, criticam alguns pontos do trabalho do profissional ? pensando que ele vá querer melhorar. O problema, novamente, é que as pessoas são diferentes, ou seja, alguns são auto motiváveis, enquanto outros desanimam totalmente. A sugestão é fazer um feedback bem estruturado, ou seja, apontar os pontos que deveriam ser melhorados, observando a maneira de falar e ainda ressaltar os pontos positivos do trabalho do profissional.
            1. Falta de feedback- na mesma linha do item anterior, o feedback é uma questão bastante delicada. Se o líder prefere não fazer, pensando que o profissional vai achar que a ausência de feedback significa que não há nada de errado com seu trabalho, isso pode ser um ?grande tiro no pé?. Sem uma avaliação do seu trabalho o profissional pode sentir que não é importante, que seu trabalho não faz nenhuma diferença. Os colaboradores também devem sentir-se à vontade para pedir ao seu superior um feedback do seu trabalho, isso alimenta as perspectivas pessoais dentro da empresa.
            1. Promoção sem remuneração -promover uma pessoa de cargo é um ótimo fator motivacional, mostra que seu trabalho foi reconhecido e que ele está pronto para novos desafios. Mas, novamente, nem todos os profissionais são iguais, e se o líder pensar que uma promoção sem aumento de salário é sinônimo de motivação para qualquer profissional, ele pode estar muito enganado. Mesmo que o funcionário se motive num primeiro momento, com o tempo ele vai entender que só tem mais trabalho, pelo mesmo salário.
            1. Promessas que nunca se realizam ?prometer coisas que nunca se realizam desmotiva demais um colaborador, que ainda pode influenciar os demais disseminando a sua imagem sobre o seu gestor ou mesmo sobre a empresa. Mencionar uma promoção que nunca chega, até coisas menores, como uma visita ao cliente, a participação em um projeto, novos desafios e remuneração maior. Claro que inicialmente o profissional vai se motivar, mas, quando ele entender que nada acontece, a situação pode ficar muito ruim.
            1. Delegar sem dar suporte- se o líder delega funções extras a um membro da equipe, é preciso que ele também dê o suporte necessário. Muitas vezes os profissionais podem sentir que não estão preparados para assumir determinadas tarefas e, se não puderem contar com o suporte do líder, o que deveria ser um fator motivacional, acaba desmotivando diante do fantasma do fracasso por não ter o apoio do líder.
            1. Delegar sem dar autonomia- o líder também deve saber que autonomia é importante para alguns profissionais. Logo, se ele delegar algumas funções, mas continuar centralizador demais, isso pode ofuscar a motivação inicial de ter assumido novas responsabilidades.

            ===================================================

            O autor é coach empresarial e consultor de vendas.

            Solicite informações sobre o programa de formação de equipe de vendedores de alto desempenho para mais clientes, mais vendas e maiores lucros.

            Ligue 11 97594-0660 ou acesse www.mbmastercoach.com


            saiba mais »

            22/01/2017 - Em noite de premiações, Ameplan lança campanha para 2017

            Diversas premiações e o lançamento do ?Jubileu Premiado? ditaram a noite da Ameplan

            A Ameplan promoveu, na última quinta-feira (19), uma festividade para premiar corretores, supervisores e gerentes que participaram em 2016 da campanha ?Caribe, a nova onda da Ameplan?.

            Os participantes concorreram a muitos prêmios: o maior deles foi o de R$ 200 mil e mais uma viagem de navio aos mares do Caribe com tudo pago.

            Laureci Zeviani, diretor comercial da empresa, fez um levantamento de como foi o ano de 2016 da instituição e mostrou aos convidados quais são as perspectivas traçadas para 2017.

            Aproveitando a ocasião, a Ameplan lançou mais uma (nova) campanha pensando de novo em incentivar as vendas para este ano: o ?Jubileu Premiado Ameplan? que ocorrerá entre os dias 1º de fevereiro e 31 de agosto. O contemplado viajará a João Pessoa (PB) e ficará hospedado em um resort com tudo pago.

             


            saiba mais »

            22/01/2017 - Trade marketing: especialista mostra como melhor atender o shopper em tempos de crise

            A pesquisadora da ESPM Rio Simone Terra apresentou oportunidades para trabalhar com as marcas no…

            Em tempos de crise, um dos desafios do trade marketing é entender como lidar com um shopper que dispõe de menos recursos para compras. Este foi um dos recados que a especialista em shopper marketing Simone Terra, pesquisadora do Núcleo de Economia Criativa na ESPM Rio, apresentou durante o TradeCast, webinar gratuito promovido por meio do Clube do Trade, iniciativa da Involves, empresa que atua no desenvolvimento de tecnologia para o trade marketing. A apresentação foi realizada pelo CEO da empresa, Rodrigo Lamin.

            Segundo Simone, deve-se lembrar que a marca conta com apenas dez segundos para convencer o consumidor a decidir pelo seu produto, por isso a comunicação tem que ser rápida. ?Muitas pessoas afirmam não ter como investir em merchandising, mas a embalagem do produto é o melhor material de merchandising. Ela fará com que o shopper (consumidor) decida pelo produto?, afirmou a especialista.

            A pesquisadora também apontou algumas oportunidades para trabalhar com as marcas no ponto de venda neste momento de redução orçamentária. ?Estamos lidando com um shopper com menos dinheiro, então dependendo do tipo de produto há a necessidade de diminuir ou aumentar a embalagem. Por exemplo, produtos de obrigação (para casa) devem ter embalagens grandes, pois o consumidor está muito ligado em economia. Outros pontos muito importantes são necessidade de se reinventar, estratégias de trade diferenciadas para canais, parcerias de cobranding, conseguir provar o ROI, comunicação segmentada, estratégia de alinhamento entre sell in e sell out, tomada de decisão rápida e plano de ação semanal. Lembrando que empresas médias aproveitaram a crise para inovar com tecnologia e saíram na frente. Simples ações fazem a diferença?, explica.

            Simone também considera importante a integração de todos os setores no mesmo propósito. ?As equipes devem estar motivadas e capacitadas. Os gestores precisam reconhecer o trabalho. Não estou falando em dinheiro, é receber parabéns, ser destacado como o melhor do mês, um jantar com o chefe, etc. Se entendemos isso, conseguimos traçar uma boa estratégia?, finaliza.

            O Clube do Trade, portal iniciado em 2016 com o intuito de pulverizar boas práticas do setor, promove ao longo do ano vários debates por meio de webinars com especialistas da área para aproximar os profissionais que atuam com trade marketing e apoiar as organizações na busca por maior competitividade. As gravações de todas as edições do TradeCast ficam disponíveis no site www.clubedotrade.com.br, na página de Materiais Educativos. O conteúdo é gratuito.


            Sobre a Involves

            A Involves surgiu em 2008 e é a responsável pelo desenvolvimento do Agile Promoter, plataforma de gestão de trade marketing e monitoramento de equipes de campo em tempo real utilizada por empresas que atuam em segmentos como alimentos e bebidas, eletroeletrônicos, informática e cosméticos. Instalada em Florianópolis (SC), a scale-up catarinense atua diretamente com indústrias, distribuidores e agências especializadas em trade marketing. Hoje a Involves tem clientes no Brasil, África e em mais dez países da América Latina. Estão no portfólio do Agile Promoter grandes empresas como L?Oréal, Red Bull, Multilaser, Fini Guloseimas, Cecrisa, Parati, Intelbras e Positivo Informática. Saiba mais: www.involves.com.br / www.agilepromoter.com.


            saiba mais »

            22/01/2017 - O seguro e a bandidagem

            Será que existe seguro para mercadorias contrabandeadas? A pergunta não é inédita. Já me perguntaram…

            A mesma regra vale para os produtos piratas. Por se tratar de operação ilegal, o segurado não teria como apresentar os documentos necessários para a seguradora regular o sinistro e pagar a indenização. Da mesma forma, as peças estocadas num desmanche clandestino também não poderiam ser indenizadas, em função da ausência de comprovação de sua origem.

            Assim, ainda que, em tese, a contratação de seguros para estas e outras situações ilegais fosse possível, na prática, o segurado não receberia a indenização e, ainda por cima, correria o risco de ficar exposto, já que a seguradora estaria obrigada a informar o fato às autoridades competentes.

            Mas, além da impossibilidade do pagamento da indenização, há outra razão ainda mais importante para que uma seguradora não aceite um risco desta natureza. A lei e os princípios básicos que norteiam a atividade seguradora vedam a contratação de seguros para garantir atividades ilegais.

            Seguro, de acordo com o Código Civil, existe para garantir interesse legítimo do segurado. Como uma atividade ilegal não é um interesse legítimo, nem tão pouco a posse de mercadorias conseguidas de forma ilícita, não há como se falar em contratação de seguro para mercadorias contrabandeadas, ou mercadorias piratas, ou produtos roubados.

            É preciso dizer que a regra faz todo o sentido. Afinal, não é razoável se imaginar uma proteção patrimonial ou operacional para um criminoso ou para uma atividade à margem da lei. Tanto é assim que o seguro de vida em grupo, que é um seguro de indenização ampla, tem entre suas poucas exclusões a morte em decorrência de crime ou confronto do segurado com a polícia.

            É preciso deixar claro que a situação oposta, ou seja, quando o segurado ou as mercadorias e bens de sua propriedade são furtadas ou roubadas, ou quando ele perde a vida, vítima de um assalto, o seguro é pago sem nenhum problema.

            A diferença entre as duas situações é que as atividades legais, que são vítimas de atos ilícitos, podem e devem ser seguradas, até porque a função precípua do seguro é dar proteção ao patrimônio e capacidade de atuação da sociedade, através da contratação de apólices específicas, destinadas a proteger individualmente os riscos de seus integrantes.

            Enquanto as atividades ilegais contra o patrimônio ou a pessoa não podem, em hipótese alguma, serem beneficiadas com indenizações de seguros, em caso de darem errado; enquanto operações empresariais criminosas também não podem ser seguradas; enquanto interesses não legítimos do segurado não podem ser segurados, o seguro existe para dar tranquilidade àqueles que cumprem a lei, que respeitam as regras do jogo, que pagam impostos, que trabalham com transparência e lisura.

            Se o seguro pudesse garantir os riscos decorrentes do crime ou de atividades ilegais, estaria havendo, mais que o incentivo para os criminosos, a chancela da sociedade para este tipo de situação. Ou seja, estaria se instalando o caos no ordenamento jurídico, que é a base da existência e funcionamento da sociedade.

            O assunto é tão importante que, atualmente, existem regras claras previstas em leis, como a lei de lavagem de dinheiro, que limitam e obrigam as seguradoras a denunciarem indícios de operações ilegais.

            AUTORIA:Antonio Penteado Mendonça


            saiba mais »

            22/01/2017 - Interação 360° com o cliente

            A maioria das empresas investe em ferramentas digitais para atrair, converter e reter clientes, mas…

            O fato é que a limitação de acesso às informações dos clientes pode trazer inúmeros prejuízos às organizações que, cada vez mais, precisam de insights sobre os desejos dos clientes durante a jornada de compras. É aí que área de Marketing entra em cena, uma vez que capacita as organizações para captarem tais percepções sobre as intenções dos consumidores, por meio de experiências individuais e em tempo real, até porque o dinamismo do mercado exige agilidade nas ações e na tomada de decisões.

            O marketing contextual, por exemplo, que é a evolução do marketing personalizado, reúne informações dos clientes de vários canais como: interações anteriores, isto é, histórico de transações (pedidos, compras, pagamentos); antecipação de comportamentos e intenções atuais.

            A partir daí, a experiência do cliente passa a ser personalizada, contextualizada e relevante. Há soluções de marketing e comércio que proporcionam engajamento com os clientes, ou seja, antecipam as necessidades e interesses do público-alvo. É o caso da plataforma SAP Hybris que, por meio da combinação dos seus módulos de Commerce, Service, Sales e Marketing, oportuniza experiências exclusivas durante toda a jornada de compras, desde o despertar do interesse, pesquisa, a compra em si até o pós-venda. Nesse caso, todo o relacionamento é focado no engajamento e na satisfação dos clientes B2B e B2C.

            É uma poderosa plataforma de relacionamento omni-channel que garante possibilidades diferenciadas de interação com foco na venda. A comunicação ocorre por múltiplos canais de contato, com isso há um melhor engajamento entre os clientes, além da oferta da inteligência digital para a força de vendas e da possibilidade do Marketing desenvolver campanhas segmentadas e inteligentes, desde materiais impressos até as mídias sociais.

            Quando se trata do comércio multicanal é imprescindível a criação, o gerenciamento e a publicação de informações relevantes em todos os canais de vendas e serviços. Então, para as empresas que buscam a gestão de conteúdo de produtos, gestão de conteúdo da Web, mobilidade, pesquisa e recursos de comercialização integrados, esta solução é uma alternativa mais que indicada, ou melhor, é indispensável.

            Outra possibilidade para gerar engajamento com os clientes são as ferramentas que permitem os insights das intenções dos consumidores em tempo real e, consequentemente, experiências contextuais e agilidade frente ao concorrente.

            Integrada a suíte Commerce, essa solução também oferece recursos como recomendações de produtos, microssegmentação, direcionamento e conversão de carrinhos abandonados com o remarketing, análise preditiva, medição de sentimento dos consumidores, ROI de campanhas em tempo real, integração com mídias sociais, criação de perfis únicos e completos dos seus clientes, além do auxílio à conversão dos acessos anônimos de seu website em clientes satisfeitos e fidelizados.

            A verdadeira visão de 360° das interações com os clientes ? em todos os canais ? cria uma percepção única de informações relevantes de consumidores em um só local, fator que possibilita a identificação do público-alvo para campanhas omni-channel.

            O resultado é certo: aumento das conversões de clientes, consolidação e recomendação da marca. O que mais a sua empresa deseja?

            Sofia Alpendre Baldessar, Gerente de Marketing da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

            Sobre a FH - Com 17 anos de mercado, a FH é uma empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software. Conta com mais de 200 clientes ativos, aproximadamente 450 colaboradores, oito sedes ? Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Joinville, Rio de Janeiro, Brasília, Stuttgart e Madrid. A FH tem atuação em mais de 26 países nos segmentos da indústria, varejo, manufatura, fashion, utilities, energia, financeiro, farmoquímica, agroindústria e setor público. A companhia conta com três linhas de negócio: Services, formada pelas áreas de Consulting, Technology e E-commerce ? dedicadas à venda e implementação de projetos SAP, desenvolvimento de software e projetos de e-commerce? com a maior capacidade instalada no Brasil para projetos omnichannel; Outsourcing ? suporte online 24 x 7 ? e Software - Solução Fiscal GUEPARDO e Flieger Commerce, principal solução de digital commerce disponível no mercado. A FH é a primeira companhia brasileira a contar com uma das mais importantes certificações em operações de soluções com metodologia, a RUN SAP Operations. Mais informações em: http://www.fh.com.br.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Contabilidade - chegou a hora de repensar para 2017

            As empresas ainda sentirão durante o ano de 2017 os reflexos da crise financeira que…

            As empresas ainda sentirão durante o ano de 2017 os reflexos da crise financeira que atravessamos, assim, ações já devem ser tomadas para que essas sejam minimizadas ao máximo, sendo também papel da contabilidade auxiliar nesses casos, buscando oferecer aos clientes as melhores soluções para pagar menos tributos dentro da lei, na chamada elisão fiscal.

            Mas, isso não é tudo, também é papel da contabilidade de sua empresa garantir a segurança contábil, fiscal, societária e trabalhista de uma empresa. Evitando irregularidades que possam gerar pesadas multas que comprometam os negócios.

            "Ocorre que é grande o número de empresas que, por falta de conhecimento e suporte contábil, comentem erros que geram vários problemas, ocasionando pesadas multas ou inaptidão para os negócios, o que faz com que sua sobrevivência seja comprometida. Com a crise qualquer erro pode ser fatal, assim é fundamental a segurança", explica o diretor executivo da Confirp Contabilidade, Richard Domingos.

            Veja pontos necessários para que a contabilidade de uma empresa esteja em dia:

            Constante atualização

            As mudanças em relações a esses temas são constantes no Brasil, com atualização praticamente diárias, assim, a atualização constante de uma contabilidade não é um diferencial, é uma necessidade. Nenhuma decisão deve ser tomada nessa área sem conhecimento profundo das mudanças da legislação, pois isso é um dos principais motivos de infrações e multas para as empresas.

            Comunicação alinhada

            Esqueça aquela ideia de o contador ser um profissional que só era consultado em último caso, em função de complicações maiores. Hoje é imprescindível que a empresa tenha um diálogo constante com sua contabilidade, pois esta será imprescindível na melhor decisão do caminho a tomar no negócio. Dados como CNAE e tipo de tributação farão todo diferencial nos custos dos negócios e no seu futuro.

            Tecnologia de ponta

            O mundo mudou, e a contabilidade também, se hoje sua empresa faz toda movimentação bancária online, por que a contábil, fiscal e trabalhista deve ser diferente? Não tem mais como evitar esses pontos, principalmente com a aplicação do SPED, Nota Fiscal Eletrônica, eSociais e outras novidades do Governo. Ou sua contabilidade acompanha essas atualizações, ou logo sua empresa sentirá os efeitos de forma negativa.

            Segurança da informação

            Tenha em mente que os dados relacionados ao seu trabalho são confidenciais, isso por vários motivos, desde concorrência até segurança de administradores e funcionários. Assim, para e pense, qual é a estrutura de segurança de sua contabilidade? Você pode estar com seus dados em risco fisicamente ou virtualmente. Assim, busque sempre o que há de mais moderno em segurança da informação.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Reorganização de estoque: sua empresa começando o ano com o pé direito

            Aproveite a disposição do começo de ano e comece já a reorganização do estoque. Empresas…

            Com o início de um novo ano, as empresas estão mais propensas a novidades e reformulações. Uma boa tarefa para recomeçar o ano a todo vapor é a reorganização do estoque. É comum que a maior preocupação de lojistas ou até indústrias seja manter a organização em todos os espaços que os clientes possam ver, enquanto os bastidores estão aquela bagunça. E é aí que o problema começa, como ter uma empresa que funciona bem, com bons lucros e atendimento de qualidade sem o controle de estoque, já pensou vender um produto que não está mais em estoque? Que situação constrangedora. Listamos alguns itens que você deve se preocupar para manter o estoque em dia.

            Organização
            É o fator primordial para ter um estoque de qualidade. Com um controle rígido de onde está cada item, qual a quantidade, o tipo do produto e prazo de validade fica mais fácil contabilizar perdas, extravios, etc. Para ajudar na reorganização do estoque, vale a pena investir em gaveteiros , com espaços individuais e visores frontais é fácil identificar o que está guardado naquele local. Os gaveteiros da Magus ainda oferecem divisórias removíveis, assim a empresa pode reformular os compartimentos da forma que for mais adequada a sua necessidade.
            Ter uma pessoa responsável pelo registro das entradas e saídas, irá ajudar na gestão do estoque.

            Armazenamento
            Estoque não é depósito de lixo, é o seu dinheiro que está ali em forma de produtos. Mantenha o local limpo, iluminado e arejado.

            Reposição
            Com o estoque organizado e limpo fica mais fácil analisar as necessidades de reposição, uma boa opção é manter em um sistema a quantidade mínima de cada produto necessária para funcionamento, quando chegar a essa marca o item deve ser reposto.
            Outra questão para reposição de estoque, são os produtos sazonais, você deve conhecer o seu cliente e saber em que época do ano a compra do produto aumenta ou diminui, mantendo o estoque adequado a esse fator.

            Fornecedores
            Encontre um fornecedor com bons preços, mas que garanta a qualidade dos produtos, flexibilidade de pagamento e cumpra os prazos.

            Desapegue
            Tem algum produto encalhado? Faça remarcação de preços, promoções e o coloque em kits com produtos relacionados e que vendam melhor, faça o seu estoque girar. Estoque parado é dinheiro perdido.


            saiba mais »

            22/01/2017 - A hora e a vez da economia compartilhada ? veja três exemplos de redução de custo com qualidade

            Em busca de alternativas que mesclam economia e qualidade os consumidores encontraram na economia compartilhada…

            A economia colaborativa tomou o mercado, mudando conceitos antiquados. Em busca de alternativas que mesclam economia e qualidade os consumidores encontraram nessa nova realidade vantagens muito interessantes. Esse é o caso de espaços de escritórios compartilhados, que também proporcionam um espaço de troca de conhecimentos e, principalmente, network.

            Lógico que sempre existirão os insatisfeitos com essas mudanças, como é o caso dos taxistas em relação ao Uber, mas, essas melhorias dificilmente retrocederão.
            O mercado constantemente atravessa mudanças radicais e, com o passar dos anos, ocorre uma readequação e realinhamento das relações de trabalho, prevalecendo a sobrevivência de quem se ajustou melhor, um tipo de seleção natural econômica.

            ?A economia compartilhada proporciona inúmeras vantagens, os benefícios são muitos, desde as taxas menores até diferenciais de atendimentos, aos quais a população não estava acostumada. Os prestadores de serviços no país nunca prezaram pelo bom atendimento, para comprovar isso, basta ver os sites que compartilham experiências de consumo?, explica Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork, especializada em escritórios compartilhados.

            Para entender melhor como funciona a economia compartilhada conheças alguns dos principais exemplos relacionados:

            Escritório compartilhado
            Os escritórios compartilhados, ou Coworking?s, são formatos que possibilitam o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre as pessoas, reduzindo muito os gastos operacionais. Essas opções se estabeleceram no mercado pelas suas acessibilidades e praticidades.

            ?Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filial?, explica Bottura. Que observa um crescimento em média de 20% ao ano na Gowork (www.gowork.com.br).

            Transporte compartilhado
            Esse conceito ganhou visibilidade com o Uber, revolucionando o transporte de passageiros, assim, a partir de aplicativo, qualquer pessoa com um smartphone consegue chamar um carro com motorista para se locomover. Hoje já existem outras alternativas ao Uber, mas, o importante é que em poucos minutos, um veículo chega ao local definido, muitas vezes, com preços entre 15% a 25% mais barato. Isso fez com que nos principais centros urbanos essa ferramenta se tornasse prioritária para muitos consumidores.

            Existem também os aplicativos de caronas prometem o uso mais sustentável dos veículos e economia para todos que participam dessa rede. O princípio é simples: já imaginou ir para o trabalho ou para a faculdade sem precisar ficar horas em pé no ônibus? São várias versões Bynd, Caronetas, Blablacar, Mobiag, Carona Direta. Essas redes de caronas solidárias prometem reduzir custos mais ainda que o Uber e enfrentam até mesmo os ônibus em viagens rodoviárias, tendo como benefícios os custos e a facilidade de deslocamento.

            Estadia compartilhada
            Para quem quer viajar e economizar em estadia, já existem serviços de compartilhamento de casas ou apartamentos para a estadia, como é o caso do Airbnb, um aplicativo que permite anfitriões compartilharem seus espaços em 190 países e mais de 34.000 cidades. Tudo o que você precisa fazer é inserir seu destino e as datas da viagem na caixa de busca.

            São exibidas fotos de acomodações, perfis de anfitriões e comentários para ajudar a tomar decisões conscientes ao considerar o espaço. Os filtros de busca possibilitam limitar os resultados pelo tipo de acomodação, preço e local. Por exemplo, se estiver em busca de novas amizades e quiser que o anfitrião esteja presente, basta selecionar Quarto Inteiro ou Quarto Compartilhado.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Queda no faturamento do setor de serviços em novembro demonstra lentidão na retomada do crescimento, aponta FecomercioSP

            Segundo a Entidade, retração de 3,3% no mês em relação ao mesmo período de 2015…

            O setor de serviços de São Paulo continua com dificuldades de retomar o rumo do crescimento e expansão. Pelo 16º mês consecutivo, o faturamento real do setor registrou queda na comparação interanual. Em novembro, as receitas do segmento atingiram R$ 21,3 bilhões, retração de 3,3% na comparação com o mesmo mês de 2015. Apesar do baixo desempenho, a queda foi inferior ao encolhimento registrado em novembro de 2015, quando o faturamento real do setor de serviços caiu 8,9% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, o resultado de novembro de 2016 foi o menor para um mês de novembro desde 2011, apontando que o setor já teve períodos mais prósperos e tem apresentado recuperação lenta. No acumulado de 12 meses, houve recuo de 3,7%.

            Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), que traz o primeiro indicador mensal de serviços em âmbito municipal, elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo, fornecidos pela Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico. O município de São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando aproximadamente 20% da receita total gerada no País.

            Das 13 atividades avaliadas, apenas quatro registraram crescimento no faturamento no comparativo com novembro de 2015. Os melhores desempenhos foram observados nos segmentos de saúde (17,4%), serviços bancários, financeiros e securitários (4,0%) e empresas do Simples Nacional (3,3%), que juntos, contribuíram com 2,5 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral.

            Em contrapartida, as maiores retrações foram vistas nas atividades de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (-22,3%), outros serviços (-13,2%) e jurídicos, econômicos, técnico-administrativos (-10,9%), que em conjunto, impactaram negativamente com 4,5 p.p. para rebaixar o faturamento real do setor de serviços paulista em novembro.

            De acordo com a FecomercioSP, com a alta taxa de desemprego, muitas pessoas perderam o acesso ao plano de saúde, fazendo com que a busca por serviços particulares aumentasse, elevando, assim, o seu preço. Cabe destacar também que o grupo Saúde é considerado um serviço essencial e independentemente do aumento dos preços, a população não tem como não utilizar ou adiar determinados procedimentos. Na contramão estão as atividades que sofreram com as instabilidades econômica e política que se instalaram pelo País e fizeram com que os consumidores e empresários diminuíssem a contratação de determinado serviço, como o jurídico.

            O setor de serviços continua registrando resultados negativos, porém em ritmo menor de queda, como previsto anteriormente pela FecomercioSP. Assim como o setor de serviços foi o último a sentir os efeitos da crise econômica, a Entidade pondera que a retomada também será no mesmo sentido. Ainda segundo a Federação, as perdas registradas pelo setor somente serão recuperadas à medida que os setores da indústria e comércio retomarem as vendas, que ajudarão a melhorar os indicadores de emprego, renda, crédito, dentre outras variáveis determinantes para o consumo.

            Nota metodológica
            A Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS) é o primeiro indicador mensal de serviços em âmbito municipal e utiliza informações baseadas nos dados de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo, por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Prefeitura de São Paulo e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O indicador conta com uma série histórica desde 2010, permitindo o acompanhamento do setor em uma trajetória de longo prazo.

            As atividades foram reunidas em 13 grupos, levando em conta as suas similaridades e a representação no total do que é arrecadado do ISS no município. Por meio dos relatórios gerados, é possível identificar o total do faturamento (real e nominal) por atividade, as variações porcentuais em relação ao mesmo mês do ano anterior (T-T/12) e mês imediatamente anterior (T-T/1) e o acumulado no ano.

            Sobre a FecomercioSP
            A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista - e quase 10% do PIB brasileiro - gerando em torno de 10 milhões de empregos.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Porto Alegre está em 6° lugar em roubo e furto de carros segurados

            Com uma média de 32 veículos roubados ou furtados por dia, Porto Alegre encerrou 2016…


            Só em dezembro, foram registradas 1.044 ocorrências o que deixou Porto Alegre em quarto lugar. Em 2014, em igual período, foram 871 roubos e furtos de veículos e, em 2015, 1.117.

            Esses números vêm em ordem crescente já que em 2014 foram 10.929 carros segurados roubados ou furtados e, em 2015, 13.623. ?São números alarmantes que mostram a insegurança que vive o porto-alegrense. O ano de 2015 foi um ano extremamente atípico, mas se compararmos com 2014, houve aumento de quase mil ocorrências?, afirmou o vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS), Alberto Muller.


            saiba mais »

            22/01/2017 - Rito sumário: Normas e dispositivos de interesse direto do Corretor de Seguros

            O alerta partiu do corretor de seguros Alexandre Del Fiori, de São Paulo. Em mensagem…

            O CQCS foi pesquisar e apurou que, na verdade, desde 2011, o CNSP já publicou seis resoluções referentes ao rito sumário no âmbito do processo administrativo sancionador, o que representa, em média, uma norma aprovada a cada ano.

            Vale lembrar que todas essas normas incluíam dispositivos de interesse direto do corretor de seguros, por tratarem de possíveis punições e multas aplicadas ao profissional ou empresa.

            A última versão foi a Resolução 331/15, publicada em dezembro de 2015, segundo a qual o órgão encarregado pela instauração do processo sancionador poderá deixar de instaurá-lo quando verificar que todas as consequências da conduta supostamente infracional já foram sanadas, não tendo sido verificado dano direto a consumidor, nem mesmo provisório, e, simultaneamente, avaliar que a conduta não acarretou prejuízo ao atendimento dos objetivos da regulação setorial.

            Assim, o corretor não corre necessariamente o risco de ter o registro suspenso pela Susep ou de pagar multa, se a situação for resolvida.

            A mesma norma determina que a Susep poderá considerar como agente responsável pela suposta infração o corretor responsável, bem como qualquer outro que, comprovadamente, concorra para a prática da infração, ou deixe de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la.

            Além disso, a resolução estende os seus dispositivos também ?às entidades autorreguladoras do mercado de corretagem, aos liquidantes, aos estipulantes de seguros, aos representantes de seguros e aos distribuidores de título de capitalização.?

            Veja o que estabelece a Resolução 331/15, do CNSP:

            http://www2.susep.gov.br/bibliotecaweb/docOriginal.aspx?tipo=1&codigo=36998


            saiba mais »

            22/01/2017 - Corretor: Saiba como convencer o cliente que só busca preço

            Inseridos no Mercado de Seguros, os Corretores enfrentam, constantemente, o desafio de lidar com clientes…

            Atuante do Mercado de Seguros há seis anos, o Corretor Fabrício Zanzi Fabre, usa argumentos para desmistificar a questão que preço é tudo. ?Eu tento convencer o meu cliente que ele não está só levando um serviço. Ele está tendo um diferencial que outros lugares não ofereceria. Um cliente meu, consegue falar comigo pelo mesmo número de whatsapp que minha mãe. Hoje, se o Corretor não for um solucionador de problemas, se ele for só um canal de vendas, a tendência dele é só ter clientes que só vão atrás de preço. Mas se você trata o cliente como pessoa e não como número, você olha ele como amigo, e não como uma comissão, ele vai te indicar para outras pessoas?.

            Róstiner Feijó, proprietário há três anos da Axpex Corretora, afirma que o cliente que só busca preço, vai sentir a falta de um bom Corretor quando passar pelo sinistro. ?Melhor ter 500 clientes bons do que 1500 apenas com o preço. Conhecendo o que ele precisa, o cliente também vai te olhar como um bom Corretor, vai confiar no seu trabalho?.

            O executivo em Seguros, Sérgio Ricardo, instrui como o Corretor pode convencer o cliente de que nem sempre preço diz tudo. ?O Corretor deve mencionar sua experiência como um diferencial, fornecendo ao cliente um serviço que seja bom pra ele e não apenas pelo preço?.

            Fabrício afirma que a depender da situação que o cliente esteja passando, o valor do serviço pode ser negociável. ?Se eu conheço e sei que ele vem passando por uma situação complicada, eu consigo diminuir o valor da minha comissão, dando uma força pra ele. Ligo e ofereço minha proposta?, disse o Corretor.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Qual é o futuro do varejo?

            Qual é o futuro do varejo?
            2016 foi um ano de grande progresso no setor da tecnologia, especialmente em relação ao…

            Mas quais serão os próximos passo? A Zebra Technologies já está concentrando seu foco sobre as tendências tecnológicas nos próximos anos e na maneira como elas afetarão as empresas e os consumidores. Estamos empolgados com as possibilidades que essas tecnologias podem oferecer às empresas, aos nossos clientes e parceiros e aos usuários, para que eles possam estar tão conectados e agir de forma tão inteligente quanto o mundo em que vivemos, proporcionando-lhes uma visibilidade visionária.

            A Zebra adianta sete previsões relacionadas ao ambiente de negócios nos próximos anos:

            1. As empresas demandarão cada vez mais visibilidade sobre seus ativos, equipes e transações. Isso levará a um aumento no uso de tecnologias como códigos de barra e etiquetas RFID para melhorar a gestão e ganhar agilidade no manejo de ativos.

            2. Dados ganharão significado antes que se tornem inúteis: A quantidade de dados à disposição das empresas é cada vez maior, provendo informações de toda a cadeia produtiva com incrível precisão. Contudo, o grande desafio para as empresas até 2020 será coletar e analisar estes dados da forma mais rápida e precisa possível para poder agir com precisão e aumentar sua produtividade.

            3. Novos dispositivos terão mais recursos do que antes. As empresas buscarão usar dispositivos do tipo "tudo-em-um" no trabalho, e assim os equipamentos de consumo serão substituídos por dispositivos profissionais, capazes de executar mais tarefas com melhor desempenho.

            4. Inteligência Artificial e automação serão mais comuns do que se pode imaginar. Robôs e sistemas baseados em aprendizagem automática realizarão as tarefas mais simples, como catalogação de itens, otimização de espaço, análise de informações em tempo real, evitando assim desperdícios de dinheiro e material.

            5. Dispositivos móveis usados nas empresas se prepararão para novas opções de sistemas operacionais. Já em 2017 a Microsoft deixará de oferecer suporte para Windows CE e o EH 6.5 tradicional, e a tendência é que a atualização destes sistemas se torne cada vez mais frequente.

            6. A adoção de tecnologias de localização crescerá significativamente devido ao aumento do uso de etiquetas RFID e softwares de geolocalização. Esse avanço transformará a análise de dados e os serviços de atendimento ao cliente, proporcionando experiências cada vez mais personalizadas e customizáveis.

            7. O varejo multicanal crescerá graças ao uso de tecnologias que oferecerão uma excelente experiência de compra, integrando as lojas físicas e on-line. Isso significa que a separação entre o físico e o digital durante o ato de comprar será cada vez menor. A tendência é que eles deixem de competir entre si, e passem a se complementar, através de soluções focas na experiência do usuário.


            saiba mais »

            23/01/2017 - 6 orientações para melhorar o seu network

            6 orientações para melhorar o seu network
            O crescimento de uma empresa depende de inúmeros fatores, dentre esses é imprescindível o network.…

            Hoje, como administrador de um espaço de coworking, vejo a real importância dessa ação, pois, quem aprende a utilizar o espaço para possibilitar uma troca com os parceiros, invariavelmente, conseguem um crescimento mais rápido, principalmente em função da realização de indicações seguras.

            Pensando nisso, elaborei algumas dicas para aprimorar o relacionamento e gerar mais negócios:

            Busque aparecer adequadamente - quem não é visto, não é lembrado, assim, mesmo que seja uma pessoa introspectiva, busque locais onde haja bastante pessoas que possam gerar negócios e passe a lutar contra a timidez e divulgar suas ideias;

            Não crie inimigos ? muitos profissionais possuem uma postura negativista, criticando qualquer serviço que não seja o dele, isso não pega bem, sem contar que se o comentário chegar a pessoa alvo, poderá causar indisposição e inimizades. Você só tem a perder;

            Busque agregar ? é papel de um profissional ser agregador, tanto de conteúdo, quanto de pessoas. Assim, busque constante atualização sobre temas pertinentes e busque criar uma corrente de profissionais de áreas análogas para indicação, o que fará com que seja respeitado pelo grupo;

            Cada um no seu quadrado ? evite oferecer serviços para áreas que não são a sua especialidade, pois, cada um tem um ramo de atuação, que deve ser respeitado, o que gera muito mais respeito e troca de indicações;

            Seja precavido - Esteja sempre munido de cartão de visita e/ou apresentações de sua empresa, pois nunca se sabe quando surgirá uma possibilidade de negócios ou uma pessoa que poderá se interessar pelos seus serviços no futuro;

            Não exagere ? Existe uma linha muito tênue entre ser uma pessoa de network e ser o chato, assim, se policie, veja se não está sendo muito invasivo. Lembrando que muitas vezes o simpático, pode estar forçando a amizade. Sempre respeite o limite do próximo!

            Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork (www.gowork.com.br), empresa de escritórios compartilhados e especialista em empreendedorismo


            saiba mais »

            23/01/2017 - 5 regras para uma negociação de alta performance

            5 regras para uma negociação de alta performance
            Todos nós negociamos no dia a dia, tanto em relacionamentos pessoais como nos profissionais, nos…

            ?O aprendizado envolve o desenvolvimento de uma visão sistêmica e ampla do processo de negociação, além do aperfeiçoamento das habilidades de comunicação, de gerenciamento de impasses e de administração de conflitos, entre outras capacidades?, destaca o Prof. Randes Enes, coach, consultor, palestrante e professor da FGV.

            Randes, que ministra cursos de negociação empresarial avançada com base em sua experiência profissional e acadêmica, ensina 5 regras fundamentais para uma negociação de alta performance. Confira e fique pronto para conquistar grandes resultados!

            1) Planeje em conjunto com a equipe.

            Defina qual é o objetivo da negociação e elabore a meta inicial e ideal. Tenha também um Plano B. No que se refere à equipe, identifique os atores da negociação, tendo claro quem estará envolvido diretamente e indiretamente, ou seja, os negociadores principais (mesa tática); a equipe/departamentos que fomentará as informações ao longo do processo da negociação (mesa de apoio); e os negociadores ocultos, que darão as diretrizes negociais e deverá ser consultada, principalmente nos momentos de impasse negocial (mesa estratégica).

            2) Lide com os problemas de emoções e percepções.

            Atenção ao momento da negociação para que o processo não se torne um campo de batalhas e, até mesmo, uma briga de egos. Uma ferramenta de avaliação de competências (assessment) auxiliará no seu autoconhecimento para identificar os seus pontos fortes e fracos e das pessoas da equipe. Essa consciência facilitará a sua visão sobre o comportamento da outra parte a fim de evitar a batalha emocional, favorecendo as suas habilidades negociais.

            3) Crie valor para o seu objetivo negocial.

            Antes de colocar as moedas financeiras na mesa negocial, inicie destacando os interesses comuns entre as partes para estabelecer um grau de empatia e fortalecer o relacionamento. Use técnicas de brainstorming para que as partes possam sugerir opções de objetivos e meios para atingi-los e, assim, chegar a uma relação ganha-ganha. Utilize um facilitador (expert), se necessário, para valorizar a sua informação.

            4) Estabeleça legitimidade para os assuntos conflitantes.

            Identifique quais são as regras, normas, padrões, referências, leis, princípios e valores que são validados pelas partes envolvidas pois, assim, o que vale para um também valerá para a outra parte. Essa clareza facilitará a condução da negociação e a solução de problemas, se surgirem. Nunca ceda a pressão somente com base em princípios, que possam trazer-lhes ganhos mútuos.

             

            5) Certifique-se de que os planos de contingência, reclamação e garantias estão claros e respaldados pelas partes.

            Chegar ao compromisso negocial pode até ser fácil, mas, em algumas situações, é difícil as partes assumirem aquilo que foi firmado durante a negociação. Se o acordo não for implementado, estabeleça alternativas que ambas as partes possam recorrer. Formule um plano de execução claro e bem definido, identifique se as partes dispõem dos recursos humanos, financeiros e tecnológicos necessários para garantir a implementação do acordo e deixe tudo claro nos documentos.

            O Prof. Randes Enes lançou, recentemente, o Curso Online ? Negociação Empresarial, com carga horária de oito horas, sendo três horas de vídeo e cinco horas de aplicação de conhecimento. O curso oferece 22 exercícios, sendo: 7 estudos de caso; 2 exercícios de análise de conteúdo, 3 análises de vídeo, 3 ferramentas de autoconhecimento e 7 exercícios de fixação de conteúdo.

            Sobre o Prof. Randes Enes

            Tem 23 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais, sendo suas últimas posições como Diretor de Relacionamento e Diretor de Marketing e Inovação no segmento de cosméticos e Oil & Gas. Exerce suas habilidades como consultor executivo, coach e palestrante nas principais empresas do país.

            Mestre em Sistemas de Gestão pela Qualidade Total (UFF/RJ), possui três MBAs nas seguintes áreas: Organizações e Estratégia (UFF/RJ), Gestão de Negócios e Projetos (ISCTE/Lisboa) e Marketing de Varejo (FGV). Há 10 anos atua como docente na FGV em Estratégia, Pessoas, Marketing e Vendas nos Programas de MBA, Pós-ADM, CADEMP, In Company e On-line.

            Possui certificação em coaching pelo PBC® Institute, é membro da ICF Global (International Global Federation) e da ABPMP (Association of Business Process Management Professionals). Realizou diversas reportagens e artigos nacionais e internacionais sobre Gestão Empresarial e Espiritualidade Corporativa.

            Lançou, em 2016, o livro ?EMPRESA ESPIRITUALMENTE DIRIGIDA: COMO A SUA ORGANIZAÇÃO PODE SE TORNAR UMA DAS 10 MELHORES PARA SE TRABALHAR?, no qual aborda a gestão de pessoas e analisa como as empresas e os profissionais podem compartilhar uma visão alinhada de valores humanos, entre eles felicidade, satisfação, bem-estar, vitalidade e entusiasmo.

            Acompanhe o Prof. Randes Enes nas mídias sociais:

            YouTube: youtube.com.br/profrandes

            Fanpage: facebook.com/profrandes.com.br

            Linkedin: linkedin.com/in/profrandes/pt

            Instagram: instagram.com/profrandes

            Site: profrandes.com.br

            Curso online: https://www.profrandes.com.br/negociacao-empresarial-online/


            saiba mais »

            23/01/2017 - 8 dicas para utilizar as redes sociais de forma profisisonal

            8 dicas para utilizar as redes sociais de forma profisisonal
            Muitas pessoas pensam nas redes sociais apenas como uma ferramenta para descontração, o que não…

            Mas, como saber esse limite? Simples, basta levar em conta que nesse novo mundo online que muitos estão descobrindo são necessários muitos cuidados similares aos que tomamos em nosso dia a dia, nos passeios, no trabalho ou em casa. O recomendável para se valorizar é dar foco adequado ao que é positivo e evitar exposições desnecessárias.

            Para isso preparei algumas dicas para quem quer crescer profissionalmente utilizando as redes sociais, seja ela mais profissional, como o LinkedIn, ou mesmo o Facebook:

            1. Amplie seus contatos qualificadamente ?é interessante ter um amplo grupo de amigos, assim busque amizade online com pessoas que tenha contato e ache interessante profissionalmente. Contudo, se preocupe mais com a qualidade do que com a quantidade, não precisa ir convidando todo mundo que conhece ou que é ?amigo do amigo? para ser seu amigo, isso pode não soar bem!

            2. Valorize suas conquistas profissionais ?mostre ações que realizou que tiveram sucesso, resultados de projetos que foram interessantes ou titulações alcançadas, contudo, evite se autopromover demasiadamente, pois isso pode soar arrogante. E busque, com permissão prévia, marcar as pessoas que estavam envolvidas nos trabalhos, de forma elegante, pois isso aumenta sua visibilidade.

            3. Publique com inteligência ?cada vez mais se multiplicam publicações vazias, assim busque se diferencias com publicações pertinentes. Evite postes irrelevantes que possam atrapalhar sua imagem. Busque levantar assuntos relacionados ao seu campo de atuação.

            4. Evite debates inúteis ?nas redes sociais existem momentos tensos, de debates políticos, religiosos e outros similares, contudo, por mais que possa ?coçar?, evite entrar nesse tipo de conversa. Repare que geralmente essas não levam a lugar nenhum e não terminam bem. Sem contar que você não sabe qual o posicionamento de seus parceiros de negócios

            5. Cuidado com as características das redes ?Não é por que o Linkedin tem um lado mais profissional e o Facebook é mais aberta que deverá tratar a segunda com maior desleixo, saiba que parceiros e recrutadores também entrarão nessa rede. Assim, é importante que a pessoa tome cuidado em não colocar coisas irrelevantes em cada um deles.

            6. Pense antes de curtir uma publicação ou página ? Antes de curtir e compartilhar um texto, leia atentamente para ver se não nada nas entrelinhas. E se for curtir uma página ou participar de uma comunidade, pesquise antes, evite as que que incitem o ódio ou o preconceito

            7. Antes de escrever algo pense ?Analise os pontos positivos e negativos de uma postagem. Sei que parece chato, e tira um pouco a graça dessas redes, mas essa é a única forma de garantir que o postado nas redes sociais não interferirá no lado profissional. As pessoas hoje tem acesso ao que você faz 24 horas. Por isso, preserve sua imagem. Lembrando que ser feliz não o que se está na rede mundial.

            8. Evite situações não profissionais ? multiplicam-se as fotos de baladas, roupas de banho e bebedeiras nas redes, será que é interessante. Não cabe a ninguém julgar o estilo de vida das pessoas, mas se expor de forma inadequada trará consequências negativas para imagem de um profissional. Todos estão expostos a avaliações, por isso pode ter certeza que isso contará na hora que olharem, e não adianta bloquear o acesso das pessoas as suas fotos nas redes sociais e achar com isso que está segura, ledo engano, pois outras pessoas poderão compartilhar a mesma foto, e assim de nada adiantou essa preocupação.

            Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH


            saiba mais »

            23/01/2017 - Você tem planos de empreender em 2017?

            Você tem planos de empreender em 2017?
            O Sebrae Minas preparou um roteiro sobre etapas fundamentais para tornar esse sonho realidade

            Empreender está entre os quatro principais sonhos dos brasileiros. Para se ter uma ideia, mais de um terço da população adulta do país (34%) sonha ter o próprio negócio, como mostra a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2015 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP). Neste início de ano, em que muitos buscam transformar esse sonho em realidade, o Sebrae Minas preparou um roteiro sobre as etapas fundamentais na trajetória empreendedora. Veja abaixo.

            O planejamento para abertura de uma empresa pode ser dividido em quatro partes. A primeira é um checklist inicial para abertura de empresa, que inclui perguntas e dicas relacionadas a motivação, foco do negócio, conhecimento de mercado, formalização, entre outros temas. São questões básicas que ajudam a refletir sobre os pontos fundamentais que devem ser considerados na decisão de empreender.

            No segundo passo, o empreendedor vai encontrar conteúdos detalhados sobre o segmento em que pretende atuar. Na série Ponto de Partida, que reúne mais de 100 títulos de negócios, são disponibilizadas informações sobre cinco etapas fundamentais da abertura de empresas, de acordo com a área escolhida. São elas: avaliação do perfil empreendedor, identificação de oportunidades, aspectos legais específicos, implantação e gestão do negócio.

            O terceiro passo do roteiro para ter o próprio negócio é o kit Modelo de Negócios, um conjunto de ferramentas que ajuda a construir, de forma prática, os produtos, serviços e estratégias para a empresa. Em uma espécie de mapa, o empreendedor consegue visualizar pontos fundamentais do planejamento e da gestão do negócio como as atividades-chave da empresa, a proposta de valor, os recursos principais e as fontes de receita, os segmentos de clientes, as estratégias de relacionamento, etc.

            Por fim, o Sebrae Minas sugere ao empreendedor conteúdos que vão ajudá-lo na trajetória empreendedora, desde a descoberta até a implantação do negócio. O Guia Essencial para Novos Empreendedores, é uma série que aborda e dá dicas sobre a motivação de empreender e sua convergência para uma oportunidade de mercado. Fala sobre a seleção de boas ideias, a modelagem e proposta de valor do negócio e a implantação do empreendimento.

            Roteiro do Sebrae para começar bem

            checklist inicial para abertura de empresa: teste sua motivação e conhecimento do negócio e do mercado

            Ponto de Partida: conheça, em detalhes, o segmento em que pretende atuar

            kit Modelo de Negócios: construa os produtos, serviços e estratégias de sua empresa

            Guia Essencial para Novos Empreendedores: saiba se seu sonho está de acordo com uma oportunidade de mercado


            saiba mais »

            23/01/2017 - Top-5 prevê inflação abaixo do centro este ano

            Top-5 prevê inflação abaixo do centro este ano
            Apesar de IPCA e Selic em queda, mercado financeiro não muda estimativa de crescimento do…

            O mercado financeiro revisou, mais uma vez para baixo, a taxa Selic esperada até o final de 2017, projetando-a agora em 9,50% (na semana passada era de 9,75%). Para o próximo ano, o corte deve continuar, já que analistas estimam a taxa básica em 9,38%- antes era de 9,50%. A queda dos juros tem relação direta com a queda projetada para a inflação. Em razão disso, o mercado espera um novo corte da Selic, de 0,75% ponto percentual, na reunião de fevereiro do Comitê de Política Monetária (Copom). Este mês, o corte de 0,75 ponto percentual fez o juro básico recuar aos 13% ao ano.

            Na semana passada, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, declarou que a política monetária entrou em novo ritmo de corte de juros. Na ata do Copom, a redução mais forte foi explicada como uma necessidade para ajudar a atividade econômica em recessão atualmente.

            A pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira, indica que a alta do IPCA em 2017 desacelerará aos 4,71%, abaixo da projeção da semana passada, de 4,80%, na terceira semana de queda nas contas do mercado. Para 2018, permanece a estimativa de 4,50%. No Top 5, grupo que mais acerta as projeções no Focus, espera-se que a inflação medida pelo IPCA feche 2017 até abaixo do centro da meta, a 4,45%, sobre 4,54% de antes. Para 2018, o Top-5 projeta a inflação oficial em 4,50%.

            Apesar de inflação e juros em desaceleração, o mercado financeiro não alterou a projeção do PIB brasileiro, com alta de 0,5% e de 2,2% em 2017 e 2018, respectivamente.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Roubo/furto de veículos: confira a estatística de Santa Catarina e dicas de prevenção

            Roubo/furto de veículos: confira a estatística de Santa Catarina e dicas de prevenção
            O roubo/ furto de veículos preocupa motoristas de todos os lugares do País. Somente em…

            Em Santa Catarina foram roubados/furtados somente em dezembro 1.453 veículos. O número retrata uma variação de 2,98% comparado com o mesmo período em 2015, que apresentou total de 1.411 veículos roubados/furtados. A taxa de recuperação em dezembro 2016 chegou a 61,87% ou seja, dos 1.453 veículos roubados/furtados, 899 foram recuperados.

            Santa Catarina ocupa a oitava colocação no ranking dos estados que apresentam os maiores índices de roubo/furto do País, e acumulou em 2016 18.285 roubos/furtos e 12.052 veículos recuperados. No índice geral dos estados, Santa Catarina fica atrás dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás e Pernambuco, que ocupam respectivamente as primeiras posições.

            Segundo o presidente do SindsegSC, Paulo Lückmann, a conscientização e conhecimento destas estatísticas são essenciais:

            ?Quanto mais conhecermos a realidade de nosso estado e também a nível nacional, melhor poderemos trabalhar com ações de prevenção e proteção sobre o assunto para a sociedade?.

            O SindsegSC ? Sindicato das Seguradoras ? divulga o tema da segurança no trânsito e desenvolve ações de conscientização em conjunto com as Comissões Técnicas de Automóveis e Riscos Pessoais.

            ?Demonstrando a preocupação com os assuntos ligados ao trânsito, os integrantes das comissões trabalham e desenvolvem ações de conscientização e educação. São diversos programas como o ?Trânsito Feliz e o Bê-a-Bá da Prevenção?, ?Lei Seca ? Trânsito pela Vida? e ações de comunicação como as edições 45 e 46 do InformAtivo SindsegSC. Através dessas atitudes de prevenção acreditamos que podemos gerar conhecimento para um trânsito mais seguro?, destacou o coordenador da Comissão Técnica Automóveis Rodrigo Chavantes.

            Acompanhe dicas para uma viagem segura

            Nos primeiros meses do ano todos aproveitam as férias para viajar com a família e amigos. Além de possuir o seguro, para garantir um período tranquilo é importante prestar atenção em algumas dicas:

            Não esqueça a revisão do seu carro: realize a revisão com antecedência, e confira as condições dos pneus, estepe, alinhamento, suspensão e balanceamento das rodas. Também é importante conferir a situação dos freios, filtros de ar, óleo e combustível.
            Cheque a previsão do tempo: dirigir em meio à chuva aumenta os riscos de acidentes, por isso, confira a melhor condição de tempo possível para a sua viagem.
            Programe as paradas: em meio ao calor do verão brasileiro as paradas para alimentação, hidratação e descanso são necessárias.
            Preste atenção à sinalização e respeite os limites de velocidade.
            Deixe o celular para depois, na hora de dirigir o foco deve estar inteiramente na condução do veículo.
            Sempre utilize o cinto de segurança.
            Ao chegar ao seu destino tome cuidado no local de estacionamento, nunca deixe a chave na ignição e não confie ela a estranhos.
            Grande parte dos roubos de carro acontecem quando o motorista está saindo ou entrando no carro. Se notar algo suspeito, siga em frente e volte mais tarde.
            Os seus pertences pessoais podem ser um grande atrativo para ladrões. Sempre guarde tudo no porta-malas. Lembre-se: o objeto pode não ter valor, mas para quem olha de fora não há como diferenciar.
            Se você estiver em situação de roubo de seu carro, não reaja. O assaltante pode estar armado ou com um cúmplice por perto. Mantenha-se calmo e lembre-se: o veículo está protegido pelo seguro.
            Para conferir o InformAtivo SindsegSC edição nº 45, que trata sobre a prevenção de roubo/ furto acesse aqui.

            *Estatísticas Detrans Estaduais e Denatran.


            saiba mais »

            23/01/2017 - 2017 tem boas perspectivas para o mercado segurador

            2017 tem boas perspectivas para o mercado segurador
            A jornada de 2017 está em curso e o Brasil põe em ação a recuperação…

            Em material informativo da entidade, o dirigente aposta que o setor de seguros deve obter este ano um crescimento um pouco maior que o do ano passado. Para ele, o processo de redução da taxa de juros pode propiciar um começo de retomada do crescimento, o que permitirá, num segundo momento, tirar o país da crise. Segundo Coriolano, a queda dos juros é positiva tanto para as empresas quanto para os brasileiros em geral, que terão um alívio financeiro e poderão voltar a consumir com mais desenvoltura. ?No caso do setor segurador, não há como não acreditar que a redução dos juros vai impulsionar o nosso mercado, pois as pessoas terão maior disponibilidade financeira para investir em seguros?, afirma.

            Apesar da situação desfavorável em 2016, o setor conseguiu crescer em termos reais. O presidente da CNseg projeta que em um cenário de uma política econômica mais realista e consistente, as perspectivas devem ser melhores. ?Para 2017, prevemos um crescimento consolidado entre 9% e 11%, ante uma inflação prevista abaixo de 5%?, aposta. Mas Coriolano adverte que para que isso é necessário o Brasil avançar em termos de fundamentos, reformas básicas e recuperação econômica.

            O presidente da CNseg diz que as reformas trabalhista e previdenciária são fundamentais para a retomada do desenvolvimento e para um crescimento sustentado a partir de agora. ?À medida que o governo consiga encaminhar essas propostas e aprová-las no âmbito do Congresso, os agentes econômicos terão mais confiança e segurança para investir?, prevê. Para ele, a aprovação da PEC do teto dos gastos já foi um avanço porque sinaliza o compromisso do governo com a responsabilidade social e com a guinada necessária na política econômica. ?O importante é acompanhar a tendência?.

            Em 2016, o setor supervisionado pela Susep registrou uma trajetória consistentemente ascendente: 5,7% até maio, 6,5% até julho, 7,2% até setembro e 8,2% até novembro. No caso do segmento de saúde privada, supervisionado pela ANS, o crescimento até setembro chegou a 12,2% em relação ao mesmo período de 2015. Como um todo, o mercado de seguros arrecadou R$ 291,5 bilhões. Esses números demonstram o dinamismo do nosso setor e a sua capacidade de crescer mesmo em um ambiente econômico francamente desfavorável.

            No desempenho de ramos, Coriolano lembra que o seguro de vida individual cresceu 28,4% até novembro, com receita de R$ 6 bilhões. Outro setor de destaque foi o de planos de previdência VGBL, com expansão de 20,8% e receita de R$ 90,4 bilhões. Seguro rural e seguro habitacional também tiveram bons desempenhos, ambos com incremento de 10,1%. Por outro lado, alguns segmentos sofreram queda, principalmente os de riscos de engenharia (-25,2%), seguro de garantia estendida (-9,7%) e capitalização (-3,5%). O ramo de seguro de automóveis, um dos mais importantes para o setor, apresentou decréscimo de 2,7% até novembro.

            Apesar da aprovação da Susep para a venda do Seguro Auto Popular e do Universal Life, o presidente da CNseg diz esperar que também haja avanços para o seguro de Garantias de obras e o Previ Saúde.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Mais tempo para produzir e até recomeçar

            Mais tempo para produzir e até recomeçar
            Com avanço da expectativa de vida no Brasil, muitos profissionais que estavam fora do mercado…

            De acordo com a estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e expectativa média de vida do brasileiro chega aos 75 anos, para ambos o sexo. Estudos mostram que a longevidade no Brasil tem crescido a passos largos nos últimos anos. Conforme relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de pessoas com mais de 60 anos no país deverá crescer muito mais rápido do que a média internacional. Enquanto a quantidade de idosos deve duplicar no mundo até o ano de 2050, no Brasil essa parcela da população irá triplicar.

            Além do mais, o brasileiro está vivendo melhor e com isso as pessoas passam a ter mais anos de uma vida ativa e produtiva. Conforme dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), divulgada no final do ano passado, mais de 900 mil idosos entraram na população ocupada do País, entre 2013 e 2014.

            O grupo de trabalhadores com mais de 60 anos cresceu 12,6% em um ano, maior alta entre todas as faixas etárias. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a participação da terceira idade entre todos os empregados cresceu de 7,5%, em 2013, para 8,2% no ano passado.

            Programa Veteranos

            Algumas empresas já perceberam essa mudança no mercado de trabalho e querem arregimentar profissionais experientes que buscam um novo começo. A URBS RT Lançamentos Imobiliários, uma das maiores empresas do ramo em Goiás, com 40 anos de história, lançou desde o ano passado o Programa Veteranos da URBS RT, para atingir esse público da terceira idade.

            ?As pessoas que se encontram nessa a fase de vida ainda são ativas, querem ser produtivas e possuem a seu favor uma larga experiência que pode fazer a diferença no dia a dia dos negócios?, explica Ricardo Teixeira diretor da imobiliária. A empresa irá oferecer treinamento gratuito de uma semana com aulas teóricas e de campo. Quem se interessar pode acessar o site da URBS RT e se inscrever junto à área de recursos humanos da empresa, que fica no Setor Marista.

            Exemplos dentro da empresa

            O projeto nasceu da observação dos profissionais da melhor idade que já estão no mercado imobiliário. Um exemplo é o gaúcho Edson Borghetti, ou simplesmente Borghetti, como é mais conhecido entre os colegas corretores na URBS RT). Ao sair sozinho, com apenas 14 anos, da pequena cidade de Carazinho, no Rio Grande do Sul, o gaúcho, já demonstrava que não tinha medo de desafios. Hoje, com 68 anos, já aposentado, deixa claro que essa vontade de buscar novas oportunidades não diminuiu com tempo.

            Desde 2012, Borghetti integra a equipe da URBS RT e talvez seu grande trunfo para ser um bom corretor seja seus mais de 40 anos de uma carreira profissional diversificada e rica em experiências. Aos 18 anos foi para São Paulo, onde por dois anos trabalhou na sede de uma multinacional; depois ouviu falar que Goiás era um celeiro de oportunidades, veio para cá e atuou como representante comercial de grandes multinacionais. Em 1974, foi convidado para trabalhar em Brasília, no Ministério da Agricultura e depois no Ministério da Fazenda. Vinte e seis anos depois, com a mudança de governo, deixou a capital federal e como tinha cidadania brasileira e italiana, viveu dois anos fora do País. Em seguida, voltou para Goiás, onde trabalhou por dez anos como gerente de vendas de um laboratório farmacêutico em Anapólis. Depois disso atuou como consultor em várias empresas até se aposentar.

            O currículo de Borghetti aqui teve que ser bem resumido, mas já dá para notar que a pesada bagagem profissional deu a ele know how para iniciar uma nova carreira, mesmo depois de estar aposentado. ?Na minha terra costuma se dizer que água parada dá bicho?, brinca. Aos 64 anos e com energia de sobra para trabalhar, Borghetti diz que sempre teve como meta na vida ?fazer o que gosta?. ?Ter esse contato com o público me faz muito bem e por isso resolvi abraçar essa nova oportunidade profissional?, diz.

            Borghetti atua como como corretor de imóveis há apenas quatro anos, mas já dá conselhos e dicas com a convicção de quem tem uma experiência de vida longa e rica, e sabidamente, usa isso ao seu favor na hora de vender. ?Eu sempre tive boas moradias ao longo da minha vida e isso me deu uma oportunidade de saber muito bem o que estou vendendo?, diz o corretor.

            Outro conselho importante dado por Edson Borghetti, aos jovens e aos nem tão jovens assim, é ser verdadeiro e honesto consigo mesmo sempre, e passar essa atitude no atendimento ao cliente. ?Para mim o cliente é mais importante que a própria venda em si. Tanto, que eu não deixo cliente meu comprar por ímpeto. Acho que a pessoa tem que comprar algo que vai fazê-la se sentir realizada. Então eu procuro não somente vender um imóvel, mas sobre tudo fidelizar um cliente. Por isso o meu marketing no trabalho são meus próprios clientes?, argumenta.

            Nunca é tarde

            Sobre sua carreira no mercado imobiliário, o corretor de lançamentos de alto padrão da URBS RT, Plínio César de Souza, de 59 anos, diz que se arrepende só de não ter começado antes. ?Sempre quis trabalhar nessa área. Desde quando sai do banco em que trabalhei por 13 anos e onde eu era gerente da carteira de clientes de financiamento imobiliário. Mas acabei indo para outras áreas e atuei por anos como representante comercial. Porém, as vendas sempre estiveram na minha vida. Mas foi após meus 50 anos é que encontrei a profissão que realmente gosto. Sou corretor de imóveis e trabalho feliz, pois é o que gosto e sei fazer?, afirma Plínio César.

            Mas mesmo achando que entrou tarde na profissão, Plínio diz que o tempo e a experiência de vida ajudam muito nesse trabalho. Segundo ele, ter passado por muitas crises e enfrentar as dificuldades da própria vida o deixou mais seguro, mais forte psicologicamente. ?Eu vivi muitas crises econômicas, como aquela da época do Governo Sarney, em que a hiperinflação faliu o BNH (Banco Nacional de Habitação) que era o principal agente financiador do mercado imobiliário naquela época. Hoje vivemos uma crise sim, mas que não chegou a ser tão grave como outras porque hoje temos um sistema financeiro forte?, diz o corretor.

            Plínio alega que com o tempo aprendeu a ser mais disciplinado, comprometido e a ter foco. ?Em qualquer seguimento de vendas se você não tiver disciplina e foco, não vai! E o tempo?, aconselho o veterano.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Dia de visitas ao Sincor AM/RR

            Na quinta, 19/01, o Sincor recebeu ilustres visitantes, dentre eles, Evaldo Rocha da Unimed e…

            O Executivo de Contas da Unimed Manaus, Sr. Evaldo Rocha, esteve em visita para manifestar apoio as ações do Sincor em 2017. Aproveitou para informar que a UNIMED MANAUS continua firme no propósito de fortalecimento perante o mercado local. Ele destacou também que doravante a companhia vai atuar em ramos elementares e que irá intensificar as vendas do plano de saúde coletivo.

            Francisco Assis, Jair Fernandes, Washington Romano e João Cândido

            ?O motivo da minha visita é, simplesmente, para agradecer o Sincor AM/RR pela parceria e apoio institucional e parabenizar o presidente Jair Fernandes e todos os diretores pelo excelente trabalho a frente dessa conceituada instituição. Aproveito para desejar um ano de muito sucesso, pois vocês merecem?, assim semanifestou o titular da Dekra Manaus, Sr. Washington Romano, na visita que fez ao Sincor no último dia 19 de janeiro.

             


            saiba mais »

            23/01/2017 - Rescisão indireta - veja 11 situações que o empregado pode demitir o patrão

            Constantemente os trabalhadores se encontram em uma situação complexa, na qual não querem pedir demissão,…

            A rescisão indireta é a falta de cumprimento das obrigações do empregador ou da empresa. É comum ouvir empregados que eventualmente pedem demissão, por conta de constantes descumprimentos de obrigações ou abusos do seu empregador, contudo esses é um erro.
            A ?rescisão indireta? está prevista no artigo 483 da Consolidação das Leis do Trabalho, que pode ser utilizado pelo empregado, quando o empregador não cumpre sua parte no trato da relação trabalhista. Nesse caso deve ser solicitada em reclamação trabalhista, e ao demonstrar que a empresa não cumpre suas obrigações a justiça decreta o término da relação trabalhista como dispensa sem justa causa por culpa da empresa.

            Quando o empregado comprova que está sendo vitimado pela empresa que não está cumprindo suas obrigações, não perderá seus direitos trabalhistas, tendo direito ao recebimento do saldo existente no FGTS, ao eventual seguro desemprego e as demais verbas relacionadas a demissão sem justa causa.

            Exemplos que caracterizam o descumprimento das obrigações do contrato de trabalho são:

            1. Atrasar salário com frequência;

            2. Não recolher FGTS de maneira correta com a legislação;

            3. Não pagar vale transporte ou vale alimentação, entre outros benefícios garantidos por lei;

            4. Exigência de serviços superiores às suas forças, defesos por lei, contrários aos bons costumes, ou alheios ao contrato;

            5. Tratamento pelo empregador ou por seus superiores hierárquicos com rigor excessivo;

            6. Correr perigo considerável durante a execução de seus serviços;

            7. Não cumprimento do empregador das obrigações do contrato;

            8. Atos de lesão a honra e boa fama, praticados pelo empregador ou superiores, contra ele ou pessoas de sua família;

            9. Casos de ofensas físicas (violência), salvo em caso de legítima defesa;

            10. Redução do trabalho, sendo este por peça ou tarefa, de forma a afetar sensivelmente a importância dos salários.

            11. Situações de constrangimentos e injúrias (mentiras) na relação do empregador e empregado, isso é comum nas micro e pequenas empresas, e também nas relações do emprego doméstico, ações vexatórias, de constrangimentos ou assédio moral.

            Essas situações podem causar a rescisão indireta e ainda podem servir para pedir outras reparações ou indenizações no judiciário trabalhista, ou até na esfera do direito civil e penal.

            Lembrando, entretanto, que nesses casos não bastará a palavra do empregado contra a do empregador, tendo que serem comprovados os fatos, por meio de documentos, fotos, filmagens, e-mails, testemunhas e outras formas que demonstrem os fatos com certeza para quem vai analisar a situação.

            Gilberto de Jesus da Rocha Bento Júnior é advogado, contabilista e sócio da Bento Jr. Advogados. Especializado em direito tributário, direito empresarial, direito processual, empreendedorismo e direito constitucional.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Fórum discute avanço do roubo de cargas

            Encontro nesta terça-feira(24) reunirá especialistas na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro

            Um encontro promovido pelo Fórum Permanente de Combate e Prevenção ao Roubo de Cargas ocorrerá nesta terça-feira (24/1), no auditório da Associação Comercial no Centro do Rio, a partir das 9h, procurando propostas para reduzir o avanço dessa modalidade de crime. Coordenado pelo deputado federal Hugo Leal (PSB/RJ), o evento terá a participação de representantes da Polícia Rodoviária Federal, da Receita Federal, da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio da Polícia Federal e do Centro Integrado de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública (SSP/RJ), além de empresários da área de transporte, de distribuição de combustíveis e do comércio varejista, entre outros.

            Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP/RJ) constataram que foram registradas 8.541 ocorrências no acumulado de janeiro a novembro de 2016, 52% a mais do que as 5.621 registradas no mesmo período de 2015. E mais assustador: apenas em novembro do ano passado ocorreu o maior número de roubo de cargas da série histórica: 1.102 assaltos, ou seja, 66,7% a mais que o que registrado no mesmo mês de 2015. ?Só com uma ação integrada e conjunta, com a participação das autoridades de segurança e das empresas poderá conter o avanço da criminalidade", diz o deputado Hugo Leal.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Zurich anuncia nova unidade no Brasil

            A Zurich anuncia adequações em linha com a nova estrutura da companhia global, formulada essencialmente…

            Quem irá liderar a nova área será Glaucia Asvolinsque Smithson, que já esteve a frente nos negócios de Seguros Empresariais de Ramos Elementares, Vida e Previdência. Em 2009 Glaucia juntou-se ao grupo Zurich na Inglaterra como Subscritora Sênior de Linhas Financeiras, tornando-se Diretora Técnica de Subscrição de Linhas Financeiras para a Europa em 2011. Veio à Zurich Brasil em 2014, como Diretora Técnica de Seguros Gerais. Em 2016 assumiu as Diretorias de Riscos Corporativos em Seguros Gerais, Vida e Previdência.

            ?Sua ampla experiência contribui para que a Zurich siga aperfeiçoando sua proposta de valor a clientes e corretores apresentando sempre os melhores produtos e serviços?, afirma Edson Franco.

            ?A experiência de ter auxiliado no desenvolvimento de diversos segmentos em vários países dentro da companhia com certeza contribui para que eu possa auxiliar a aprofundar ainda mais a atuação da Zurich no Brasil, um país muito importante para nós?, declara Glaucia.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Pessoas não estão prontas para quando os imprevistos acontecem

            Estudo global desenvolvido pela Zurich em parceria com a Universidade de Oxford mostra que a…

            Sabe aquela história de ?acontece om os outros e não comigo?? Pois é?segundo o estudo, no mundo todo, 38% das pessoas acreditam que existe menos de 10% de chance de um evento inesperado impedir sua capacidade de gerar renda. No Brasil, o índice é ainda maior e chega a 41%. Na contramão, 44% das pessoas já tiveram perda de renda devido à invalidez ou morte de algum familiar.

            Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil diz estar claro que existe uma incapacidade global de o Estado continuar provendo benefícios para a cobertura de riscos à renda da população. ?Por isso, é nosso papel enquanto empresa global conscientizar todos os envolvidos: Estado, iniciativa privada, mercado securitário e população?, diz o executivo sobre a realização do Estudo.

            O estudo mostra que o governo é visto como a principal fonte de renda dos brasileiros em situações de perdas repentinas. As poupanças pessoais são vistas como a segunda alternativa. Diante deste cenário, é possível dizer que o mercado de seguros pessoais tem muito espaço para crescer no Brasil, visto que somente 19% entre mais de mil brasileiros pesquisados, por exemplo, têm algum produto que previne a perda de renda em caso de morte, o pior índice entre 11 países pesquisados.

            Em seguida, com índice mais baixo, está o Reino Unido, com 21% de penetração deste tipo de seguro. A média global é de 32% de segurados. Especificamente em relação à proteção de renda em casos de doenças graves ou invalidez, somente 22% dos entrevistados brasileiros estão assegurados.

            Sobre a real noção em relação aos produtos contra perda de renda causada por morte, 78% dos brasileiros afirmam desconhecer o que o mercado oferece, enquanto que 71% não conhecem as proteções contra perda de renda por invalidez ou doença grave. Apesar disso, dentre os entrevistados sem Seguro de Vida, mais da metade (56%) diz considerar adquirir alguma proteção, colocando o Brasil à frente de outros sete países consultados, como Itália (65%), México (71%) e Malásia (73%).

            Outro dado alarmante vem do questionamento sobre quanto tempo as pessoas conseguiriam se manter, caso perdessem seus empregos, dos 1 mil brasileiros entrevistados, ou 72%, não teriam renda para se manter mais de seis meses ? e 28% não teria como custear seus gastos por mais de um mês. Ambos os índices do Brasil estão acima da média global, 67% e 20%, respectivamente. No México, por exemplo, apenas 18% das pessoas responderam que não teriam dinheiro para mais de um mês sem trabalhar.

            Na visão de Edson Franco, o mercado securitário tem a responsabilidade de promover um debate mais didático para que a população tenha mais consciência dos riscos de perder a totalidade de sua renda em caso de eventos extremos. O CEO da Zurich afirma que as prateleiras de produtos de Vida e Previdência vêm se modernizando para atender aos diferentes perfis de público e renda, mas reforça que ainda há espaço para avançar muito mais. ?A crença da população de que o Estado dará conta de garantir a totalidade de eventuais lacunas de perda de renda precisa mudar urgentemente?, alerta.

            Ainda de acordo om o estudo, as seguradoras detêm a preferência dos brasileiros na aquisição de produtos contra perda de renda, mas há um equívoco marcante quanto ao custo de um seguro contra perda de renda: 49% dos entrevistados afirmam estar dispostos a pagar quase o dobro do valor real de um produto securitário. Pelo equívoco, consideram que o custo ultrapassa suas expectativas e deixam de adquirir, sendo que cada tipo de proteção pode ser contratada por menos de 5% dos rendimentos pessoais.

            Papel do empresariado

            O estudo identificou ainda que 67% dos brasileiros preferem benefícios a melhores salários. Somente 19% preferem salários mais altos em detrimento de benefícios. O México é o único país que tem índice maior que o brasileiro: 79%. Apesar de no Brasil a oferta dos empregadores ser a primeira razão que levaria os entrevistados a contratarem um seguro de proteção de renda, apenas 13% dos entrevistados nos 11 países disseram já ter recebido a oferta das empresas onde trabalham.

            ?Os dados deixam claro que está sob responsabilidade do mercado securitário desmistificar à população as formas de garantir a proteção de renda, ou seja, sem venda consultiva ainda é muito difícil chegar a este ideal?, comenta o CEO da Zurich. ?Quanto mais bem informada, mais a sociedade entende a necessidade de se precaver e, para isso, é necessário um esforço conjunto?, finaliza o executivo.

            O estudo na íntegra pode ser consultado no site www.zurich.com.br


            saiba mais »

            23/01/2017 - SulAmérica Previdência amplia seu portfólio com novo fundo multimercado

            A SulAmérica Previdência acaba de lançar no mercado mais um fundo para complementar seu leque…

            O novo fundo está sendo gerido pela JGP e administrado pela SulAmérica, tendo como objetivos principais a preservação do capital investido e retornos superiores ao CDI no longo prazo, buscando explorar as melhores oportunidades existentes nos mercados de renda fixa e variável, cambial, crédito privado e de investimentos no exterior. O aporte inicial requerido do fundo PGBL/VGBL será de R$ 25 mil.

            ?Estamos muito satisfeitos em incluir a JGP, uma das gestoras mais consistentes e reconhecidas do mercado brasileiro, na grade de nossos produtos de previdência?, afirma Marcelo Mello, Vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

            A parceria com a JGP segue um minucioso processo de avaliação de parceiros por parte da SulAmérica, que avalia diversos aspectos como expertise em gestão de recursos, performance, liderança e preservação do capital investido. Desde 2011, a JGP conta com Rating máximo, MQ1, dado pela agência de avaliação de risco Moody?s, atestando a excelência de sua gestão de investimentos e de seus controles operacionais.

            ?Temos uma estratégia de investimento bem testada, com retornos consistentes, que, somada a experiência, solidez e confiabilidade das duas empresas, nos levou a ingressar no segmento previdenciário, oferecendo uma opção de investimento diferenciada aos investidores?, comenta Arlindo Vergaças Jr., diretor executivo e um dos sócios fundadores da JGP.

            Entre as vantagens dos planos de previdência estão inexistência de cobrança de ?come-cotas?, incentivos fiscais no PGBL, opção de Tabelas de Imposto de Renda, Progressiva ou Regressiva, e a designação de herdeiros como beneficiários.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Após o Natal, estoques estão inadequados em 49% dos estabelecimentos no varejo da região metropolitana de São Paulo

            Segundo a Federação, os empresários não conseguiram reduzir os excessos de produtos com as vendas…

            O indicador de estoques, logo após o Natal, voltou a cair, mostrando que os empresários não conseguiram reduzir seus excessos de produtos com as vendas de final de ano. Em janeiro, o Índice de Estoques (IE) alcançou 102 pontos, queda de 3,8% na comparação com dezembro. A retração do indicador no mês foi motivada pelo aumento de 5,4% no número de empresários que afirmam estar com estoques acima do adequado e pelo crescimento de 1,2% dos estabelecimentos que contêm produtos abaixo do ideal. Com isso, quase 35% dos empresários estão vendo seus estoques acima e 14% abaixo do que consideram o nível ideal. Esse patamar de adequação continua muito abaixo do histórico de antes de 2015, quando o indicador rondava os 60%.

            Os dados são do Índice de Estoques (IE) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

            Em relação a janeiro de 2016, quando o IE registrava 90,8 pontos, o indicador se mantém melhor em 2017, com alta de 12,4%. No primeiro mês do ano passado, 37,6% dos empresários do varejo afirmaram que seus estoques estavam acima do adequado (-7,1% na comparação com janeiro deste ano) e 16,9% apontaram que tinham estoques abaixo do ideal (-18,2%).

             De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, os indicadores, compostos pela confiança de empresários, consumidores, índice de estoques, propensão a investir e a contratar, ainda indicam que o País está pavimentando o caminho para a recuperação em 2017, porém, todos esses números acabaram por decepcionar, de certa forma, no início do ano.

            A Entidade pondera que essa decepção é efeito do exagero de otimismo do final de ano, mais do que efetivamente um processo de interrupção definitiva da recuperação. Existe também um aspecto novo no País que se acentua com a crise: os consumidores passam a esperar as datas de promoções, comprando só o indispensável no Natal (por exemplo) e aguardando melhores oportunidades para fazer suas compras.

            De acordo com a Federação, esse comportamento tem mudado a sazonalidade das vendas do varejo brasileiro, com o mês de dezembro perdendo um pouco da sua importância (ainda que se mantendo o mês mais relevante para o comércio) e o mês de janeiro ganhando um patamar de consumo que não ocorria no passado. Se isso se confirmar, em janeiro, a FecomercioSP acredita que pode ocorrer o inverso: estoques caírem e confiança voltar a subir.

            De qualquer maneira, a Federação não acredita que o ajuste de estoques, como o de produção e do emprego no País seja rápido ou mesmo homogêneo. Não sendo possível, por exemplo, um ajuste de estoques baseado nas vendas de Natal ou de promoções de janeiro para segmentos como o de concessionárias ou de móveis e decorações, mas para vestuário, calçados, e até alguns eletroeletrônicos mais simples e baratos, as promoções de início de ano podem surtir um bom efeito.

            Nota metodológica

            O Índice de Estoques é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde junho de 2011, com informações de cerca de 600 empresários do comércio nos municípios que compõem a região metropolitana de São Paulo. O indicador vai de zero a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques para "acima" - quando há a sensação de excesso de mercadorias - e para "abaixo", em casos de os empresários avaliarem a falta de itens disponíveis para suprir a demanda a curto prazo.

            Sobre a FecomercioSP

            A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista - e quase 10% do PIB brasileiro - gerando em torno de 10 milhões de empregos.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Evento da Ameplan reproduz cenários de regiões paradisíacas do Caribe

            Aconteceu no último dia 19 de Janeiro o evento de premiação da Campanha "Caribe, a…

            Direcionada para corretores, supervisores, gerentes de Corretoras e Plataformas de Venda dos Planos de Saúde da Ameplan, a campanha premiou os 20 profissionais e empresas melhor rankeados no ano de 2016 com cabines duplas em cruzeiro de oito dias pelo Caribe, com tudo incluído para cada vencedor e um acompanhante.

            O cruzeiro vai zarpar do porto de Cartagena, na Colômbia, e passar por lugares paradisíacos com Jamaica, Costa Rica, ilhas Cayman e Panamá, a segunda maior zona franca do mundo.

            O evento contou com uma exposição na entrada, que reproduzia os principais locais por onde o cruzeiro vai passar e diversos personagens caracterizados que interagiam com os convidados, conferindo muita alegria e uma chuva de "selfies" que eram postadas a cada minuto nas redes sociais. Foram recebidos 700 convidados, que tiveram a oportunidade de presenciar a entrega desta exclusiva premiação e assistir um lindo show com o grupo Batuca Tech, que faz performances no escuro com roupas iluminadas.

            Para realização da campanha "Caribe, a nova onda da Ameplan", a operadora contou com o apoio de quatro parceiras de peso do setor: Corpore Administradora de Benefícios, Dentalpar Operadora de Planos Odontológicos, Divicom Administradora de Benefícios e Quântica Administradora de Benefícios, sendo que cada uma entregou 3 cabines duplas para os melhores profissionais de vendas de suas equipes de vendas. ~~

             


            saiba mais »

            23/01/2017 - 2017: coloque em prática as lições de 2016 para inovar

            Ano começando e o clima de resoluções e promessas de mudanças circula por todos os…

            O ano de 2016 não foi fácil para o País. O cenário foi de baixa autoestima e desemprego. Mas como o brasileiro nunca desiste e como diria meu ex-chefe: ?Segue o enterro?. Foi assim que muitos seguiram durante o ano de 2016: ?seguindo o enterro?. Afinal, em muitos casos, ?Inês, já era morta?.

            Trocadilhos à parte, 2017 está aí: nova gestão no âmbito Federal (não tão nova assim, mas...), Municipal e internacional. Mudanças acontecerão e, com isso, oportunidades surgirão. A mobilidade não é mais uma novidade, mas sim uma realidade, assim como a conectividade.

            Desânimo? Claro que não! A reinvenção existe para criarmos novas oportunidades, fazermos algo diferente que, de fato, fará a diferença. E isso chama-se evoluir.

            Os anos são sucessões de experiências que, acumuladas, nos levam à evolução ? uma melhoria contínua. E essa evolução deve refletir positivamente na nossa vida pessoal, social e profissional.

            Já que a chave virou e muitos místicos falam sobre numerologia, descobri que 2017 é um novo ciclo que se inicia e vai até 2025. O antigo começou lá em 2008 e ficou para trás em 2016. Logo, este ano é de novas e positivas perspectivas. Oba. Segundo a numerologia, no mundo dos negócios, este ano favorece as descobertas e aplicação de métodos inovadores. Bom para as startups. O novo ano tem chances de ser bem-sucedido porque este ciclo incentiva a criatividade. Então, entremos na era da reinvenção.

            Mas o que podemos fazer diferente no mundo dos negócios em 2017? Vamos ao mais óbvio: novos negócios. Mas se fosse simples assim, todos fariam isso e bateriam metas não só em 2017, não é mesmo?

            Então, comece pelos negócios que você não fez e se pergunte: por que não o fez, por que perdeu? Faltou empenho? Apresentou o que o cliente não queria? Foi o preço (essa é a desculpa mais usada, quando sabemos que o valor agregado justifica preço, ou melhor, o investimento). Não estudou o negócio do cliente? Perdeu o timing? O orçamento não deu? Houve falha na comunicação que prejudicou o relacionamento? Ou todos os itens acima? Será que alguns negócios você ainda pode recuperar ou, realmente, a "Inês está morta"?

            Depois desse balanço nas propostas passadas, olhe para frente: como crescer nos clientes atuais e conquistar novos mercados? Se você pensa que Napoleão Bonaparte foi o maior conquistador de mercados da história, está muito enganado, o maior conquistador foi o guerreiro mongol Temujin. Então, inspire-se nos grandes líderes, reveja seus relacionamentos, vista os sapatos de seus clientes, circule por aí, estude, faça boas parcerias em mercados que ainda não atua e tenha uma excelente proposta de valor. Hoje, modelos comerciais em rede têm funcionado muito bem.

            Mais do que a marca, o que está no gerúndio: usando, fazendo, postando, vivenciando, consumindo, buscando, comprando... vem ditando as regras de mercado. O tradicional ficou para trás, o que muitas vezes acho bem triste, e a inovação ocupou todo o espaço real e virtual.

            Então, inove-se e bom 2017!

            Ana Flávia Corujo é gerente de Alianças Estratégicas da Certisign.


            saiba mais »

            23/01/2017 - O imbróglio jurídico em torno do setor de óleo e gás no Brasil

            O setor de óleo e gás no Brasil convive há 20 anos com uma grande…

            As discussões tiveram início em 1997 com a referida Lei no 9.478, que dispôs sobre as políticas nacionais para o aproveitamento racional das fontes de energia, as atividades relativas ao monopólio do petróleo, instituiu o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo. Ela permitiu a entrada de outras empresas no setor, além da Petrobras que detinha o monopólio. Já em 2002, visando aumentar a arrecadação, o estado do Rio de Janeiro, um dos principais produtores de petróleo do país ? que tem 30% do PIB oriundos dessa área ?, sancionou a Lei n° 3.851. Conhecida como Lei Valentim, ela permitida a cobrança de ICMS na importação, seja sob admissão temporária ou não, de bens a serem utilizados na produção de petróleo no litoral do Estado. Em 2003 foi publicada uma outra lei, de número 4.117, a chamada Lei Noel, que determinava a incidência de ICMS sobre a operação de extração de petróleo.

            Entre questionamentos a respeito da inconstitucionalidade das referidas leis iniciados pelos órgãos e associações do setor, a indústria passou quase uma década sem saber o que realmente aconteceria com relação à cobrança do ICMS no Rio de Janeiro. Para apaziguar essa situação e atrair investidores, o governo do Rio editou o Decreto n° 41.142, de 23 de janeiro em 2008, que determinava a isenção e redução de base de cálculo do ICMS em operação com bens ou mercadorias destinadas às atividades de pesquisa, exploração ou produção de petróleo e gás natural.

            Entretanto, a calmaria aparente e esperada pelo setor começou a ter fim quando se deu início a outras duas discussões: a redistribuição da receita oriunda dos royalties do petróleo, que é uma compensação paga pela extração do produto, diminuindo o repasse de dinheiro para estados e municípios produtores e aumentando para os não produtores; e a queda abrupta do preço do petróleo no mundo. Diante dos sinais de crise financeira e numa nova tentativa de aumentar a arrecadação com a extração do petróleo, o estado do Rio ainda editou a Lei n° 7.183, de 30 de dezembro de 2015, que ficou conhecida como a ?nova lei Noel?.

            Ela determina a cobrança da alíquota na etapa compreendida entre a extração do petróleo no estado do Rio de Janeiro e a passagem pelos pontos de medição da produção, sob a alíquota total de 20%. Ao apagar das luzes do ano de 2015, o governo fluminense editou a Lei n° 7.182, instituindo a Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização Ambiental das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Produção de Petróleo e Gás (TFPG).

            Os contribuintes imediatamente questionaram as exigências perante o Poder Judiciário, dando-se início a uma nova enxurrada de discussões judiciais com o objetivo de suspender os efeitos. Não satisfeito, como já mencionado o Estado do Rio de Janeiro acabou cancelando o especial tratamento de importações e exportações sob o Repetro para fins de incidência do ICMS. Dessa forma, estrangula-se um setor que utiliza intensivamente a mão de obra, impactando a renda e afetando, principalmente, a cadeia de fornecedores nacionais. Tudo isso pode acabar acarretando a perda da competitividade do Rio para outros estados, como São Paulo, que já estão se organizando para receber a indústria.

            O que se pretende ressaltar aqui é a necessidade de uma discussão mais profunda sobre a insegurança jurídica que o setor de óleo e gás vive há mais de 20 anos não só no Rio de Janeiro, mas no país todo. Vale lembrar que nessa briga com a indústria, há décadas, por causa das idas e vindas da cobrança do ICMS, a origem do problema está na Constituição Federal, que determina que arrecadação deste imposto estadual vá não para o estado produtor, mas sim para o estado de destino. São medidas que estão penalizando os estados produtores, os quais suportam riscos muitas vezes desconsiderados, como o impacto ambiental da atividade em seus territórios. Dessa forma, o Brasil precisa se posicionar de forma definitiva se quer estimular ou não um dos setores de maior relevância para impulsionar a economia brasileira.

            * Júlio Cepêda é sócio da área de tributos em óleo e gás da KPMG

            Sobre a KPMG

            A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 174.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (?KPMG International?), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.

            No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia.

            Twitter: http://www.twitter.com/@kpmgbrasil

            Site: kpmg.com/BR

            Linkedin: www.linkedin.com/company/kpmg-brasil

            Facebook: facebook.com/KPMGBrasil


            saiba mais »

            23/01/2017 - O papel da gamificação nas empresas

            Organizações de todo o mundo estão acompanhando o aumento na força de trabalho da geração…

            Mas, na prática, o que é gamificação? Antes de responder a essa questão precisamos entender o que ela não é. Gamificação não é um jogo de entretenimento. Ou seja, não podemos simplificar o termo a algo como capturar Pokémon no trabalho. Sob uma perspectiva mais técnica, podemos considerar a gamificação uma abordagem na qual os elementos e princípios de um jogo são usados para criar uma experiência de aprendizagem eficaz e envolvente. O objetivo da sua adoção nas empresas é fazer com que os colaboradores melhorem o seu desempenho, usando a motivação e o feedback em tempo real para o aumento do engajamento e o alcance de objetivos individuais ou organizacionais.

            Na prática, são oferecidas recompensas aos participantes que realizam tarefas pré-determinadas, em níveis e fases a serem superados. A mecânica envolve a definição de tarefas que estejam de acordo com o objetivo, a criação de regras e a aplicação de controles e mensuração de indicadores. As recompensas pelas interações dos participantes podem variar, indo desde incentivos virtuais, como medalhas (ou ?badges?, termo mais usual em gamificação) a, eventualmente, prêmios físicos.

            Parte-se do princípio de que a diversão é a maneira mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor. A vantagem do modelo é que ele instiga duas fortes características do ser humano: a cooperação e a competitividade. O reforço de aprendizagem é imediato, por meio de feedbacks instantâneos que indicam se as decisões tomadas estão certas ou não. Com isso, a gamificação nos permite aprender coisas novas e buscar uma melhoria constante. Sem contar que o sentimento de desenvolver uma certa habilidade é um dos aspectos mais importantes da satisfação e bem-estar no local de trabalho.

            Mas é possível aplicar a gamificação a qualquer empresa ou organização, independentemente do tamanho? Acreditamos que sim. O foco pode ser interno, permitindo o desenvolvimento e engajamento dos colaboradores, bem como a verificação da satisfação e a aderência a valores e cultura. Ou pode ser externo, visando recrutar novos colaboradores, que sejam assertivos e tragam produtividade à organização, além de envolver os clientes e parceiros com a marca e produtos. Quando a sua empresa entrará no jogo?

            *Felipe Azevedo é Diretor de HCM da LG lugar de gente e Sócio da eguru, uma empresa LG lugar de gente. 


            saiba mais »

            23/01/2017 - Nem leão, nem gazela

            Nem leão, nem gazela
            ?Todas as manhãs, a gazela acorda sabendo que tem que correr mais veloz que o…

            Provérbio africano.

            As iniciativas de flexibilização da legislação trabalhista estão novamente na agenda prioritária dos empresários, do governo federal e do Congresso Nacional. Neste artigo, será feita breve reflexão sobre o sentido histórico desse movimento e os riscos que ele traz para o padrão civilizatório construído pela sociedade brasileira.

            Dois séculos de disputas

            É por meio do trabalho que as sociedades produzem o bem-estar e a qualidade de vida. Desde a revolução industrial, no século XIX, a economia capitalista transforma o trabalho em mercadoria (mão de obra) a ser comprada livremente para ser empregada na produção. Desde então, os trabalhadores lutam para se libertar das amarras que os aprisionam nos limites da sociedade de mercado. Regular as relações sociais de produção por meio das leis e dos acordos coletivos visa colocar limites à livre exploração dos trabalhadores.

            Nesses quase dois séculos, a engrenagem de produção capitalista aumentou a produção da riqueza, viabilizou a acumulação de capital e promoveu a desigualdade e, muitas vezes, a pobreza. A sociedade de mercado gestou a questão social e a economia de mercado, a luta de classes.

            Os trabalhadores desenvolvem, em cada tempo histórico, diversas formas de lutas para disputar as regras que regem a produção e a distribuição da riqueza e da renda. Duas grandes guerras fizeram emergir na Europa, no pós-45, a consolidação do Estado moderno, a democracia e os pactos sociais que combinaram a acumulação de capital com estratégias distributivas, de tal modo que a era de ouro do capitalismo conformou, em 30 anos, um sistema tributário progressivo, com políticas sociais de promoção e proteção social e laboral. A disputa distributiva e regulatória ganhou centralidade na sociedade, com legislação protetora e organização social, especialmente o sindicalismo, capaz de representar interesses. As negociações coletivas ganharam importância como mecanismo regulador das relações de trabalho e os sindicatos conseguiram o direito de representação coletiva e de organização desde o local de trabalho.

            Os empresários constroem, desde sempre, uma resistência à expansão da regulação. Nos anos 1970, já eram visíveis os sinais de que fariam tudo para dar o troco ao modelo regulatório que emergiu no pós-guerra. Conformaram nova força econômica, política e social, denominada neoliberalismo, comandada pelas grandes corporações transnacionais e, especialmente, pelo sistema financeiro e rentista. Ronald Reagan e Margareth Thatcher são baluartes desse movimento, que se tornou hegemônico em quase todo o mundo. Os neoliberais prometem entregar crescimento econômico, vendem felicidade, exacerbam o individualismo e a meritocracia. Não entregam o crescimento. Ao contrário, provocaram a monumental crise de 2008, promovem o aumento vertiginoso da desigualdade, exacerbam o individualismo que adoece uma sociedade conectada e que vive a solidão, a depressão e o acirramento dos conflitos sociais.

            Afirmam, com convicção divina, que é necessário competir, reduzir o custo do trabalho, diminuir o tamanho do Estado, aliviar a carga tributária e reduzir impostos, liberar o acesso aos mercados, limitar o direito de representação coletiva e o papel das instituições. Coagir, reprimir, cooptar são verbos que os neoliberais precisam conjugar, instrumentos necessários para o convencimento, renovados todas as manhãs quando acordam. Adoram uma sociedade de leões e gazelas, com a certeza de que são leões e de que não morrerão de fome.

            Gazelas, comecem a correr.

            Há 30 anos, a lógica neoliberal busca desregular o mercado de trabalho para reduzir o custo do trabalho, flexibilizar as regras que promovem e protegem os empregos e os direitos laborais, diminuir o poder de proteção coletiva dos sindicatos e aumentar o poder de coerção das empresas sobre os trabalhadores. As crises e o desemprego criam ambiente favorável para o alcance desses objetivos. Tem sido assim na Europa. Agora, passa novamente a ser assim no Brasil.

            É preciso lembrar que, nos anos 1990, dezenas de iniciativas legislativas desregularam direitos trabalhistas, criaram formas precárias de contrato de trabalho, de flexibilização da jornada de trabalho sem pagamento (banco de horas) etc. A terceirização foi uma grande sacada e passou a ser uma maneira estrutural de reduzir custos, transferir riscos e fragilizar a ação sindical. Precarização, informalidade, arrocho salarial, desemprego, desigualdade, pobreza são expressões desse movimento que agora retorna.

            As lutas sociais no Brasil acompanharam a disputa regulatória que os trabalhadores fizeram mundo afora. Avançou-se na produção social e política de uma legislação de proteção laboral e sindical reunida na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), bem como na estruturação de um sistema de relações de trabalho que, por meio da negociação coletiva, representa o interesse coletivo dos trabalhadores e avança na formatação dos direitos laborais. Em 1988, a ditadura civil-militar foi superada com um conjunto de novas regras que se consolidaram na Constituição. Ambas, Constituição e CLT, têm sido permanentemente alteradas.

            Os sindicatos sempre apostaram nas negociações e na prevalência do acordado, sempre que é superior ao legislado. É assim que, há décadas, a negociação coletiva promove, de maneira incremental, avanços nos direitos laborais.

            Agora, mais uma vez, os empresários propõem reformas na legislação para que o negociado prevaleça sobre o legislado e se faça a modernização da legislação trabalhista. Para eles, modernizar é sinônimo de flexibilidade para reduzir, desmontar e desmobilizar o padrão civilizatório duramente construído. Negociar, para eles, é aumentar a capacidade de submeter e enquadrar, para que o acordado possa reduzir aquilo que a legislação define como piso.

            Não somos nem leões nem gazelas. A inteligência (pensamento e memória) e a história (conhecimento de si e do outro) permitem desenhar projetos de futuro e de sociedade nos quais a igualdade, a liberdade, a justiça, a cooperação e a solidariedade deem outro sentido para as manhãs.

            Por isso, o movimento sindical luta para: modernizar a legislação trabalhista a fim de incluir aqueles que ainda estão desprotegidos e criar novas regras para as ocupações que surgem; fortalecer as negociações coletivas; coibir a fragmentação sindical; ter organizações sindicais representativas desde o chão da empresa; garantir uma institucionalidade que promova a solução ágil dos conflitos; ampliar direito de greve e de organização; que todos os trabalhadores estejam protegidos pelas leis laborais e previdenciárias, pois um terço ainda está sem nenhuma proteção.

            O movimento sindical acredita que, na democracia, as escolhas se fazem pelo debate público, capaz de afirmar o sentido geral e o bem comum de cada dimensão da vida em sociedade, pela ampla participação, pela capacidade coletiva de corrigir erros e de aprender.


            saiba mais »

            23/01/2017 - Diretor do CVG-RJ lança livro nesta quinta-feira 

            Sergio Ricardo Magalhães Souza lança seu livro ?Subscrição de Riscos e Precificação de Seguros?
            Publicação foi editada pela Escola Nacional de Seguros e faz parte de série didática

            Nesta quinta-feira, dia 26 de janeiro, o Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) realiza, em sua sede, uma noite de autógrafos com o seu diretor de seguros, Sergio Ricardo de Magalhães Souza, que lança o livro ?Subscrição de Riscos e Precificação de Seguros?.

            O encontro, que acontece a partir das 18h, apresentará aos associados e demais profissionais do mercado segurador a publicação, editada pela Escola Nacional de Seguros. A edição é a terceira da série Textos Didáticos e discute as diversas etapas da subscrição e da precificação do seguro, além de sua influência no crescimento das companhias que o operam e no relacionamento com o segurado.

            ?Esse tema é o coração da atividade de seguros. Costumo dizer que uma seguradora pode terceirizar tudo, menos a sua área de subscrição de riscos, porque é exatamente ali que toda a estratégia encontra a prática. As atividades desse processo são complexas e exigem capacitação de alto nível?, afirma Sergio. De acordo com ele, o assunto é